segunda-feira, 1 de junho de 2009

+ rock em Itabaiana

Sexta-feira chuvosa e mais uma noite de rock em Itabaiana – porque, felizmente, o Projeto Sexta Cultural não foi descontinuado e segue a todo vapor na AAI. Se o público normalmente já é pequeno, era de se esperar que fosse ainda menor devido ao clima (meteorologicamente falando) desfavorável, mas até que não foi tão mal – a única ressalva é de que havia praticamente mais gente de Aracaju que da cidade mesmo graças, possivelmente, à mobilização do pessoal da Mamutes, sempre entusiasmados e dispostos a agregar e celebrar.

Os trabalhos começam, já perto da meia-noite, com os anfitriões da casa, representados pelo Thee Swamp Beat Brothers. Boa banda – na verdade é um projeto montado pelos 2/3 restantes da Dr. Garage para se divertir enquanto esperam pela recuperação de um acidente de seu baixista. Givanildo não é um baterista especialmente técnico, mas compensa suas deficiências com garra ao espancar as peles da bateria. Já Maicon é um exímio criador de riffs, mas não se sai tão bem com os vocais, o que, no entanto, não chega a comprometer de forma decisiva a apresentação. Fizeram praticamente o mesmo show que já havia visto anteriormente com o Mahatma Gangue, com a adição de um vocalista extra de ultima hora, o ilustre Cachorrão, que a todo instante invadia o palco para intervir entre um e outro clássico do rock garageiro misturado a composições próprias (ou da Dr. Garage), até se instalar de vez no posto. A principio tudo bem, é rock, é celebração, é brother, é um cara bacana, mas ele limitava-se a emitir berros desconexos atravessados, o que ameaçou prejudicar a perfomance da banda, que simplesmente não conseguia mais executar seu set a contento. Apesar dos revezes, foi divertido, porque nessas horas o que deve imperar é o espírito da coisa, e esse espírito tanto Cachorrão quanto os Beat Brothers do pântano têm de sobra.

Depois vieram os Mamutes. E vieram “com gosto de gás”, com a presença, inclusive, de um pessoal de seu Fã-clube, veja só: uma banda sergipana com um fã-clube organizado, representado naquela noite por quatro figuras bem jovens, dois rapazes e duas garotas, o que torna ainda mais inusitado o fato deles serem fãs declarados de uma banda sergipana, autoral e independente, que faz um som calcado nos anos 70. Particularmente me amarro nesses paradoxos, porque acho que as pessoas não precisam se encaixar em estereótipos nem em regras de comportamento. As pessoas são (ou deveriam ser) livres para ser o que elas quiserem ser, e isso é lindo (fui meio hippie agora, mas ok). Dito isto, o show: Foi sensacional. Bem melhor que o ultimo deles que eu havia visto, em Gloria, no Rock Sertão (ver alguns posts abaixo). Estavam totalmente entrosados e seguros de si, executando com a garra e a competência de sempre seu já clássico repertorio. Marcos Odara é um mestre na bateria. Rick Maia é praticamente um “guitar hero”, super competente e seguro, dono de uma perfomance invejável, tanto tecnicamente como em se tratando de presença de palco, totalmente compenetrado e tomado pelo som que está executando, mas ainda assim atento ao que se passa ao seu redor e sempre interagindo de forma positiva e entusiasmada com o publico. Morcego também tem se revelado um grande baixista, e nesse show estava especialmente inspirado, tocando no meio do publico e criando arranjos e levadas em timbragens inusitadas. Já Kal Di Lion, a principio, não tem um vocal especialmente indicado ao tipo de som que a Mamutes faz, tem pouco alcance na voz e canta “para dentro”, para ficar numa terminologia popular, mas sua voz já está totalmente incorporada ao som da banda. Pode-se dizer que é, inclusive, um fator diferenciador que enriquece o som da Mamutes – e o rock and roll está cheio de exemplos de vocalistas que conseguiram driblar suas limitações e impor seu estilo de forma brilhante ou, no mínimo, satisfatória. Enfim, grande show, e mais uma vez com a participação um tanto quanto caótica de Cachorrão, que subiu novamente no palco e de lá não saiu, mesmo quando seu microfone parou de funcionar – saiu foi palco afora atrás de outro que funcionasse, e achou no que servia aos backing-vocais de Odara, quase derrubando pratos e o que estivesse à sua frente.

A terceira e ultima foi O Murro. É uma banda nova, e ainda estão, ao que parece, à procura de uma identidade. A intenção inicial, tudo indica, é fazer algo voltado ao rock “setentista”, como o Mamutes, mas o resultado ainda está verde, soando estranho, sem personalidade. Nota-se que há um esforço no sentido de buscar esta personalidade, mesmo nos (vários) covers que tiram, nos quais procuram se afastar ao máximo de uma mera repetição dos arranjos originais, mas o resultado final não é dos mais animadores – muito por conta, talvez, dos vocais, muito fracos. Fabio, o guitarrista, é um veterano dos palcos sergipanos, já tocou em várias bandas desde os anos 80 e tem uma boa pegada, porém não está conseguindo encontrar um som adequado à proposta d’O Murro, talvez por conta de seu background oriundo, em grande parte, das bandas com uma sonoridade mais voltada ao punk/hardcore como Forcas Armadas, Manikomio, Karne Krua e, mais recentemente, Sublevação. As composições também não ajudam, estão pouco inspiradas. Enfim, a meu ver é uma banda que precisa sair das boas intenções (e fazer rock autoral num estado com pouca tradição “roqueira”como Sergipe é sempre uma boa intenção) e repensar os rumos que pretende trilhar, identificar suas deficiências e trabalhar em cima delas. Caso contrario, corre o sério risco de ser mais um projeto bem intencionado porém abortado. O show ? Foi de razoável para ruim. Desisti quando tocaram (mesmo que com aquele saudável esforço supra-citado de inovação nos arranjos) a ultra-hiper-mega-manjada “smoke on the water”do Deep Purple. Deveria ser proibido coverizar esta musica – e também “stairway to heaven”do Led Zeppelin. Como destaque, fica na memória a interessante versão “hard” para “beijo exagerado” dos Mutantes.

por Adelvan kenobi


Dia 29/05/2009
Associação Atlética de Itabaiana


Thee Swamp Beat Brothes
Mamutes
o Murro










29 comentários:

  1. Sei que é dificil agradar a todos, e essa questão de julga ou sbjulgar alguma banda ou bajular outras tem um tom sub tonado... Ha e nome do bat e givanildo, e o microfone que o cachorro grande estava não foi desligado, simplesmente ele quebrou... Agora os eventos será realizado no sabado uma vez no mês com nome CEBOLADA... valeu abraço... Chapeu de Palha...

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  2. Primeiramente quero registra a falta de cuidado de um pseudo-crítico que não domina acentuação gráfica. Veja as palavras – pÚblico; Última e por aí vai...
    Segundo – as bandas são fracas, os riffs ruins, os timbres não prestam, as letras sem inspiração... Por que foi? Vá curtir um Jazz. Mas talvez a compreensão do ilustre crítico se restrinja a cena Punk (Manikomio, Karne Krua, Sublevação...). Ou quicar ele ache que inspiração seja a “ETC.” – banda da qual fez parte e se limitava a grita palavrões e obscenidades onde não eram tocadas músicas, mas apresentadas vinhetas.
    Para não nos alongarmos, concluímos com “ultra-hiper-mega-manjada “smoke on the water”do Deep Purple” e sua sugestão nada original de proibir sua execução.
    1º - Acho bastante original e inovador bandas tocando Beatles (mas onde estão nosso crítico Adelvan Kenobi?
    2} – Quando você tiver autoridade legislativa você pode apresentar um projeto de lei proibindo a execução da ultra-hiper-mega-manjada “smoke on the water”do Deep Purple. Mas como ainda não existe, continuaremos a tocar ultra-hiper-mega-manjada “smoke on the water”do Deep Purple, assim como outro tocam Beatles e Legião Urbana.

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  3. Particularmente acho que uma cena cresce também com opiniões sinceras e discussões em alto nivel sem levar criticas negativas para o lado pessoal. Prefiro correr o risco de ser mal interpretado ou criar inimizades (que não julgo necessárias nesse caso, friso bem) do que fazer uma resenha chapa branca na base da brodagem. Sempre que eu for escrever algo sobre qualquer coisa procurarei dar minha opinião sincera, sem brodagem e sem tentar ser "politico" pra agradar todo mundo. Na minha humilde opinião, isso é um desserviço. Obrigado pela correção do português, peço desculpas, vou tentar ser mais atento. Desculpa também por ter confundido o nome de givanildo, normal, vivem me chamando de Aldevan também, não levo isso como ofensa não. Minha banda era uma merda mesmo, concordo totalmente, e juro que não vou ficar com raiva se um dia a gente voltar a tocar e alguém disser que não gostou. E não estou proibindo ninguém de tocar nada, não tenho nem quero ter esse poder. Todo mundo pode tocar o que quiser na hora que quiser, eu só não sou obrigado a ouvir nem a dizer que achei legal quando não achei.
    É isso.
    ASSINADO: Adelvan

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  4. Ah: Já que me corrigiu, não achei ruim, mas vou seguir o exemplo e corrigir também: é QUIÇÁ, não QUICAR. E a concordancia correta seria "onde ESTÁ nosso critico etcetera e tal."

    ASSINADO: Adelvan

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  5. "Crítica sem fundamentação não tem sustentação"


    Acho que crítica se faz com seriedade e sobretudo com fundamentação.
    Não é uma questão de ser simpático ou não, é sobretudo de responsábilidade. Se, por um lado, devemos desconfiar dos elogios gratuitos acusta de equivocos o que não dizer de achismos e opinões sem fundamentação?
    QUE EVENTO VC FEZ?
    QUE INSTRUMENTO VC TOCA para fazer avaliações do tipo?
    (Givanildo não é um baterista especialmente técnico;

    Maicon [...] não se sai tão bem com os vocais;

    Kal Di Lion, a principio, não tem um vocal especialmente indicado ao tipo de som que a Mamutes faz, tem pouco alcance na voz e canta “para dentro”;

    Referente a banda o Murro: vocais, muito fracos. Fabio, o guitarrista, é um veterano dos palcos sergipanos, já tocou em várias bandas desde os anos 80 e tem uma boa pegada, porém não está conseguindo encontrar um som adequado à proposta d’O Murro

    Ir para shows e simplesmente desfazer das bandas é muito fácil quando não se tem nada produzido, nem de modo consistente e nem consistente.

    Como ilustre conhecedor de teorias musicais e exímio tocador que é, você poderia ensinarnos o caminho das pedras... mostrando-nos sua excelente produção musical (digo: de sua autoria e execução) - coisa que não há.

    Certamente o "ilustre" Kenobi caberia na frase:
    Serei Ronald Reagan ou outro herói yank
    Posso cuspir na sua cara, como faria um punk.
    Serei como os políticos que prometem a vida inteira
    Ou um CRÍTICO MUSICAL PRA PODER LHE FALAR BESTEIRA.
    (Marcelo Nova).

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  6. ok. Mas pelo menos eu assino o que falo, não me escondo no anonimato.

    ASSINADO: Adelvan

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  7. Meio chato discutir com anônimo, fica só a gente dando a cara a tapa, mas ainda acho melhor uma discussão assim, desigual, do que nenhuma discussão, o marasmo, então vamos lá: Assim como certamente não foi pedido a nenhuma banda que se apresentou no referido evento algum diploma de curso superior em musica ou autorização da Ordem dos Musicos do Brasil ou coisa do tipo, qualquer um tem o direito de falar o que quiser, da forma que quiser, na hora que quiser, ainda mais num espaço tãO amplo e acessivel a todos como a internet. Você mesmo, caro anonimo, se quiser pode criar um blog agora mesmo e escrever o que você quiser - de preferencia seria melhor assinando o que diz, mas até mesmo se escondendo no anonimato o espaço está disponivel aí pra quem quiser, apenas a credibilidade fica prejudicada, mas aí é uma questão de causa/consequencia. De qualquer forma agradeço o interesse no blog, mesmo que o mesmo tenha se dado, pelo visto, apenas porque minha opinião sobre sua banda (estou deduzindo coisas, é o que nos resta, em vista do anonimato)foi desfavorável. Eu se fosse você não me irritaria tanto com uma criticazinha de um pseudo-critica escrita num reles blog na internet, mas quem sou pra aconselhar alguém, não é mesmo ? Mas a vida é assim mesmo, quando a gente faz (ou deixa de fazer, o que é mais o meu caso, segundo sua opinião aí) alguma coisa a gente está sujeito a ouvir opiniões, favoráveis e contrárias, e tem que aprender a conviver com isso e, de preferencia, tirar proveito disso. Vivendo e aprendendo. Assim Caminha a Humanidade.

    ASSINADO: Adelvan

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  8. Faltou uma ultima rsposta - meio óbvia, mas pra não ser acusado de fugir à pergunta, vou responder: "Acho bastante original e inovador bandas tocando Beatles (mas onde estão (sic) nosso crítico Adelvan Kenobi?" - Se a banda for tirar um unico cover dos Beatles e escolher justamente "Hey Jude" ou "yesterday" e eu tiver a fim de comentar alguma coisa eu certamente direi que poderiam ter escolhido uma menos manjada no imenso e totalmente maravilhoso repertorio da banda. Simples assim.

    ASSINADO: Adelvan

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  9. outra coisa curiosa é que o Anonimo só desqualificou minhas criticas quando elas foram negativas. mas há muitas coisa positiva também, elogios, não só nesta como em outras resenhas ... essas valem né ? Tá certo ...

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  10. Pode crer rsrsrsrsrs...e puxa daqui, puxa dali e morde daqui assopra dali rsrsrsr... mais criticas são criticas e como o Adelvas falou ai “Mas a vida é assim mesmo, quando a gente faz (ou deixa de fazer, o que é mais o meu caso, segundo sua opinião aí) alguma coisa a gente está sujeito a ouvir opiniões, favoráveis e contrárias, e tem que aprender a conviver com isso e, de preferência, tirar proveito disso. Vivendo e aprendendo. Assim Caminha a Humanidade.”

    E quanto a “Kal Di Lion, a principio, não tem um vocal especialmente indicado ao tipo de som que a Mamutes faz, tem pouco alcance na voz e canta “para dentro” eu realmente nunca quis e nem pretendo ter um alcance de um Robert Plant, Ian Gilan, David Byron, Bruce Dickson, Ronnie James Dio e muitos outros gritinhos do rock, a minha onda é outra, o que garante a minha sensação é o Elvis , Jim Morrison, Eric Burdon (The Animals),Jhon Key (Steppenwolf), Luiz Carlos Porto (Peso), Artur Lee (Love),Tim Maia, Silvio (Maquina Blues), Gerson King Combo , Nick Cave, Hendrix, Iggy Pop, Bowie, Joey Ramone Mark Lanegan (Screaming Treese) lá se vai guela a dentro...estas são as minhas vozes e sei que o Adelvas sabe disto ele conhece bem o rock n´roll, e por isto que de uma certa forma ate entendo o tal do não tem um vocal especialmente indicado ao tipo de som que a Mamutes faz, mais o pior é que se depender de mim nunca vai ter mesmo, dependendo do ponto de vista de cada um que se propõe a nos assistir ou nos ouvir é claro, mais no mais as criticas sempre sera motivo para cairmos na real com relação a detalhes do nosso som, e daí caber a nos mesmo da banda melhorar ou não, pois gente Tb pode dizer que foi proposital porra hahahahahahahah...que era para soar a sim mesmo e daí tire com o gancho hahahahahahah...grande abraço a todos e vida longa a todos nos que fazemos o rock em racaju City.

    Karl Di Lyon is Freak

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  11. Gostaria que vç entende-se o que é realmente o rock'n roll meu brother, pois eu vivo isso 25 horas diárias, sei também que é seu trabalho glorificar ou negativar qualquer trabalho realizado nessa vertente, vç é um comunicador e como tal tende a esses discursos, mas como comunicador que é, lembre-se da ética que todo profissional deveria ter, até porque uma ora podemos pagar por nossos erros!!!
    Quanto aos vocais e a guitar do Murro eu como baixista da referida acho realmente que temos que aproveitar a crítica e ajustar algumas coisas até porque é nosso primeiro show com baterista novo, mas acho que são perfeitos para o nosso projeto e o tempo, a estrada é que lapida todos os detalhes. Só não acho legal essa onda de sair falando o que quer e o que pensa assim de qualquer forma dessas pessoas, pois são todos batalhadores e sempre fiéis ao rock'n roll. Mas como sei que o Exlº Srº Drº em rock Adelvan, que pelo jeito não entende porra nenhuma do ,estarei sempre pronto à ouvir ou ler qualquer crítica sua ou de outros do gênero, mas o importante para mim e acho que para a família "O MURRO" é que estamos fazendo e realizando esse projeto e ainda terei a felicidade de te mandar uma demo do nosso som, assim que estiver pronto. tem um dito muito conhecido que diz: " Que falem bem, que falem mal, mas que nunca deixem de falar de mim".
    Quanto as músicas, temos várias autorais e faço questão de tocá-las, pois são escritas com muito afinco, quanto aos cover's posso te garantir que vão continuar os mesmos, foi uma exigência de todos nós e lamento se não agradou, até porque com ou sem vç vamos continuar existindo, exmurrando e passando por cima de tudo e de todos como um tanque em plena formação de guerra esperando o próximo alvo, que pode ser vç!!!
    minhas condolências meu amigo e até o próximo encontro!!!!!!!

    Assinado: Lobo!!!!!!

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  12. Tranquilo. Você pode não acreditar, acredite se quiser, mas desejo toda sorte do mundo pra banda, e realmente não acho que vocês precisem de mim. Tenho minha consciencia tranquila de que só dei a minha opinião de forma sincera, se pra vocês ela é tão desqualificada acho que nem precisava uma reação tão raivosa, bastava ignorar. Só espero que essas palavras de guerra aí, de esmurrar e passar por cima e "proximo alvo pode ser você" estejam no campo da metáfora.

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  13. FABIO URUBLUESBASS (não consegui logar) não sou anônimo.

    Ir para shows e simplesmente desfazer das bandas é muito fácil quando não se tem nada produzido, nem de modo consistente e nem consistente.

    Como ilustre conhecedor de teorias musicais e exímio tocador que é, você poderia ensinarnos o caminho das pedras... mostrando-nos sua excelente produção musical (digo: de sua autoria e execução) - coisa que não há.

    Antes da teoria o feeling. Teoria por teoria, vamos ficar com E=mc2.

    outra coisa curiosa é que o Anonimo só desqualificou minhas criticas quando elas foram negativas. mas há muitas coisa positiva também, elogios, não só nesta como em outras resenhas ... essas valem né ? Tá certo ...


    mas continuou anônimo


    Falou "Karl Di Lyon is Freak", voz e atitude.

    "Lobo" - Adelvan comunicador???
    ahaha, Adelvan é rock'n'roll mais do que se possa deduzir.
    basta ler o que ele escreve dando cara-a-tapa.

    após questionar anonimatos apareceram os aparecidos.

    O blog é do adelvan e é lógico, tão autoral como, ele colocar uma crítica dele e identificada. Covardes os que falam pelas costas.

    Não queiram viver de meros e covardes elogios. A ignorânica corróí a humanidade. O anonimato também.

    Muita gente gosta de ser enganado. Problema seu... só as dificuldades levam ao conhecimento.

    Tão grandes quem fazem o rock e quem conhece o Rock. Tem gente que faz pop e acha que é rock. Tem gente no caminho certo mas vacila com certos comentários e anonimatos.

    Abraços. Fábio, Urubluesbass

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  14. complementando

    aspas nos primeiro, segundo e quarto parágrafos.

    fabio urubluesbass.

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  15. Kakau (vocalista do Murro)9 de junho de 2009 20:57

    Senhores, tenho que deixar minha fala nesse circo. Não aguento mais. Aos meus amigos de banda: vcs foram longe demais. Pq tanta atenção a uma porra de uma crítica? Vão chorar no pé de todo mundo que não gostar do som da banda? Por mais que essa pessoa tenha uma má intenção? A gente não toca pra Adelvan, velho. Pouco importa o que ele pensa ou deixe de pensar. Nós sabemos muito bem nossas deficiências e o que temos que melhorar. A resposta vem da galera que está no show e não de palavras de um mero crítico que fica de braço cruzado vendo o show e que não teria maior destaque se não fossem essas as intervenções. Muito estardalhaço pra nada. Adelvan não gostou do show. Talvez não goste da banda. E só. Nada além disso. E dái?
    Quanto a critica de Adelvan, primeiro e acima de tudo: cada um fala a merda que quer. Cada um acha o que tem que achar. E ponto. Isso não se discute. Por mais que eu ache que ele tenha sido mal intencionado em suas críticas. O cara tem todo direito de gastar sua saliva (ou os seus dedos num teclado) com o que lhe lhe passa na cabeça.
    Quanto ao que realmente interessa: O Murro é uma banda que procura fazer um som que remeta aos anos setenta. O crítico pode achar que não mas, é o que fazemos e não o que tentamos fazer. O nosso som segue nessa linha. Os sons que optamos por tocar são influência da banda. Fazer o que? “smoke on the water” é um som do caralho, a galera gosta e a gente gosta de tocar. Vai se morrer por causa disso? Quanto a parte que a mim é dirigida, fico com as palavras de Karl Di Lyon "the freak": "eu realmente nunca quis e nem pretendo ter um alcance de um Robert Plant, Ian Gilan, David Byron, Bruce Dickson, Ronnie James Dio e muitos outros gritinhos do rock". Eu não canto, grito. Eu viajo no mesmo lance: acho possivel fazer um som sentista com influências de vocais deste tipo (não vou relacionar as vozes pra não ficar cansativo. Ver post Karl Di Lyon)
    Enfim... vamo tocar porra!!! e cada um fala a bosta que quiser.

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  16. "Defender a arte é colocar a cria à prova do mundo".
    urubluesbass

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  17. Só duas coisas:
    Primeiro: Não fui mal intencionado, nem teria porque ser. Porque diabos eu teria alguma má intenção com O Murro ? Duas pessoas da banda eu conheço e considero muito, as outras duas (justamente as que se manifestaram aqui) não conheço pessoalmente, só "de vista", mas absolutamente não tenho nada contra elas nem absolutamente nenhum motivo para estar "mal intencionado" com relação a suas pessoas.

    Segundo: Não houve desvio ético nenhum de minha parte. Desvio ético teria havido se a referida resenha contivesse palavras ofensivas ou ironias veladas, insinuações, mas muito pelo contrario, fui bem direto, não uso esse tipo de artimanha pra me auto-promover não, até porque reptito que não tenho nada contra pessoalmente ninguém da banda portanto não teria porque ofender ninguém. Nem tenho nada contra a banda em si, quero mais é que ela cresça e apareça e enriqueça nosso cenário, e não precisa de forma alguma me agradar, evidentemente, tá cheio de banda aí que eu não curto mas um monte de gente curte, tranquilissimo. Meu modo de pensar é apenas UM modo de pensar, não é o certo nem muito menos o único. Só acho que tenho o direito de expressar meu modo de pensar de forma sincera, sem ofensas, e acho injusto ser tachado de mal intencionado e antiético por conta disso. Mas ok, cada um fala o que quer, acha o que quer e tem o direito, também, de extarnar o que pensa, tanto que tá aí, exposto da forma que foi escrito, sem censura.

    Sigamos em frente.

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  18. Fábio - Guitar (O Murro)

    Todo esse mal estar vem na verdade não do que foi dito, mas da forma em que foi dita.

    Pouco importa a questão de "quem é o anônimo". O que ele fala tem sentido ou não? Particularmente, comparo os blogs a paredes, só que são virtuais, em que sentido. Quando o movimento Punk saia pinxando "vote nulo não sustente parasitas", isso era uma inverdade só porque não tinha a assinatura, a CI e o CPF?

    Adelvan tem um timbre de voz nada convencional aos locutores de rádio (que falam geralmente com uma voz impostada...). Daí agora eu vou criar um blog ou uma comunidade no orkut pra dizer o que é perceptível - não. Se isso me incomoda eu simplesmente não escuto e mudo de estação.

    Particularmente quanto aos timbres das guitarras que uso, acho que falta a vc, Adelvan, se aprofundar de fato sobre o que eu quero.

    Eu venho de um tempo que punk rock não tinha solos de guitarra. Quando eu colocava alguns "traços de solo" era olhado de modo atravessado - pelo "movimento punk - que pregava liberdade, desde de que o punk rock não tivesse solos". Comparavam os solos (ironicamente) com tudo: desde o metal até músicas da Xuxa - imagine apenas por ter solos de guitarra.

    Nessa minha jornada já toquei MPB, Forró, punk rock... e apesar do som ter uma base 70 mas curto muito o virtusismo de Armandinho, Pepeu Gomes e Eric Johnson entre outros.
    Davi (baterista - O Murro) recentemente me apresentou uma banda chamada "The Mars volta", da qual ele curte pra caramba. Uma banda cheia de viradas e contra-tempos mas com levadas que lembram os anos 70. Então é ruim porque não tem o tibre vocal de fulano ou a guitarra de cicrano?

    Acho que você ter uma referência e partir desse ponto para se chegar a algum lugar é inclusive salutar, mas o caminhos são tortusos e multiplos. O hard rock do Mamutes não é o do Murro, o Blues do Máquina blues não é o do Urublues (sem qualificar ou desqualificar ninguem) e por aí vai...


    Fábio - O Murro.

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  19. "Então é ruim porque não tem o tibre vocal de fulano ou a guitarra de cicrano?" - Não, nem eu disse isso. Quanto a essa questão de timbres vocais diferenciados, referi-me mais ao de Kal, e concluo na resenha que é um fato positivo para a banda, dá um diferencial. Apenas ressaltei que no principio a pessoa estranha, eu estranhei, mas com o tempo fui assimilando, e isso é sempre bom, quando a gente estranha no inicio muitas vezes é um bom sinal - nem sempre, mas muitas vezes é. De repente eu não entendi ainda mesmo qual a ideia de sua banda, pode ser que nunca venha a entender (como até hoje não assimilei o som pós-ok computer do radiohead), mas e aí, eu não tenho o direito de dizer isso, de dizer o que penso ? Não falei gratuitamente, falei dentro de um contexto, fui fazer uma resenha de um evento, vocês tocaram, tinha que falar de vocês, evidentemente. Poderia ter desconversado, falar só "foi legal" e evitaria a polemica, mas prefiro ser sincero. Não gosto de correr atrás de polemica, mas também não costumo tentar usar de artificios titubeantes para evitá-las quando elas são necessárias e/ou inevitáveis. Mas ok, entendi a mensagem, pretendo nuncas mais emitir opinião nenhuma sobre O Murro - casa haja alguma ocasião especifica igual a esta mencionarei apenas que a banda também tocou e pronto, sem maiores elucubrações desqualificadas e pretensamente persersecutórias e anti-éticas. Espero que isso não abale nosso relacionamento, entre eu e você, pois apesar de nos encontrarmos pouco te admiro muito e tenho a consciencia tranquila de que não falei nada em nenhum momento que possa ter te ofendido, como pessoa ou como musico. O mesmo vale para Davi, grande figura, e grande aquisição aí pra banda, parabéns. Também nunca tive intenção de ofender nem os outros dois que eu não conheço pessoalmente, a unica diferenaça é que, nesse caso, não há uma amizade previa a ser preservada. Se um dia eles quiserem trocar uma ideia pessoalmente comigo por mim tá tranquilo, senão tranquilo também. O mundo é grande o suficiente para todos nós.

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  20. Kakau (vocal do Murro)10 de junho de 2009 11:25

    Velho, sinceramente, apesar de achar que discussões são sempre uma excelente forma de expandir as idéias, acho que essa foi longe demais. O meu comentário representa mais a minha indignação com o ponto em que isso chegou do que com a crítica em si. Como disse antes, acho que é muito barulho por nada. Não conversei com ninguém da banda sobre isso ainda, mas não acho que a sua crítica, ou qualquer outra no nível em que foi feita, deva ser comentada. Melhor ignorar. Além disso, como também já disse antes, cada um fala o que quer. Liberdade de expressão é um direito de todo cidadão. Quanto a má intenção, se você diz que não teve, tudo certo. Vou ficar apenas achando que você realmente não entendeu o som da banda. Como vc mesmo disse, só nos conhecemos "de vista" e, nunca vou me furtar a trocar idéia com ninguém. Bom, eu não faço mais nenhum post sobre esse assunto. Não queria entrar nessa discussão que acho inteiramente desnessária. De agora em diante, fico apenas vendo.

    Kakau screamer

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  21. Aqui é Rick Maia

    Prezados senhores,

    Fiquei incomodado depois de ler todos esses comentários e constatar que a um desentendimento entre duas partes que considero muito.

    Meus amigos... vocês são exatamente o que se pode chamar de cenário rock de Aracaju, são vocês que fazem e acontecem aqui na cidade e no estado e não vejo porque se criar um clima prejudicial para ambos.

    Com relação ao meu querido amigo Adelvan, primeiro gostaria de dizer que gosto muito de seu trabalho e que acompanho sempre(rádio e blog). Acho que nessa resenha (sobre O Murro) você não foi muito feliz. talvez porque particurlamente falando eu achei o melhor show da banda até agora.

    Já a respeito dos meus amigos e referências musicais do Murro gostaria de dizer que todos recebem ou já receberam críticas. O mais importante é saber assimilar o que achar válido e descartar o que achar desnecessário. Se vocês querem dar resposta, que essa resposta seja dada com trabalho.

    Tenho certeza que a crítica mexeu com os brios de vocês e intencionalmente ou não ela já serviu para a banda aumentar o "gás" e melhorar o que já está bom para nós fãs.

    Que de forma alguma isso interfira no lado pessoal e que ambos continuem fazendo cada vez melhor o que realmente importa para o bem comum: os seus admiráveis trabalhos!

    Ass: Rick Maia

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  22. Por mim tranquilo. Não faço objeção nenhuma a nenhum tipo de discordancia quanto à minha opinião, li todas com atenção e tenho plena consciencia de que posso estar realmente equivocado. Apenas me defendi de algumas acusações, a meu ver, injustas, como "Desvio ético" e "má intenção" como motivação para a critica negativa".

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  23. Só espero que essas palavras de guerra aí, de esmurrar e passar por cima e "proximo alvo pode ser você".
    Com certeza, são metárforas, até porque estamos no século 21 e como todos que conheço sou da paz, com relação a o que o fábio falou com relação aos anônimos só postei um comentário assinado, sou muito claro e objetivo, jamais me escondi e com relação a esses lances velho tá tranquilo, sem problemas, é o seu trabalho!!!!!!

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  24. As pedras rolando e todos nós indo com elas.

    Fábio Urubluesbass

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  25. que bom. Não criaremos limo, então.

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  26. Eu acho que o dono do blog só deu sua opnião como daria a qq colega que a pedisse, (se vc leu o blog do rapaz é pq queria a opnião dele) aliás utilizando expressões como "ao meu ver" "ao que parece" com a mínima intenção de reprimir ou de desicentivar fez crítica; e ao meu ver ele parece saber não ser o dono da verdade...

    ...resumindo é só uma opnião...

    by: Fusca (cebolacity)

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  27. Vêjam eu aqui presente nesta discursão, antes de expor minha defesa, a parte que me toca neste circo como disse o Kakau (vocal / o murro).
    Vou então destacar trechos os quais acho importante ou melhor achei, deste então circo.
    - “Aos meus amigos de banda: Vocês foram longe de mais ”.
    - “Nós sabemos muito bem nossas deficiências e o que temos de melhorar”.
    Nessa colocação ai eu adicionaria eficiência como uma qualidade/atitude da banda.
    E por ultimo:
    -“ Muito estardalhaço por nada”.
    Tirando claro toda ironia e chingamentos pessoais feito ao Adelvan achei as palavras do Kakau as mais coerentes no que diz respeito a integrantes da Banda o Murro em resposta a uma simples critica. Eu espero que a Banda O Murro esteja pronta para receber criticas de revistas, zines... Após o lançamento de uma possível demo, show, ou clip, sabendo claro que ali reflete a opinião de uma pessoa apenas e que isso serve para o crescimento da banda. Não acho que para se escrever sobre música seja restritamente necessário, e obrigatório ter diploma de músico ou formação acadêmica ou até mesmo se tocar um instrumento ou estar tocando em uma banda. Todos nós que escutamos ou praticamos música temos a capacidade de sentir e falar sobre outro artista de forma natural e portanto para mim o Adelvan tem sim autoridade para falar de rock, doendo ou não doendo nas pessoas neste caso foi uma simples critica como citou o Kakau, nada pessoal, ao contrário dos murros de volta que a ele foi mandados. Esta é só uma das tantas criticas que irão receber amigos!. Eu como integrante de banda(s) já comportei-me de forma horrível em shows, bêbado, errando letras e se eu recebesse algum tipo de critica com relação a mínha performance eu não poderia reclamar,mesmo sendo algo com atitude naquele momento, teria eu de reconhecer que me sai mau e prejudiquei a banda, isso serve para vocalistas, guitarristas, bateristas...
    Já fui criticado inúmeras vezes , ditador, drogado, Pavarote do Hard-Core Sergipano (no mal sentido claro), sexista e tantas outras criticas pessoais, estas eu acho justas terem uma resposta. Quando a critica não entra nesse mérito ela sempre nos ajudará, como já me ajudou vinda do Adelvan e de outros críticos com ou sem diploma, alias esse lance de DIPLOMA FUDEU!!!
    Na verdade devo entender que quando alguém não gosta do meu trabalho acho eu que é a riqueza do Rock n”Roll com tantas vertentes que nos da essa liberdade, o que importa mesmo é que eu esteja gostando do que eu esteja fazendo, a critica não é só feita quando a pessoa não gosta da banda, tenho certeza de que se o Adelvan assistir um show do Murro e a banda fazer ou bom show ele elogiara.
    Quando o anônimo diz... “Talvez a compreensão do ilustre critico (Se referindo ao Adelvan) se restrinja a cena Punk (Manikomio, K. Krua, Sublevação)
    Essa colocação com um toque superior e que coloca a dita cena Punk como algo pequeno e sem um valor devido, é pobre, pois o Murro não representa mais que nem uma das três bandas citadas, pela história já perde. História de vida refiro-me, pois o Murro ainda terá de fazer sua história vingar, como as citadas bandas o fizeram em um determinado momento., o Murro é igual a todas elas, nem pior, nem melhor, por tanto alguém que se restrinja a falar sobre uma determinada música (estilo) não é menos inteligente do que quem fale do Blues, do Jazz ou do Rock 70tista( SETENTISTA).
    As pessoas envolvidas com essas bandas citadas (Sublevação, Manik, K.Krua,) acredito eu não se limitam apenas a ouvir ou conhecer somente a música que executa, no caso o Punk-Hard-Core. Integrantes do Murro são cúmplice disso é claro, por tanto não concordo com a colocação do anônimo. Gostaria que as pessoas notasse quanto foi preconceituosas as palavras do anônimo, e que contradição! saber receber criticas também é uma qualidade, fazer critica é outra.

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  28. A banda E.T.C a qual idealizei (Não foi o Adelvan ) é que acho teve seu valor e importância para a época. Não produzimos apenas vinhetas, as vinhetas era partes e importantes para a E.T.C.
    Clássicos como”RAPADURA” , “VIOLENCE OF THE CITY” , ‘PAU NAS COXAS’,
    ‘COURO DE BUCETA’. Todas de minha autoria...Risos... são perolas. Mais tarde o Adelvan escreveria para E.T.C. ‘ BORN TO BE CUZÃO”, mais um clássico. Não nos limitamos a falar palavrões e obscenidades o que parece incomodar ao anônimo rockeiro cheio de moralismo.
    Não poderia esquecer de elogiar as poucas e inteligentes palavras deste grande brother Fábio (Urublues- Bass). Eu assisti e até de certa forma participei de um show da banda o Murro onde em nenhum momento a banda se encontrou, pois improvisaram um batera (M.Odara) sem ensaio o vocal Kakau totalmente bêbado, foi o caos este show, no entanto tudo foi divertido, uma resenha deste show seria o fim mas o que fica é o prazer de tocar e mais uma noite ROCK N’ ROLL, o lance mesmo é desarmar o espírito, ninguém é perfeito, valeu Kal Dilion, sua voz é perfeita para a personalização do som da Mamutes, eu sei o Adelvan também sabe pois somos fans da Mamutes, sua voz se estabeleceu e se definiu na Mamutes, o antes pra mim foi experiências, validas é claro. A propósito os mestres nas perfomances de voz (gritinhos!?!) cito Roni James Dio, quando escutei, HEAVEN AND HELL e MOB RULES em 1979 com ele achei que era um ser de outro planeta cantando, ali esta um mestre da voz, se aquilo é gritinhos...Tô fudido, Risos.... sim para terminar camisa de vênus é ótimo mas Marcelo Nova é um otário e fim de papo. No mais desculpe-me os erros de português meu universo não és universitário é universo ROCK, PUNK ROCK, BLUES...
    E isso sabemos que também é cultura, tô nessa pela emoção. Abaixo a cultura do Rock copia estabelecida, Viva o Murro, viva o Rock AUTORAL-SE, viva meu BROTHER ADELVAN

    Atenciosamente

    SILVIO

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