<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791</id><updated>2012-01-29T03:35:16.756-08:00</updated><title type='text'>programa de rock</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>679</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-4305940315354846497</id><published>2012-01-28T13:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T13:40:14.838-08:00</updated><title type='text'># 214 - 28/01/2012</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QouC7NJU-iY/TyRrMIF2alI/AAAAAAAAGUw/IzFHDhObrkg/s1600/karen%2Belson%2BPS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-QouC7NJU-iY/TyRrMIF2alI/AAAAAAAAGUw/IzFHDhObrkg/s320/karen%2Belson%2BPS.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702800884232514130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Toda modelo que se atreve a cantar vira tema de ladainha.  "Rostos bonitos das passarelas não têm lugar nos palcos", dizem os  patrulheiros do "cada um no seu quadrado". Mas o caso da britânica Karen  Elson ainda tem um tempero que faz jorrar veneno das más línguas: ela é  mulher de Jack White, um dos roqueiros mais cultuados do nosso tempo. A  beldade de 32 anos sabia que enfrentaria preconceito por causa do  "pistolão", principalmente quando deixou o marido produzir seu disco,  "The ghost who walks", lançado no Brasil pelo selo Lab 344. Mas é  dela a marca autoral das belas canções de atmosfera country do CD.&lt;div id="article-body"&gt; &lt;p&gt;- Eu ficava me escondendo pela casa, compondo as músicas em segredo.  Não queria a intervenção de Jack nesse início, até porque só sei compor  quando estou absolutamente sozinha. Quando ele descobriu o que eu andava  fazendo, disse algo como "Por que diabos você estava escondendo isso de  mim? Deixa de ser boba e vamos gravar" - conta a modelo-cantora, em  entrevista por telefone, imitando a voz brava de Jack. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Karen veio dos subúrbios de Manchester, cidade industrial no norte da  Inglaterra. Nos corredores da escola, ouvia PJ Harvey e Nick Cave  solitária, já que os colegas curtiam pouca coisa além de Blur e Oasis em  meados dos anos 90. Alta, magra e de pele bem branca, fazia o tipo  esquisitona. Atraiu sua cota de bullying, mas soube se virar. "The ghost  who walks" ("o fantasma que anda") é um apelido cruel da época de  ensino médio que, falsamente ignorado na adolescência, voltou martelando  a cabeça de Karen quando ela criou os riffs da música-título.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Eu já queria ser cantora na época da escola, mas achava que era um  sonho impossível. A chance de virar modelo foi a oportunidade que  apareceu para eu sair da minha cidade e rodar o mundo. Então, eu a  agarrei com força - conta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A moça tinha 16 anos quando foi descoberta por uma agência e, desde  então, trabalhou com alguns dos principais fotógrafos de moda, como  Mario Testino e Bruce Weber. Karen também andou quilômetros em  passarelas defendendo criações de Marc Jacobs, Alexander McQueen, Dolce  &amp;amp; GaBbana e outras grifes badaladas. Ganhou status de supermodelo,  mas a vontade de cantar continuava pedindo vez, e a britânica entrou  para a Citizens Band, uma trupe nova-iorquina que faz covers em clima de  cabaré. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Casamento no Rio Amazonas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A deixa para gravar um disco autoral, no entanto, veio com a mudança  para Nashville. A cidade no Sul dos EUA, centro da cultura country,  recebeu Karen e Jack logo depois que eles se casaram, numa cerimônia  celebrada no leito do Rio Amazonas, em 2005, quando Jack veio com a  dupla White Stripes ao Brasil e se apresentou em Manaus.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Ouço compositores como Gram Parsons e Neil Young há muito tempo. A  cultura americana do blues e do country é uma influência forte para mim.  Nem saberia dizer desde quando - garante ela.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O casamento e os dois filhos em anos consecutivos geraram a pausa de  que a modelo Karen precisava para dar espaço à cantora. Também foi ótimo  ter um estúdio muito bem equipado dentro de casa, assim como a ajuda do  maridão com fama de midas musical. Além do celebradíssimo e extinto duo  White Stripes, Jack comanda as excelentes bandas Raconteurs e Dead  Weather. Durante a entrevista, Karen disse que se sentiu intimidada pelo  talento da sua cara-metade, mas encarou a experiência como aprendizado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Ficava intimidada com ele do meu lado no estúdio, mas por que não  aproveitar a minha proximidade com Jack para tornar meu álbum melhor? No  início, fiquei nervosa, mas o processo foi muito divertido e inspirador  - descreve. - Muita gente não vê com bons olhos uma modelo que grava um  CD produzido pelo marido músico. Mas não perco tempo pensando nisso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lançado lá fora no início de 2010, o resultado dessa parceria é um  disco muito elogiado por veículos como a BBC de Londres e a revista  americana "Spin", que chegou a compará-la a Nancy Sinatra. No percurso  das 12 faixas, a voz delicada de Karen procura uma textura meio dark,  moldando músicas que falam de amores finitos em tom de luto, como  "Stolen roses" e "Lunasa". Órgãos e teclados lamurientos ajudam a criar o  clima.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- No estúdio, Jack sabia exatamente que instrumentos usar pra chegar a  esse tom um pouco dark que eu estava procurando - elogia a cantora,  antes de deixar claro que o tal estúdio não está a sua inteira  disposição. - Jack está sempre gravando alguma coisa. Tem vários  projetos. Se entrar lá, é para trabalhar sério.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;por William Helal Filho&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="overflow: hidden; color: rgb(0, 0, 0); background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: left; text-decoration: none; border: medium none;"&gt;Leia mais sobre esse assunto em  &lt;a style="color: #003399;" href="http://oglobo.globo.com/cultura/karen-elson-enfrenta-preconceitos-estreia-em-disco-com-producao-do-marido-roqueiro-jack-white-2790984#ixzz1kn6hTa7G"&gt;http://oglobo.globo.com/cultura/karen-elson-enfrenta-preconceitos-estreia-em-disco-com-producao-do-marido-roqueiro-jack-white-2790984#ixzz1kn6hTa7G&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e  Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por  broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no programa de rock:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Who - I Can´t reach you&lt;br /&gt;The Who - Sodding about&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deep Purple - Mandrake root&lt;br /&gt;- por Fabio "snoozer"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Beleza e os corações em fúria - A caixa&lt;br /&gt;((( Drop Loaded )))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vermicious Kids - Worm Asylum&lt;br /&gt;Defecation - Life on planet earth is fuckin´n cancerous&lt;br /&gt;Righteous pigs - I Hope you die in a hotel fire&lt;br /&gt;Disharmonic Orchestra - successive substitution&lt;br /&gt;Pestilence - Graves in our mind&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mechanics - Ódio&lt;br /&gt;Diablo Motor - Garota fogo&lt;br /&gt;Suíte Super Luxo - Depois dos Beatles tudo é decadência&lt;br /&gt;Pata de Elefante - o dia em que a casa caiu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Raveonettes - Recharge &amp;amp; Revolt&lt;br /&gt;PJ Harvey - The colour of the earth&lt;br /&gt;Karen Elson - The Ghost who walks&lt;br /&gt;Siouxsie and The Banshees - Turn to stone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;365 - São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guido DAmico - Jimmy Boy&lt;br /&gt;Reg Smith &amp;amp; Melody Four - rock and roll&lt;br /&gt;Bob &amp;amp; Lucille - eeny meeny miney moe&lt;br /&gt;Ray St. Germaine - She´s a square&lt;br /&gt;Rock-A-Tunes - Woman forever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morrissey - Moonriver&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-4305940315354846497?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/4305940315354846497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=4305940315354846497' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4305940315354846497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4305940315354846497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/214-28012012.html' title='# 214 - 28/01/2012'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QouC7NJU-iY/TyRrMIF2alI/AAAAAAAAGUw/IzFHDhObrkg/s72-c/karen%2Belson%2BPS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-7039175458522951198</id><published>2012-01-24T21:14:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T22:21:40.344-08:00</updated><title type='text'>MORRISSEYMORRISSEYMORRISSEY</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mTDsHunKXok/Tx-eme058LI/AAAAAAAAGTk/l-_YALYhthg/s1600/Morrissey%252Bmoz1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-mTDsHunKXok/Tx-eme058LI/AAAAAAAAGTk/l-_YALYhthg/s320/Morrissey%252Bmoz1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701450037221519538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É oficial: Morrissey volta ao Brasil em março!&lt;/span&gt;    Depois de muito disse-me-disse nos últimos dias, foram publicadas hoje no site &lt;a href="http://true-to-you.net/"&gt;"True to you"&lt;/a&gt; as datas e locais dos shows no Brasil, que acontecem em março. O ex-vocalista dos &lt;a href="http://www.rockemgeral.com.br/tag/the-smiths/"&gt;Smiths&lt;/a&gt;  se apresenta em em Porto Alegre, no Pepsi On Stage, no dia 7; no Rio de  Janeiro, na Fundição Progresso, no dia 9; e em São Paulo, no Espaço das  Américas, no dia 11. Uma segunda data em São Paulo seria confirmada, no  caso de a primeira ter grande procura. Detalhes como valores de  ingressos e esquemas de venda dependem das confirmação dos produtores  locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, a transcrição da entrevista publicada recentente na revista Billboard e reproduzida no site &lt;a href="http://www.aeropsicodelico.com.br/2011/09/entrevista-morrissey.html"&gt;Aeropsicodelico&lt;/a&gt;. Mais uma da Escarro Napalm Unauthorized Reproductions Inc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-F8QVCpMmrZs/Tx-fXy5vspI/AAAAAAAAGTw/qQqki0jHP-Y/s1600/Morrissey2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-F8QVCpMmrZs/Tx-fXy5vspI/AAAAAAAAGTw/qQqki0jHP-Y/s320/Morrissey2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701450884424118930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ele tem uma autobiografia e um disco a caminho,&lt;/span&gt; uma coleção luxuosa dos &lt;b&gt;Smiths&lt;/b&gt; pronta, nenhuma gravadora e total desinteresse por estratégias de mercado à &lt;b&gt;Radiohead&lt;/b&gt;. Aos 52 anos, &lt;b&gt;Morrissey&lt;/b&gt; não quer nada com o mundo pop de “McDonna” e não dá bola para a tietagem de &lt;b&gt;Lady Gaga&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não é supresa que&lt;b&gt; Steven Patrick Morrissey &lt;/b&gt;tenha um problema pra resolver com o mundo. Faz quase dois anos e meio desde que saiu o último álbu&lt;/span&gt;m do influente cantor pop com voz de barítono – &lt;b&gt;&lt;i&gt;Years Of Refusal&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Decca/Universal) – e, de lá para cá, o ex-líder dos &lt;b&gt;Smiths&lt;/b&gt;  já superou um monte de obstáculos. Ele compôs seu décimo álbum solo  “que paira de maneira selvagem contra os limites”, estreando três  músicas: "Action Is My Middle Name", "The Kid's A Looker" e "People Are  The Same Everywhere", na rádio BBC em junho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas, como &lt;b&gt;Morrissey&lt;/b&gt;  revelou recentemente, nenhuma gravadora irá lançar o material para sua  legião internacional de devotos, que têm se fixado em sua letras com  influência do estilo de Oscar Wilde (1854-1900) há quase 30 anos. Ele  continua a excursionar, como andou fazendo até o início de agosto em sua  terra, o Reino Unido, e pela Europa (“eu precisaria herdar uma fortuna  se quisesse ir à América do Sul”, declara o sarcástico cantor).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ele  tem pronta uma autobiografia que, reitera, não será publicada até  dezembro de 2012. Na lista de notícias espantosas do mês passado, fãs  ficaram sab&lt;/span&gt;endo que Moz foi atacado por um cão em Malmö, na Suécia, tendo sofrido ferimentos no dedo indicador. Outra novidade é a caixa &lt;b&gt;&lt;i&gt;The Smiths Complete – Deluxe Collectors&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,  com todo o material da banda em CD e vinil, em pré-venda pela Rhino  Records, pela bagatela de R$ 640. Mas, com sua forma de se expressar  muito pessoal e explícita, &lt;b&gt;Morrissey&lt;/b&gt;, de 52 anos, ainda está  detonando. Ele fala à Billboard como o mundo da música está sufocado, de  como seu contrato com a Universal desmoronou e de como reagiu à  tietagem de &lt;b&gt;Lady Gaga&lt;/b&gt;. E, do jeito que só &lt;b&gt;Morrissey&lt;/b&gt; poderia fazer, desafia &lt;b&gt;Madonna&lt;/b&gt; a ser um pouco mais como a legendária &lt;b&gt;Edith Piaf&lt;/b&gt;.  Como declarou em seu single exagerado de 1989, "The Last Of The Famous  International Playboys": "Oh, I can't help quoting you / 'Cause  everything that you said rings true" (Não posso evitar citar você/  Porque tudo o que você disse soa verdadeiro). Amém.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;Billboard: &lt;b&gt;Você recentemente tocou no festival d&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;e  Glastonbury e no Hop Farm (festival britânico de música) e em festivais  como Coachella no passado, onde você foi uma grande atração. Imagino  que essas performances o coloquem cara a cara com muitas bandas novas –  muitas das quais com certeza citam você como influência. Alguém chegou a  declarar isso pra você agora?&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Morrissey:&lt;/b&gt;  Muitos fazem isso e cada ano parece trazer uma nova safra de bandas que  me dirigem cumprimentos lisonjeiros. As músicas dos Smiths com certeza  têm uma impressionante longevidade. Até a Lady Gaga disse pra mim: “Você  me mostrou como se faz”. Não tenho ideia do que ela queria dizer com  isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;Como foi  amplamente noticiado, você não tem contrato com gravadora, mas você tem  um novo álbum pronto para ser gravado. Houve algum contato com algum  selo desde que começou a falar do assunto por aí?&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Nenhum.  A Universal disse que está interessada, mas a comunicação deles tem  intervalos que duram oito semanas, por isso é óbvio que não estão  falando muito sério.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Como, exatamente, você acabou ficando sem gravadora? O que aconteceu com a Universal?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A Universal e meu empresário na época [&lt;i&gt;Irving Azoff&lt;/i&gt;] decidiram lançar meu último álbum, &lt;b&gt;&lt;i&gt;Years Of Refusal&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,  durante as semanas do Brit Awards, uma situação na qual alguém como eu  não podia vencer, pois sou o exato oposto daquela abominação do prêmio.  Eu sofri muito enfrentando a torrente usual de propaganda do Brit  Awards, e meu relacionamento com a Universal e com meu empresário foi  arruinado devido a suas más escolhas. Tudo importa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Qual seria o melhor cenário possível para você com este álbum? Tem alguma gravadora em mente? Indie ou grande?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sou  independente por natureza. Sou um artista independente mesmo quando  estou numa grande gravadora. A palavra indie não faz mais sentido hoje  em dia. Ela foi usada em excesso e as pessoas acham que significa apenas  "cabelo verde".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Você  recentemente tocou novas músicas na BBC Radio 2. "Action Is My Middle  Name", "The Kid's A Looker" e "People Are The Same Everywhere", que  aliás, tem títulos sensacionais. De todo o material novo, por que  escolheu gravar e estrear essas?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Elas têm uma pegada de "subindo no ringue" que parecia ser algo essencial para transmitir na fase atual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O  que acha do que está acontecendo no mundo da música hoje? Existem  figuras dramáticas como Lady Gaga reinando no pop, mas você acha que  isso é algo novo e diferente em relação ao que já viu antes?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu  digo sem amargura que não há nada de novo na ideia de uma mulher que  está no controle, mas estou cansado de ver cantoras que não conseguem  cantar uma música sem buscar ajuda de 750 dançarinas frenéticas para  fazer a parte erótica. Isso é, na verdade, algo fraudulento e o exato  oposto de erótico. Edith Piaf era baixinha, sempre vestia um modesto  vestido preto e cantava sem a ajuda de cenários ou luzes. E sua voz  tonitruava acima dos ventos, com o mais incrível poder de comunicação.  Gostaria de ver a McDonna [&lt;i&gt;Madonna&lt;/i&gt;] tentar fazer isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Do  ponto de vista da indústria da música, tudo mudou. Você já se declarou  uma espécie de tradicionalista nesse sentido. Quais aspectos dos  negócios da música atual mais o frustram?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Apesar  de tudo ser aberto, a música parece de repente ter ficado estagnada.  Não há músicas sobre consciência social. O ano de 1971 de repente parece  muito radical em comparação. Mas não dá para reclamar muito senão você  começa a soar como uma freira enclausurada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quando  você assinou com a Sanctuary, antes de You Are The Quarry, a gravadora  reviveu a Attack para seus lançamentos e também foi sugerido que você  atuasse como uma espécie de profissional de Artistas e Repertório. Você  realmente trabalhou com novos artistas como parte desse processo?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sim.  Eu tive alguns sucessos pessoais com posições na parada para Jobriath,  James Maker, Nancy Sinatra, Kristeen Young... Nas regiões mais baixas,  mas, como sempre, a execução radiofônica era completamente impossível.  Todos eles foram lançados pela Attack, que foi um empreendimento criado  por mim e meu empresário da época, Merck Mercuriadis. Foi muito  divertido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Você  declarou ao site Pitcthfork recentemente que não tem interesse em ser  inovador em termos de lançamento de música por conta própria (como fez o  Radiohead). Isso é porque você tem pouco interesse especificamente em  estar envolvido no aspecto de business da música ou é alguma outra  coisa?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu  não quero me envolver com orçamentos de marketing, promoções online e  esquemas de download porque isso seria mais ou menos como Gertrude Stein  [&lt;i&gt;escritora americana, 1874-1946&lt;/i&gt;] mapeando uma campanha de TV. Quero cantar. Quero viabilidade. Eu sou, em essência, Al Martino [&lt;i&gt;crooner e ídolo ítalo-americano, 1927-2009&lt;/i&gt;], não Seymour Stein [&lt;i&gt;legendário executivo americano de gravadora&lt;/i&gt;].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Você tem planos de estender sua turnê atual ou de tocar fora da Europa?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A  turnê é incrivelmente cara e, sem patrocínio ou uma tia rica e  solteirona, não dá pra viajar muito longe. Preciso herdar uma fortuna  para chegar até a América do Sul, por exemplo. A Austrália para mim é  como se fosse Plutão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Você  tem um vasto catálogo e obviamente seus fãs têm fortes opiniões de  quais músicas querem ouvir num show. Como você decide quais músicas  antigas vai incluir no seu setlist? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É  algo que faço para mim mesmo. Eu ia achar a ideia de compilar um  setlist que não me deixe muito empolgado como algo muito restritivo.  Sentir o fogo por dentro é essencial, do contrário, você acaba como o  Michael Bublé – famoso, mas sem significado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fale-me um pouco da autobiografia na qual está trabalhando. O que originou o desejo de contar sua própria história?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Vejo  isso como o apogeu sentimental dos últimos 30 anos. Ela não será  publicada até dezembro de 2012, o que me dá tempo bastante para juntar  tudo que tenho numa caixa e desaparecer no centro do Brasil. Os  inocentes serão nomeados e os culpados protegidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Você  é uma lenda no mundo da música: fãs o abordam pelas ruas e tatuam sua  imagem em seus corpos. Ainda assim, você é conhecido pela natureza  autodepreciativa. Você alguma vez parou para pensar sobre esse paradoxo?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O  paradoxo é que eu não sinto amor por quem sou como ser humano, mas  tenho imenso orgulho da música que faço e acredito que ela ocupa um  lugar importante. Outros acham o mesmo também, e as milhares de pessoas  com tatuagens do Morrissey com certeza provam algo nesse sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;(Por &lt;b&gt;Jillian Mapes&lt;/b&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="postDescription"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-7039175458522951198?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/7039175458522951198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=7039175458522951198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7039175458522951198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7039175458522951198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/morrisseymorrisseymorrissey.html' title='MORRISSEYMORRISSEYMORRISSEY'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-mTDsHunKXok/Tx-eme058LI/AAAAAAAAGTk/l-_YALYhthg/s72-c/Morrissey%252Bmoz1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-3903747603677019798</id><published>2012-01-24T04:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T07:18:54.927-08:00</updated><title type='text'>Rota de fuga ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XBYsGte3-H4/Tx6ejbcOQxI/AAAAAAAAGSc/KZ-U2KBOIJI/s1600/Nucleador%2B21012012.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-XBYsGte3-H4/Tx6ejbcOQxI/AAAAAAAAGSc/KZ-U2KBOIJI/s320/Nucleador%2B21012012.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701168509796369170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já dizia Caetano que atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu. Coube ao Tio Maneco, novo “point” alternativo da cidade, a tarefa de reunir a zumbizada disposta a passar longe da folia soteromomesca regada a dinheiro publico do grande empresário Fabieira Olivano. Aliás, mais que um empresário (é fácil ser um empresário bem-sucedido tendo as tetas do estado eternamente à sua disposição), um verdadeiro filantropo, já que, de acordo com a já célebre matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense, o coitadinho não consegue ter lucro, apenas cobrir os custos da empreitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o fato é que, em pleno Pré-Caju, supostamente a maior previa carnavalesca do Brasil, o Tio Maneco Botequices teve a excelente idéia de bolar uma “Rota de fuga” com três noites regadas ao que de melhor existe na cena “roqueira” da cidade: Julico da Baggios, Snooze e Plástico Lunar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aportei por lá na segunda noite para ver os snoozers. Não estava lotado, mas também estava longe de estar vazio. Ambiente agradável, bons petiscos (a batata rústica, temperada a ervas finas, é obrigatória), bom som e, evidentemente, boa banda, em mais uma noite inspirada. Clássicos de composição própria mesclados a ícones do cancioneiro indie, como “Bulldog skin” do Guided By Voices, “100%” do Sonic Youth e “Wave of mutilation” do Pixies, esta com direito a uma menção honrosa ao “exilado” Bruno Aragão. O show foi grande e ótimo, tendo sido brevemente interrompido apenas pela chegada pra lá de inoportuna da Policia ambiental, o que chega a ser inacreditável, já que os edifícios da 13 de julho, naquele momento, deviam estar prestes a vir abaixo com as vibrações sonoras dos verdadeiros tanques de guerra sônica baianos que por lá desfilavam. A Capitania de Sergipe Del Rey, ao que tudo indica, ainda tem dono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite seguinte haveria uma opção para paladares auditivos diferenciados: um show de punk rock e metal com os mossoroenses do Lei do Cão tocando ao lado dos locais Nucleador, Rotten Horror e Robot Wars – esta última debutando em casa. Foi cancelado, mas para que a vinda dos caras não passasse em branco, transformaram a idéia num ensaio aberto no Centurion Estúdio, do camarada Todynho. Idéia de maluco, evidentemente, já que o estúdio é minúsculo e cabe muito pouca gente, mas que deu pra lá de certo, como muitas idéias de maluco deram ontem, hoje e sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi a Rotten Horror, a primeira a se apresentar, mas cheguei a tempo de ver a tão esperada estréia em terras sergipanas (já tocaram em Salvador) da novíssima Robot Wars, duo crust/grind composto por Silvio Gomes na guitarra e vocal e Ivo Delmondes na bateria. É pesado, rápido e, acima de tudo, intenso. E a guitarra de Silvio é muito bonita. Tão bonita quanto o baixo do baixista da Lei do Cão, que veio a seguir. Grande banda, daqueles “crossover” caindo mais para o hardcore, tipo DRI ou Cryptic Slaughter. O clima estava tão “astral” que até eu, macaco velho meio cansado de guerra, caí no “pogo” – ou “slam dancing”, ou clube da luta, ou o que seja. Destaque para os moshs “ao contrário”, de baixo pra cima, comandados pelo pessoal de Mossoró que veio acompanhando a matilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava tudo de muito bom tamanho, quando tive uma agradável surpresa: a Nucleador parece ter encontrado, finalmente, um vocalista pra chamar de seu! Levi Marques, da Trimorfia e do projeto Glossolalia, assumiu o microfone e se encaixou como uma luva – lembro que minha patroinha tinha comentado, num show da Trimorfia, que sua voz cairia bem numa banda de metal, e é verdade. Além da voz, o cara ainda entrega, de brinde, uma excelente perfomance com direito a longos cabelos esvoaçantes – cabelos cheirosos que eu não cheirei, mas flagrei a chilena que tinha vindo à cidade dar uma aula de culinária vegana no Om Shanti cheirando e aprovando. Fecharam a noite com chave de ouro, com direito a um cover de “Beneath the Wheel”, do DRI, para o delírio do que restou da multidão que compareceu ao recinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi nenhuma multidão, evidentemente, nem poderia ser. Mas é muito melhor estar num lugar com alguns gatos pingados que estão ali para realmente curtir a noite prestigiando quem se esforça pra fazer algo neste deserto cultural dominado pelo mau gosto do que presenciar o espetáculo deprimente que tem se repetido em quase todas as noites de show no Capitão Cook, com as bandas tocando pra quase ninguém lá dentro e uma verdadeira multidão alimentando o comercio informal que se formou lá fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Pa6L4vQBDlQ&amp;amp;feature=share"&gt;no “corredor da folia” ...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto tosca e texto "gonzo" por Adelvan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, fotos de Michael Meneses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PfJl0Tui0qY/TyK_k90zKPI/AAAAAAAAGT8/ik8s75rJVeg/s1600/Foto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B94.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 274px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-PfJl0Tui0qY/TyK_k90zKPI/AAAAAAAAGT8/ik8s75rJVeg/s400/Foto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B94.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702330719996684530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--YXRQtR394c/TyK_lKHRS-I/AAAAAAAAGUI/SamsViCyslw/s1600/Foto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B81.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 254px;" src="http://2.bp.blogspot.com/--YXRQtR394c/TyK_lKHRS-I/AAAAAAAAGUI/SamsViCyslw/s400/Foto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B81.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702330723295382498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JbqKzqll9Y8/TyK_m7-vprI/AAAAAAAAGUU/rG1pVKTdMq4/s1600/Banda%2BNucleador%2Bfoto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B138.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 254px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-JbqKzqll9Y8/TyK_m7-vprI/AAAAAAAAGUU/rG1pVKTdMq4/s400/Banda%2BNucleador%2Bfoto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B138.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702330753861265074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-J2RcuLsGtgA/TyK_nGSPd0I/AAAAAAAAGUg/AtyUd0HAgGQ/s1600/Banda%2BLei%2Bdo%2BCao%2Bfoto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B116.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 370px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-J2RcuLsGtgA/TyK_nGSPd0I/AAAAAAAAGUg/AtyUd0HAgGQ/s400/Banda%2BLei%2Bdo%2BCao%2Bfoto%2BMICHAEL%2BMENESES%2BCredito%2BObrigatorio%2BN%2B116.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702330756627396418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-3903747603677019798?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/3903747603677019798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=3903747603677019798' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3903747603677019798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3903747603677019798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/rota-de-fuga.html' title='Rota de fuga ...'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XBYsGte3-H4/Tx6ejbcOQxI/AAAAAAAAGSc/KZ-U2KBOIJI/s72-c/Nucleador%2B21012012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-909144481729285169</id><published>2012-01-23T15:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T15:21:44.573-08:00</updated><title type='text'># 213 - 21/01/2012</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Gtyfr57rKCk/Tx3oE5g-GHI/AAAAAAAAGSQ/Sg1l2T9w7ts/s1600/the%2Bwho%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Gtyfr57rKCk/Tx3oE5g-GHI/AAAAAAAAGSQ/Sg1l2T9w7ts/s320/the%2Bwho%2B1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700967874177144946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;The Who Sell Out (1967)&lt;/span&gt;: Na definição de Pete Townshend, eles eram no começo "meramente caras com narizes grandes e genitais pequenos tentando estar nas manchetes". OK, mas eram mods, com suas roupas impecáveis e ar invocado, membros de um grupo da juventude britânica que afirmava sua personalidade através de um modo estilizado de se vestir, de um comportamento intempestivo, das gírias e, é claro, das preferências musicais - o soul da Motown e Stax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse ambiente onde circulavam no final de 63, ainda com o nome The High Numbers, que foram descobertos pelos então cineastas Kit Lambert e Chris Stamp. A dupla decidiu empresariá-los e, para isso, trocou seu nome pelo que usavam anteriormente - The Who. O próximo passo foi realçar a aura da rebeldia e violência que impregnava suas apresentações. Assim, Townshend - que já impressionava por suas incríveis peripécias no palco - passou a deixar um rastro de guitarras destruídas por onde o grupo tocava, assim como Keith Moon literalmente demolia o seu kit de bateria após cada show. O complemento ideal era garantido pela técnica calculada do baixista John Entwistle e a presença e voz potente de Roger Daltrey.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de 65, surgiriam os primeiros compactos da banda, clássicas composições de Townshend, como "I Can't Explain", "Anyway, Anyhow, Anywhere" e "My Generation", que, ao lado do álbum de estréia - My Generation -, os consolidaria como uma das sensações do rock britânico. No ano seguinte, uma nova sucessão de compactos, o segundo LP - A Quick One - e uma arrasadora tour pelos EUA projetaram definitivamente o nome daquele bando de malucos que tocavam incrivelmente alto, detonando os equipamentos e mesmo os hotéis por onde passavam. Eles estavam nas manchetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta à Inglaterra, o Who começou a preparar o terceiro LP, com a principal preocupação de abordar o relacionamento entre sua música e os meios de divulgação e consumo a ela associados. O resultado foi The Who Sell Out, que já revelava suas intenções a partir da capa: os quatro membros do grupo em anúncios (Pete com um desodorante, Roger mergulhado em feijão enlatada, Keith com um creme antiacne e John promovendo um curso de musculação). A banda assumia que era só mais um produto à venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musicalmente, o LP foi concebido como se fosse um dos programas das rádios piratas que na época proliferavam em solo inglês, com as canções intercaladas por jingles e anúncios diversos. Desde a abertura, com o psicodelismo de "Armenia City In The Sky" (composta por Speedy Keen) até a longa canção final, "Rael (1 and 2)" - que prenunciava as óperas-rock que se seguiriam -, ficava claro que Townshend direcionava o Who para outras aventuras sonoras, além de suas obsessões mod. Músicas como "Tattoo", "I Can See For Miles" e, especialmente, a etérea "Our Love Was, Is" mostravam uma natural expansão da musicalidade do grupo, sem nunca perder contato com suas raízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse processo alcançaria a consagração popular com Tommy (68) - um fantasma que iria acompanhar a banda pelo resto de seus dias - e resultaria em mais dois álbuns essenciais: Who´s Next (71) e Quadrophenia (73), este um derradeiro tributo à geração mod. A partir daí, apenas mais dois LPs menos expressivos até a morte de Keith, em 78. Os discos e comebacks realizados desde então só serviram como um triste e interminável epitáfio para uma carreira tão gloriosa. Uma pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Bizz Edição 60, Julho de 1990&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Celso Pucci&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Penny Mocks surgiu em 2008 como uma geléia minúscula envolvendo alguns covers e viagens sonoras e de ritmos. Na metade de 2009, cansado de tanta tagarelice musical, Rodrigo Cunha, o estagiário, começou a mostrar algumas de suas composições secretas aos amigos: Bruno Luan (guitarra), João Alberto (guitarra e voz) e Renoir Dantas(bateria). Foi nesse momento, nessa convolução, que o quatro aleatórios, evoluiram para um grupo, que evoluiu para uma banda quase inteira. Com um repertorio inteiramente autoral, a Penny Mocks está engatinhando sua carreira musical, fazendo os primeiros shows no Capitao Cook, em Aracaju-SE e lançando suas primeiras músicas gravadas em um EP de demonstração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já desistimos de tentar definir o nosso som com uma palavra só, então definimos nosso estilo com duas palavras: Escuta aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrantes:&lt;br /&gt;Rodrigo Cunha - Baixo e Vocal&lt;br /&gt;João Alberto - Guitarra e segundo vocal&lt;br /&gt;Bruno Trups - Guitarra&lt;br /&gt;Renoir Dantas - Bateria&lt;br /&gt;Telefone: (79) 88487882&lt;br /&gt;E-mail: pennymocks@yahoo.com.br&lt;br /&gt;Origem: Aracaju - se (Brasil)&lt;br /&gt;Residência: Aracaju - se (Brasil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Páginas:&lt;br /&gt;http://pennymocks.tnb.art.br/&lt;br /&gt;http://www.myspace.com/pennymocks&lt;br /&gt;www.twitter.com/pennymocks&lt;br /&gt;Fã Page no Facebook&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pixies - Hey&lt;br /&gt;Sonic Youth - Massage the history&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Judas Priest - Turbo lover&lt;br /&gt;Iron Maiden - Wasted years&lt;br /&gt;Dio - Holy Diver&lt;br /&gt;Ozzy Osbourne - Mr. Crowley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DFC - Molecada 666 (versão demo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flowed - Negative air&lt;br /&gt;Flowed - Glow&lt;br /&gt;((( Drop Loaded )))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eddie - Quando a maré encher (versão demo)&lt;br /&gt;Pato Fu - Spock (versão demo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anneke Van Giesbergen - Everything is changing&lt;br /&gt;Penny Mocks - Lacunda (radio edit)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Akira S. e As Garotas que erraram - Swing Basses serie 2&lt;br /&gt;Fellini - Funziona senza vapore&lt;br /&gt;G.U.E.T.O. - Borboleta psicodélica&lt;br /&gt;DeFalla - It´s fucking boring to death&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discoteca Básica: The Who sell out&lt;br /&gt;# Armenia City in the sky incl. 2 Radio London jingles&lt;br /&gt;# I Can see for miles&lt;br /&gt;# Mary Ann with the Shanky hand (US single version)&lt;br /&gt;# Tattoo&lt;br /&gt;# Early Morning cold taxi incl. Radio London News Bulletin&lt;br /&gt;# Our Love was (Take 12 rejected mono mix)&lt;br /&gt;# Summertime blues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;#&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-909144481729285169?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/909144481729285169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=909144481729285169' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/909144481729285169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/909144481729285169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/213-21012012.html' title='# 213 - 21/01/2012'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Gtyfr57rKCk/Tx3oE5g-GHI/AAAAAAAAGSQ/Sg1l2T9w7ts/s72-c/the%2Bwho%2B1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-445673033420179328</id><published>2012-01-23T09:08:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T09:11:36.974-08:00</updated><title type='text'>18 anos! ( Snoozing all the time )</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GEy0MdmBkrY/Tx2Ui5lF0QI/AAAAAAAAGSE/sLS_QMbSPAw/s1600/snooze%2Bmaneco%2B402928_1826346554793_1724178779_965443_1305904616_n.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 241px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-GEy0MdmBkrY/Tx2Ui5lF0QI/AAAAAAAAGSE/sLS_QMbSPAw/s400/snooze%2Bmaneco%2B402928_1826346554793_1724178779_965443_1305904616_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700876030613770498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;▬▬▬▬▬▬▬▬▬ஜ۩۞۩ஜ▬▬▬▬▬▬▬▬▬&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Em tempos de folia dos pracatuns em  terras sergipanas, ainda embebecido pela memorável performance, na  última sexta-feira,  de Fabinho no baixo e voz, seu irmão Rafael na  batera, e Luiz na guitarra melódica e recheada de ‘noise’, na ‘Rota de  Fuga do Pré-Caju’ promovida pelo ponto mais descolado dos rockers, geeks  e alternas da cidade, o boteco Tio Maneco, dou-me conta de que a já  lendária Snooze, guitar band, power trio ícone do rock independente de  Sergipe, chega à maioridade em 2012, com nada menos que 18 anos de  estrada. &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma trajetória ao mesmo tempo singela,  caótica, amável e indefectivelmente adornada por três álbuns bem  peculiares, distintos e de incontestável qualidade sonora e poética – o  desbravador ‘Waking up, waking down’, o mais-que-intenso e quase  testamental e biográfico ‘Let my head blow up’, e o maduro e estético  ‘Snooze’. Nas entrelinhas fonográficas, participações em coletâneas de  vulto no indie rock brasileiro, shows antológicos nas terras de Serigy e  em outros importantes palcos da cena no país, como o Goiânia Noise e  Sorocaba.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na bagagem, com trilha sonora de hits  fodásticos, um bocado de estórias, anedotas e memórias imprecificáveis,  que de nossas mentes e corações ninguém tira, e sempre estão presentes  nas conversas dos encontros e reencontros com os snoozers de hoje e  ontem e quem faz parte dessa história.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como herança, já chega à beira de  transpor uma geração de amantes e admiradores aqui, ali e acolá,  hipnotizados e entorpecidos pelo rastro de seus guitar riffs e noises  marcantes cunhados pelo saudoso Daniel, por Mauro Spaceboy, Marcelo  Superdrag, Clínio Jr. e acho que até Duardo, uma cozinha com assinatura  inconfundível de Rafael nas baquetas mais ágeis e criativas do pedaço, e  a voz grave, afinada e elástica e o baixo presente e forte de Fabinho.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Letras que emocionam pela beleza do  simples, com uma poética recheada de amor, desilusão, existencialismo e  cotidiano narrados na praticamente inexorável língua-mãe do rock.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;E tenho ainda a honra de também ter  feito parte dessa saga roqueira, de todas as formas que pude, mas  principalmente na canção que dei à luz em parceria com Fabinho – Sing,  que figura no terceiro álbum. A única que jamais transpôs os limites do  meu quarto e banheiro e chegou a ser prensada numa bolacha fonográfica.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por isso tudo e muito mais, chamo os  brothers and sisters que amam incondicionalmente o rock, e todo o  espírito de ele evoca e constrói, para apagarmos 18 velinhas com um  sopro intenso e sonoro de parabéns à Snooze, aos snoozers que por ela  passaram e aos resistentes e abnegados roqueiros de Sergipe.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;E, como diz a minha filhota Isabella,  que justo na sexta-feira passada foi ‘batizada’ com a primeira ida a um  show da (ou do – nuca resolvemos esta questão de gênero) Snooze, com as  duas mãos armadas com o gesto heavy metal que simboliza esse espírito,  “É rooooooooooock!”.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;por&lt;a href="http://et7ra.com.br/site/2012/01/22/snoozing-all-the-time-ha-18-anos/"&gt; Saulo Coelho&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-445673033420179328?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/445673033420179328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=445673033420179328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/445673033420179328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/445673033420179328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/18-anos-snoozing-all-time.html' title='18 anos! ( Snoozing all the time )'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-GEy0MdmBkrY/Tx2Ui5lF0QI/AAAAAAAAGSE/sLS_QMbSPAw/s72-c/snooze%2Bmaneco%2B402928_1826346554793_1724178779_965443_1305904616_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-6128442185226625609</id><published>2012-01-17T13:36:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T13:47:52.904-08:00</updated><title type='text'>Pre-caju porra nenhuma ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qfJAY-LZQBM/TxXsb3Ygl1I/AAAAAAAAGR4/1hJNeRYF890/s1600/julico%2B4a88d9f026e8d.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 291px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-qfJAY-LZQBM/TxXsb3Ygl1I/AAAAAAAAGR4/1hJNeRYF890/s320/julico%2B4a88d9f026e8d.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698720866974603090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ninguém vai me empurrar a própria alegria goela abaixo. Pouco afeito aos  tambores trazidos a peso de ouro da Bahia, o Tio Maneco Botequices  preparou uma rota de fuga para os sobrinhos e nos oferece uma  alternativa pra lá de interessante para quem não faz do ouvido penico e  prefere valorizar a prata da casa ao invés de descer até o chão,  obediente aos apelos despejados de cima do trio. Durante o Pré Caju  2012, só vai ouvir porcaria quem não conseguir ultrapassar a faixa de  gaza transportada para a Avenida Beira Mar, ou realmente fizer questão  de sacodir o corpo feito criança.  &lt;p&gt;Enquanto um lado da cidade ferve ao som dos pracatuns baianos, o Tio  Maneco oferece palco, holofote e a atenção da galera para a molecada que  faz barulho aqui mesmo em nossa aldeia; Gente que vem colecionando  críticas entusiasmadas em alguns dos principais veículos dedicados à  música país afora, apesar da miopia escandalosa da imprensa local.Isso  tudo sem um tostão de dinheiro público. O tio garante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programação&lt;/strong&gt; – No dia 19 (quinta-feira), abrindo os  trabalhos da casa, Júlio Andrade (leia-se The Baggios) executa um  repertório de classic rock e blues. Numa relax, numa tranqüila, numa  boa. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No dia 20 (sexta-feira), é hora de revirar o baú de memórias. Quem  foi adolescente na Aracaju dos anos 90 com certeza ainda guarda aquela  fita k7 da banda Snooze. Quem não conhece, não pode perder esta  oportunidade. Com influências de Sonic Youth, Weezer, Yo La Tengo, entre  outros, a Snooze faz um som atemporal. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já no dia, 21 (sábado), Plástico Lunar, pela primeira vez no boteco. É  isso mesmo, as canções que fizeram a cabeça do público do Psicodálica  (SC), a exemplo de ‘Formato cereja’, ‘Sua casa seu paletó’, e muitos  outros sucessos, regados a cerveja gelada, no conforto do boteco mais  esperto da cidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Verão, três dias, e uma rota de fuga. Isso tudo, não custa repetir, sem um tostão de dinheiro público. O tio garante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://spleencharutos.wordpress.com/2012/01/17/maneco-oferece-rota-de-fuga-do-pre-caju/"&gt;Spleen e Charutos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;por Rian Santos&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0); text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;EM TEMPO:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os adeptos do rock "pauleira", há opção também: No dia 21, sábado, a Pela Cena produções estará realizando a quarta edição do Zombeer fest com a presença da banda potiguar Lei do Cão. Abaixo, uma entrevista com eles extraída a forceps do webzine &lt;a href="http://www.oinimigo.com/blog/2011/04/05/seis-minutos-do-cao/"&gt;O Inimigo&lt;/a&gt; via Escarro Napalm Unauthorized reproductions Inc.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;. . .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lei do Cão é mais uma de Mossoró, cidade  que tem sido nos últimos anos reveladora das melhores bandas de rock do  RN. E que compram a briga do Do It Yourself com afinco, chegando a tocar  no Sudeste, Centro Oeste e Nordeste. Em tours que geram satisfação,  reconhecimento, mas quase nenhuma compensação financeira. Outra  característica das bandas é um contato próximo com bandas européias, que  termina por viabilizar discos. De Mossoró vem a &lt;a href="http://www.myspace.com/leidocao" target="_blank"&gt;Lei do Cão&lt;/a&gt;,  liderada por Phillipe Oliveira (vocal e guitarra) e Fernando Lima  (vocal e baixo). Em vias de tocar fora do RN, problemas internos adiaram  os shows. Mas Phillipe deixa claro que a banda muito em breve está de  volta e com mais força. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Leia entrevista abaixo com ele.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Pra começar fale sobre a parceria com a banda húngara &lt;a href="http://www.myspace.com/crippledfoxhc" target="_blank"&gt;Crippled Fox&lt;/a&gt;  que resultou em um split. Como surgiu a oportunidade e como fluiu o  processo de parceria. Por qual selo irá sair, como será a distribuição,  custos… E do outro Split também.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Eu costumo dizer que nós fazemos jus ao  titulo de uma música nossa, “Relapso”. Esse adjetivo não se encaixa só  dentro dos nossos empregos, mas também dentro da própria banda. Somos um  pouco preguiçosos quando se trata de trabalho em prol da banda,  contatos, merchandising, essas coisas. Isso vai queimar o nosso filme  total. (risos) Mas enfim, os húngaros nos descobriram através do  myspace, enviaram-nos uma mensagem já com a proposta de lançar um split  em vinil e nós claro topamos de cara. A Crippled Fox tem vários splits  lançados com outras bandas, acho que eles já pegaram a manhã de lançar  discos. Eles têm vários contatos com selos ao redor do mundo. Um dos  selos que vai entrar no split é de um dos Fox, o outro é de um cara da  Califórnia, a &lt;strong&gt;Suburban White Thrash Records&lt;/strong&gt;. E o outro é um antigo selo meu com Aninho, &lt;strong&gt;Hiroshima Recs&lt;/strong&gt;, que também lançou o CD debut do &lt;a href="http://www.myspace.com/catarro666" target="_blank"&gt;Cätärro&lt;/a&gt;.  Os vinis vão ser prensados na Califórnia. Serão 500 cópias distribuídas  nos EUA, Europa e Brasil. Nós por enquanto vamos pegar 100 dessas  cópias, portanto até a última instância esse número é limitado. Com o  outro split foi da mesma forma, na real recebemos convite de várias  bandas do brasil, ficamos até meio receiosos por que no final tinhamos  que escolher um dos vários convites. Acabamos por escolher o &lt;a href="http://www.myspace.com/violentillusion" target="_blank"&gt;Viollent Illusion&lt;/a&gt;  que já estava com material pronto e parecia estar em uma sintonia boa  com a gente. Esse split com eles vai sair em um esquema mais simples,  total DIY, cdzinho silkado e  arte feita por nós mesmos e deve estar  saindo até o meio do ano.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fale do processo de produção do disco. Quanto tempo durou, onde foi gravado.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Bom, nós fizemos a captação no Estúdio Voz, em Natal, com os caras do &lt;a href="http://www.myspace.com/bandacalistoga" target="_blank"&gt;Calistoga&lt;/a&gt;: Dante e Henrique. E a mixagem ficou a cargo do nosso amigo de Aracaju, Alex Souza. Ex-&lt;a href="http://www.myspace.com/tristefimderosilene" target="_blank"&gt;Triste Fim de Rosilene&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.myspace.com/xreverx" target="_blank"&gt;xReverx&lt;/a&gt;.  Confiamos muito no trabalho dele. Que também fez a mixagem da nossa  demo. Nós fizemos a captação em 6 horas, no total de 11 músicas e a  mixagem durou cerca de um mês. O processo de mixagem demorou um pouco  mais por ser feito contato através de e-mails. Enviávamos um e-mail com a  idéia de mudança e tínhamos que aguardar algum tempo até Alex enviar de  volta com o resultado. É um processo complicado e um tanto demorado.  Mas o resultado foi muito satisfatório, valeu muito a pena a demora.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Como anda a cena mossoroense? Pelo que vi ultimamente algumas bandas tem produzido bastante. Alguma que vocês indicam?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao meu ver a música independente de  Mossoró nunca esteve em uma fase melhor. Aparentemente as bandas se  empolgaram com a estrutura que o &lt;strong&gt;Quintura&lt;/strong&gt; trouxe pra  cá, tanto no sentido de ter onde tocar, como o estúdio de ensaios, que  até antes não havia nenhum na cidade. As bandas hoje pensam bem mais em  gravar, ter uma gravação de qualidade, possivelmente fazer uma tour e  tudo mais. Disso tudo tem saído bandas com um grande potencial. Isso na  minha mísera maneira de observar o todo. Antes as coisas aconteciam sim,  algumas bandas conseguiam ir mais além, mas com bastante esforço, hoje  eu vejo que o bar dá um certo suporte as bandas. Vou citar algumas  bandas que eu particularmente gosto muito. Tem uma banda nova que está  rolando e não gravou ainda, a &lt;strong&gt;Warburst Command&lt;/strong&gt; (Death Metal Old School no melhor estilo &lt;a href="http://www.myspace.com/hellhammeronlydeath" target="_blank"&gt;Hellhammer&lt;/a&gt;). Eu fico falando dessa banda pra todo mundo, a toda hora dizendo que em breve eles vão dominar o mundo. (risos) O &lt;a href="http://www.myspace.com/cemiteriodeelephantes" target="_blank"&gt;Cemitério de Elephantes&lt;/a&gt; é uma banda com muito espírito. A &lt;strong&gt;Red Boots&lt;/strong&gt;  é outra que eu pago pau há um bom tempo e se eles se empenhassem um  pouquinho mais teriam seu merecido lugar na música independente. Admiro  bastante essa nova fase do &lt;a href="http://www.myspace.com/leoesminerva" target="_blank"&gt;Leões de Minerva&lt;/a&gt;, a maneira que eles estão se dedicando e empenhados a colocar a banda pra frente. Sem contar o &lt;a href="http://www.myspace.com/mahatmagang" target="_blank"&gt;Mahatma Gangue&lt;/a&gt; que acabou de lançar CD-debut agora e o &lt;a href="http://www.oinimigo.com/blog/?p=5730" target="_blank"&gt;Monster Coyote&lt;/a&gt; (antigo Pumping Engines) em nova fase e com músicas novas. Mossoró é a nova Estocolmo do Brasil. (risos)&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A banda tem um pé em 3 estilos  dentro do rock, mas as músicas não ficam tão distintas. Como adequar  essas diferenças pra soar natural? Há uma preocupação na hora de compor?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na verdade nenhuma preocupação! As  músicas vão fluindo naturalmente na hora de compor e no fundo deve vir  do inconsciente sim essa junção que você percebeu. Afinal escutamos um  bocado de coisa hoje em dia. Mas atualmente é totalmente despretensioso.  Antes não, realmente tínhamos uma certa preocupação em ter uma  semelhança com as nossas referências, afinal nós nos definíamos como uma  banda Thrash/Crossover. Hoje eu acredito que essa barreira foi quebrada  e nos sentimos bem confortáveis com a sonoridade da banda e o que ainda  está por vir.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Vocês iam tocar em breve fora de  Mossoró. Mas aconteceram algumas mudanças na banda. Como estão as  expectativas para mostrar esse novo trabalho? Pretensão de irem ao  Sudeste novamente?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Que bom que está pergunta ficou por  último. (risos) Confesso que estava com um pouco de receio para  respondê-la. Mas enfim, nós acabamos furando em João Pessoa, por motivos  internos da banda. Então eu só preciso dizer que a banda não vai  acabar, nem parar. Pelo contrário, estamos empolgados com a idéia de  entrar em uma nova fase, uma fase mais dedicada a banda. Independente se  continue com a mesma formação ou não, essa fase vai ser crucial no  sentido de produção, turnês, discos e o que vier a cerca disso. Queremos  nos jogar no rolé monstro, na vida bandida, no DIY, continuar a ser  relapsos engajados. (risos) E sim, queremos em breve mais uma vez descer  pro sudeste e também nordeste. Vamos ficar em stand by por um curto  período, mas logo que estivermos afinadinhos e com disco na mão, vamos  querer tocar em todo buraco que aceitar a gente.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Baixe o lado Lei do Cão, do split, &lt;a href="http://www.oinimigo.com/blog/?p=5795" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(232, 232, 232); background-color: rgb(3, 3, 3); background-image: url(&amp;quot;http://www.oinimigo.com/blog/wp-content/themes/oinimigo/images/seta_autor.png&amp;quot;); background-position: left center; background-repeat: no-repeat; margin: 0pt; padding: 2px 20px 2px 25px;"&gt;por &lt;strong style="font-size: 14px;"&gt;Hugo Morais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;Pela Cena apresenta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZOMBEER FEST IV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;Dia 21/01/2012 - Sábado - 20h&lt;br /&gt;Estacionamento Rua Geru, Centro.&lt;br /&gt;Ao lado da Boate Pipos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bandas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt; - Lei do Cão (RN) - Crossover&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/leidocao" target="_blank" rel="nofollow nofollow"&gt;www.myspace.com/leidocao&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nucleador - Thrash Crossover&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/nucleadores" target="_blank" rel="nofollow nofollow"&gt;&lt;span&gt;www.myspace.com/&lt;/span&gt;&lt;wbr&gt;&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;nucleadores&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Rotten Horror - Punk rock&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/rottenhorror" target="_blank" rel="nofollow nofollow"&gt;&lt;span&gt;www.myspace.com/&lt;/span&gt;&lt;wbr&gt;&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;rottenhorror&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Robot Wars - Hardcore&lt;br /&gt;&lt;a href="http://robotwars.bandcamp.com/" target="_blank" rel="nofollow nofollow"&gt;&lt;span&gt;http://&lt;/span&gt;&lt;wbr&gt;&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;robotwars.bandcamp.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-6128442185226625609?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/6128442185226625609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=6128442185226625609' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/6128442185226625609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/6128442185226625609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/pre-caju-porra-nenhuma.html' title='Pre-caju porra nenhuma ...'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qfJAY-LZQBM/TxXsb3Ygl1I/AAAAAAAAGR4/1hJNeRYF890/s72-c/julico%2B4a88d9f026e8d.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-7657931517186721848</id><published>2012-01-16T02:52:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T13:11:21.795-08:00</updated><title type='text'># 212 - 14/01/2012</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--OZuI1jvgIY/TxQB_Ju5YaI/AAAAAAAAGRU/FiaVjf69J5k/s1600/Mamutes%2B332946_229900627075403_100001664011038_655238_613019107_o.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 235px;" src="http://4.bp.blogspot.com/--OZuI1jvgIY/TxQB_Ju5YaI/AAAAAAAAGRU/FiaVjf69J5k/s400/Mamutes%2B332946_229900627075403_100001664011038_655238_613019107_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698181612986524066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;▬▬▬▬▬▬▬▬▬ஜ۩۞۩ஜ▬▬▬▬▬▬▬▬▬&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nMe6rlnsAvc/TxREVH759ZI/AAAAAAAAGRk/OoYNQkoDKV0/s1600/defalla%2B379515_337412426277701_100000268397661_1301569_427802410_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 273px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-nMe6rlnsAvc/TxREVH759ZI/AAAAAAAAGRk/OoYNQkoDKV0/s320/defalla%2B379515_337412426277701_100000268397661_1301569_427802410_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698254558228772242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O programa de sábado começou celebrando duas das atrações já confirmadas para a edição de 20 anos do Abril pro rock: Cripple Bastards, devastadora banda de grindcore italiana, e Brujeria, que começou como um projeto paralelo encabeçado por Dino Casares, do Fear Factory, e Billy Gould, do Faith No More, e segue sua trajetória espalhando mensagens engrandecedoras direto de Tijuana, Mexico, para todo o mundo. Na sequencia, rock britânica clássico dos anos 80 em versões Ao Vivo e uma faixa do novo disco (mais "roqueiro") de Siba, ex-Mestre Ambrosio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de mais um bloco dedicado ao rock gaucho, destacamos as bandas que se apresentariam naquela mesma noite no Festival Rockaju*: Cachorro Grande, Matanza, [maua] e Mamutes. Os Mamutes, por sinal, deram o ar de sua graça no estúdio e falaram ao vivo, dentre outras coisas, sobre o videoclipe de "A Dama de branco", que eles acabaram de lançar e você pode assitir clicando&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--OZuI1jvgIY/TxQB_Ju5YaI/AAAAAAAAGRU/FiaVjf69J5k/s1600/Mamutes%2B332946_229900627075403_100001664011038_655238_613019107_o.jpg"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QFuyHoXmnGE"&gt;AQUI&lt;/a&gt;. É bem legal, cheio de referencias a lendas urbanas e filmes gore de zumbi, além de muita farra e rock and roll, como não poderia deixar de ser. Sobrou até para a polêmica do momento, o festival privado e altamente lucrrativo promovido pelo caridoso empresário Fabieira Olivano com generosas doses de recursos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relembramos também os 10 anos do antológico show de lançamento do disco "Em Carne Viva", da Karne Krua, que aconteceu no Espaço Emes em 12 de janeiro de 2002. Quem foi, não esqueceu. Quem não foi e quiser ver ou para quem quiser ver de novo (vale a pena), é só passar na loja do Silvio, a Freedom, que fica na Rua Santa Luzia, 151, no centro de Aracaju (próximo à catedral metroplitana) e encomendar uma cópia do DVD com a  filmagem do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechando tudo, generosas doses de rock "pauleira"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grato pela audiência,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelvan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;* Cheguei tarde ao Rockaju porque inventei de ir comer um McMacaxeira com minha amada patroinha na orla e fiquei preso num gigantesco engarrafamento. Nunca vi tamanha quantidade de gente (e carros!) por lá sem que nenhum grande evento pagodeiro, forrozeiro ou axezistico estivesse acontecendo. Foi impressionante. Aracaju parece estar se tornando, realmente, um destino turístico ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim, fui assim mesmo. Cheguei à meia-noite, perdendo, portanto, os shows da [maua] e do Cachorro Grande. Quase morri de tédio com a mesmice do Matanza, que além das mesmas musicas de sempre e do eterno papo furado de Jimmy perdeu muito de seu "mojo" depois que o líder, fundador, compositor e guitarrista Donida deixou de se apresentar em shows. O guitarrista que o substituiu não é ruim, mas não tem a mesma pegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os Mamutes arrasaram numa belissima apresentação valorizada por um som bom e bem equalizado - só que pra pouca gente, infelizmente, pois subiram ao palco já perto das 3 da manhã, quando a roqueirada juvenil que ainda está descobrindo as delicias da transgressão e da rebeldia mas só quer ouvir mais do mesmo (no caso, o Matanza) já tinha batido em retirada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos conheci o Iate Clube - nunca tinha entrado lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Blue Cheer - "Vincebus Eruptum" (1968) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nem Led Zeppelin, nem Black Sabbath, muito menos Deep Purple. Além de terem surgido depois do Blue Cheer, estes grupos "pegavam leve" se comparados ao trio californiano peso-pesado, que foi o verdadeiro inventor do heavy metal. Foi o grupo que projetou os arquétipos da corrente hard/heavy do rock, através de vocais ultra-agressivos, amplificação saturada, microfonias e distorções elevadas, sem falar no visual desgrenhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formado por volta de 1966, em plena San Francisco psicodélica, o Blue Cheer (nome de um tipo poderosíssimo de LSD) contava com o baixista/vocalista Dickie Peterson (egresso de uma banda obscura chamada Oxford Circle), o guitarrista Leigh Stevens e o baterista Paul Whaley. Eram gerenciados por um tal de Gut, que foi um dos fundadores dos Hell's Angels – e, não por acaso, o trio se tornou a banda predileta da violenta gangue de motoqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles já entraram arrebentando na alucinada cena musical vigente em 68, com o álbum de estréia, Vincebus Eruptum. O petardo era aberto com uma das marcas registradas do grupo: a versão absolutamente detonante de "Summertime Blues", hit do rock'n 'roller Eddie Cochran. Só que eles transformaram o rockabilly original no som mais pesado e ensandecido feito até então. O disco seguia com "Rock Me Baby", de B.B.King, em uma cover que levava às últimas conseqüências a eletrificação do blues urbano.&lt;br /&gt;As três canções do grupo presentes no disco - todas compostas por Peterson,também não deixavam por menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Doctor Please" sugeria que o cantor necessitava de ajuda médica para suportar as divagações Iisérgicas, tamanha a demência sonora de seus quase nove minutos, "Out Of Focus" mostrava o lado mais pop da banda com um riff pegajoso permeando a música toda, enquanto a brutalidade musical retornava em "Second Time Around", com andamentos disformes, paradas bruscas e solos extensos - bem antes que isso se tornasse lugar comum e puro exibicionismo, através das décadas seguintes.&lt;br /&gt;Após muito ácido Iisérgico e incontáveis garrafas diárias de destilados, Stevens afinal foi substituído pelo guitarrista do Other Half, Randy Holden. Posteriormente, Peterson mudou toda a formação e incluiu teclados no som do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, de forma paradoxal, enquanto os tempos iam se tornando mais metálicos, a sonoridade do Blue Cheer ficava cada vez mais amena e rebuscada, até se esgotar em 1970. Houveram algumas tentativas de revival, sem maiores resultados, mas o grupo deixou sua marca sonora nua e crua no rock'n'roll. Distante do virtuosismo de um Jimi Hendrix ou de um Cream, o trio era odiado pela crítica por sua incompetência técnica, sendo que era justamente naqueles "três acordes" com resoluções inusitadas que residiam seus maiores méritos e o charme de sua música. Pioneiros no crossover punk metal, Peterson &amp;amp; Cia. desbravaram os caminhos para formações como The Stooges e MC5 e foram tudo aquilo que a turma de Seattle, neo-hippies e afins tentaram ser, mas nunca conseguiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: "Discoteca Básica" - Revista Bizz Edição 108, Julho de 1994&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Sérgio Barbo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cripple Bastards - Dawn of ecology&lt;br /&gt;Brujeria - Padre Nuestro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Smiths - The Queen is dead - 1986, Live in Los Angeles&lt;br /&gt;Echo &amp;amp; The Bunnymen - The Killing Moon (live)&lt;br /&gt;The Cure - Pictures of you (live)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siba - Avante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helvéticos - A solução&lt;br /&gt;Ford Bigode - As Coisas naturais&lt;br /&gt;((( Drop Loaded )))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DeFalla - Repelente&lt;br /&gt;Os Replicantes - One player&lt;br /&gt;Walverdes - Diagonal&lt;br /&gt;Viana Moog - Santo Stereo&lt;br /&gt;Superguidis - riffs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachorro Grande - Hey Amigo&lt;br /&gt;Matanza - Alabama/Dashville chainsaw massacre&lt;br /&gt;[maua] - relief&lt;br /&gt;Mamutes - Não saia da trilha (Acustico Aperipê)&lt;br /&gt;+ Entrevista com Mamutes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karne Krua - Guerra ideológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blue Cheer - rock me baby&lt;br /&gt;Jeronimo - Hands&lt;br /&gt;Josefus - Creek&lt;br /&gt;Free - Easy on my soul&lt;br /&gt;Led Zeppelin - Your time is gonna come&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-7657931517186721848?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/7657931517186721848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=7657931517186721848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7657931517186721848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7657931517186721848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/dama-de-branco.html' title='# 212 - 14/01/2012'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/--OZuI1jvgIY/TxQB_Ju5YaI/AAAAAAAAGRU/FiaVjf69J5k/s72-c/Mamutes%2B332946_229900627075403_100001664011038_655238_613019107_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-4031457336936221205</id><published>2012-01-11T08:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T08:31:58.198-08:00</updated><title type='text'>Cripple Bastards no Abril pro rock</title><content type='html'>&lt;b&gt;Cripple Bastards&lt;/b&gt; é uma influente banda &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Italia" title="Italia" class="mw-redirect"&gt;italiana&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grindcore" title="Grindcore"&gt;grindcore&lt;/a&gt;/&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thrashcore" title="Thrashcore"&gt;thrashcore&lt;/a&gt;, formada em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1988" title="1988"&gt;1988&lt;/a&gt; por Alberto The Cripple e Giulio The Bastard. &lt;p&gt;A banda tem dezenas de álbuns e EP lançados, a maioria no formato  split-EP com diversas bandas da cena punk/hardcore mundial, lançados e  distribuídos de forma independente, seguindo o estilo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DIY" title="DIY"&gt;DIY&lt;/a&gt; (Do It Yourself).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Wikipedia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4wqe-5ehUyY/Tw25SiOVmOI/AAAAAAAAGQM/08MwlPN-pdc/s1600/cripple%2Balmost%2BR-2830317-1302973155.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 385px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4wqe-5ehUyY/Tw25SiOVmOI/AAAAAAAAGQM/08MwlPN-pdc/s400/cripple%2Balmost%2BR-2830317-1302973155.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696412831769270498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-4031457336936221205?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/4031457336936221205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=4031457336936221205' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4031457336936221205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4031457336936221205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/cripple-bastards-no-abril-pro-rock.html' title='Cripple Bastards no Abril pro rock'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4wqe-5ehUyY/Tw25SiOVmOI/AAAAAAAAGQM/08MwlPN-pdc/s72-c/cripple%2Balmost%2BR-2830317-1302973155.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-4085738288755875648</id><published>2012-01-11T08:13:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T14:43:19.383-08:00</updated><title type='text'>O Metal comendo no centro ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pTD1uYnmOMQ/Tw3XgPrPF3I/AAAAAAAAGQY/WQXNBgpqLcU/s1600/show%2Best%2B387647_247563951981939_100001850097168_578460_128383755_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-pTD1uYnmOMQ/Tw3XgPrPF3I/AAAAAAAAGQY/WQXNBgpqLcU/s320/show%2Best%2B387647_247563951981939_100001850097168_578460_128383755_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696446052657207154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sábado, 07 de janeiro. Primeira vez que eu volto ao estacionamento da Rua de Santo Amaro, no centro de Aracaju, onde rolou o show do Master, resenhado &lt;a href="http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2010/02/under-bad-sign.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; neste blog. O local continua o mesmo, mas foi com satisfação que constatei que alguns problemas estruturais foram solucionados com um melhor planejamento da utilização do espaço: o palco foi posicionado na parte central, evitando a péssima acústica do fundo, que é mais amplo, e ainda ajudando a arejar o ambiente, já que aquele pedaço do local é semicoberto, o que viabiliza a entrada de uma brisa refrescante e ainda dá ao publico a oportunidade de mirar o céu estrelado enquanto o couro come nos ouvidos.     &lt;p class="MsoNormal"&gt;O melhor posicionamento do palco também melhorou sensivelmente a acústica do ambiente: o som estava num volume intermediário de bom tamanho, sem agredir os tímpanos de ninguém porém também não tão baixo ao ponto de minimizar a potência do ataque sonoro das bandas – que era, invariavelmente, pesado. Era um show de metal “puro sangue”, afinal ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bMdWgWqZj7U/Tw3XnG2Uk-I/AAAAAAAAGQk/xEnUNYcLgcU/s1600/farscape.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 318px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-bMdWgWqZj7U/Tw3XnG2Uk-I/AAAAAAAAGQk/xEnUNYcLgcU/s320/farscape.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696446170546869218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Resultado: com boas bandas, um bom público (diria que cerca de 250 pessoas), cerveja gelada, refrigerante e churrasquinho à vontade, além de banquinhas vendendo material alternativo, deu no que deu: ROCK!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Cheguei por volta da meia-noite e por conta disso perdi a Berzerkers. Entrei no show da Whipstriker, do Rio de Janeiro, um Power trio influenciadíssimo pelo Motorhead. Muito bom. Mandaram ver numa apresentação energética com excelentes musicas próprias regadas a riffs certeiros e um bom vocal, mas o ponto alto foi mesmo o cover do Discharge, quando o vocalista falou que “todo headbanger deveria ouvir Discharge, assim como todo punk deveria ouvir Venon”. É isso aí – lembrou os tempos dos eventos “united forces” com bandas punk e metal promovidos por Carlinhos “Verruga” no inicio dos anos 90. Foi o que faltou neste caso, aliás: uma pitada do bom e velho punk rock/hardcore, mas não era esta a proposta dos organizadores, evidentemente, então tudo bem. O Whipstriker, mesmo que involuntariamente, cumpriu bem essa função de fugir um pouco da ortodoxia metálica em nome do rock sujo e descompromissado. Só faltou eles proclamarem: “we are whipstriker and we play rock and roll”.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na sequencia, os mesmos caras, mas com outra banda: Farscape é praticamente o mesmo Whipstriker, só que com um som bem mais thrash e com o guitarrista fazendo os vocais – na anterior era o baixista. Boa também. Bons solos, boas levadas, musicas mais longas porém longe da chatice na qual costuma descambar aquela velha masturbação instrumental metaleira. Aprovado. Aprovadas também as capas dos discos dos caras, que lembram os desenhos clássicos de vários álbuns do estilo dos anos 80. Alguns estavam à venda, inclusive, em glorioso vinil. Uma tentação ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Fechando a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;minha&lt;/span&gt; noite (não fiquei até o final), Escarnium, banda baiana de Death Metal dos mais esporrentos. Demoraram um pouco para acertar o som, o que foi chato e deu a impressão de que seria apenas mais umas daquelas que só têm uma massaroca sonora sem sentido a &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LNbYHkgnorw/Tw3X_p9PyfI/AAAAAAAAGQw/Lc3pLwZYsxc/s1600/cartaz%2Bburn%2B381819_231283210276680_100001850097168_534555_1722265447_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 258px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-LNbYHkgnorw/Tw3X_p9PyfI/AAAAAAAAGQw/Lc3pLwZYsxc/s400/cartaz%2Bburn%2B381819_231283210276680_100001850097168_534555_1722265447_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696446592288016882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;oferecer. Não foi o caso. A massaroca sonora estava lá, em toda a sua plenitude, mas o som dos caras tem qualidade e consistência. O baterista tira onda, é muito bom. Altas viradas e coordenação perfeita entre os momentos cadenciados e as batidas ultrarápidas. O guitarrista solo também manda bem, tanto musicalmente quanto na perfomance de palco, e o outro guitarrista segura a onda, além de ser o responsável pelos urros (não dá pra chamar aquilo de vocal, né). Urros que, apesar de serem um tanto quanto desprovidos de personalidade, se harmonizam bem com o conjunto.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;E foi isso, leitores. Uma boa noite de rock “pauleira” pra começar bem este ano da graça de 2012 da Era Cristã (cusp). Os que ficaram em casa chocando ovo porque “o lugar é quente”, “o som sempre é ruim”, “só tem gente feia” e demais frescuras que costumamos ler nas redes sociais, perderam. Desta vez, graças ao Satanás, deu tudo certo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;por Adelvan&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-4085738288755875648?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/4085738288755875648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=4085738288755875648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4085738288755875648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4085738288755875648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/o-metal-comendo-no-centro.html' title='O Metal comendo no centro ...'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-pTD1uYnmOMQ/Tw3XgPrPF3I/AAAAAAAAGQY/WQXNBgpqLcU/s72-c/show%2Best%2B387647_247563951981939_100001850097168_578460_128383755_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-4780942977094516204</id><published>2012-01-08T19:51:00.000-08:00</published><updated>2012-01-08T19:58:58.559-08:00</updated><title type='text'>20 Anos de Abril pro rock - primeiras atrações confirmadas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JhSRb17q0As/TwplThBdE1I/AAAAAAAAGNw/8EVtYFvfd_I/s1600/apr_card4-1024x682.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 258px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-JhSRb17q0As/TwplThBdE1I/AAAAAAAAGNw/8EVtYFvfd_I/s320/apr_card4-1024x682.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695476064719803218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O ano de 2012 será especial para a musica pernambucana: O festival  Abril Pro Rock comemora duas décadas de atividades em uma edição  especial. É o evento do gênero com mais tempo de atividade em toda  América Latina. Período em que foi palco do começo de uma revolução que  acontecia na cena pernambucana com o surgimento de bandas como Mundo  Livre SA e Chico Science &amp;amp; Nação Zumbi e a criação do movimento  manguebeat. De lá para cá, revelou atuais grandes nomes do repertório  pop nacional e se firmou como um dos eventos mais importantes do gênero  no país. &lt;p&gt;O Abril Pro Rock 20 anos será nos dias 20, 21 e 22 de abril no  Chevrolet Hall. Além das noites principais o evento se desdobra nas  oficinas de capacitação profissional e também na programação do APR  Club. Como já foi anunciado, a grande abertura será com o primeiro show  da nova turnê do Los Hermanos. Grupo carioca revelado no festival e hoje  um dos grandes nomes da música brasileira. Agora são anunciadas duas  atracões internacionais na tradicional noite de rock pesado do festival:  Exodus e Brujeria.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vindos do berço do thrash metal, a região de Bay Area em São  Francisco, o Exodus fará sua segunda apresentação no Recife. Liderados  por Gary Holt, considerado um dos melhores guitarristas do mundo, o  grupo faz justiça aos fãs locais, já que a primeira passagem deles pela  cidade resultou em um show interrompido devido contratempos. Eles estão  na turnê do disco Exhibit B: The Human Condition, o décimo de estúdio na  carreira. O site Metal Storm, atual grande referencia do heavy e thrash  metal online comentou que nesse disco “os maiores &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-NWcdxj_uXOA/TwplgPynCVI/AAAAAAAAGN8/As6BOvcRv_A/s1600/Brujeria%2Bdsc0683.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 268px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-NWcdxj_uXOA/TwplgPynCVI/AAAAAAAAGN8/As6BOvcRv_A/s400/Brujeria%2Bdsc0683.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695476283432438098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;arruaceiros da Bay  Area fazem o que sabem melhor: causar destruição e esmagar crânios com  sua música”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quem se apresenta na mesma noite é o Brujeria, banda do México que é  considerada um dos maiores representantes do Grindcore. Controversa e  polêmica, a banda é cheia de mitos – alguns deles, como o de ser formada  por chefões do tráfico de drogas, chegou a ser investigado pelo próprio  FBI no passado. Tudo porque eles se apresentam sob pseudônimos e alguns  mascarados. Suas musicas, todas em espanhol, falam sobre imigração,  perseguição policial e o tráfico na fronteira dos Estados Unidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim como as outras noites do festival, o sábado de peso devera  contar com a presença de bandas que fizeram parte dos 20 anos do APR em  apresentações especiais. A produção do festival ainda está em negociação  com outras atracões internacionais e deve divulgar, em breve, mais  novidades sobre sua programação. O Abril Pro Rock – 20 anos é uma  realização da Astronave Iniciativas Culturais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://abrilprorock.info/"&gt;http://abrilprorock.info/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-4780942977094516204?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/4780942977094516204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=4780942977094516204' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4780942977094516204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4780942977094516204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/20-anos-de-abril-pro-rock-primeiras.html' title='20 Anos de Abril pro rock - primeiras atrações confirmadas'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JhSRb17q0As/TwplThBdE1I/AAAAAAAAGNw/8EVtYFvfd_I/s72-c/apr_card4-1024x682.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-1427597773610858616</id><published>2012-01-07T16:58:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T17:20:34.177-08:00</updated><title type='text'># 211 - 07/01/2012</title><content type='html'>Primeiro programa de rock do ano. Abrimos com duas pérolas do progressivo brasileiro: "Belo Horror", musica de um rarissimo disco coletivo lançado no inicio da década de 70 por Beto Guedes, Danilo Caymmi, Novelli e Toninho Horta. Participaram da gravação também Flavio Venturini, Lô Borges e Vermelho, do 14 Bis. Na sequencia, uma faixa instrumental do Bacamarte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novidades: Faixa de um EP de natal lançado no finalzinho do ano passado pelos potiguares da Camarones Orchestra Guitarristica, mais uma nova do Rinoceronte, powertrio de Santa Maria/RS, e o novo projeto de Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden. Depois do Drop Loaded, rock brasileiro independente: Statik Majik e Os Abreus, do Rio de Janeiro, Pindoralia, de Caxias do Sul - RS (gauchos sempre presentes) e Missfight, de Limoeiro do Norte, Ceará (ver entrevista com as meninas abaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais: punk rock safra 77 e Metal no Bloco do ouvinte. Fechando a noite, um especial com faixas Ao vivo extraidas do segundo disco da Snooze, "Let my herad blow up". Dia 10 de janeiro este show faz exatos 11 anos. Eu estava lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See you later, alligators.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Entrevista com MissFight - &lt;a href="http://nalaminadafaca.wordpress.com/2010/12/29/entrevista-missfight-ce/"&gt;&lt;span style="mso-bidi-;font-family:Arial;" &gt;http://nalaminadafaca.wordpress.com/2010/12/29/entrevista-missfight-ce/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;1. Apresentando a banda: de onde vem o nome? Como surgiu a idéia de montar uma banda formada só por mulheres? Quais são as influências?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(LEILA) Bom, o nome foi mais uma coisa de brincadeira que acabou dando certo. À princípio era um trocadilho com Misfits, mas acabou ganhando um significado legal: Miss, algo como senhora, e uma palavra bem relacionada ao sexo feminino, junto com Fight, acabou ganhando o significado de “Mulher que briga”, “mulher forte, que vai à luta”. A idéia de montar a banda veio mesmo da vontade de tocar, e de fazer alguma coisa diferente numa cidade que não tem praticamente nada. A gente se conhecia pouco, mas um dia conversamos, e surgiu a idéia… Nenhuma das três sabia tocar nada, e o pouquíssimo que sabemos hoje aprendemos na Missfight… Nossas influências estão basicamente no punk, em bandas como Wipers, Dishrags, Ramones, Black Flag, acredito que alguma coisa de garage também nos influencie…&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;2. Vocês se consideram uma banda feminista? Falem um pouco sobre as letras da demo “Just one more day”, que acabou de ser lançada. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(LEILA) Bom, eu acho que a própria atitude de querer montar uma banda só de meninas já é em si uma atitude feminista, pq já é uma tentativa de fazer fazer algo diferente mostrando que não é só homem que pode ou se interessa por tocar. Não é que nós nos rotulamos como uma banda feminista, pelo menos ao meu ver… mas nós trazemos o feminismo dentro de nós, no nosso dia-a-dia… e isso acaba refletindo de alguma forma nas nossas letras, pq é nelas que nós expressamos os nossos sentimentos… daí a gente acaba colocando, nas letras, nossa opinião sobre algo (acho meio inevitável fugir disso…), e é por isso que nas nossas músicas procuramos incentivar as pessoas a se sentirem mais livres, a não se reprimirem, e não se deixarem levar por padrões, a serem si mesmas, pq essas são as nossas atitudes e sentimentos enquanto pessoas… acho q a gente tenta passar algo voltado não só para as meninas, mas para os homens também, e acredito que essas são idéias pelas quais passa o feminismo… Acabamos sendo sim uma banda feministas nesse sentido… sem precisar falar especificamente de feminismo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;3.  Como é ter uma banda de punk rock, composta por mulheres; pensar e pregar a diversão num espaço sexista como são muitos shows de hardcore/punk rock?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;(LEILA) Eu acho de extrema importância festivais e bandas encabeçados por meninas. É uma forma de mostrar que as mulheres também podem fazer e se interessam por isso. Ter meninas na frente de bandas e da organização de festivais demonstra várias coisas e derruba muitos conceitos, pq se acredita geralmente que só homens são “capazes” de fazer. A junção música e postura política, como é o caso do Riot Grrrl, foi uma das melhores coisas que surgiram dentro do próprio punk, porque, no meu ponto de vista, é uma forma divertida de tentar argumentar, de conscientizar, e de expor o feminismo… de tentar romper com aquela idéia de que pra se ter uma postura feminista é necessário ser uma mulher “séria, comportada. sisuda”, aquela idéia de que toda feminista é mal amada e ranzinza. Eu acho q o Riot Grrrl foi também uma forma de romper com isso. Existem várias formas de ser feminista, e ser feminista se divertindo é uma delas. Lembro até daquela “historinha” da Emma Goldman: “Se eu não puder dançar, não é a minha revolução!”… Quanto a questão do espaço dentro da “cena” (nem gosto muito de usar essa palavra, mas não encontrei outra, então vai essa mesmo… hauhauhau), esse nós temos realmente que conquistar, que furar o cerco. Nós, por exemplo, somos de uma cidade de interior onde se predomina o metal, e não o punk, e onde se mantém fortemente a triste idéia de que mulher não toca, e nem aprende a tocar. Nós somos três meninas que não escutávamos metal, e decidimos tocar, e ainda por cima,  um estilo que uma minoria de pessoas escutava. Ou seja, tivemos que romper até com esses “padrõezinhos” por aqui. Mas a nossa vontade de tocar era maior que o preconceito dos outros. Tivemos apoio de uns poucos amigos, que apoiaram de verdade, emprestaram instrumentos e local de ensaio, e se dispuseram até a nos ajudar a aprender a tocar, a dar dicas, e essas coisas. Hoje, ainda não somos tão bem vistas assim em nossa cidade, mas nós, como meninas, conseguimos fazer coisas que bandas daqui da região que existem a anos antes da gente nunca fizeram, como gravar, lançar material, por exemplo. Então, eu acredito que cabe a nós, se impor, e mostrar que nos divertimos assim, fazendo o que gostamos e acreditando em nós mesmas. Ter coragem é muito importante, porque nem sempre a gente encontra quem nos apoie, mas tudo depende do que você acredita.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;4.  Estivemos pensando outro dia, o quanto o grito expulso por uma menina pode ser tão resistente e ser porta voz de uma contra-hegemonia. Queríamos muito que vocês falassem um pouco sobre esse poder que temos e que não costumamos levá-lo em conta: o grito.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(LEILA) Acho que é um pouco disso que falei anteriormente, a questão de se impor. O grito é isso: uma forma de você se impôr, de dizer que chega, que é preciso que algo mude. Penso também que é uma forma de dar um susto, e de acordar as pessoas ao redor para a situação. Toda menina deveria ser incentivada a “gritar”. Acho uma pena que nem todas as mulheres tem a oportunidade de ter contato com idéias feministas, porque as mudanças, inclusive a coragem de dar “o grito” devem vir de um processo de educação que não é repassado. Se isso fosse revisto, muita coisa já teria mudado.&lt;/p&gt;  # # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Guedes, Danilo Caymmi, Novelli, Toninho Horta – Belo Horror&lt;br /&gt;Bacamarte – UFO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camarones Orchestra Guitarrística – El Toro (Link Wray)&lt;br /&gt;Rinoceronte - Qualquer lugar&lt;br /&gt;Primal Rock Rebellion – I See Lights&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enema Noise – Vice&lt;br /&gt;Enema Noise – Out of control&lt;br /&gt;((( Drop Loaded )))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iDMx4oe5Evk/Twjt8r8eIRI/AAAAAAAAGNA/imfeUfkqAoc/s1600/CAMARONES_ORQUESTRA_GUITARRISTICA_-_FOTO_ANDRESSA_ANHOLETE_x4x_cxpia.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Statik Majik – Statik Majik&lt;br /&gt;MissFight – Just one more Day&lt;br /&gt;Os Abreus – De repente&lt;br /&gt;Pindoralia – As longarinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iDMx4oe5Evk/Twjt8r8eIRI/AAAAAAAAGNA/imfeUfkqAoc/s1600/CAMARONES_ORQUESTRA_GUITARRISTICA_-_FOTO_ANDRESSA_ANHOLETE_x4x_cxpia.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 236px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-iDMx4oe5Evk/Twjt8r8eIRI/AAAAAAAAGNA/imfeUfkqAoc/s400/CAMARONES_ORQUESTRA_GUITARRISTICA_-_FOTO_ANDRESSA_ANHOLETE_x4x_cxpia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695063355654283538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;The Mekons – Where were you&lt;br /&gt;Angry Samoans – Right side of my mind&lt;br /&gt;The Members – The sound of the suburbs&lt;br /&gt;Resistance 77 – Advance factory units&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hittman – Will you be there&lt;br /&gt;Salamandra – Masters of rock&lt;br /&gt;Death – Trapped in a corner&lt;br /&gt;-&amp;gt; por Joelane&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Snooze - Ao Vivo - 11 anos do show de “let my head blow up”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Let my head blow up&lt;br /&gt;# I Feel you (extended)&lt;br /&gt;# My Gramophone&lt;br /&gt;# Glass Onion/New Pollution&lt;br /&gt;# I´ll be your mirror&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;#&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-1427597773610858616?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/1427597773610858616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=1427597773610858616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/1427597773610858616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/1427597773610858616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2012/01/211-07012012.html' title='# 211 - 07/01/2012'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-iDMx4oe5Evk/Twjt8r8eIRI/AAAAAAAAGNA/imfeUfkqAoc/s72-c/CAMARONES_ORQUESTRA_GUITARRISTICA_-_FOTO_ANDRESSA_ANHOLETE_x4x_cxpia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-8371254443390289837</id><published>2011-12-31T14:19:00.000-08:00</published><updated>2012-01-01T12:39:26.165-08:00</updated><title type='text'>Canções de exílio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-xPSfhLMopaQ/Tv-KyTTG73I/AAAAAAAAGLs/MRm8LkZYsyI/s1600/festa%2Bantev%2B274_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 230px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-xPSfhLMopaQ/Tv-KyTTG73I/AAAAAAAAGLs/MRm8LkZYsyI/s320/festa%2Bantev%2B274_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5692421050798108530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;C&lt;/span&gt;omo última atividade do Blog do pdrock deste ano, quero deixar registradas aqui minhas impressões sobre a belíssima noite de ontem no nosso humilde pub no cantinho do mundo, problemático mas já com um histórico respeitável de noitadas memoráveis, o Capitão Cook. Foi a Festa da Antevéspera, evento organizado anualmente na penúltima noite do ano por aracajuanos que não moram mais aqui mas que aqui estão para passar a festas de fim de ano com a família e tiveram a brilhante idéia de inventar algo que os reunisse para celebrar os bons tempos das descobertas da juventude, sempre com a presença da banda que embalou suas vidas, a Snooze.    &lt;p class="MsoNormal"&gt;A banda convidada da noite foi a Tody´s Trouble Band. Excelente pedida! O combo rockabilly maluco do Senhor Tody é uma das melhores revelações do cenário local nos últimos anos. Pena que pouca gente entrou pra ver, o que me fez ficar preocupado: seria aquela mais uma noite de lotação esgotada na porta do bar e ótimas bandas tocando pra quase ninguém? Felizmente não foi, como veremos adiante ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Este segundo show que eu vi da Tody´s não foi tão bom quanto o primeiro: o som estava ruim, mal equalizado, e a banda parecia pouco entrosada – nada que um pouco mais de dedicação aos ensaios não resolva, quero crer. Mas o repertório e a entrega dos músicos à sua execução continua contagiante – que o diga a mais nova fã deles, Isabela Raposo, com sua presença radiante ao meu lado soltando seus já célebres “uhuuu”. Além das ótimas músicas próprias – uma delas dedicada ao cachorro de Tody - destaque para a excelente recriação de “Beber até morrer”, do Ratos de Porão, que se soma a “Bicho de 7 cabeças”, de Zé Ramalho e Geraldo Azevedo, como um dos covers mais “experrtos” que eu vi uma banda cometer em tempos recentes. Quem não viu perdeu um grande show, que poderia ter agradado até aos amantes das bandas que “gozam com o pau alheio”, desde que não seja retardado o suficiente para entender que uma versão não precisa repetir nota por nota os arranjos originais, claro. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Embalados pela excelente discotecagem de Dani “Cachinhos” (“Do you realise” do Flaming Lips foi de chorar – de felicidade. Maíra Ezequiel, em estado de graça, que o diga), publico e snooze (que iria fazer seu primeiro e último show do ano!) se preparavam para o que viria a seguir. Num arroubo non sense, pergunto a Fabinho sobre sua expectativa para a noite e ele responde: “acho que vai dar rock”. E deu. E foi lindo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;O som, como que por milagre, ficou ótimo! Equalização perfeita, guitarras no talo, baixão espocando, e um desfile de boas músicas novas entrecortadas por pérolas do cancioneiro indie não diria que sergipano, mas nacional. Foi lindo de ver – e de ouvir, evidentemnte. Lindo de ver, especialmente, a participação do publico, que a esta altura já lotava o recinto. A galera foi literalmente à loucura ao som de "A song to prepare" e seu célebre refrão que clama por Jesus Cristo na língua de Shakespeare (e da snooze, com muito orgulho), e seguiu assim até o fim do show – que, por sinal, teimava em não acabar. Encerrou com a segunda participação do ex-membro Mauro “Spaceboy”, desta vez também na guitarra (ele tinha feito backing vocals numa musica antes), cantando e tocando, dentre outras, a clássica faixa título do &lt;a href="http://www.americanas.com.br/produto/5279798/cdsedvdsmusicais/rocknacional/conjunto/cd-snooze-let-my-head-blow-up"&gt;segundo disco&lt;/a&gt;, “let my head blow up”. Isso depois de um cover matador de “The KKK took my baby away” dos Ramones, que antes de tocar Fabinho perguntou ao público se “poderia ser”. Porra Fabinho, como assim ? Quem não gostar que se foda! Não confio em nenhum roqueiro (seja indie, índio ou o que for) que não tenha, pelo menos, a mais leve simpatia pelo quarteto que inventou o punk rock e era diretamente responsável por tudo o que estava acontecendo ali naquela noite.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Repito: foi lindo. Músicas de todas as épocas e discos, inclusive da clássica primeira demo-tape. Destaque para o som potente e cristalino da guitarra de Luiz e para a  que eu considero a melhor musica deles, "I feel you" - simples e  "viajandona", com uma belissima melodia entrecortada por dissonancias  guitarristicas a la Sonic Youth. Fechou com chave de ouro este ano tão fraco de bons shows de rock em nossa cidade.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Feliz ano novo a todos. O programa de rock volta ao ar dia 7, às 7 da noite – novo horário, portanto. Por mim melhor, mais tempo para a velha morgação dos sábados à tarde. Ajude a espalhar a novidade, por favor.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;por Adelvan&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-8371254443390289837?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/8371254443390289837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=8371254443390289837' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8371254443390289837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8371254443390289837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/cancoes-de-exilio.html' title='Canções de exílio'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xPSfhLMopaQ/Tv-KyTTG73I/AAAAAAAAGLs/MRm8LkZYsyI/s72-c/festa%2Bantev%2B274_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-8261874518619666105</id><published>2011-12-22T05:33:00.000-08:00</published><updated>2011-12-22T05:42:06.342-08:00</updated><title type='text'>Cinemerne, uma entrevista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-xzAQv-9ujHU/TvMy6dAjlwI/AAAAAAAAGLU/-xGOI_HBo7Y/s1600/Cinemerne4.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-xzAQv-9ujHU/TvMy6dAjlwI/AAAAAAAAGLU/-xGOI_HBo7Y/s320/Cinemerne4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688946734099830530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Mudanças  na vida: isso é um ciclo constante, intenso e justo na existência do  homem. Algumas amargas, outras doces, mas experiências marcantes que nos  formam. Que nos diga o compositor e músico sergipano &lt;b&gt;Paulo Henrique&lt;/b&gt;, que passou momentos desfavoráveis e agora retorna – o lado bom – para a música com o projeto chamado &lt;b&gt;Cinemerne&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Paulinho  é de Lagarto, interior sergipano, e nos idos dos anos 90 foi  membro-fundador do promissor trio rock Lacertae, combo avant-garde que  aliava um rock denso com experimentalismos. Depois de decepções  pessoais, misturadas com drogas e álcool, ocasionando perturbações  mentais, afastou-se para tratamento. Hoje, totalmente “limpo”, retorna  ao meio com uma investida musical, que é espécie de confessionário da  sua vida até o momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Cinemerne  resume-se numa catarse musical que lhe deu direção e sustentação depois  da tenebrosa fase. Esse resultado ele dá o nome de “anti-pop”, mas  ainda é nítida a poesia idiossincrática que exerce desde o tempo de sua  antiga banda. A sonoridade é monocromática, constituídas de melodias  retas, parcimônia de refrões e harmonias simples. Não poderia ser  diferente. Seu trabalho é sincero e bastante direto, sem muito apelo.  Entende-se melhor quando se entende a história do homem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Gravado  recentemente, “Coisa belas e sujas” dá titulo ao EP com cinco músicas  produzidas por Leo Airplane (Plástico Lunar), que trabalhou bem com a  proposta de Paulinho, além de ter tocado baixo, teclados e programação  de bateria. Em fase de divulgação, Jesuíno André, do &lt;a href="http://meusons.blogspot.com/2011/11/coisas-belas-e-sujas-do-cinemerne.html#more"&gt;Blog "MeuSons"&lt;/a&gt;, fez uma entrevista exclusiva com o Cinemerne (NOTA: O texto de apresentação também é de autoria de Jesuíno André e foi copiado do mesmo blog):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Após longo tempo distante da música como tem sido seu retorno?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Estou  achando agradável. A música pra mim é o meu norte. Passei 15 anos  longe, devido a minha loucura (mania depressiva bipolar) e o uso e abuso  de drogas e álcool. Estou limpo a mais de uma década e a psicose está  controlada. Padeci, cai, levantei, sonhei e agora estou livre. A  produção desse EP veio como um bálsamo. Estou compondo mais algumas  canções, para no meio do ano gravar e fechar um CD. Vou continuar a  batalha e insistir, o meu retorno está sendo de uma magia serena. Vou  aproveitar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Sua  antiga banda, Lacertae, tinha uma pegada experimental e inovadora lá  nos idos dos anos 90. Seu projeto Cinemerne tem a mesma tendência? Fale  um pouco disso.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não  tem a mesma tendência. O projeto CINEMERNE é completamente diferente, é  uma pegada anti-pop. Utilizo sim elementos primitivos como flautas  artesanais, pedaços de metais velhos mais sem ser experimental. Estou  tocando guitarra (sou um músico medíocre, toco com as tripas), gosto de  colocar violão com acordes naturais e econômicos. Quero fazer um som que  transporte a mente para lugares multicoloridos e agradáveis, através de  letras calcadas na poesia do Séc.XVI e Séc.XVIII.Utilizando as palavras  como imagens. No EP “Coisas belas e sujas” uso sem economia os artigos  definidos e verbos. É pura contemplação. Por isso CINEMERNE está muito  distante do Lacertae da minha época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Como você avalia o cenário independente atual?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Hoje  em dia as coisas estão mais fáceis (produção, divulgação,  equipamentos),muitos espaços para tocar apesar das panelinhas.Tem muita  gente boa fazendo som com atitude e boa vontade. A rapaziada de Recife  faz um som muito bom, Salvador, Aracaju. Enfim o nordeste continua  parindo bandas muito boas (apesar do brega e do forró do mal). Eu avalio  positivamente a cena independente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O que de novo tens escutado e lhe agradado?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Cara,  lá nos idos dos 90 eu ficava viajando no Séc. XXI na virada do milênio,  pensava eu que as artes iam se mistificar, um transbordar de almas e  pensamentos novos e únicos, que decepção. A arte do Séc. XXI é a pior  coisa que aconteceu na história humana. Música, literatura, cinema e  artes plásticas são de uma decadência, uma falta de inspiração e vazio  imensuráveis. Deprimente. Tenho os pés e os ouvidos fincados nos anos 60  e 70. Desses sons novos gosto de The Dead Weather, Cage the Elephant,  The Mars Volta e At the Drive In. É o que deu para citar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O que significa Cinemerne e porque esse o nome de seu novo projeto.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;CINEMERNE  foi extraído do livro “A Utopia” de Thomas More. Os utopianos celebram  uma festa nos primeiros e últimos dias do mês e do ano. Esses primeiros  dias se chamam CINEMERNE que significa festa inicial. Achei o nome  sugestivo para o projeto que eu tinha em mente. Que é me afastar e me  transportar para longe daqui,desta realidade funesta e nada melhor do  que uma festa como veículo de fuga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Você passou por um longo período de turbulência pessoal. Poderia dizer como isso afetou na sua vida e como saiu dessa?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Passei  por uma longa “tempestade cerebral” foi terrível. Fui ao inferno várias  vezes, sorvi o cálice da estupidez humana. Cai,levantei, enlouqueci.  Mas não há mal que não traga um bem nas suas asas sujas. Aprendi muita  coisa, hoje estou mais forte do que nunca. Tudo agora é proveitoso, tem  cor, tem som, tem gosto. Para eu sair dessa deixei bem para trás o  álcool e as drogas. Não tenho religião (religião é um terreno muito  perigoso), mas Deus soprou no meu ouvido lições edificadoras. Minha  ótica agora é serena e limpa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Como surgiu essa parceria com o talentoso Leo Airplane?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Conheci  o Léo através do Fabio Snoozer (mantenho contato com os irmãos Snooze).  Estava a procura de um lugar para gravar um EP e Fabinho me deu o toque  de Léo. Nos encontramos, apresentei os sons e ele fez os overdubs de  bateria,tocou baixo e teclados. Foi proveitoso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Ainda tem alguma ligação com o pessoal da Lacertae, banda que você foi um dos fundadores?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não.  Os caras não têm nada a ver comigo. Aliás, desde os primórdios do  Lacertae (que não é nenhuma homenagem a cidade de Lagarto) não me dava  muito bem com as idéias fracas dos caras e hoje em dia não me interessa  nenhum contato.O passado é pobre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Qual sua pretensão depois de ter feito esse EP?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A  minha idéia é ficar divulgando pela internet o EP. Tenho a pretensão de  formar uma banda, mas isso é uma mera conseqüência, hoje em dia as  coisas estão mais fáceis. No meio do ano vou gravar mais umas canções  para fechar um CD vai se chamar “A noite do Sol”. Vou batalhar para  colocar este EP nas mãos de pessoas certas,estou aliviado. Tirei um  fardo enorme da cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.soundcloud.com/cinemerne" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Para escutar CINEMERNE&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Contatos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;e-mail: vitelloni@bol.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;twitter: @Paulovitelloni&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-8261874518619666105?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/8261874518619666105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=8261874518619666105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8261874518619666105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8261874518619666105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/cinemerne-uma-entrevista.html' title='Cinemerne, uma entrevista'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-xzAQv-9ujHU/TvMy6dAjlwI/AAAAAAAAGLU/-xGOI_HBo7Y/s72-c/Cinemerne4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-2374829050338431551</id><published>2011-12-21T12:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T12:11:04.070-08:00</updated><title type='text'>Wallpaper pdrock</title><content type='html'>Clique na imagem abaixo para ampliar, salve em seu computador, defina como plano de fundo em sua área de trabalho e nunca mais esqueça que o programa de rock agora vai ao ar em novo dia e horário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MJqKD6qai6U/TvI9LzbTIUI/AAAAAAAAGK8/Pu6TvpQfehg/s1600/morrissey-ringleader-of-the-tormentors.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-MJqKD6qai6U/TvI9LzbTIUI/AAAAAAAAGK8/Pu6TvpQfehg/s400/morrissey-ringleader-of-the-tormentors.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688676552314921282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-2374829050338431551?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/2374829050338431551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=2374829050338431551' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2374829050338431551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2374829050338431551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/wallpaper-pdrock_21.html' title='Wallpaper pdrock'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-MJqKD6qai6U/TvI9LzbTIUI/AAAAAAAAGK8/Pu6TvpQfehg/s72-c/morrissey-ringleader-of-the-tormentors.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-3622577432295405765</id><published>2011-12-21T12:03:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T12:07:56.251-08:00</updated><title type='text'>Ninguém entende um mod.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3B1AjUd3pig/TvI8dDqAUSI/AAAAAAAAGKw/qFutdCwG_sA/s1600/the-whol4YVRPO6FOqqIheVkNURY86QSSa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-3B1AjUd3pig/TvI8dDqAUSI/AAAAAAAAGKw/qFutdCwG_sA/s400/the-whol4YVRPO6FOqqIheVkNURY86QSSa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688675749217718562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jJF56p8cJ64/TvI8PSPM9aI/AAAAAAAAGKk/MR_b1dM0JPo/s1600/s_MLB_v_F_f_212637411_8725.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-jJF56p8cJ64/TvI8PSPM9aI/AAAAAAAAGKk/MR_b1dM0JPo/s320/s_MLB_v_F_f_212637411_8725.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688675512613664162" /&gt;&lt;/a&gt;Amadurecer é doloroso. Para um artista, deixar a zona de conforto das fórmulas estabelecidas é um salto no vazio e um processo nem sempre acompanhado pelos fãs, que se veem forçados a alargar horizontes musicais e narrativos. O consolo para trabalhos subestimados pela crítica ou incompreendidos pelo público é o reconhecimento tardio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrophenia é um exemplo. O sexto álbum de estúdio da banda inglesa The Who, lançado originalmente em 1973, foi remasterizado e finalmente ganha versões decentes em CD. No Brasil, só aporta a Deluxe Edition, com dois discos trazendo a obra original mais algumas demos, mas no exterior, há a opção de uma caixa – The Director’s Cut –, com cinco discos, livreto e uma série de itens de colecionador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome da caixa – A Versão do Diretor – é mais do que uma brincadeira com o revisionismo. É a tradução da visão dramatúrgica do autor. O compositor e guitarrista Pete Townshend, líder do Who, era um multimídia avant la lettre. Assim como a primeira ópera rock do grupo, Tommy (1969), Quadrophenia foi concebido como uma peça (gerou um elogiado filme em 1979), algo que extrapolava o vinil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso aparece também na concepção de arte do álbum. A capa, em preto e branco, evoca o passado, a juventude de Townshend e de sua geração. Dentro, as letras e um encarte com uma espécie de fotonovela (a trajetória do anti-herói Jimmy, um arruaceiro londrino dos anos 1960). A versão relançada aqui reproduz esse encarte e traz notas explicativas de Townshend sobre 11 demos. Na versão Director’s Cut são 25, mas há dezenas de fotos, documentos e músicas disponíveis no site quadropheniaofficial.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretensioso e chato? Townshend sempre afirmou sua predileção pelas óperas rock, em geral, e por este disco, em especial. “Uma canção de três minutos é suficiente pra contar uma história, mas não é grande o bastante pra mais de uma ou duas vozes. Eu gosto de reunir mais personagens. Quadrophenia é minha maior realização.” Uma visão não compartilhada por todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando do lançamento, muitos tacharam o álbum de pretensioso e chato. Uma prova do descompasso entre as enormes expectativas do público e o objetivo artístico de Townshend. A banda vinha do estrondoso sucesso de seus dois álbuns anteriores: Tommy e Who’s Next (1971), este o maior sucesso comercial do Who, apesar de nascido das sobras da abortada ópera rock Lifehouse (em 2001, o guitarrista lançou, por seu selo, quatro CDs retomando a ideia original desse projeto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1972, Townshend já tinha seu argumento. Abordaria a rivalidade entre duas gangues de jovens ingleses dos anos 1960: os Mods e os Rockers, cujos conflitos chegaram ao ápice na cidade litorânea de Brighton, em 1964, um incidente real. O protagonista seria um jovem com tendências esquizofrênicas e que se espelharia nas quatro personalidades dos integrantes do Who, ídolos do movimento Mod.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa multiplicação de personalidades convinha ao objetivo de Townshend de gravar o disco e apresentá-lo no sistema quadrafônico, coisa que o Pink Floyd já vinha fazendo (os shows de Roger Waters no Brasil, em 2002, utilizaram esse sistema). A gravação do disco levou menos de dois meses e o resultado mostra uma banda madura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As composições de Townshend são mais sofisticadas, há todo o peso que se espera do Who, mas sutileza também. A interpretação do vocalista Roger Daltrey em Love Reign O’er Me é insuperável. O criativo baixo de John Entwistle nunca foi tão marcante como em The Real Me e o caos ordenado do baterista Keith Moon compete o tempo todo com os enérgicos acordes da guitarra de Townshend.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco é incensado por muitos fãs, mas as ambientações de Quadrophenia, com sons do mar e da chuva, não caíram no gosto geral. Ainda que tenha estreado em segundo lugar nos Estados Unidos e na Inglaterra, no palco, as canções não decolaram. Além do uso massivo de sintetizadores, as partes pré-gravadas com fitas não funcionaram a contento. Townshend cancelou a turnê com menos de seis meses, em junho de 1974.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fiasco dos shows relegou o trabalho a um tipo de limbo. Somente em 1996, o grupo – sem Moon, morto em 1978 –, retomaria os shows completos de Quadrophenia, com o relançamento de uma versão sofrível do álbum em CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, uma apresentação beneficente da obra no Royal Albert Hall recebeu boas críticas e reacendeu em Townshend o projeto de uma nova turnê do disco, prometida para 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrophenia merece. Depois do niilismo da canção My Generation (I hope I die before I get old) e da falsa epifania do disco Tommy, Townshend fez um retrato musical fiel de uma realidade comum a todos: sobreviver à juventude. Crescer é saltar no vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O guitarrista Eric Clapton era figura constante no estúdio durante a gravação do álbum. Townshend foi o mentor do show de retorno de Clapton, em janeiro de 1973, ajudando o amigo, que ficara recluso quase dois anos, na luta contra o vício das drogas e do álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Durante a abertura da turnê de Quadrophenia nos EUA, em 1973, o baterista Keith Moon apagou no palco. Um fã, Scott Halpin, assumiu a bateria e terminou o show. A famosa cena aparece no documentário Amazing Journey: The Story of The Who.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Prometida há anos, a autobiografia de Pete Townshend, Who He?, deve ser lançada em 2012. O guitarrista prepara também um musical para o teatro, Floss, sobre um roqueiro entrando na velhice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Sistema quadrafônico – A multiplicação de personalidades, tema do álbum, convinha ao objetivo de Townshend de gravar o disco e apresentá-lo no sistema quadrafônico, coisa que o Pink Floyd já fazia. A gravação levou menos de dois meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Douglas Portari &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combate rock&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-3622577432295405765?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/3622577432295405765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=3622577432295405765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3622577432295405765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3622577432295405765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/ninguem-entende-um-mod.html' title='Ninguém entende um mod.'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3B1AjUd3pig/TvI8dDqAUSI/AAAAAAAAGKw/qFutdCwG_sA/s72-c/the-whol4YVRPO6FOqqIheVkNURY86QSSa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-3228218634690225294</id><published>2011-12-19T13:15:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T11:42:54.938-08:00</updated><title type='text'># 210 - 17/12/2011</title><content type='html'>A Alexkid foi formada no primeiro semestre de 2010 por integrantes de bandas que já estiveram em atividade na cena sergipana. Inicialmente, a banda era apenas uma brincadeira de estúdio que reunia amigos como Alex (Pró-x, Triste Fim de Rosilene, XREVERX) no baixo e voz, Kleber "mingau" (Clamor) na guitarra e Anderson "Kabula" (Shifty) na bateria. Posteriormente, visando dar mais versatilidade ao som, Anderson sai da bateria para assumir uma das guitarras e em seu lugar é convidado Kleber Gavião. A Alexkid passa a ensaiar com nova formação e em julho de 2011 entra em estúdio para a gravação de seu primeiro EP, "um longo adeus", lançado em 22 de outubro de 2011, data de seu show de estréia em Aracaju, ironicamente, no show de despedida da Reffer. A banda mistura as influências do hardcore melódico e post hardcore, a exemplo de &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-b26XEOyy3ts/Tu-qG44Z8aI/AAAAAAAAGJo/JL003N_OC30/s1600/alex%2Bkid.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 226px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-b26XEOyy3ts/Tu-qG44Z8aI/AAAAAAAAGJo/JL003N_OC30/s320/alex%2Bkid.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687951889717129634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hot Water Music, Noção de Nada, Garage FUzz, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/www.myspace.com/officialalexkid"&gt;www.myspace.com/officialalexkid&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;formação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alex - baixo e vocal&lt;br /&gt;Anderson - Guitarra&lt;br /&gt;Kleber "Mingau"- Guitarra&lt;br /&gt;Kleber Gavião - Bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Alexkid, o último programa de rock do ano (voltamos dia 07 de janeiro de 2012) tocou também uma nova de Mark Lannegan, single de seu último disco, "Blues funeral", mais uma do EP "Beyond Magnetic", com 4 sobras de estudio de "Death Magnetic" que o Metallica lançou recentemente em comemoração aos 30 anos da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zTfAzXvsZ00/Tu-u4bG72WI/AAAAAAAAGJ0/5iZPFeEi52Y/s1600/Afrociberdelia%2BCAPA%2Bcom%2Badesivo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 317px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-zTfAzXvsZ00/Tu-u4bG72WI/AAAAAAAAGJ0/5iZPFeEi52Y/s320/Afrociberdelia%2BCAPA%2Bcom%2Badesivo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687957138764978530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No "Bloco do ouvinte", clássicos do gothic rock. Depois um bloco com pioneiros do punk rock: bandas fundadas "circa 1977" na California, no Canadá e na Irlanda do Norte. Na sequencia, musicas de bandas "underground" dos anos 90, com faixas lançadas apenas nas boas e velhas fitas "demo". Fechando tudo, um pequeno especial com a sensacional banda de rock industrial eslovena Laibach.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Michael Meneses, da parayba records, como de praxe, está de férias por aqui e deu uma passada nos estudios da Aperipê FM. Ele é representante da polyson, a única fábrica de vinis do Brasil, e está com um belo acervo à venda a preços camaradas - "A tábua de esmeraldas" de Jorge Benjor, "cinema", do Cachorro grande, "Afrociberdélia", da Nação Zumbi e o último do Matanza, dentre outros. Se tiver interesse, contate-o via celular em (79)9846-6209 ou em seu &lt;a href="http://www.facebook.com/parayba.records"&gt;perfil no facebook&lt;/a&gt;. Os discos também estarão á venda na Freedom, que fica na Rua Santa Luzia, 151 - centro de Aracaju - próximo à catedral metropolitana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;LAIBACH - DO OUTRO LADO DO MURO&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;  &lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7NoylpMr4PY/Tu-w9bKrzAI/AAAAAAAAGKA/gYx_NO8wWeI/s1600/laibach%2Bvikingslife.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-7NoylpMr4PY/Tu-w9bKrzAI/AAAAAAAAGKA/gYx_NO8wWeI/s320/laibach%2Bvikingslife.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687959423703305218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Havia uma época que a gente achava que o rock inglês seria o eterno modelo para nortear o nosso gosto musical. Não sei se devo dizer que feliz ou infelizmente, isso é passado. Várias bandas do continente europeu estão demonstrando isso, inclusive uma que chegou ao Brasil há pouco tempo, já no seu quarto LP, Opus Dei: o Laibach. Original da Iugoslávia, o conjunto trouxe consigo todo um clima de mistério que lhe é peculiar. Começa porque, até hoje, não se sabem os nomes dos componentes nem seus hábitos, porque eles não concedem entrevistas nem para remédio.  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;O pouco que se conhece a respeito do Laibach é que teve origem em 1980, em Trbovige, no norte da Iugoslávia. O nome do grupo é a versão alemã para Ljubljana (lê-se liub-liana). Uma cidade iugoslava que foi invadida pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nYj8bDXk-PQ/Tu-xQlqjk0I/AAAAAAAAGKM/6qdWG7Jd63M/s1600/Laibach_PressImage037%2Bcopy.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 279px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-nYj8bDXk-PQ/Tu-xQlqjk0I/AAAAAAAAGKM/6qdWG7Jd63M/s400/Laibach_PressImage037%2Bcopy.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687959752938853186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Conheço o Laibach desde seu terceiro LP, Nova Akropola, de 1985. Ali já estavam as evidências de que eles queriam projetar-se como uma orquestra bélica de sintetizadores, com um som cuja característica principal é a austeridade. O vocalista cantava como um Peter Hammill enfurecido enquanto os "koleghas" forneciam o tapete sonoro tecnotrágico.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Curiosamente, as faixas eram cantadas em alemão (assim como são algumas de Opus Dei). Sendo que uma delas levava o nome paradoxal de "Die Liebe" (O Amor). Foi a maneira mais odienta pela qual alguém se manifestou a respeito do amor até hoje. Fica muito fácil de se compreender isso se levarmos em conta que os alemães não devem ter sido muito carinhosos com o povo de Ljubljana.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Em Opus Dei, a voz principal é completamente diferente, e soa como se o tirano cantador tivesse usado um tubo de PVC para guia de onda, com a mixagem feita em rotação mais lenta. O alemão que me enviou a fita do terceiro LP classificou-o como pós-industrial, um rótulo que pode abrigar bandas tão díspares como Test Department e Cassiber.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;O Laibach chegou ao Brasil graças ao contrato que a WEA firmou com a etiqueta inglesa Mute. Ela pertence ao Daniel Muller, um cara que adora ambigüidades. Por exemplo: o carro-chefe da Mute é o Depeche Mode, um grupo que namora com a esquerda inglesa mas esbanja um visual neoromântico decadente. A ambigüidade no Laibach reside no fato de ele trazer a Nova Arte Eslava (seguramente realista -socialista) embalada para presente com adesivos nazi-fascistas. E não estranhe o fato de haver no LP uma versão de ´One Vision´, do Queen, pois acho que é uma crítica a determinadas posturas do Fredy Mercury - ou você nunca reparou quando ele usa nos shows um quepe de policial e sente-se todo feliz por dominar a massa? Em resumo: o Laibach é um verdadeiro coquetel Molotoy especialmente preparado no leste europeu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Fonte: Revista Bizz # 27 – outubro de 1987&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GCo5tyq9Pdw/Tu-xtpGkADI/AAAAAAAAGKY/Iu9ZXl2H-sc/s1600/Laibach_wracku_raciborz_07_2010_008.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 268px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-GCo5tyq9Pdw/Tu-xtpGkADI/AAAAAAAAGKY/Iu9ZXl2H-sc/s400/Laibach_wracku_raciborz_07_2010_008.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687960252077834290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;OPUS DEI - Laibach (WEA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Apesar das apologias a ideais de força e poder nas letras - cantadas em alemão - e da farta utilização de símbolos fascistas, seria um erro chamar este grupo iugoslavo de neo-nazista. Toda esta apropriação não tem sentido propagandístico e muito menos irônico. Serve apenas para firmar a música deles no pop industrial (dançante), onde o inconformismo e a força de vontade são tão grandes que não se expressam mais por meio de instrumentos e padrões convencionais. Com seus samplers, sintetizadores e vozes cavernosas, o Laibach é a primeira banda da geração do rock industrial a chegar aqui. Isto sim é música da nova era.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;T.P.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:EN-US" lang="EN-US"&gt;LET IT BE - Laibach (Mute/Warner)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:EN-US" lang="EN-US"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Por uma dessas coincidências estranhas este disco do quarteto esloveno saiu no Brasil (com um ano de atraso) exatamente quando o pau comia na Iugoslávia. Não existe trilha mais adequada para o que acontece por lá: Laibach mistura nazismo wagneriano, sadomasoquismo, viadagem, satanismo e Beatles. &lt;span style="mso-ansi-language:EN-US" lang="EN-US"&gt;Este Let It Be é o Let It Be mesmo. &lt;/span&gt;Inteiro. Só não tem a faixa-título. E tem gente que ainda leva os caras a sério e se assusta com a violência com que perverteram os clássicos beatlenianos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;"I Me Mine" virou uma coisa tenebrosa, "I´ve Got A Feeling" foi miscigenada a Kiss e Queen, "One After 909" pesou e agora é rockão dos bons, e "Maggie Mae" um disco á la Giorgio Moroder de cara cheia numa choperia nazista.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;C.E.M.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt;text-align:center" align="center"&gt; # # #&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 9pt;"&gt; “A música pop é para cordeiros, e nós somos os pastores disfarçados de lobos...”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt;http://ahoradosassassinos.blogspot.com/2010/03/laibach.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:15.5pt;color:red;"&gt;O que é o LAIBACH ?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma banda cujos integrantes usam uniformes militares com músicas de forte conotação política, formalmente acusados de fazer apologia ao fascismo, ser de extrema direita ou extrema esquerda, com influências de Richard Wagner, porém fazendo covers de Beatles, Rolling Stones e Queen!! Esta é a grande e assustadora contradição chamada &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Aliás, o nome já é uma provocação: tendo surgido na Eslovênia, a banda adotou o nome dado pelos alemães a capital Ljubljana quando Hitler ocupou o país. &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;é guerrilha artística, uma afronta ao poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subverter elementos da cultura pop a uma estética fascista, transformar conceitos da música clássica em experimentações tecnopop, questionar a democracia ocidental com a vulgarização de seus símbolos patrióticos. Esta parece ser a máquina de criar ambiguidades usada pela banda, o que gera interpretações equivocadas. De fato, o &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; é a banda mais polêmica e difícil dos últimos anos. Na Polônia foram chamados de comunistas, nos Estados Unidos foram proibidos de entrar, considerados comunistas radicais, e em outras partes da Europa, considerados nazistas. Eles criaram um Estado que não tem fronteiras e pode coexistir pacificamente dentro de qualquer país, o NSK, que tem cidadãos por todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; é uma instituição, um grupo de guerrilha artística, um Estado, e uma grande ironia, um chamado ao despertar do homem moderno para a mentira de nossas democracias e sistemas liberais, suas ambiguidades tem por objetivo mostrar que em meio aos Estados democráticos existem ditaduras totalitárias disfarçadas e ocultas, cujos símbolos a linguagem pop utiliza como armas para nos escravizar. Suas músicas marciais nos chamam para a guerra. Uma guerra talvez mental.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:15.5pt;color:red;"  &gt;História:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; foi formada em 1980 em Trbovlje, uma cidade industrial de mineração de carvão no centro da Eslovênia (YU).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após sua fundação o grupo preparou seu primeiro projeto multimídia "Red Districts" concebido para desafiar as marcantes contradições políticas que haviam em Trbovlje naquela época. O projeto foi suspenso antes da abertura, o que impediu a primeira aparição pública do grupo, mesmo assim houve uma furiosa crítica da mídia. O &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; ressurgiu em 1982 com seu primeiro show em Ljubljana e depois em shows pela Iugoslávia (Zagreb, Belgrado) e uma participação no festival New Rock no centro de Ljubljana. Em 23 de junho de 1983  a banda fez sua primeira aparição na televisão em entrevista ao noticiário político "TV Tednik". A entrevista provocou inúmeras críticas e foi seguida de uma proibição político/administrativa de aparições públicas da banda e do uso do nome &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Novembro e Dezembro de 1983 ocorreu a primeira turnê europeia do grupo, a "Occupied Europe Tour" (com a banda inglesa Last Few Days). Em 17 dias eles percorreram 16 cidades em 8 países na Europa ocidental e oriental. A banda fez uma bem sucedida aparição anônima no Malci Belic Hall, em Ljubljana, em Dezembro de 1984. Em abril de 1985 saiu o primeiro album do &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, pelo selo Esloveno Ropot. Por causa da proibição, o disco foi lançado sem o nome da banda - em vez disso a capa trazia um símbolo, que se tornaria sua marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O album de 1985 "Rekapitulacija 1980-1984", pelo selo independente de Hamburgo Walter Ulbricht Schallfolien foi o primeiro disco da banda a ter lançamento internacional. Depois veio "Nova akropola", album de 1986 que saiu pelo selo Britânico independente Cherry Red, em seguida o grupo foi contratado pela Mute Records, de Londres. "Opus Dei", lançado na primavera de 1987, foi o primeiro album pela gravadora. A reprodução de uma suástica feita com machados na capa do disco causou escândalo nos círculos politicamente corretos, até que os mais atentos divulgaram a informação de que este símbolo foi retirado do trabalho de um artista dadaísta, ativista anti-nazi, chamado John Heartfield.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt;Em fevereiro de 1987 eles fizeram o primeiro show na Eslovênia desde 1984, o primeiro show oficial desde a proibição de 1983. O lançamento de "Sympathy For The Devil", em 1989, foi seguido por uma turnê pela Europa e Estados Unidos. Em 26 de dezembro de 1990 a banda se apresentou na estação termo-elétrica de Trbovlje, sua primeira apresentação em sua cidade natal desde o (abortado) projeto de 1980. O show comemorou o décimo aniversário do &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e a fundação do Estado NSK.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1984 o &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; criou (em parceria com o grupo de pintores Irwin e a companhia teatral Scipion Nasice Sisters) um amplo e informal movimento estético chamado NSK (Neue Slowenische Kunst, Nova Arte Eslava). Hoje os principais grupos do NSK são: &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, Irwin, Noordung, New Collectivism Studio, o Department of Pure and Applied Philosophy, e uma numerosa quantidade de subdivisões que surgem e desaparecem de acordo com a necessidade. O NSK teve uma grande importância nos anos oitenta, pelo menos na ex-Iugoslávia e na Eslovênia, e cresceu nos anos noventa com o estabelecimento do Estado NSK, com seus próprios passaportes, proclamações, embaixadas, consulados, bandeira, selos, etc. O &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; reside e atua em Ljubljana.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:15.5pt;color:red;"&gt;Formação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1978 Dejan Knez formou sua primeira banda: Salte Morale. Basicamente, a Salte Morale foi a primeira formação do &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Nas férias de verão de 1980 o pai de Knez, o famoso pintor Sloveno Janez Knez, sugeriu que a banda mudasse o nome para &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Esta formação incluía Dejan Knez, Srečko Bajda, Andrej Lupinc, Tomaž Hostnik e Bine Zerko. Logo após isso, o primo de Knez Ivan (Jani) Novak e Milan Fras ingressaram na banda. Nesta primeira fase &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; era um quinteto, mas logo depois foi declarado que a banda tinha apenas quatro membros. Ás vezes esses quatro integrantes eram designados pelos seus pseudônimos: Dachauer, Keller, Saliger e Eber. Dos anos 80 até os 90 os quatro integrantes eram: Dejan Knez, Milan Fras, Ervin Markošek e Ivan (Jani) Novak. De tempos em tempos, algumas outras pessoas, como Oto Rimele (da banda Lačni Franc), Nikola Sekulović, famoso baixista do grupo Demolition, e vários outros músicos, como a cantora eslovena Anja Rupel, participaram do &lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;LAIBACH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 9pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:15.5pt;color:red;"  &gt;Discografia:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/prva.htm"&gt;LAIBACH&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ropot, 1985 (1995), Ljubljana&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/rekap.htm"&gt;REKAPITULACIJA 1980-1984&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Walter Ulbricht Schallfolien, 1985 (1987), Hamburg&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/kons.htm"&gt;NEUE KONSERVATIW&lt;/a&gt; (Live)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Semi legal, 1985, Hamburg&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/akrop.htm"&gt;NOVA AKROPOLA&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cherry Red, 1985 (1987), London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;THE OCCUPIED EUROPE TOUR 83-85 (Live)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Side Effects Rec., 1986 (1990), London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/opus.htm"&gt;OPUS DEI&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 1987, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/sloak.htm"&gt;SLOVENSKA AKROPOLA&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ropot, 1987 (1995), Ljubljana&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/krst.htm"&gt;KRST POD TRIGLAVOM - BAPTISM/Klangniederschrift Einer Taufe&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Walter Ulbricht Schallfolien, 1987, Hamburg (Sub Rosa, 1988, Brussels)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/let.htm"&gt;LET IT BE&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 1988, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/mach.htm"&gt;MACBETH&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 1990, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/symp.htm"&gt;SYMPATHY FOR THE DEVIL&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 1990, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/kapital.htm"&gt;KAPITAL&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 1992, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/ljub.htm"&gt;LJUBLJANA - ZAGREB - BEOGRAD&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;The Grey Area/Mute Rec., 1993, London&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/l5.htm"&gt;&lt;b&gt;NATO&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 1994, London&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/l6.htm"&gt;&lt;b&gt;OCCUPIED EUROPE NATO TOUR 1994-95&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Grey Area/Mute Rec., 1996, London&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/l4.htm"&gt;&lt;b&gt;JESUS CHRIST SUPERSTARS&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec.,1996, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/lai.html"&gt;LAIBACH&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;NSK Recordings,1999, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;THE JOHN PEEL SESSIONS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Strange Fruit, 2002, London&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NEUE KONSERVATIW (reissue)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cold Spring Records, 2003&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/wat_press.htm" target="_top"&gt;WAT&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 2003, London&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/anthems.htm" target="_top"&gt;&lt;strong&gt;ANTHEMS&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;(double CD release with booklet)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 2004, London&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/volk.htm" target="_top"&gt;&lt;strong&gt;VOLK&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 2006, London&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laibach.nsk.si/kunstderfuge.htm" target="_top"&gt;&lt;strong&gt;LAIBACHKUNSTDERFUGE&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mute Rec., 2008, London&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 9pt;"&gt;# # #&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:9.0pt"&gt;Mark Lanegan - The Gravedigger´s song&lt;br /&gt;Metallica - Just a Bullet away (shine)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Sisters of Mercy - Possession&lt;br /&gt;Nick Cave &amp;amp; The Bad Seeds - Sunday´s slave&lt;br /&gt;The Cure - last dance&lt;br /&gt;Tiamat - Gaya&lt;br /&gt;- por Ismael jr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Dickies - You drive me ape (you big gorilla)&lt;br /&gt;The Germs - Lexicon Devil&lt;br /&gt;The Weirdos - We got the neutrom bomb&lt;br /&gt;D.O.A - Smash the state&lt;br /&gt;Stiff Little fingers - law and order&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sunburst - speed racer&lt;br /&gt;Carnal Desire - profissão peão&lt;br /&gt;Apocalixo - Gilberto Salomão&lt;br /&gt;Pinheads - Oh! Ja&lt;br /&gt;Cabeça - Tutupa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trimorfia - Running in circles&lt;br /&gt;Jason - A incrível arte de errar em tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Darge - Insanity&lt;br /&gt;Alexkid - um longo adeus&lt;br /&gt;Érika Martins - sacarina&lt;br /&gt;Doidivinas - paredes frias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laibach:&lt;br /&gt;# God is God&lt;br /&gt;# Opus Dei (life is life)&lt;br /&gt;# In the Army now&lt;br /&gt;# Tranz Mit laibach&lt;br /&gt;# America&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-3228218634690225294?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/3228218634690225294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=3228218634690225294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3228218634690225294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3228218634690225294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/210-17122011.html' title='# 210 - 17/12/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-b26XEOyy3ts/Tu-qG44Z8aI/AAAAAAAAGJo/JL003N_OC30/s72-c/alex%2Bkid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-2537917479266272317</id><published>2011-12-19T13:11:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T13:14:03.493-08:00</updated><title type='text'>HOW TO DESTROY ANGELS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-dZyuUwDYDu8/Tu-o37ddyHI/AAAAAAAAGJc/4SuOo45e4LQ/s1600/how%2Bto%2Bdestroy%2Bdscn1091.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-dZyuUwDYDu8/Tu-o37ddyHI/AAAAAAAAGJc/4SuOo45e4LQ/s320/how%2Bto%2Bdestroy%2Bdscn1091.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687950533199775858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Aproveitando o sucesso da trilha sonora de Millennium - Os Homens que  Não Amavam as Mulheres, Trent Reznor  anunciou o lançamento do primeiro  disco de How to Destroy Angels para o início de 2012. O projeto de Reznor ao lado da esposa, Mariqueen Maandig, e de  Atticus Ross, com quem colaborou também na trilha de A Rede Social, está  atualmente em estágio de mixagem. &lt;p&gt;Este é o primeiro disco completo do grupo, depois de lançar uma EP de  seis faixas no ano passado. Mas, segundo Reznor, a sonoridade do disco  será um pouco diferente. "Nós estamos terminando nosso primeiro álbum, que amadureceu muito o  nosso som para algo que é muito único. Mal posso esperar para esse disco  sair (...). Quando lançamos a primeira EP, foi resultado de seis  semanas em estúdio, apenas vendo o que acontecia. Não tivemos muito  tempo para explorar isso e entender como é o nosso som. Parecia estar  muito próximo de outros projetos em que eu estive envolvido, ou de  influências diretas. Agora, o som é do How to Destroy Angels, ao invés  de se parecer com outras coisas. Então estou orgulhoso disso e empolgado  para lançá-lo para o mundo", declarou Reznor, em entrevista à Rolling  Stone estadunidense.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O novo filme de David Fincher exerceu sua influência sobre o disco,  mas de forma contrária. Segundo Reznor, ele e Atticus Ross sentiam a  necessidade de distanciar-se da temática sombria e negativa de  Millennium.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Fazíamos três semanas de Millennium e precisávamos de uma pausa  daquele peso, então trocávamos para How to Destroy Angels. [O som da  banda] se tornou muito mais ritmico - e não ficou feliz -, mas realmente  começou a ganhar sua própria identidade. Fomos influenciados pelos  primeiros discos do Cabaret Voltaire - é muito desconstruído  ritmicamente e usa mais texturas. Mariqueen encontrou seu lugar. Nós a  usamos de um jeito muito interessante, eu acho", explicou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por enquanto, a banda não tem planos de sair em turnê, já que Reznor e  Maandiq estão prester a ter seu segundo filho. "Estamos discutindo a  ideia de fazer alguns shows. Não vou dizer que estou morrendo de vontade  de entrar em uma turnê de um ano agora, mas estou sentindo a coceira de  me apresentar ao vivo, de alguma maneira", declarou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para os fãs que continuam esperando novidades do Nine Inch Nails, o  plano de Reznor, segundo entrevistas anteriores, é dedicar-se à banda a  partie de março. "Na verdade, parei o Nine Inch Nails porque, como  qualquer ser vivo, comecei a sentir que estava me repetindo. Comecei a  sentir que precisava de uma reinvenção e precisava me forçar a fazer  isso. O How to Destroy Angels tem sido um escape criativo muito  interessante. Acho que quando as pessoas ouvirem o que estivemos  fazendo, vai validar isso. [Mas] dá medo e a possibilidade de fracasso  existe, então isso é empolgante pra mim", finalizou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda sem título divulgado, o primeiro disco do How to Destroy Angels  está previsto para o primeiro trimestre de 2012. O lançamento será  feito pelo selo de Reznor, Null Corporation.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://omelete.uol.com.br/musica/how-destroy-angels-nova-banda-de-trent-reznor-lanca-seu-primeiro-disco-em-2012/" target="_blank"&gt;Omelete&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-2537917479266272317?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/2537917479266272317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=2537917479266272317' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2537917479266272317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2537917479266272317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/how-to-destroy-angels.html' title='HOW TO DESTROY ANGELS'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dZyuUwDYDu8/Tu-o37ddyHI/AAAAAAAAGJc/4SuOo45e4LQ/s72-c/how%2Bto%2Bdestroy%2Bdscn1091.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-2057864672418001552</id><published>2011-12-13T08:07:00.001-08:00</published><updated>2011-12-13T08:18:25.713-08:00</updated><title type='text'># 209 - 10/12/2011</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-sGTDovd6u4s/Tud6f00iWpI/AAAAAAAAGIs/Xyzb0fx6EyU/s1600/The%2BJam.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 224px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-sGTDovd6u4s/Tud6f00iWpI/AAAAAAAAGIs/Xyzb0fx6EyU/s320/The%2BJam.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685647741752072850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"God Save the queen" dos Sex Pistols em ritmo de bossa nova, "closer" do Nine Inch Nails numa versão, no mínimo, inusitada - e debochada. Foi assim que começamos o programa de rock do último sábado: quebrando expectativas. "Everything is possible", já dizia ... alguém aí. Seguimos nesse clima, digamos, provocador, com "nazi rock", faixa do disco "rock around the bunker", de Serge Gainsbourg*, que brinca com coisa séria - o nazismo e a perseguição aos judeus durante a segunda guerra mundial. Fechando o bloco de abertura, o genial Rogerio Skylab com uma ode à matança de animais (ver letra abaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do Drop Loaded, uma entrevista ao vivo com Vicente Coda, que acaba de lançar seu primeiro disco solo, nada menos que um CD Duplo e conceitual chamado "A viagem de Christine ao universo da Beat Generation". A venda em Aracaju na Freedom, que fica na Rua Santa Luzia, 151, centro, próximo à catedral. Ou pelo e-mail vicentecoda@hotmail.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robot Wars, nova banda "crust" Hard Core de Aracaju, estréia no radio na mesma noite em que vai a Salvador lançar seu &lt;a href="http://www.mediafire.com/?ouw8sgmmtjndy0p"&gt;primeiro CD Demo&lt;/a&gt;. Tem na sua formação Silvio Gomes (guitarra/voz) e Ivo Delmondes (bateria/voz). Ivo que, junto com Daniela Rodrigues, forma também a Renegades of punk. Juntos, os dois estiveram à frente de vários projetos na cidade, e foram os responsáveis pela vinda à terra do cacique amaldiçoador das bandas que se seguiram no mesmo bloco, a saber a Warcry, de Portland, Oregon (USA), Mahatma Gangue, de Mossoró, RN, e o Velho de Câncer, do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto do fim, passamos mais uma vez pelo Hellcife, minha cidade preferida do nordeste - ok, depois de Aracaju, talvez. Coisas novas de nomes já calejados e consagrados e a Andaluza, uma banda pernambucana que existe desde 1990 e faz um som híbrido entre elementos do folk progressivo, hard-70 e trovadorismo. Para o fim, reservamos um passeio regressivo pela história do punk rock, começando com o neo-mod do The Jam e passando pelo lixo e a Furia do Sex Pistols, o ecletismo bem dosado do Clash, o pioneirosmo do The Damned (o compacto de "New rose" foi o primeiro disco de punk rock lançado por uma banda britânica) e dos Ramones (que deram o pontapé inicial no marasmo em que estava imerso o rock nos anos 70), até chegar nos precursores: New York Dolls, uma espécie de Rolling Stone sujo, mal vestido e mal tocado, e Iggy and the Stooges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até semana que vem, no mesmo bat horário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;* Gainsbourg – O Homem que amava as mulheres, de Joann Sfar –&lt;/span&gt; Brilhante cinebiografia do cantor e compositor francês contada em clima de conto de fadas, com a utilização na medida certa de alegorias representadas por imagens e personagens fantasiosos. Uma vida que há tempos pedia para ser contada, aliás: seu protagonista namorou algumas das mulheres mais lindas de seu tempo, especialmente Brigitte Bardot, A diva do cinema europeu, e Jane Birkin, com quem teve dois filhos e gravou vários discos. É dela a voz que geme na antológica “Je t'aime moi non plus”, muito embora não tenha sido ela a musa inspiradora da canção. Foi Bardot, que chegou a gravar, mas se recusou a lançar. A presença da musa, muito bem vivida por Laetitia Casta (não consigo imaginar um elogio maior à beleza de uma mulher do que convidá-la para interpretar Brigitte Bardot), é fonte de alguns dos momentos mais engraçados do filme, cuja narrativa fluente visita os principais episódios da conturbada trajetória do compositor, sempre polêmico: seu primeiro enfarto, ao qual reagiu declarando à imprensa que iria tratar bebendo e fumando ainda mais; a “musica do pirulito” de teor obviamente dúbio que ele convenceu a cantora adolescente France Gall a cantar; “nazi rock”, canção que conta a história de soldados da SS vestidos como drag queens dançando durante a “Noite das Facas Longas” e é a faixa de abertura “Rock Around the Bunker", um álbum com um conceito otimista sobre a Alemanha nazista; e sua versão “reggae” para “A Marselhesa”, o hino da França. Surpreendente estréia do diretor Joann Sfar, autor consagrado de Histórias em quadrinhos, com brilhante interpretação de Eric Elmonsino no papel principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# # #&lt;h1 id="identificador_musica"&gt;Matadouro das Almas&lt;/h1&gt;&lt;div id="cabecalho" class="cor_2"&gt;&lt;h2&gt;&lt;a id="identificador_artista" href="http://letras.terra.com.br/rogerio-skylab/"&gt;Rogério Skylab&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="div_letra"&gt;    &lt;p&gt;Quanta saudade dos antigos matadouros,&lt;br /&gt;Da vaca prenha abatida sem perdão,&lt;br /&gt;Dos bezerrinhos que gritavam em agonia,&lt;br /&gt;Do sangue quente espalhado pelo chão.&lt;br /&gt;Quanta saudade das mosquinhas varejeiras,&lt;br /&gt;Dos velhos tempos de mulheres e homens sãos,&lt;br /&gt;Dos viadinhos pendurados no curtume,&lt;br /&gt;Do jeito simples de viver uma paixão.&lt;br /&gt;Vem cá, meu bem.&lt;br /&gt;Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol.&lt;br /&gt;Aí então, vou te mostrar o amor pungente&lt;br /&gt;Dos animais.&lt;br /&gt;Ah! Ah! Ah!&lt;br /&gt;Quanta saudade dos antigos açougueiros,&lt;br /&gt;Da alegria em cortar, esquartejar,&lt;br /&gt;Da carne seca pelo sol do meio-dia,&lt;br /&gt;Desse sertão que até parece ser tantã.&lt;br /&gt;Quanta saudade do vermelho mais vermelho,&lt;br /&gt;Do cheiro podre de carniça pelo ar,&lt;br /&gt;Do vento forte que abre todas as porteiras,&lt;br /&gt;Da estrebaria, do chiqueiro, dos currais. Vem cá, meu bem.&lt;br /&gt;Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol.&lt;br /&gt;Aí então, vou te mostra o amor pungente&lt;br /&gt;Dos animais.&lt;br /&gt;Ah! Ah! Ah!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;# # #&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;Nouvelle Vague - God save the queen&lt;br /&gt;Richard Cheese - Closer&lt;br /&gt;Serge Gainsbourg - nazi rock&lt;br /&gt;Rogerio Skylab - Matadouro das almas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hangovers - Cheiro de lentilha queimada&lt;br /&gt;Hangovers - Porra, Marcia&lt;br /&gt;((( Drop Loaded )))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vicente Coda e a Paraphernalia - Abismo&lt;br /&gt;Vicente Coda e a Paraphernalia - Mais nada&lt;br /&gt;+ Entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robot Wars - Intro/me deixe perder&lt;br /&gt;The Renegades of punk - same old shit&lt;br /&gt;Warcry - When comes the end&lt;br /&gt;Mahatma Gangue - Nana! Nana!&lt;br /&gt;Velho de Câncer - raiva de espírito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo Livre s/a - Se eu tivesse fé (fucking shit)&lt;br /&gt;Karina Buhr - A pessoa morre&lt;br /&gt;Eddie - Gloria dub&lt;br /&gt;Andaluza - Saudação à Nação Porto Rico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The jam - All Mod Cons&lt;br /&gt;The Clash - White riot&lt;br /&gt;Sex Pistols - Anarchy in the UK&lt;br /&gt;The Damned - New rose&lt;br /&gt;Ramones - Commando&lt;br /&gt;New York Dolls - Trash&lt;br /&gt;Iggy &amp;amp; The Stooges - Raw power&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;#&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-2057864672418001552?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/2057864672418001552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=2057864672418001552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2057864672418001552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2057864672418001552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/209-10122011.html' title='# 209 - 10/12/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sGTDovd6u4s/Tud6f00iWpI/AAAAAAAAGIs/Xyzb0fx6EyU/s72-c/The%2BJam.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-8682934106672432773</id><published>2011-12-07T05:21:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T05:50:45.944-08:00</updated><title type='text'>VAI SE FODER NO INFERNO !!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZWtM2ImsBl0/Tt9tYbPlveI/AAAAAAAAGII/RjoqUxB96mQ/s1600/gangrena%2B000%2B385975_207072856040388_100002130244951_479408_1134527365_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZWtM2ImsBl0/Tt9tYbPlveI/AAAAAAAAGII/RjoqUxB96mQ/s320/gangrena%2B000%2B385975_207072856040388_100002130244951_479408_1134527365_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683381521162288610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A última vez que a Gangrena Gasosa tocou em São Paulo, foi no Aeroanta, espaço demolido para dar espaço à estação Faria Lima do Metrô. Depois de mais de 15 anos sem tocar na terra da garoa, os macumbeiros da Gangrena Gasosa vieram para cidade gravar o seu primeiro DVD. E nada mais apropriado do que gravar no Inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inferno fica no que chamam de Baixo Augusta, o lado mais podre de uma das ruas mais conhecidas de São Paulo, conhecido por suas boates de prostituição e as casas de shows alternativos. Foi lá que o pessoal da Black Vomit Filmes (que produziu Guidable – A verdadeira história do Ratos de Porão) escolheu para gravar “Desagradável”. A decoração ficou com a pegada de filmes de terror B, com direito a muitas cabeças de cera, crânios, pedaços de braços, pernas e víceras penduradas e, claro, as cuias de despachos, imagens de diabo e a farofa características da Gangrena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wnTtmK_ImoQ/Tt9tGT_YGhI/AAAAAAAAGH8/3rHMA2N8P58/s1600/gg%2B003%2B6468847625_908e6516b7_b.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-wnTtmK_ImoQ/Tt9tGT_YGhI/AAAAAAAAGH8/3rHMA2N8P58/s320/gg%2B003%2B6468847625_908e6516b7_b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683381209977592338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A ansiedade da banda para essa gravação já se arrastava por algumas semanas e estava mais latente momentos antes do show, principalmente por conta do público que foi chegando timidamente. Havia um show de uma banda gringa no mesmo dia. Mas eles provaram, mais uma vez, que santo de casa também faz milagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para deixar o inferno (sim, no sentido literal) no ponto, tocaram as bandas Hutt, Faccion de Sangre e Atroz. Todas com canções que seguiram na linha “trilha sonora para o fim do mundo”, com sets curtos, cheio de energia e pancadas na moleira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kUfNx4lxB2o/Tt9s4C3CMLI/AAAAAAAAGHw/H6V7AKrO7tA/s1600/gg%2B002%2B6468846345_df80c619b1_b.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 215px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-kUfNx4lxB2o/Tt9s4C3CMLI/AAAAAAAAGHw/H6V7AKrO7tA/s320/gg%2B002%2B6468846345_df80c619b1_b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683380964861030578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Após acertar os últimos retoques, organizar os despacho, acender as velas, a Gangrena sobe ao palco e o rec das 5 filmadoras foram acionados. Pomba Gira na percussão (linda, por sinal), Exú Caveira na guitarra, Exú Lúcifer no baixo e Exú Morcego na bateria, começam com uma versão upgrade de “Troops of Olodum”, seguido de “Surf Iemanjá”, com os vocalistas Zé Pelintra e Omulú já incorporados. A partir daí, o ponto já estava marcado e todos os espíritos do mal já rodeavam o espaço. Mesclaram sons de todas as fases da banda, com ênfase em “Se deus é 10, satanás é 666” e “Smells like a tenda spírita”, mas também clássicos das demo-tapes como “Pegue o santo or die”. Todas as canções cantadas em coro pelo público que encheu o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nUR2kVcB5w4/Tt9uByZyCEI/AAAAAAAAGIU/uV--iWRkMCM/s1600/gangrena%2B005%2B6468849545_bb24a5d9b0_b.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 237px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-nUR2kVcB5w4/Tt9uByZyCEI/AAAAAAAAGIU/uV--iWRkMCM/s320/gangrena%2B005%2B6468849545_bb24a5d9b0_b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683382231753689154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No meio de “Benzer até Morrer/Kurimba Ruim”, aparece o Pai Jão, cumprimentando o todos os integrantes da maneira tracional dos umbandistas. Não entendeu? O Pai Jão é o guitarrista do Ratos de Porão, que incorporou muito bem o personagem, com seu charuto, guias e roupas brancas. Foi muito engraçada essa participação, para delírio do público e, claro, da banda, que nasceu com o sonho de tocar ao lado do RDP no Circo Voador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A introdução de “Despacho from hell”, foi a senha para os mais velhos (obrigado pela dica, Panço!) ficarem espertos para não tomar a chuva de farinha. Porém, geral estava a fim de ser abençoado (ou amaldiçoados) pela oferenda que teve ajuda de Pai Jão na distribuição.Ao final de “Artimanhas do catiço”, duas fãs invadiram o palco e foram possuídas pelas entidades presentes: uma amarrada e com o pescoço cortado e outra que realizou um parto forçado pelo diabo (sim, ele em pessoa, modelo da capa do último disco), que comeu e jogou pedaços do feto para o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, pra fechar, num clima bem Slayer, Exu Morcego cuspiu sangue para cima. Uma apoteose de dar medo! Muita gente ali deve ter se revirado na cama relembrando aquelas cenas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SO3KGZhhW1U/Tt9uRT3TG1I/AAAAAAAAGIg/L-pFNSkJM-U/s1600/gangrena%2B005%2B6468848837_91f08aca2f_b.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-SO3KGZhhW1U/Tt9uRT3TG1I/AAAAAAAAGIg/L-pFNSkJM-U/s400/gangrena%2B005%2B6468848837_91f08aca2f_b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683382498433899346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E assim foi a derradeira canção da banda. Não foi possível nenhum bis, pois tinham horário para entregar o espaço e os seguranças estavam botando todo mundo pra fora, com uma delicadeza semelhante aos sons tocados no dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma apresentação magistral de uma das bandas mais originais do rock brasileiro. Quem perdeu, agora espere até lançar o DVD, que está sendo produzido no esquema de “vaquinha virtual”, onde cada um pode ajudar de alguma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso queira mandar sua oferenda, clique &lt;a href="http://www.movere.me/exibeProjeto.do?id=60"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.revoluta.com/?p=2469"&gt;Revoluta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Marcio Sno&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-8682934106672432773?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/8682934106672432773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=8682934106672432773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8682934106672432773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8682934106672432773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/vai-se-foder-no-inferno.html' title='VAI SE FODER NO INFERNO !!!!'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ZWtM2ImsBl0/Tt9tYbPlveI/AAAAAAAAGII/RjoqUxB96mQ/s72-c/gangrena%2B000%2B385975_207072856040388_100002130244951_479408_1134527365_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-892649584955820184</id><published>2011-12-05T14:48:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T05:23:23.600-08:00</updated><title type='text'># 208 - 03/12/2011</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-eojVIYPedQ4/Tt1fv_FavSI/AAAAAAAAGHk/VKt_FMlrZvs/s1600/Impaled_Nazarene_-_Tol_Compt_Norz_Norz_Norz-Limited_Edition-FI-1996-5-DMRG.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-eojVIYPedQ4/Tt1fv_FavSI/AAAAAAAAGHk/VKt_FMlrZvs/s320/Impaled_Nazarene_-_Tol_Compt_Norz_Norz_Norz-Limited_Edition-FI-1996-5-DMRG.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682803582804081954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eu faço o programa de rock de forma voluntária, sem remuneração, e pra mim é tranquilo. Me divirto fazendo. Só é chato mesmo quando tenho que abdicar de algo, como assistir ao lançamento do documentário dos Baggios, que aconteceu no último sábado no Centro de Criatividade. Foi às 17:00H, ou seja: quase na hora do programa. Sem condições. Poderia não ter feito, não há nenhum contrato que me obrigue a estar lá para colocar estas 2 horas de rock and roll no ar, mas eu fui. Só não vou em último caso. Assumi este compromisso e pretendo levá-lo até o fim, o que significa dizer até quando eu esteja me divertindo fazendo e os meus poucos porém valorosos ouvintes estejam dispostos a seguir acompannhando no aconchego de seus lares. Em todo caso, clicando &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sH2HB7XvwsY&amp;amp;feature=youtu.be"&gt;aqui&lt;/a&gt; você assiste o documentário, que retrata a última (e maior) turnê do duo "bluesy" sergipano pelo nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wqS2CvV44hA/Tt1LOO0rVEI/AAAAAAAAGHM/rdV44GwjkDI/s1600/No%2BSense%2B378424_299524106736614_100000370828274_1043986_1789838181_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-wqS2CvV44hA/Tt1LOO0rVEI/AAAAAAAAGHM/rdV44GwjkDI/s320/No%2BSense%2B378424_299524106736614_100000370828274_1043986_1789838181_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682781012680725570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Abrimos a noite com "Baixo augusta", faixa título do novo álbum do Cachorro Grande. Na sequencia, alguns clássicos do rock em versões Ao Vivo. Depois do Drop Loaded, uma geral no rock independente brasileiro com os Baggios, o Radar Tantã, de Minas Gerais - banda capitaneada pelo ex-Virna Lisi César maurício - uma musica nova do Suíte Super Luxo, de Brasília, mais uma do disco "international Brazilian Surfs", de 2005, do &lt;a href="http://reverb-brasil.org/wordpress/lang/en/2009/04/the-dead-rocks-discografia-completa-the-dead-rocks-full-discography/"&gt;Dead rocks&lt;/a&gt;, de São Carlos, São Paulo, e uma do já clássico "seres verdes ao redor", dos cariocas do Supercordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quadro "Vale a pena ouvir de novo" tivemos O NO Sense, de Santos, que viajou recentemente para Brasilia para fazer sua primeira apresentação por lá (ver foto), Napalm Death e a unica faixa de seu ultimo disco lançado, um flexi disc que veio encartado numa das últimas edições da revista Decibel Magazine, e Morbid Angel com uma de seu último (e polêmico) álbum, Illud Divinum Insanus. Aproveitamos pra emendar uma climática faixa de "The solitude of prime numbers", disco que Mike Patton lançou recentemente e que serve como extensão para a trilha sonora, também composta por ele, de um filme italiano de mesmo nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5DpPOadXVGE/Tt1LJKbSpAI/AAAAAAAAGHA/4Sc04x2Amm4/s1600/CANNIBAL_CORPSE_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-5DpPOadXVGE/Tt1LJKbSpAI/AAAAAAAAGHA/4Sc04x2Amm4/s320/CANNIBAL_CORPSE_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682780925601162242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Encerrando a noite, um passeio pelo mundo do metal e suas inúmeras subdivisões: o Heavy Metal "classudo" dos alemães do Accept, o glam metal do Motley Crue, com um clássico dos anos 80, o new metal do Slipknot, que fez um show impressionante na última edição do Rock in Rio, o Black metal dos finlandeses do Impaled Nazarene com uma faixa de seu último disco, "road to octagon", do ano passado, e o Death metal, representado pelo Cannibal Corpse, que tocou em São Paulo naquela mesma noite. Deles, executamos o EP "Hammer Smashed Face", de 1993, na íntegra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lindo poder tocar Cannibal Corpse no radio. É por estas e outras que eu vou continuar produzindo o programa de rock indefinidamente, enquanto o espaço estiver disponível. Ou até, pelo menos, a edição # 666.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado a todos que ouviram e especialmente aos que se manifestaram via SMS, telefone e redes sociais: o pessoal da banda Holidays, Aquino, Maíra, Danihella, Joelane (valeu o entusiasmo, sempre!),&lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000171449488" hovercardx="/ajax/hovercard/user.php?id=100000171449488"&gt; Augusto Andrade Santos&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://www.facebook.com/ismaelleitedealmeidajunior" hovercardx="/ajax/hovercard/user.php?id=100002349751394"&gt; Ismael Júnior&lt;/a&gt;, &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/tadewdakede" hovercardx="/ajax/hovercard/hovercard.php?id=100002847625526"&gt;Tadew Dakade&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e&lt;a class="pronoun-link " href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002171948755"&gt; Marlio Oliveira&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachorro Grande - Baixo Augusta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bob Dylan (Ao Vivo) - Lay Lady lay&lt;br /&gt;The Big Brother &amp;amp; Holding Company (Ao Vivo) - I Need a man to love&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ya_WbhPGX5c/Tt1LkV4xicI/AAAAAAAAGHY/cAgNu18VMd0/s1600/napalm_nme.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 280px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ya_WbhPGX5c/Tt1LkV4xicI/AAAAAAAAGHY/cAgNu18VMd0/s400/napalm_nme.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682781392534079938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Elvis Presley (Ao Vivo) - Suspicious mind&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;((( Drop Loaded )))&lt;br /&gt;com Anacrônica, de Curitiba&lt;br /&gt;Entrevista +&lt;br /&gt;# Em mim&lt;br /&gt;# Delorean&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Baggios - Uma bem beleza&lt;br /&gt;Radar Tantã - Naftalina&lt;br /&gt;Suíte super luxo - Mambo&lt;br /&gt;The Dead Rocks - Theme for rock is dead&lt;br /&gt;Supercordas - sobre o frio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Sense - Vendetta&lt;br /&gt;Napalm Death - legacy was yesterday&lt;br /&gt;Morbid Angel - Existo Vulgore&lt;br /&gt;Mike Patton - Radius of convergence&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Accept - Balls to the wall&lt;br /&gt;Motley Crue - girls girls girls&lt;br /&gt;Slipknot - sic&lt;br /&gt;Impaled Nazarene - corpses&lt;br /&gt;Cannibal Corpse:&lt;br /&gt;# Hammer Smashed face&lt;br /&gt;# The Exorcist (possessed cover)&lt;br /&gt;# Zero The Hero (Black Sabbath cover)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-892649584955820184?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/892649584955820184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=892649584955820184' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/892649584955820184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/892649584955820184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/208-03122011.html' title='# 208 - 03/12/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-eojVIYPedQ4/Tt1fv_FavSI/AAAAAAAAGHk/VKt_FMlrZvs/s72-c/Impaled_Nazarene_-_Tol_Compt_Norz_Norz_Norz-Limited_Edition-FI-1996-5-DMRG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-7026215340312750661</id><published>2011-12-05T08:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T08:13:51.398-08:00</updated><title type='text'>Wallpaper pdrock</title><content type='html'>Clique na imagem abaixo para ampliar, salve em seu computador, defina como plano de fundo em sua área de trabalho e nunca mais esqueça que o programa de rock agora vai ao ar em novo dia e horário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-iwBfNsuWDuM/TtztpoB5-FI/AAAAAAAAGG0/i8FggTSDG_8/s1600/pdrock%2Bwallp%2BBlack-Sabbath-1-MLPEH2GXMM-1024x768.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-iwBfNsuWDuM/TtztpoB5-FI/AAAAAAAAGG0/i8FggTSDG_8/s400/pdrock%2Bwallp%2BBlack-Sabbath-1-MLPEH2GXMM-1024x768.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682678129210554450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-7026215340312750661?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/7026215340312750661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=7026215340312750661' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7026215340312750661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7026215340312750661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/wallpaper-pdrock.html' title='Wallpaper pdrock'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-iwBfNsuWDuM/TtztpoB5-FI/AAAAAAAAGG0/i8FggTSDG_8/s72-c/pdrock%2Bwallp%2BBlack-Sabbath-1-MLPEH2GXMM-1024x768.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-203355775713671970</id><published>2011-12-05T06:50:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T15:04:15.831-08:00</updated><title type='text'>EM OUTRAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--MPzxb7yVzw/Ttzbz6tauCI/AAAAAAAAGGE/bvu4LgUF3Xc/s1600/the%2BBaGGIOS%2BTv%2BTrama%2B6406773391_eb83e620a5_b.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/--MPzxb7yVzw/Ttzbz6tauCI/AAAAAAAAGGE/bvu4LgUF3Xc/s320/the%2BBaGGIOS%2BTv%2BTrama%2B6406773391_eb83e620a5_b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682658514814285858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Blues é som de estrada, e foi numa dessas encruzilhadas que nasceu o rock. The Baggios são 2 moleques que sabem das coisas e fazem música da pesada. Júlio Andrade, o Julico, é um guitarrista de mão cheia, e Gabriel Carvalho, o Perninha, pisa fundo e bate forte na bateria. C/ idade média de 21 anos, o duo blues-rock é a banda sergipana que mais toca, dentro e fora do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses foram 10 shows no Nordeste e mais 6 em São Paulo, incluindo 2 festivais no interior e uma apresentação na TV Trama, divulgando o disco de estréia. Lançado pelo selo Vigilante, THE BAGGIOS já tem mais de 2.000 downloads feitos diretamente pelo site oficial dos caras, “sem contar os números dos links que circulam por outros blogs”, observa Julico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-d8AdYfkYyXA/Ttzb-TcVHiI/AAAAAAAAGGQ/1wzA2_OEeTE/s1600/Baggios%2Bjulico%2B6406774005_2f5e9114a1_b.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-d8AdYfkYyXA/Ttzb-TcVHiI/AAAAAAAAGGQ/1wzA2_OEeTE/s320/Baggios%2Bjulico%2B6406774005_2f5e9114a1_b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682658693252193826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Energético, ruidoso e rápido”, definiu Jéssica Figueiredo do Rock In Press. A revista Rolling Stone disse que “o duo sergipano poderia facilmente ser classificado como mais uma das bandas que bebem na fonte inesgotável do rock setentista, mas o que o diferencia é saber usar a estética musical daquela época a seu favor sem cair na obviedade.” O show de lançamento em Aracaju garantiu aos que compraram o ingresso um CD c/ capa lindona em formato digipack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São 14 faixas que vão do esporro de O Azar Me Consome e Em Outras – canção vencedora dos festivais da Aperipê e da Arpub em 2010 – passando por influências de soul music – os metais de Candango’s Bar e Quanto Mais Eu Rezo – até flamenco – em Oh Cigana. O álbum foi produzido por eles mesmos e mixado por Léo Airplane, que cria o clima psicodélico c/ seus teclados em Não Estou Aqui e You Never Walk Alone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-K9gZmqD6NDU/TtzcQCmbvcI/AAAAAAAAGGc/xrA_6RQPy78/s1600/Baggios%2B272454_207375902647198_100001243697474_643439_5958371_o.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 202px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-K9gZmqD6NDU/TtzcQCmbvcI/AAAAAAAAGGc/xrA_6RQPy78/s320/Baggios%2B272454_207375902647198_100001243697474_643439_5958371_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682658997968813506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Quem dá as cartas aqui é a guitarra, por vezes bem suja, em outras mais inteligente e harmônica, mas sempre presente e colocada em primeiro plano”, avalia o site Zona Punk. “Para o desespero dos indies, a dupla está mais próxima de Raul Seixas e do ié-ié-ié da Jovem Guarda do que do White Stripes, apesar de sua energia roqueira por vezes não fazer nem um pouco feio ao lado de um Jon Spencer, por exemplo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Descobri que fomos citados por um dos principais jornais da Inglaterra, The Guardian, pela nossa participação na coletânea mensal e mundial chamada MUSIC ALLIANCE PACT”, Julico comenta sem perder a humildade. O bluesman de São Cristóvão também é guitarrista solo da Plástico Lunar, a banda do Léo em que tem participação cada vez maior, segurando os vocais de América e Onde Deus Está, composições dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Somos amigos desde 2009, quando gravamos o clip de Gargantas do Deserto. Hoje vou lá no Centro de Criatividade, onde rola no fim de tarde a premiére do documentário The Baggios - Turnê Nordeste 2011. “Quem for, poderá comprar o DVD que vem com alguns extras: Acústico Aperipê, trecho do show que fizemos no Office Pub e também uma série de fotos do Snapic.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tGnKHSEEyww/TtzcifxCHcI/AAAAAAAAGGo/0QRLAJdpA3o/s1600/baggios%2B175338_165671103484345_100001243697474_402358_5288634_o.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 264px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-tGnKHSEEyww/TtzcifxCHcI/AAAAAAAAGGo/0QRLAJdpA3o/s400/baggios%2B175338_165671103484345_100001243697474_402358_5288634_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682659315035545026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Conversei c/ o ‘slider’ mais endiabrado – e sorridente – do mundo, p/ descobrir por que o estradeiro Júlio diz que seu caminho é “o mais lá dentro e o mais feliz”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique &lt;a href="http://vivalabrasa.blogspot.com/2011/12/em-outras-blues-e-som-de-estrada-e-foi.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para ler a entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por  Adolfo Sá&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-203355775713671970?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/203355775713671970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=203355775713671970' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/203355775713671970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/203355775713671970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/em-outras.html' title='EM OUTRAS'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/--MPzxb7yVzw/Ttzbz6tauCI/AAAAAAAAGGE/bvu4LgUF3Xc/s72-c/the%2BBaGGIOS%2BTv%2BTrama%2B6406773391_eb83e620a5_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-5935946574793405365</id><published>2011-12-01T07:39:00.000-08:00</published><updated>2011-12-12T05:45:29.056-08:00</updated><title type='text'>Goiânia Noise</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;No próximo fim de semana acontece mais uma edição do Goiânia Noise Festival.  Aproveito para narrar aqui minhas impressões sobre a única vez em que estive por lá, em 2003, e para publicar uma entrevista que o guitarrista Castor Daudt, do Defalla, concedeu ao site &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.aredacao.com.br/culturas.php?noticias=5779"&gt;www.aredacao.com.br&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - mais uma cortesia da&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Escarro Napalm unautorized reproductions inc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CKCHXAslY3Y/TteiRkd1HGI/AAAAAAAAGFU/LjOwIy3HuHQ/s1600/defalla.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-CKCHXAslY3Y/TteiRkd1HGI/AAAAAAAAGFU/LjOwIy3HuHQ/s320/defalla.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681187877681437794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;(recordar é viver)&lt;/span&gt; Sempre tive bons contatos e ainda melhores amigos em Goiânia e, muito por conta disso, nutria desde tempos imemoriais uma vontade de, um dia, aparecer por lá. Aconteceu, finalmente, em novembro de 2003, aproveitando a data para conferir, “in loco”, mais uma edição do Goiânia Noise Festival – minha primeira e, pelo menos por enquanto, última vez.    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Era bem mais barato ir daqui (Aracaju) pra São Paulo e de lá para Goiânia, então foi o que fiz, me programando para, já que teria que passar por lá mesmo, ficar uma semana (das duas que tinha disponíveis) na terra da garoa. Não sem antes fazer uma volta absurda, parando primeiro em Maceió e depois em Petrolina, Pernambuco (o aeroporto de Petrolina parecia um sítio, apenas uma casinha no meio de um descampado)! Coisas da finada BRA ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-H7CFam1ktFk/TtejFHqH9gI/AAAAAAAAGFg/Gb9cr-dIcgc/s1600/goiania%2Bnoise%2Bindex_2011.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 360px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-H7CFam1ktFk/TtejFHqH9gI/AAAAAAAAGFg/Gb9cr-dIcgc/s400/goiania%2Bnoise%2Bindex_2011.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681188763301574146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não conhecia absolutamente nada de Goiânia, por isso entrei na net para pesquisar pontos turísticos e coisa e tal. Encontrei apenas uma estátua do bandeirante Ananhguera que parece ser, realmente, um ponto de referência. Bom, pelo menos eu senti que estava finalmente na capital de Goiás ao me ver em frente ao referido monumento. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;O centro da cidade é interessante, lembra um pouco Aracaju no sentido de haver uma curiosa mistura de cidade grande com aquele clima de interior: num momento você está numa avenida enorme e movimentadíssima cercade de prédios, mas então vira uma esquina e se depara com uma rua só de casas onde as pessoas ainda se sentam na porta para conversar. É legal isso. É aconchegante, como aconchegante foi o hotelzinho 5 cruzes onde eu me hospedei até conseguir finalmente entrar em contato com meu camarada de longa data Marcio jr., na casa de quem ficaria.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aproveitei para freqüentar dois cinemas de rua que ainda existiam por lá – sempre aproveito essas viagens para ver filmes em cinemas de rua nas cidades que porventura ainda os tenha. Vi a parte final de “Matrix” em um e o filme d’Os Normais” em  outro. Nada de muito marcante, nem os filmes, nem os cinemas, mas tava valendo. O que mais me impressionou, no entanto, foi a incrível quantidade de sebos, de livros e de discos, que havia na cidade. Até me arrependi de ter gastado quase toda a minha grana em Sampa, já que vi coisas bem mais interessantes e, mais importante, mais baratas, por lá.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-60AHsj6aA3g/Ttejo0fVX5I/AAAAAAAAGFs/5Zw38hAsABQ/s1600/goiania%2Bnoise%2B2003%2Bgnf.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 275px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-60AHsj6aA3g/Ttejo0fVX5I/AAAAAAAAGFs/5Zw38hAsABQ/s400/goiania%2Bnoise%2B2003%2Bgnf.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681189376631332754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas vamos ao festival: Lá vi, pela primeira vez, o Matanza, ainda não tão famoso. Grande show. Grandes shows também fizeram o Relespública, de Curitiba; Os Astronautas, de Recife; o Mukeka di rato, do Espírito Santo (este com direito à presença de uma vaca cenográfica que eles capturaram de um depósito ao lado no palco); Walverdes, de Porto Alegre, e Autoramas, do Rio. Das bandas locais destacaria O Mechanics, que são sempre bons, especialmente ao vivo, Hang The Superstars e MQN. O MQN foi mais que bom, foi ótimo – Fabrício Nobre é um ótimo performer e tem o público na mão. Me lembro da preocupação dele com um gordinho (maneira de dizer, o cara era OBESO, MUITO GORDO) do publico que, me parece, teve um ataque cardíaco durante o festival ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Já excelentes foram os shows do Ratos de Porão, dos Retrofoguetes, de Salvador – estes são sempre ótimos, é até covardia comparar – e, principalmente, do Guitar Wolf, legendária formação de garage rock do Japão. Merecem, inclusive, um parágrafo à parte ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não foi bem um show, foi uma perfomence regada e muito barulho e insanidade. Os caras, pelo que lembro, praticamente não tocaram nenhuma musica inteira - apenas começavam algum riff e partiam pra ignorância, para a microfonia pura e simples, se contorcendo e se jogando no palco e/ou oferecendo os instrumentos para que o publico tocasse, no que foram atendidos diversas vezes. Musicalmente caótico, mas valeu pela catarse coletiva. Foi divertido. Aliás, os caras são muito divertidos: São rock and roll até a medula! Saí com eles e uma galera pra bater um rango num boteco depois do show e ficava impressionado com o cuidado que eles tinham com os topetes e com a quantidade de fotos que os pessoas que os acompanhavam tiravam. Era foto de tudo: do cardápio do bar, dos copos, das mesas, dos pés, do cachorro que passava pela rua ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Um registro: vi também o Mundo Livre S/A, e foi estranho ver o Mundo Livre S/A fora do Recife, ou do nordeste. Mas de repente não foi nem isso, já que o Mundo Livre é meio estranho mesmo: às vezes fazem shows sensacionais, outras vezes nem tanto. Foi lá também, no Jóquei Clube de Goiás, uma das ultimas vezes em que eu caí no pogo, ao som do crustcore preciso dos candangos da Terror Revolucionário, banda capitaneada pelo herói da resistência Fellipe CDC, meu amigo de longa data. Foi muito bom revê-lo, assim como foi rever Renzo (com o qual esbarrei em plena roda de pogo) e Phu, ex-DFC. Perguntei pelo Túlio e Phu respondeu que “Túlio é playboy, não vem pra esses rocks não”.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Foi muito bom também rever, mesmo que brevemente, meu amigo de fé, irmão e camarada Oscar F., hoje Fortunato, artista plástico conceituado na cidade. E conhecer pessoalmente, finalmente, alguns grandes correspondentes dos tempos das cartas e zines, como o (então) casal Eduardo e Lorena D’Allara, dos Resistentes – que também tocaram no festival. Eduardo era impressionante, uma verdadeira enciclopédia viva de punk rock nacional. Era também meio esquisito, tinha uns tiques nervosos com sanduíches com maionese, por exemplo, mas normal. “De perto, ninguém é normal”, já dizia Caê. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bem legal também participar dos bastidores do evento – Almoçar arroz de pequi com pimenta com os Retrofoguetes, relembrar o Punka com Gabriel do Autoramas, os tempos do rock alagoano com Wado (que eu não lembrava que já conhecia da época em que andava por lá com os caras da Living In the Shit), ouvir as merdas do Finatti e as reclamações do Gordo do Ratos - especialmente quanto à viagem de avião, que também foi pela BRA. De “quebra”, me batí com Pompeu, do Korzus, que era técnico de som do Ratos, e com Juninho, o baixista, que me reconheceu e foi logo cantando algumas singelas composições da minha banda de grindcore pornográfico, a 120 Dias de Sodoma, que ele havia conhecido algum tempo antes quando havia tocado aqui em Aracaju com a Discarga.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tempo bom. Qualquer dia apareço por lá de novo ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;por Adelvan&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;# # #&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold; text-align: center; color: rgb(204, 153, 51);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;DeFalla, uma entrevista&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Já se passaram 25 anos desde que o DeFalla decidiu estragar tudo e  trilhar o caminho oposto ao do rock brasileiro de sua geração. Entre a  vanguarda e o escracho total, o grupo gaúcho foi amado e odiado, passou  por intermináveis formações, transitou por vários estilos e, na medida  do possível, saiu vivo de todos eles. Tudo sob o comando do frontman Edu  K, espécie de mistura de Mike Patton com Iggy Pop, só que canastrão  desde sempre e hoje meio gordinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no primeiro disco, o cultuado &lt;i&gt;Papapaparty&lt;/i&gt; (1987), angústia pós-punk e groove dividem o mesmo espaço, algo intragável para os guetos da época. O disco seguinte, &lt;i&gt;It's Fuckin' Borin' to Death&lt;/i&gt;,  abre com duas desconstruções de clássicos de Beatles e Raul Seixas.  Neste registro de 1988, estava escancarada a porta do funk/metal/rap -  em sincronia com o que Red Hot Chilli Peppers e Faith No More faziam lá  fora - e de toda a esquizofrenia que viria nos  seis discos seguintes. Tanta anarquia foi descambar até à "fase Miami",  uma das reencarnações da banda, sob forte influência do pancadão carioca  e com o - vá lá... - curioso hit&lt;i&gt; Popozuda Rock'n'Roll&lt;/i&gt;, em 2000. Dois anos depois, foi lançado &lt;i&gt;Superstar&lt;/i&gt;, último álbum de estúdio até aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em  2011, o convite para um único show bastou para que os quatro  integrantes originais, hoje morando em quatro estados diferentes do  país, se reunissem em Porto Alegre. Novos convites surgiram desde então e  Goiânia foi incluída na rota. O DeFalla está na &lt;a href="http://www.goianianoisefestival.com.br/programacao2011.php"&gt;programação de 17º Goiania Noise&lt;/a&gt; e toca no próximo sábado (3/12).&lt;b&gt; A Redação&lt;/b&gt;  conversou com Castor Daudt, guitarrista da banda, eufórico na ocasião  em função do show que fariam naquela noite no Ocidente, bar  portoalegrense berço do DeFalla e de quase todo o rock da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como é que foi acontecer esta nova reunião da banda?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tem um projeto em Porto Alegre, chamado &lt;i&gt;Discografia Rock Gaúcho&lt;/i&gt;,  que tenta reunir as bandas para executarem um disco inteiro com a  formação original. Eles nos convidaram - eu, Biba, Flu e Edu K - pra  tocar o nosso primeiro disco. Neste evento, tivemos que fazer duas  sessões na mesma noite. Lotamos duas vezes a casa. Aí a gente pensou:  'De repente, se aparecer outras oportunidades de shows, podemos fazer'.  Daí começaram a nos propor novos shows. Pintou um em São Paulo, depois  outro em Porto Alegre, no Porão do Rock em Brasília, na festa SeRasgum  em Belém. Foi uma recepção totalmente inesperada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;No show, são só as músicas antigas ou tem coisas novas surgindo? Existe alguma possibilidade de disco de inéditas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Nós nos reunimos pra tirar o &lt;i&gt;Papaparty&lt;/i&gt;,  basicamente, e depois o segundo. Neste show em Goiânia, 80% do show vai  ser composto por estes dois discos, que são aqueles gravados com essa  formação, e algumas dos outros também. E estamos pensando em disco novo  sim. Temos trocado bases e riffs pela internet. A Biba faz vários  ritmos, loops, sequências, manda para nós e botamos guitarra e baixo em  cima. Neste processo, duas ou três músicas estão em andamento. Já  tivemos até propostas de gravadora, mas não há material o suficiente  ainda. Em 2012, rola algo com certeza.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Com tantas idas e vindas, é possível dizer que o DeFalla está voltando de fato? Ou ele nunca foi embora?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu saí faz uns 15 anos. A partir de 1996, virou basicamente uma coisa do Edu. Depois do disco de 92 (&lt;i&gt;Kingzobullshitbackinfulleffect92&lt;/i&gt;,  lançado pela Cogumelo Records), não era mais uma banda. O show no  Hollywood Rock simbolizou este último momento. O Edu saiu e lançou um  disco solo, &lt;i&gt;Meu nome é Edu K&lt;/i&gt;. Nós outros tínhamos um monte de  músicas e reunimos um outro time. Usamos o nome D-Phala, não era bem o  DeFalla. Depois o Edu retomou o nome e fez outros discos. Aconteceram  outras voltas meio curtas, mas agora foi a hora exata. Teve tempo da  gente amadurecer e foi a coisa certa no momento certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Olhando para trás agora, onde o DeFalla se situa no rock brasileiro dos anos 80?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A  gente foi aquele outro lado que devia existir. Nos anos 80, era todo  mundo muito bundinha. Meio xarope mesmo eram só o Renato Russo e o  Cazuza, mas o som também era muito bundinha. Todos queriam fazer sucesso  e dinheiro, enquanto nós não estávamos nem aí: escrevíamos letra em  inglês, juntava com português, fazíamos o que queríamos. A gente  rescindiu contrato com uma multinacional, por exemplo, o que ninguém  faria. Fizemos o caminho inverso, saindo do mainstream e indo para o  independente. Entendo que nossa banda foi necessária para  contrabalancear essa bundice. Tem que ter sempre um lado. Nós éramos o  outro lado da moeda do rock nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E o tal do rock gaúcho, ou o que se convencionou chamar de "rock gaúcho", isso existe?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Andei  pensando nisso e acho que o rock gaúcho não existe. Pra mim, Kleiton e  Kledir foram os únicos que misturaram o estilo gauchesco com rock e MPB.  O Nenhum de Nós também tenta fazer, tem sanfoneiro e tal, mas ficam em  um meio-termo. Não é gauchesco, nem é pop rock. Podemos dizer que,  embora excelentes, as outras bandas - Replicantes, Cascavelletes, TNT,  Garotos da Rua, etc. - eram uma cópia do rock inglês com sotaque gaúcho.  Tinha letras, atitude, mas em termos musicais vai muito pelo rock  inglês e americano. Nós temos aquele espírito separatista, o rock gaúcho  sempre tentava ser diferente, mas nunca foi bem assim.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Como foi assistir de longe &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Q6RatEty4lk"&gt;aquela guinada para o funk carioca&lt;/a&gt; feita pelo Edu K?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;De  fora, foi muito estranho (risos). Na época, eu ri muito, já que o  DeFalla sempre foi mais vanguarda e, de repente, ele fez uma coisa bem  do povão. Eu acho que ele usou o nome do DeFalla, mas era muito mais uma  coisa dele. Considero que era "Edu K e DeFalla". O Edu não fez de  propósito, pra ganhar dinheiro. Ele faz o que ele quer e, se as pessoas  até pedem nos shows, como vou ser contra? Não sou contra algo que ele  faz para pagar as contas dele. Até tocamos a música da popozuda em São  Paulo, com participação do Beijo AA Força, e estamos pensando em ensaiar  uma versão mais pesada dela.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;É fácil voltar a conviver e fazer música com um sujeito hiperativo como ele?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O  Edu K é uma figura muito forte. Ele tende a ficar sempre nos puxando  pra um lado e depois para o outro. Eu e o Flu, que somos mais velhos e o  conhecemos há muito tempo, sempre contrabalanceávamos. Ou às vezes a  gente ia com ele mesmo (risos). Mas existe essa química, que é o legal  hoje. Os quatro tem 25% de valor e opinião. Acho até que o Edu tava com  saudade dessa colaboração. Ele ficou fazendo tudo sozinho durante muito  tempo. Ninguém faz tudo só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em &lt;a href="http://www.painelnoticias.com.br/blogs/castor"&gt;seu blog&lt;/a&gt;,  você fez uma pergunta retórica sobre "o que faz um coroa caretão como  eu pegar a guitarra empoeirada e sair por aí fazendo rock". Qual é a  resposta para essa pergunta?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;É o amor pelo rock, cara, pela  música. É maior que tudo. Conheço muito cara que larga mulher, emprego, o  que tiver. É um apelo irresistível. Tenho 49 anos, filha, emprego, mas  quando tem show eu me arranco. Digo: "Ah, eu vou, não sei quando vai ter  outro". Tenho duas guitarras aqui, tô cheio de mala, bagagem, vou para o  aeroporto e foda-se. Olha o Paul McCartney, cara. Vai fazer 70 anos e  vai lá, faz show de duas horas e meia. Já tem dinheiro e fama, mas ainda  faz isso. Isso é afudê!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;por Jairo Macedo&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;de Goiânia&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-5935946574793405365?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/5935946574793405365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=5935946574793405365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5935946574793405365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5935946574793405365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/goiania-noise.html' title='Goiânia Noise'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-CKCHXAslY3Y/TteiRkd1HGI/AAAAAAAAGFU/LjOwIy3HuHQ/s72-c/defalla.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-3600999525972923680</id><published>2011-12-01T06:27:00.000-08:00</published><updated>2011-12-01T06:33:59.003-08:00</updated><title type='text'>LADO B. A HISTÓRIA DAS FITAS CASSETE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-s3toBr_ddLA/TteP1U6-cpI/AAAAAAAAGE8/5s2WS07K744/s1600/kraftwerk%2Bcassete-6_Brunna-Souza_20111011_bo_04.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-s3toBr_ddLA/TteP1U6-cpI/AAAAAAAAGE8/5s2WS07K744/s320/kraftwerk%2Bcassete-6_Brunna-Souza_20111011_bo_04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681167601263080082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Anos 80, uma das épocas mais marcantes do século XX. O fim da idade industrial e o início da idade da informação. Também chamada de “Década Perdida” na América Latina, por conta da estagnação econômica, em que os países dessa região tiveram um menor desenvolvimento na economia como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um período marcado pelas roupas exageradamente coloridas e excêntricas, do “new wave”, da geração saúde, pelo surgimento da MTV, das primeiras raves, de bandas como The Smiths, U2, A-Ha e também pela consolidação do gênero Heavy Metal, entre outras vertentes. No Brasil, bandas que também fizeram muito sucesso nos anos 80 foram Legião Urbana, RPM, Barão Vermelho e Ira!. Nessa década também aconteceu o primeiro Rock In Rio, em 1985. Consolidava-se a MPB, surgida nos anos 60. Michael Jackson fazia um enorme sucesso com seu álbum Thriller. David Bowie, Cindy Lauper, Bruce Springsteen, entre outros artistas de peso, são referências dessa época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JEinyckHxJc/TteQJbtTwJI/AAAAAAAAGFI/3839cLLnvJ8/s1600/iri5%2Bclash%2Bphotoshop-the-clash.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-JEinyckHxJc/TteQJbtTwJI/AAAAAAAAGFI/3839cLLnvJ8/s400/iri5%2Bclash%2Bphotoshop-the-clash.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681167946682187922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nesse emaranhado de coisas que aconteciam nos anos 80 não podemos deixar de lado as hoje nostálgicas fitas cassetes, ou K7 para muitos. A produção em massa dos cassetes compactos começou em 1964, na Alemanha. Os primeiros com músicas pré-gravadas foram lançados na Inglaterra, em 1965. Nos Estados Unidos, em 1966, teve uma oferta inicial de 49 títulos, lançados pela Mercury Record Company. A primeira gravação musical nessas pequenas caixas plásticas foi na Inglaterra, em 1978, pela banda The Tights, e continha um único hit: “Howard Hughes”. Mas foi na década de 80 que seu uso foi de fato consolidado, afinal, qualquer banda independente que se prezasse deveria ter uma demo gravada em uma fita K7 para levar as gravadoras e jornalistas. Entre a década de 70 e 90 o cassete era um dos formatos mais comuns para gravação, junto aos LP’s e posteriormente aos CD’s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da baixa qualidade sonora, geralmente com 60 minutos de duração (já existiram versões de 45 e 90 minutos), o lançamento das fitas cassetes foi uma grande revolução, por difundir a possibilidade de gravar e reproduzir som. O vinil era mais caro, além de mais dificil de transportar e tocar e principalmente para gravar. Por isso mesmo, as fitas cassetes nos deram mais liberdade para sair por aí e ouvir nossas canções favoritas onde bem entendêssemos. E apesar dos primeiros gravadores com áudio da Phillips já serem portáteis, foi a Sony, com sua invenção do “Walkman”, no final dos anos 70, que mais contribuiu para essa explosão do som individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu declínio aconteceu já no final da década de 80 e as vendas acabaram sendo superadas pelos CD’s nos anos 90. Mas em 2001 os cassetes virgens ainda eram produzidos. Extintas do mercado tradicional, hoje as fitas cassetes saíram de cena e ganharam um ar retrô, virando inclusive item de colecionador. E apesar de serem mais difícieis de encontrar na versão virgem, as velhas fitas cassetes tem se tornado um item cultuado e conquistado novas bandas independentes. Nos Eua, esse movimento foi nomeado de “Cassete Culture” e em um artigo para o site Rizhome, a escritora Ceci Moss diz ter identificado em torno de 101 selos que lançam fitas cassetes atualmente. Bandas conhecidas como Pearl Jam, Foo Fighters e Goldfrapp já aderiram ao movimento e recentemente lançaram trabalhos em cassete. No livro “Mix Tape: The Art of Cassete Culture” de Thurston Moore, o cantor do Sonic Youth reúne artigos e obras de arte sobre fitas cassetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato muito interessante, é que muitas pessoas tem reciclado as fitas K7 e utilizado para a produção de adereços e obras de arte e http://www.blogger.com/img/blank.gifas utilizando com inspiração para criação de outros. Exemplo disso, é a artista Erika Iris Simmons. No seu projeto, intitulado Ghost in the Machine ela faz uma nova leitura de um material que estaria destinado ao descarte. Simmons faz verdadeiros desenhos com os rolinhos que ficam dentro dos K7’s e dá-se a impressão que stão saindo verdadeiros fantasmas de dentro das fitas e adquirisse uma nova dimensão, uma visão completamente impactante para quem observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://obviousmag.org/archives/2011/10/lado_b_a_historia_das_fitas-cassetes.html#ixzz1fIFannGT"&gt;© obviousmag 2003, SP/BR. Todos os direitos reservados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/gabrielasilva"&gt;petit gabi&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-3600999525972923680?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/3600999525972923680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=3600999525972923680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3600999525972923680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3600999525972923680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/12/lado-b-historia-das-fitas-cassete.html' title='LADO B. A HISTÓRIA DAS FITAS CASSETE'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-s3toBr_ddLA/TteP1U6-cpI/AAAAAAAAGE8/5s2WS07K744/s72-c/kraftwerk%2Bcassete-6_Brunna-Souza_20111011_bo_04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-1216064853924836495</id><published>2011-11-28T05:54:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T05:59:14.496-08:00</updated><title type='text'># 207 - 26/11/2011</title><content type='html'>Caminhando em montanhas lunares, testemunhando a morte de uma estrela, ouvindo a nota SI(B) 32 oitavas abaixo em um buraco negro. Feche os olhos e se deixe guiar por luzes multicoloridas que vão aliviar todo o tormento das mentiras ditas dia após dia, sem parar.&lt;br /&gt;Os tempos são nefastos, mas permita que um raio de luar invada sua retina. Imite as formigas (um grão após o outro), aprenda a beijar com o “beija-flor”, se organize como as abelhas, tenha o cuidado de uma “mãe coruja”, tenha a nobreza de um “lírio dos campos”.&lt;br /&gt;Cenários surrealistas assaltam uma realidade suja, disforme, avarenta, fútil e insana, transformando-a em alento, esperança, calmaria, um sonho bom sem fim. Os dias são mais azuis e as noites mais brandas. As mais belas flores irão beijar seus pés.&lt;br /&gt;Usar a imaginação, a pura imaginação é a saída. Você vai conhecer mundos novos, novas cores, novos sons, novas palavras, novos rituais, um novo firmamento, um novo lar, um novo alimento. Feche os olhos! Deus está dançando.&lt;br /&gt;Dedique uma canção de 1 minuto para você, sinta arrepios nos braços quando uma lágrima despencar na sua face. Não é tristeza, é alívio.&lt;br /&gt;Só poucos conseguem sair do “Círculo”: os loucos, os poetas e os puros de coração. Não precisa ser louco (é para poucos), poetas? Nem todos nascem. Seja um puro de coração. Como? Tenha uma atitude natural. Sinta o vento, toque o azul, flutue, sinta o gosto de sal, o “sal da terra”.&lt;br /&gt;O mundo girando e você sonhando. Um perfume de fragância nunca sentido vai invadir o teu quarto. Uma milha, 100 km c/ um sapato e o olho brilha. Um rio perene, um mendigo solene trás boas novas. Coisas belas vistas da janela em um dia de primavera (linda fera).&lt;br /&gt;O dirigível avisa: - Deus está dançando! É o início da festa, é o mais longo dia. Um dia perfeito para dançar, para sonhar, para ficar livre. A festa começou! É eterna. Além disto não há nada melhor. CINEMERNE.&lt;br /&gt;                                                                                               P.H.&lt;br /&gt;(Email: vitelloni@bol.com.br)&lt;br /&gt;                                                                                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-sih_W8ELR54/TtOTjXr74AI/AAAAAAAAGEY/sePW0tXxLo8/s1600/Hellbenders%2B6263356431_074a922a98_b.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 247px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-sih_W8ELR54/TtOTjXr74AI/AAAAAAAAGEY/sePW0tXxLo8/s400/Hellbenders%2B6263356431_074a922a98_b.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680045790907326466" /&gt;&lt;/a&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kraftwerk:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Schaunfensterpuppen (edit)&lt;br /&gt;# Das Modell&lt;br /&gt;# Die Robotter (Single version)&lt;br /&gt;# Europa Endlos (edit)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deep Purple - Hey Joe (BBC Top Gear Session)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Cigarettes - Love Concept Alpha&lt;br /&gt;The Cigarettes - The Bore&lt;br /&gt;((( Drop Loaded )))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garrafa Vazia (Rio Claro,sp) - Cirrose&lt;br /&gt;ABiosi (Ribeirão Preto,sp) - Ódio e indignação&lt;br /&gt;Fatal Blow (Balneário Camboriú,sc) - So much for nothing  &lt;br /&gt;Artany (Cubatão,sp) - Rápido demais&lt;br /&gt;- por Luiz Umberto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchandala - Mirror of Decay&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hellbenders - Hurricane&lt;br /&gt;MQN - Speed Bullet&lt;br /&gt;Mechanics - War&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arthur Faria e seu conjunto - Amigo punk&lt;br /&gt;Pupilas Dilatadas - Era Moderna&lt;br /&gt;Cascavelettes - Ugagogobabago&lt;br /&gt;Volantes - Maçã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Misfits - Devil´s rain&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casca Grossa - Exploração&lt;br /&gt;SenandiomA - The perfect plan&lt;br /&gt;Cinemerne - Chovendo querosene&lt;br /&gt;Plastico Lunar - Moderna acustica&lt;br /&gt;Road to joy - Summer sonnet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-1216064853924836495?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/1216064853924836495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=1216064853924836495' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/1216064853924836495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/1216064853924836495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/207-26112011.html' title='# 207 - 26/11/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-sih_W8ELR54/TtOTjXr74AI/AAAAAAAAGEY/sePW0tXxLo8/s72-c/Hellbenders%2B6263356431_074a922a98_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-95970023238149357</id><published>2011-11-24T14:54:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T15:00:25.888-08:00</updated><title type='text'>New Order, o retorno</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-zcIEaLiFfow/Ts7L5-jLy3I/AAAAAAAAGEM/b0Rydl6B04I/s1600/new-order2011.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zcIEaLiFfow/Ts7L5-jLy3I/AAAAAAAAGEM/b0Rydl6B04I/s400/new-order2011.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678700377064328050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dez anos após deixar de excursionar com o New Order para cuidar da  filha, Grace, que desenvolveu uma doença complicada, a tecladista  Gillian Gilbert volta à banda que integrou a partir de 1980. No começo, o retorno foi anunciado apenas como uma forma de a banda  levantar dinheiro para ajudar um amigo doente, Michael Shamberg. Mas  Gillian disse ao &lt;strong&gt;Estado&lt;/strong&gt; que é mais que isso, devem seguir adiante por algum tempo. Tocam no dia 3, no Ultra Music Festival, no Anhembi, em São Paulo. &lt;p&gt;Gillian volta, e Peter Hook (a quem se credita grande parte do som  distinto da banda, e está excursionando com seu projeto solo The Light)  sai fora. O baixista não gostou da história. “Todo mundo sabe que New  Order sem Peter Hook é como o Queen sem Freddie Mercury, o U2 sem The  Edge, Sooty sem Sweep”, afirmou. Bernard Sumner, o vocalista e chefe da  trupe, não se abalou. Com essa formação, e já fizeram alguns shows e a  formação tem Sumner, Stephen Morris, Phil Cunningham e Tom Chapman no  baixo. Eles tocaram recentemente no Ancienne Belgique, em Bruxelas, na  Bélgica, e incluíram canções como &lt;em&gt;Ceremony&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Elegia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Crystal&lt;/em&gt;, &lt;span style="text-decoration: underline"&gt;Regret&lt;/span&gt;, &lt;em&gt;Love Vigilantes &lt;/em&gt;e o clássico do Joy Division &lt;em&gt;Love Will Tear Us Apart&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Esse é um retorno definitivo, ou só uma turnê?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É um retorno. Obviamente, eu não sei no que dará, por que eu não tocava  havia uma década. Mas tem sido especial voltar a fazer parte de uma  banda.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mas o que será o futuro para o New Order? Vocês vão gravar um disco?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não sabemos realmente o que será do futuro. O bom de ter voltado é que  não há um comprometimento demasiado. Por outro lado, a gente sabe que as  pessoas só querem ouvir as velhas músicas, que não esperam mais que  isso. E nós queremos olhar para o futuro. Não acho que haja espaço hoje  para um disco de carreira como antigamente, com 12 faixas, aquela coisa.  Ninguém mais ouve música desse jeito. Acho que poderá acontecer de  lançarmos um single, ou duas faixas na internet, e começarmos a compor  nesse ritmo. O futuro é um livro aberto para a gente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desde que você se afastou do meio musical, muita coisa mudou.  Hoje em dia, por exemplo, pouca gente faz álbuns, como você falou. O  que pensa desse novo mundo?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acho que ainda é um mundo excitante. Há muitas bandas novas surgindo  todo dia, bandas que acharam seu caminho mesmo sem ter uma gravadora ou  um esquema mais profissional de distribuição do seu trabalho. Claro que  há contradições. É um mundo muito fechado, com as pessoas ouvindo música  em seus headphones, distanciadas umas das outras. Ouvem e fazem música  no quarto, e se envolvem pouco com as plateias. E há ainda os fenômenos  massivos, como Lady Gaga, que monopolizam as atenções.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gillian, o New Order surgiu como se fosse um antídoto àquela  música que predominava na época, o punk. Foi até rotulado como pós-punk.  Você concorda com o rótulo?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acho que sim, a atitude foi pós-punk. Éramos um pouco mais  profissionais, e mais envolvidos com eletrônica, enquanto o punk era  básico. Acho que, desde o Joy Division, a banda sempre esteve mais  interessada em arte, em explorar diferentes direções usando as máquinas,  os teclados, os sintetizadores. Até para a plateia era algo diferente,  suscitava uma reação diferente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Peter Hook diz que esse New Order que vai excursionar é “uma vergonha” e que não aprovou a turnê.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu não estava envolvida com o New Order quando eles brigaram, e não sei  como se deu o rompimento. Obviamente, não estou muito feliz com esse  clima, preferia que ele estivesse conosco. Mas ele não quer. Acho que  ele também está se divertindo fazendo o trabalho dele com a outra banda,  e toca as canções do New Order. Deve estar ocupado com seus novos  projetos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Copyright © 2007-2011 . Grupo Estado. Todos os direitos reservados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;por Jotabê Medeiro&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/"&gt;Combate rock&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-95970023238149357?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/95970023238149357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=95970023238149357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/95970023238149357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/95970023238149357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/new-order-o-retorno.html' title='New Order, o retorno'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zcIEaLiFfow/Ts7L5-jLy3I/AAAAAAAAGEM/b0Rydl6B04I/s72-c/new-order2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-2170689967511100852</id><published>2011-11-24T08:51:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T14:31:06.035-08:00</updated><title type='text'>Gangrena Gasosa wants you ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7X980Nid9vI/Ts6qSBszVYI/AAAAAAAAGD0/pZawbK91G80/s1600/Gangrena%2B379596_2048582223693_1518582897_31619300_1678484784_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-7X980Nid9vI/Ts6qSBszVYI/AAAAAAAAGD0/pZawbK91G80/s320/Gangrena%2B379596_2048582223693_1518582897_31619300_1678484784_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678663406831490434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Somos a Gangrena Gasosa, primeira e única banda de Saravá Metal do Brasil. Nascemos no Rio de Janeiro no início da década de 90, incorporando uma bizarra experiência audiovisual de Metal/Hardcore regada a pontos de Macumba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso primeiro vinil foi lançado pela Rock It!, intitulado "Welcome to Terreiro". Com esta gravação fizemos shows no lendário Garage da Rua Ceará, no Canecão, no Aeroanta em São Paulo, em Florianópolis, entre outros pelo Brasil.Seis anos depois gravamos nosso segundo trabalho, o CD "Smells Like a Tenda Spírita", lançado pela Tamborete Records. Este foi o CD apresentado em maio de 2001 na tour de 28 shows que fizemos na Alemanha e na Áustria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora acabamos de lançar nosso 3º CD oficial, "Se Deus é 10 SATANÁS é 666", esse álbum traz o Saravá Metal fervilhante das entranhas de nossa terra. E as urucubacas, mandingas e zicas vêm diretamente das entidades do além-túmulo. Uma sessão de culto ao esporro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre o show -&lt;/span&gt; No mês de dezembro iremos desembarcar em São Paulo para uma apresentação única no clube paulistano Inferno Club. O show será captado com câmeras HD e iluminação profissional que, unida à cenografia do palco, trará imagens macabras e englobará todo o universo sombrio da Macumba, criando um ambiente perfeito para a gravação de uma performance única onde as entidades da Gangrena interagirão com efeitos especiais do mestre André Kapel Furman, planejados para serem executados ao vivo em frente à platéia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre o DVD - &lt;/span&gt;Depois de realizar o polêmico e badalado documentário GUIDABLE - A Verdadeira História do Ratos de Porão, sobre os quase 30 anos da maior banda Punk do Brasil, a Black Vomit Filmes está prestes a realizar seu mais novo e infame documentário musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O formato do DVD será de show e documentário, "incorporando" a esta bizarra experiência audiovisual de metal e hardcore com pontos de macumba um registro fiel em humor e estética, trazendo o Saravá Metal que vem das entranhas da nossa terra juntamente com as urucubacas, mandingas e zicas das entidades do além-túmulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só conseguiremos realizar esse projeto se o valor total de R$ 5.000 for alcançado. Vale lembrar que todo valor arrecadado será usado exclusivamente para atender os custos operacionais de locação de equipamento, iluminação, equipe técnica, transporte, cenário, divulgação, fotografia e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidem os amigos para participar dessa sessão de culto ao esporro!&lt;br /&gt;Contamos com sua ajuda também na divulgação do projeto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.movere.me/exibeProjeto.do?id=60"&gt;PARTICIPE!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-2170689967511100852?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/2170689967511100852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=2170689967511100852' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2170689967511100852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2170689967511100852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/gangrena-gasosa-wants-you.html' title='Gangrena Gasosa wants you ...'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7X980Nid9vI/Ts6qSBszVYI/AAAAAAAAGD0/pZawbK91G80/s72-c/Gangrena%2B379596_2048582223693_1518582897_31619300_1678484784_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-2229959671808489335</id><published>2011-11-22T06:31:00.000-08:00</published><updated>2011-11-23T04:32:47.470-08:00</updated><title type='text'>Marielle e a Escola de Escândalo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nlTIVKmWjNA/Tsu4-vPq9mI/AAAAAAAAGBw/gSWQPGZDBvM/s1600/escola_de_escandalos_450.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 197px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-nlTIVKmWjNA/Tsu4-vPq9mI/AAAAAAAAGBw/gSWQPGZDBvM/s320/escola_de_escandalos_450.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677835143204238946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Soube por acaso, navegando na net, que Marielle Loyolla, ex-vocalista da Volkana e da Arte no Escuro, voltou ano passado para Brasilia e gravou 10 musicas com uma nova formação da Escola de Escândalo, legendária banda dos anos 80 que deixou apenas 2 musicas registradas na coletânea "Rumores". As notícias são do início de 2011 e não sei se algo já foi lançado, mas aproveito para dar uma geral na carreira desta importante figura do rock tupiniquim. Com vocês, Marielle Loyolla:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Arte No Escuro:&lt;/span&gt; O sucesso de Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial no cenário do  rock brasileiro, em meados dos anos 80, levou o rock candango a exportar  bandas de maneira rápida. Um dos grupos que se celebrizou nesse período  foi o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Arte no Escuro&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fqhKtprUphE/Tsu5F6JunmI/AAAAAAAAGB8/AptD77Js2qk/s1600/volkana%2B384622_10150465286009935_689619934_10298271_1314360716_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 242px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-fqhKtprUphE/Tsu5F6JunmI/AAAAAAAAGB8/AptD77Js2qk/s320/volkana%2B384622_10150465286009935_689619934_10298271_1314360716_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677835266391187042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Herdeiro da tradição gótica de bandas inglesas como Bauhaus e The Cure, o  grupo formado em abril de 1985 por Luiz Antônio Alves, o Lui (vocal),  Pedro Hyena (baixo – ex-Sociais), Adriano Lívio (guitarra) e Paulo  Coelho (bateria), agradava pelo sua estética e clima sombrio. Lui ficou  mais famoso pela sua estampa na capa do segundo disco dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Paralamas do Sucesso&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Passo do Lui&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estréia da banda em palcos brasilienses ocorreu em um cenário  conhecido no circuito da Turma da Colina: Departamento de Arquitetura da  UnB, cenário de festas e shows de várias bandas da cidade – Capital  Inicial e Plebe Rude, inclusive. A apresentação ficou marcada por uma  performance digna dos happenings de grupos ingleses: enquanto cantava &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Beije-me Cowboy&lt;/span&gt;,  Lui joga sobre si um balde de tinta preta. Surpresa e frisson na  platéia. No dia seguinte, os comentários nas rodinhas da capital era da  estréia de fogo da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, logo depois desse show, Lui abandona a banda e deixa  Brasília. Parte para o Rio, onde continuaria seu trabalho como artista  plástico. Segundo Pedro, a banda engataria nessa segunda  fase. O  vocalista foi substituído por Marielle Loyola (vocais – ex-Escola de  Escândalos e, depois, Volkana), em fevereiro de 1986. Em seguida, o  grupo – que dividia uma sala de ensaios com o Finis Africae – grava sua  primeira demo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sqafJ36ljL4/Tsu5k6-XeaI/AAAAAAAAGCI/L4zmaplV2es/s1600/arte%2Bno%2B0000.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 310px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-sqafJ36ljL4/Tsu5k6-XeaI/AAAAAAAAGCI/L4zmaplV2es/s400/arte%2Bno%2B0000.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677835799187913122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O som cheio de climas, vocais sussurrados, baixos melódicos e  guitarras intimistas levou a banda rapidamente a despertar interesse das  gravadoras, ávidas por encontrar novas “Legiões Urbanas”. As letras  também carregavam em sutilezas, repleta de metáforas e fugindo do  lugar-comum dos rocks de protesto. “Nada é verdade absoluta, cada pessoa  entende uma coisa”, declarou Pedro Hyena, autor da maioria das letras. &lt;p&gt;Chegaram a ser rotulados de "dark", um neologismo bobo em voga nas  grandes cidades, naquela época. “Isso é só modismo”, atacou Pedro. A  fita demo, àquela altura, já tocava diariamente na programação da Rádio  Fluminense, no Rio, responsável pelo boom de muitas das bandas de  Brasília – dos Paralamas até a Escola de Escândalos. Na seqüência, em  1987, o Arte no Escuro grava um disco pela EMI, lançado no ano seguinte,  cujos maiores sucessos foram &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Beije-me Cowboy &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;As Rosas&lt;/span&gt;. A produção ficou por conta de Gutje Woortmann, da Plebe Rude.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Pedro, foram vendidas pouco mais de 3,5 mil cópias. O LP hoje  é tratado como raridade, sendo disputado em sebos de disco pelo país. A  baixa vendagem e o clima de aperto geral na economia levam a EMI a  descartar a banda em 1988. “Com o sucesso de vendas alcançado pelas  bandas de Brasília nos anos 80, chegamos a receber ofertas para retornar  ao estúdio e para apresentações, ofertas que recusamos com  dignidade”, disse Pedro.&lt;/p&gt; Dois anos depois, a banda se dissolveria, com Marielle integrando no  início dos anos 90 a banda de trash metal Volkana, formada só por  mulheres, ao lado de Mila (ex-Detrito Federal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Volkana: &lt;/span&gt;(wikipedia) Banda formada em Brasília, em 1987, por Mila Menezes (baixo), Karla Carneiro (guitarra), Ana (bateria) e Eliane (vocal). Ana e Eliane logo saíram e foram substituídas por Mariele Loyola (vocal) e Débora (bateria), vindas das bandas Detrito Federal e Arte no Escuro. Com essa formação optaram por cantar em inglês, seguindo o exemplo da banda Sepultura. Mudaram-se para São Paulo no ano seguinte e lá gravaram uma demo com duas faixas chamada Thrash Flowers. Graças à essa demo, tornaram-se conhecidas e gravaram seu primeiro LP, First, em 1990. Durante esse período, Débora deixou a banda e foi substituída por Pat que, por sua vez, foi substituída por Sérgio Facci, que participou da gravação do LP. Marielle também deixou a banda e foi substituída por Cláudia França. Posteriormente, Selma Moreira juntou-se à banda como segunda guitarrista. O segundo álbum, Mindtrips, foi gravado em 1994 e, dois anos depois, a banda terminou. Em 2002, a demo é relançada junto com a demo de outra banda feminina, Flammea, em um único LP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, Volkana volta a se apresentar em várias cidades do Brasil com a seguinte formação: Mila Menezes, Marielle Loyola, Renata Lopes e Sergio Facci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, a Volkana contribui com uma canção para a trilha sonora do documentário Brasil Heavy Metal, sendo que Marielle ainda participou junto com outros artistas da gravação da música-tema do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Escola de Escândalo: &lt;/span&gt;A banda Escola de Escândalo (nome retirado do clássico literário do autor irlandes Richard Brinsley Sheridan, The School for Scandal) formada em 1983 por Bernardo Mueller e Geraldo "Geruza" Ribeiro, que vinham da Banda XXX, foi uma das grandes promessas e referência de sucesso do rock brasileiro na década de 80. Foram chamados para a formação inicial da Escola o guitarrista Fejão, o baterista Alessandro "Itália" e alguns meses depois, chegava à banda Marielle Loyola como apoio vocal para Bernardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dizem que a banda sofreu uma daquelas distorções do destino, não lhe dando oportunidade para realizar o registro oficial das principais músicas, tornando a banda uma lenda no meio musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola de Escândalo teve seu primeiro e único registro sonoro em vinil com distribuição nacional, na coletânea "RUMORES" (Sebbo do Disco/Bsb/84) deixando nele as canções Luzes e Complexos, que foram executadas com destaque nas maiores rádios rock do País da época, como a Rádio Fluminense/RJ e Estação Primeira/Ctba. Foi através da resposta dos ouvintes dessas rádios que a banda foi convidada para muitos shows em todo o país, tendo como destaque a apresentação no programa de Tv Mixto Quente da Rede Globo em 85.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O som da Escola de Escândalo tinha personalidade, e um dos pontos fortes, com certeza, eram as letras, criadas através da realidade juvenil por Bernardo Mueller. Das mágicas mãos do guitarrista Fejão (1965-1996), vinham riffs de heavy metal que se uniam às melodias pop dos vocais, que tinham como base as levadas punk rock do baixo de Geruza e da bateria de Alessandro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a volta de Alessandro à Itália, Antonio "Totoni" Fragoso assume as baquetas da banda e participa da maioria das novas composição da banda. Também passaram pela banda os bateristas Rogério Ribeiro e Eduardo "Balé" Raggi. Em 87 Marielle sai da banda e vai integrar a banda Arte no Escuro e depois a Volkana, que encerra suas atividades na virada dos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2010: A VOLTA DA ESCOLA DE ESCÂNDALO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a morte do guitarrista Fejão em 96, todas as possibilidades de uma volta da banda foram extintas, mas os ex-integrantes continuaram mantendo contato, principalmente Geraldo e Marielle, que em 2010, num ímpeto de simplesmente "tocar", resolvem realizar um registro das muitas músicas da Escola de Escândalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernardo Mueller, apoia a realização desse trabalho, mas não deseja voltar aos palcos, então Geraldo e Marielle convidam Totoni pra esse "revival", e chegam à conclusão que para guitarra tinha que ser um "discípulo", grande amigo e parceiro musical de Fejão, Alexandre Parente, guitarrista ao lado de Fejão da Banda de Heavy Metal Fallen Angel por mais de 10 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola de Escândalo iniciou as gravações de um "primeiro" cd em outubro de 2010 com 10 faixas: Caneta Esferográfica, Luzes, Complexos, Grande Vazio, Popularidade, Lavagem Cerebral, 4 Paredes, Más Línguas, Só mais uma canção de soldados e guerras, Celebrações (Arte no Escuro), e deverá estar à diposição em março de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola de Escândalo agora é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geraldo Geruza Ribeiro - Baixo&lt;br /&gt;Antonio Totoni Fragoso - Bateria&lt;br /&gt;Alexandre Parente - Voz e guitarra&lt;br /&gt;Marielle Loyola - voz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Entrevista publicada em maio de 2010 no site Rock Brasília:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é tida como a musa do rock de Brasília, desde a época em que integrava o Escola de Escândalos. Pode falar um pouco sobre sua saída do Escola e a formação do Arte no Escuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poxa, muito obrigada pelo elogio, pois ser Musa de uma cena tão importante pra todo o País, nossa, é bastante responsabilidade (risos). Muito obrigada mesmo! Bom,minha saída do Escola foi meio confusa, mas o convite no mesmo dia da minha saída do Escola, pra fazer parte de uma banda que até hoje é tida como marco da música gótica no Brasil, foi algo maravilhoso. A Arte no Escuro estava passando pela saída do vocalista Lui, que estava de mudança para o Rio de Janeiro, e era uma banda que eu respeitava demais, pelos músicos e sua qualidade e profundidade musical. No primeiro momento fiquei temerosa, pois assumir o lugar do Lui era muita responsabilidade, mas fizemos uma transposição vocal dele pra mim bem tranquila. Comigo a Arte no Escuro acho que ganhou um perfil mais pop, ou melhor dizendo, mais acessível ao mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as recordações mais marcantes que você tem de Brasília? Como era a cena de rock nos anos 80 e 90? Sente saudade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossaaaa....muita saudade, foi uma fase de pureza de sentimentos, de idéias, de ideais, tudo era tão forte. A vontade de fazer música, de dizer o que sentíamos. Era muito diferente de hoje, quando as bandas fazem música para fazer sucesso, para tocar em rádio, naqueles dias nunca nem se imaginava uma banda como as de Brasília tocando em rádio.&lt;br /&gt;Fazíamos música porque gostávamos de fazer música, sem base nenhuma, sem estudo musical. Era tudo muito de sentimento, de notas que achávamos legais, acho até que essa sinceridade foi o maior motivo do reconhecimento pela mídia e produtores nacionais aos artistas da cidade, pois a sinceridade leva tudo mais longe, dá mais vida! Muita saudade das bagunças com os amigos, dos ensaios no Rádio Center. Parece até coisa de velho né? (risos) Mas só vai entender quem viveu isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do Arte veio o thrash metal do Volkana. Conte um pouquinho do fim do Arte e do começo do Volkana e sobre os boatos em torno de uma volta da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, a Arte foi uma coisa belíssima na minha vida, mas foi tudo muito rápido, pois com menos de um ano de banda nós estávamos dentro de uma multinacional gravando um disco entre os maiores do momento, Legião, Plebe, Paralamas,que eram nossos amigos, e que hoje, quando eu paro pra pensar,caramba,esses caras serão eternos na música nacional. E nós poderíamos ter sido também, mas éramos imaturos, muito novos, e não tínhamos definido muito bem as nossas escolhas. Falo principalmente por mim. Eu tinha saído do Escola, onde fiz um amigo gigante em todos os termos que era o Fejão, que me apresentou um som chamado Heavy Metal. O que eu conhecia do estilo eu achava muito chato, como Led Zeppelin, Deep Purple, coisas do tipo, que eu achava um saco..mas o Fejão me apresentou um outro som, como a primeira demo de uma banda chamada Metallica, caraça, aquilo foi demais, os timbres de guitarra, o vocal (timbre que nunca consegui ter) a bateria com os bumbos dobrados numa velocidade animal. Foi muito demais. E depois veio Anthrax, Mercyfull Fate. Ai tudo mudou dentro de mim. Como eu andava direto com ele, passei a conhecer os amigos dele que tocavam metal, e ai foi. Quando terminei a gravação do disco do Arte no Escuro, a gente já tinha montado a Volkana, mas só de onda, que como as demais bandas de Brasília, tomou corpo rapidamente e foi contratada pelo maior Selo de metal do País daquele momento, que era o Selo Eldorado, onde estávamos ao lado de nomes como Sepultura, Ratos de Porão e Víper. A Volkana é uma banda idolatrada ainda hoje, pois não surgiu nada parecido,nem postura, estilo e pegada. Ali eu me tornei uma profissional, eram todas muito disciplinadas, e acredito que isso foi o que manteve também, o nome da Banda em pé e respeitada até hoje. Encontro meninos de 20 e poucos anos que nos assistiam nos programas infantis, tem o disco até hoje (risos), muito engraçado. Muitos acham que a Volkana é uma banda de São Paulo, pois nos mudado para lá por motivos contratuais, mas sempre fizemos questão de deixar bem claro que éramos uma banda de Brasília e ponto final!! No ano passado fizemos um show depois de 13 anos e foi muito legal. Realizamos essa volta repentina à pedidos do produtor de documentário que deve ser lançado ainda esse ano chamado Heavy Metal Brasil que vai contar as história do estilo no Brasil. Recebemos muitos convites para novos shows, mas ficou difícil devido a distância dos componentes e trabalhos paralelos dos mesmos. A minha saída da Volkana aconteceu devido divergências musicais. Tínhamos um disco lançado na Europa e EUA, mas eu tinha uma opinião que não era muito bem vinda na banda...queria cantar em português pois meu inglês era um lixo, tinha casado a pouco tempo, e havia um problema de doença na minha família em Curitiba, que não permitiriam minha saída do País naquele momento...com certeza eu tinha que me afastar para não atrapalhar o destino delas. Elas fizeram mais um cd com uma nova vocalista que não teve a mesma repercussão do First.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que te motivou a ir para Curitiba?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como falei acima, uma pessoa mais do que importante na minha vida, meu irmão, que fez uma participação especial no disco da Volkana, Mariel Loyola, estava com um grave problema de saúde, o que me fazia ir constantemente á Curitiba, minha cidade natal, e com a piora da saúde dele voltei pra cá. Ele faleceu o que me deixou sem ânimo pra qualquer coisa durante quatro ou cinco anos. Então alguns amigos como o Loro Jones,que também era muito amigo do meu irmão, me incentivou a fazer uma banda só pra distrair e pra não perder o amor pela coisa, ai surgiu a Cores D Flores, uma banda legal, mas que não conseguia definir seu estilo e que durou até 2006, pois ai, eu já estava bem apaixonada pelo trabalho em Rádio, pela possibilidade de abrir espaços pra novos talentos, e essa paixão se tornou um amor gigante e eterno em mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você foi vocalista da Cores D Flores durante alguns anos. Fale um pouco sobre a banda, as influências e como se deu essa volta aos palcos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, hoje já não sou mais vocalista, faço produção e direção musical, incentivo e crio novos espaços para novos talentos, e adoro fazer isso, pois Curitiba é um grande celeiro de músicos talentosos, uma cidade maravilhosa para se viver, tudo ecologicamente correto, tudo muito legal! Sonho em voltar pra Brasília, pois seria o único lugar depois daqui que eu moraria, mas esses meus laços de ternura com a cena local Curitibana é bem forte, e sinto que tenho muito o que fazer por aqui ainda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foi sua incursão no mundo da locução e produção em rádio? Como é o programa, como surgiu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Geração Pedreira foi meu primeiro trabalho em rádio em 99 na Rádio Rock 96. O diretor da rádio, Helio Pimentel, conhecia minha história dentro da cena musical nacional e achou interessante usá-lo em um programa de rádio onde poderíamos valorizar a Cena cultural da cidade, e trazer entrevistas e depoimentos de artistas nacionais dentro de um programa. O Nome GERAÇÃO PEDREIRA, em homenagem ao nascimento da Pedreira Paulo Leminski, um dos locais mais lindos pra shows de todo País, que foi idealizada por Helio Pimentel, diretor da rádio e Jaime Lerner, governador do Estado na época. Com o encerramento das atividades da Radio Rock em 2005, e o nascimento da 91Rock em 2006, rolou o convite pra dar continuidade ao trabalho iniciado na Radio Rock com um novo programa, o 91 Cena Independente, com o mesmo perfil voltado à cena nacional e local independente.&lt;br /&gt;Em 2008 recebi um novo convite, agora da Rádio Mundo Livre Fm, do Grupo RPC (afiliada da Rede Globo no Paraná) para iniciar o Projeto Acústico Mundo Livre, um projeto inovador dentro de rádio. A Mundo Livre Fm também é responsável pelo maior Festival do Estado - LUPALUNA -, onde contribuo para a seleção dos artistas locais e nacionais independentes.&lt;br /&gt;Paralelo aos programas de rádio, ainda me dediquei a escrever para revistas especializadas em música na cidade e jornais. Também faço a produção musical do evento ao ar vivo Soho Batel/Mundo Livre Fm, que acontece todo sábado, em uma das mais belas Praças da Cidade, a Praça Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual seu conselho para quem está no caminho árduo do rock independente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o caminho, ano após ano é sempre o mesmo: trabalho pesado, dedicação, determinação, criatividade e originalidade, que eu acredito só vem através da sinceridade.&lt;br /&gt;Descobri que, definitivamente, nada cai do céu, tudo vem até vc por merecimento. Plantou, cuidou, nasceu e cresceu...do contrário, morre ainda no chão!!!&lt;br /&gt;Então, se você é afim de fazer música, pra poder viver dela, se imagine um grande empresário iniciando sua primeira mega indústria de, sei lá, macarrão!!&lt;br /&gt;Capriche na receita da massa, use ingredientes especiais (aqueles q só você tem), deixei os amigos de bom gosto provarem, empacote com uma bela embalagem de apresentação, observe o melhor mercado para seu produto e espalhe pelo mundo. Sempre agradecendo muito às críticas positivas, e valorizando muito mais as negativas, pois é delas que você se aperfeiçoa e cresce!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando o espaço, se quiserem mandar material de suas bandas pra mim é só enviar e-mail (marieleloyola@hotmail.com), e nos falamos. Estou aqui pra apoiar o som que vem por ai! Beijos a todos, muita paz e sucesso sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Entrevista para o Site Carcasse (data não definida):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco inicial do gótico nacional, o ano de 1985 viu os primeiros registros de bandas como o Muzak, de São Paulo, além de fazer da cidade de Brasília uma incubadora de bandas que, além beber das fontes pós-punks inglesas, assimilavam o estilo e a atmosfera sonora de bandas como Cocteau Twins, Bauhaus e Joy Division.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes disso, influências do gótico inglês eram notáveis até mesmo em bandas "comerciais" como RPM, mas sempre havia um atenuador, como o contraponto eletrônico ou, no underground, a adição de sonoridades nacionais (vide o experimentalismo de bandas como Black Future, Chance e Fellini).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que diferenciava a primeira leva pós-punk daquela safra pós-85? Naquele ano, por exemplo, o Finis Africae tocava "Kick in the Eye" num de seus shows e a apresentava como uma canção de "um conjunto de punks góticos ingleses, o Bauhaus". Se São Paulo tinha as galerias de lojas importadoras de discos, Brasília, igualmente privilegiada, tinha nos filhos dos diplomatas pequenos e eficientes focos de difusão cultural. Não espanta, portanto, o grau de acuracidade com que uma banda como o Bauhaus é citada ao vivo. Havia informações abundantes; além disso, havia muita vontade de produzir algo afim, sendo a banda 5 Generais o exemplo cabal da emulação sonora de então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais bandas não eram casos isolados de uma subcultura limitada a "ilhas" urbanas. Havia intenso diálogo, o que se comprova por uma filipeta que naquele ano divulgava justamente uma apresentação com as bandas Finis Africae, Detrito Federal, 5 Generais, A+ e… Arte no Escuro. Quanto à última, que naquela apresentação estreava muitíssimo bem acompanhada, podemos afirmar que sua trajetória configura um "passo além" rumo a uma sonoridade que não mais se via como herdeira de tradições brasileiras, mas como uma legítima encarnação pós-punk, de cariz gótico e intimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundada naquele mesmo ano, a banda contava com Lui (voz), Pedro Hiena (baixo e letras), Adriano Lívio (bateria) e Paulo Coelho (guitarra). Já em sua primeira apresentação, a banda protagoniza cenas que serviriam de prólogo à sua lenda: ao cantar "Beije-me Callboy", canção sobre o submundo brasiliense com cenas de prostituição e suicídio, o vocalista Lui despeja um recipiente de tinta negra sobre si, num happening até hoje comentado pelos presentes. Musicalmente, a banda já iniciava com uma maturidade invejável, mas os anos seguintes provariam que havia muito ainda a realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos meses após a primeira apresentação, o vocalista Lui deixa a banda e dá lugar à jovem Marielle Loyola, então recém-saída da Escola de Escândalo, onde fazia os vocais de suporte. O talento, a presença e o estilo da nova vocalista serviram como um enorme diferencial naquele momento de efervescência musical, e as rádios passaram a executar algumas faixas da fita de demonstração da banda, como "Beije-me Callboy" e "Na Noite". Em 1987, o Arte no Escuro foi contratado pela EMI e o álbum intitulado Arte no Escuro (1988) seria lançado poucos meses depois, com evidentes amostras do impacto musical e do apelo visual da banda. Ironicamente, comenta-se (no livro Dias de Luta, por exemplo) que a Escola de Escândalo, banda que expulsara Marielle, foi preterida pela gravadora, que preferiu apostar justamente em sua nova e instigante banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o lançamento do LP, Marielle funda a banda Volkana, de Thrash Metal, mudando-se para São Paulo. O Arte no Escuro então encontra sua dissolução e seu único lançamento de mercado torna-se cada vez mais cobiçado pelos colecionadores. O contrato com a gravadora, aliás, expirou em 2004, o que deixa o trabalho disponível para negociação por outros selos. Uma eventual edição em CD não só serviria para recompor o quebra-cabeça da história do rock nacional, como também daria algo palpável às legiões de novos apreciadores da banda, que se lamentam de só disporem de arquivos digitais, sem algo mais "palpável". Em CD, a banda teve apenas uma canção lançada ("Beije-me Cowboy"), incluída por Charles Gavin (Titãs) na compilação Discoteca Básica: Pop Rock Nacional dos Anos 80, o que é bom, mas ainda é muito pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito obrigado por responder a estas perguntas. É uma honra estar em contato com vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, eu gostaria de falar sobre os anos que antecederam a formação do Arte no Escuro. Brasília era um saudoso celeiro de bandas punks, e vocês integraram as bandas Os Sociais (caso do Pedro), e Escola de Escândalo (caso da Marielle). Como vocês descreveriam esse tempo e as duas bandas cujas histórias se confundem com as suas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro: Eu e Paulo éramos da "tchurma", como dizia o Renato "Manfredo" Russo, e sempre estávamos envolvidos com o pessoal da Legião, Plebe e Capital. Eles começaram a viajar para o eixo Rio—São Paulo para tocar, e a gente pensava: "se eles conseguiram, por que não tentar?". Anos antes, eu já escrevia letras. "Psicopata", do Capital Inicial, por exemplo, é de minha autoria, e eu tinha um livro cheio delas. Paulo tocava guitarra e eu sempre quis tocar baixo. Os Sociais foi uma das minhas primeiras bandas e, que eu me lembre, só fizemos um show. Eu cantava e escrevia as letras... Todos d'Os Sociais, fora eu, eram filhos de diplomatas, incluindo o Nick, que era alemão. Sempre havia a sombra de que alguém iria deixar a cidade e acho que foi isso o que aconteceu no final. Só não lembro quem partiu... Já ouvi muitos rumores sobre Os Sociais. Eu mesmo não me lembro de nenhuma música e nem do que eu cantava! Tem um mp3 por aí que na verdade foi uma jam session num boteco, eu e um monte de gente, e resolveram dizer que é d'Os Sociais. Pure bullshit! Que eu saiba, ninguém tem algo gravado da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marielle: Bem, na verdade, as lembranças que tenho são as de uma pré-adolescente normal integrando-se a um grupo de pessoas com informações variadas e já criando seus ídolos, que, naquele momento, eram o Renato Russo e o Marcelo Bonfá, nosso galã (risos). O meu primeiro ensaio com o Escola de Escândalo foi engraçado... eles ensaiavam no "closet" da casa do Alessandro "Itália" (o pai dele era embaixador da Itália, acho). Eu cheguei e só conhecia o Itália, e ele foi me apresentando aos outros componentes: Bernardo era o vocalista, irmão mais novo do André X, baixista da Plebe, grande poeta. Geraldo era o baixista, irmão do Loro Jones do Capital, muito boa pessoa e divertido, daí eles me apresentaram o Fejão como um tarado sexual, dizendo que tudo correria bem se eu não chegasse muito perto! (risos) Na minha opinião, ele é um dos maiores guitarristas que esse país já teve, tornando-se um irmãozão... saudade do Nego Véio... Mas o que me assustou mesmo foi a altura dos caras. Acho que o mais baixo deles tinha 1,87 m de altura. Eu, com meu 1,69 m me sentia uma formiguinha ali. Bem, como vocês podem sentir, a nossa convivência sempre foi legal com a turma e tudo era bem divertido... um bando de malucos alegres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês ingressaram na banda em momentos diferentes. Seria ótimo poder saber um pouco mais sobre o momento em que cada um passou a integrar o Arte no Escuro, o Pedro na formação e a Marielle na substituição do Lui como vocalista. Qual era a "proposta" inicial da banda e como se deu o convite à Marielle?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: O Arte no Escuro no começo era eu e Paulo Coelho. Eu nem tinha baixo na época e tocava a linha do baixo em uma guitarra. Conhecia o Adriano havia tempos e lembrava que ele tocava bateria. Convidamo-lo e ele aceitou. Com o Lui foi a mesma história: sempre nos encontrávamos no Beirute para tomar uma, e ele tinha interesse em cantar. Acho que ele apareceu ou o convidamos para ver o ensaio e foi isso. Lui é pintor e muito interessado em artes plásticas. Num bate papo, ele comenta sobre um movimento artístico, onde o fotógrafo ou pintor se amarra em arame farpado, sangue saindo, e se pinta e tal. Flagelação por arte. Algo por aí. O nome do movimento era Art in the Dark. Fizemos três ou quatro shows com o Lui nos vocais e parecia que estávamos fazendo um nome. Um belo dia, Lui diz que tinha conseguido transferência de trabalho para o Rio e se vai... Marielle tinha acabado de sair do Escola de Escândalo... éramos fãs do Cocteau Twins; uma voz feminina apelou na época, e pensamos: "por que não?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: A minha entrada no Arte no Escuro ocorreu em um momento bem chato pra mim, na verdade, pois eu estava muito triste com minha "expulsão" do Escola de Escândalo pelo Bernardo, após uma apresentação em um programa da Rede Globo chamado Mixto Quente, no qual, das quatro músicas que nós tocamos, foi ao ar justo a que eu cantava, pois na banda eu era só backing vocal, e havia essa música chamada "Complexos" que o Bernardo fez para eu cantar. Nossa, fiquei muito mal com o telefonema dele... e pesou o fato de ele não ter me falado ao vivo, foi pelo telefone... foi punk mesmo. Então, no dia seguinte, o pessoal do Arte no Escuro me ligou dizendo que o Lui estava indo morar no Rio e que eles estavam sem vocalista... nossa, para mim foi tudo de bom, pois eu já conhecia o pessoal da banda e, claro, conhecia o som, pois lá como já te disse todos conheciam todos e todos apoiavam todos. Acho que esse era um grande diferencial do que presenciei depois em vários cenários da música pelo país... a gente podia até xingar, zoar e tudo mais nos shows das outras bandas, mas sempre estava todo mundo lá (risos)!!! Éramos adolescentes felizes!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é raro ouvirmos testemunhos entusiasmados de apresentações ao vivo do Arte no Escuro repletos de cenas antológicas. Dizem que, certa vez, por exemplo, o Lui despejou tinta preta sobre o próprio corpo cantando "Beije-me Callboy". E para vocês, quais foram os momentos "ao vivo" mais memoráveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Esse "show da tinta", na verdade. Foi o nosso primeiro show... Tivemos muitos shows memoráveis, lembro-me de um no Teatro Galpão, em Brasília, já com a Marielle, chamado "Feira de Música", que acontecia toda segunda-feira. Cada banda tocava duas músicas e era isso. A platéia não hesitava, atirava tomate e o diabo se a banda fosse ruim. Tocamos duas músicas e não atiraram nada; no final, aplaudiram. Acabamos sendo convidados para fazer uma noite especial só do Arte no Escuro. Nossos shows tinham muito clima e energia, coisa que no disco acabou sendo pasteurizada, o que foi uma pena. Na minha opinião, o registro acabou não fazendo justiça ao Arte no Escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Putz... na verdade, com o Arte tenho várias recordações legais, o show em Fernando de Noronha... acho que fomos a única banda de rock a tocar lá... meu... o povo gritava muito com a iluminação, eles piraram realmente. O show histórico no Teatro Nacional também, onde fizemos do palco a platéia... foi assim: colocamos arquibancadas no palco e nós, músicos, ficávamos em pequenos tablados individuais. Foi o show de lançamento do disco, muito legal. Na verdade, tínhamos um superempresário, também moleque como a gente na época, mas que sempre soube agilizar e potencializar nossa banda: Luiz Fernando Artigas (Fegê), que hoje é um grande articulador político de Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bandas como Gang of Four e Joy Division são muito citadas como influências pelas bandas brasilienses de meados dos anos 80. No caso do Arte no Escuro, vocês acham possível apontar alguns nomes que lhes serviram como referências musicais? Aproveitando o gancho, o título de "Joy" tem alguma relação com o Joy Division?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Eu, Paulo e Adriano sempre fomos apaixonados pelo Joy Division. Na época, acho que tivemos influência do Echo &amp;amp; the Bunnymen, Cocteau Twins, The Cure, Siouxsie &amp;amp; The Banshees, The Sisters of Mercy, Magazine e The Smiths, para citar algumas. "Joy" foi feita sem esta intenção, mas acabou tendo todas as marcas do Joy Division... Na verdade, até abrimos alguns shows com ela e nunca pensamos em pôr letra ou gravar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Eu sempre tive uma salada de influências em meu repertório que, acredito, foi muito trabalhado pelas minhas amizades. Sempre fui de circular em várias turmas, então eu ouvia muito Cocteau Twins, The Cult e U2, com o pessoal do Arte, mas o Negreti (Legião) e o Ameba (Plebe) não saiam lá de casa, então eu ouvia muito Dead Kennedys, punk rock e hardcore de verdade e, como o Fejão também ia muito lá em casa, e sempre trazia vídeos e cassetes para a gente ouvir, já viu, né?... aí era metal na cabeça: Metallica, Slayer, Ozzy, Suicidal Tendencies e até o metal farofa!!! (risos) Bem, por aí você vai vendo como as coisas aconteciam, tanto que o Ameba, o Negreti e o Fejão depois montaram uma banda chamada Dentes Quentes, onde eles tocavam Dead Kennedys e um pouco do metal. Já em São Paulo, quando me mudei com a Volkana, conheci o rap... o hip-hop, através do Thaíde e do DJ Hum, que participaram do disco da Volkana... e aí... mais uma paixão... Filtrando tudo isso, tiro todas as sonoridades que tenho em minha alma hoje... a belíssima voz de Elizabeth Fraser, do Cocteau, a simplicidade do Ozzy, a garra do Jello Biafra, o peso do Metallica, a exatidão métrica do hip-hop em algumas coisas e, claro, a paixão pelo Bono... ai, ai... rolou até paixão pelo Bon Jovi e Skid Row, acredita??? Eu trago tudo isso para a Cores D Flores... peso e melodia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças ao excelente site que vocês prepararam, podemos ouvir versões alternativas de várias das canções da banda, além de termos acesso a verdadeiros documentos históricos, entre fotos, filipetas e artigos de época. Como vocês avaliam a repercussão desse material?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Não tenho nem idéia de quantas pessoas já entraram no site. Fiz ele sozinho com o material que eu e o Paulo Coelho havíamos guardado. Fora o Paulo, também consultei o Adriano sobre idéias. A intenção nunca foi a de divulgar o Arte no Escuro, mas sim de ter algo para lembrar, um arquivo, nada mais. Daí o material nele. Coloquei tudo que tínhamos achado na época. Daí o "RIP" na main page.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Bem massa, né? Pois essa entrevista mesmo só está rolando por causa dessa história que não pode morrer nunca, essa é a história do rock candango e não pode ser esquecida ou ignorada... por isso que me divirto quando alguém compara meu atual trabalho ao da Pitty... adoro o que ela fez no rock nacional, acho ela extremamente talentosa, canta pra caramba e é uma ótima compositora, mas, cara, tem muito jornalista que ignora essa história e quer falar do rock nacional. Acho que informação é importante pra qualquer um, para jornalista então... nem se fala, né??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excluídos os materiais divulgados no site da banda, existem ainda registros inéditos do Arte no Escuro, como vídeos, composições, clipes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Acho que essa é bem para o Pedro responder, pois eu sempre fui inútil nesse ponto para a banda... era muito moleca aprontona e nem me ligava em organizar nada, aliás, acredito hoje que foi minha imaturidade o que mais atrapalhou o Arte no Escuro... aí, Pedro... foi mal!!! Tanto que hoje na Cores quando faço esse tipo de coisa, lembro-me do imenso acervo que eu poderia ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Lembro-me de ter visto na TV o show inteiro que fizemos no Teatro Nacional de Brasília, nos bastidores da sala Villa-Lobos. Gravei-o em VHS, e minha ex-mulher fez o favor de gravar em cima Galaxy Rangers para o meu filho, porque não tinha achado outra fita... Não tenho certeza, mas acho que foi a TV Cultura de Brasília a emissora que o veiculou. Com certeza há vídeos de shows que fizemos em Brasília, o problema é achar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às canções selecionadas no álbum Arte no Escuro (1988), notamos algumas mudanças em relação às suas versões anteriores. Além de "Beije-me Callboy" ter sido renomeada como "Beije-me Cowboy", um pequeno trecho da letra de "Celebrações" parece ter sido suprimido. Como se deram essas mudanças? Houve alguma interferência da EMI ou tudo fez parte da maturação natural do material?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Outra que tem de ser respondida pelo Pedro, pois eu cantava mas não tinha muita participação nas composições, a não ser nas melodias de voz. Lembro-me que "Celebrações" estava muito longa e repetitiva; quanto a "Beije-me Cowboy" eu nem sabia que tinha mudado de nome, só sabia que a intenção dela era a de falar sobre um garoto de programa, mas só. Aliás, no disco do Arte no Escuro tive a minha primeira oportunidade de compor uma letra, o que devo ao Pedro, com quem, com certeza, aprendi muito. Pensando bem, aprendi com os melhores: o Renato (Russo) sempre me dava toques sobre palavras e como usá-las, métrica... o Pedro me fez ler muitos livros legais, além de falar de amor de uma maneira obscura e tão romântica, cantar as letras do Bernardo (Escola de Escândalos) também me ensinou como usar palavras sem nenhuma sonoridade, mas com muitas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Só foi maturação do material. No LP, foi burrice não termos gravado "Inocência", pois era uma das nossas melhores músicas em shows. Por incrível que pareça, tanto a EMI como a produção, que foi inexistente, nos deram carta branca no estúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma belíssima parceria entre a banda 5 Generais e Marielle ("Outro Trago?") havia sido gravada para a coletânea Outros Rumores, que nunca foi lançada. O Arte no Escuro também participaria dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Acho que já estávamos em contato com EMI e outros selos na época e não queríamos arriscar lançar algo por um selo pequeno quando gravadoras grandes estavam demonstrando interesse em nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Essa música, se não me engano, saiu agora, no Rumores II. Recebi a versão remixada e "tá o bicho", aliás, o 5 Generais é outra banda da época muito do cara...mba (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1988, jornais e revistas apontaram influências do pós-punk inglês na sonoridade do Arte no Escuro. A Bizz, por exemplo, apontou um "clima gótico" nas canções da banda e registrou sua recusa ao rótulo "dark". O que vocês diriam sobre tais associações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Na época, negamos, pois era o tal de rótulo, blábláblá de mídia tentando criar polêmica para vender ou pegar a atenção do público: "há um novo bicho pra vendermos, e ele se chama dark"... Acho que estávamos mais para Echo &amp;amp; the Bunnymen que para The Sisters of Mercy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Meu, fomos a primeira banda gótica ou dark do país, não adianta fugir desse rótulo. As letras nos submetiam aos climas "escuros" do amor e da vida. Acho que Álvares de Azevedo gostaria muito de ouvir o Arte no Escuro (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês já chegaram a negociar o relançamento do Arte no Escuro em formato digital? Vocês arriscariam alguma explicação para o inexplicável atraso da gravadora em disponibilizá-lo novamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Por volta de 1995, lembro-me de ter ouvido falar que a EMI estava interessada em ter-nos no estúdio para gravarmos material novo. Se foi verdade, não sei. Todas as bandas dos anos 80 estavam regravando ou voltando. Eu já estava morando em Londres na época e lembro-me de ter dito a alguém que só voltava para o Brasil se me pagassem U$ 1,000,000.00. Não acho que vão lançar o CD. No final das contas, não vendemos muitas cópias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Eu e o Paulo Coelho até pensamos em tentar um relançamento. Fizemos um contato meia boca e desistimos. Na verdade, uma empresa como a EMI não se interessa pela história ou por registrar documentos com que o rock nacional seja memorizado ou eternizado. Para eles, o que conta é a grana, bufunfa, din-din, o som do produto não importa, mas sim o som da máquina registradora. Ainda bem que existem pessoas como você e esse seu trabalho tão engrandecedor da cena nacional, porque senão a maioria dos jovens ouvintes não teria a oportunidade de saber como começou ou de onde vieram nossas raízes musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, existem bandas – como a brasiliense Últimos Versos – que tomam o Arte no Escuro como inspiração e parâmetro musical para seus trabalhos. Como é, para vocês, saber que o Arte no Escuro ainda faz escola?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Uau. Nem tinha idéia. Legal. Interessante. Quero ouvir esses carinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Pô... eu me sinto extremamente orgulhosa, várias pessoas entram em contato para trocar idéias e passando sempre uma vibe positiva sobre o trabalho do Arte. Em Brasília há também a Morffine, do Phélix do 5 Generais, que também vai pra esse estilo e confessa a influência do Arte. Muito bom... é muito dez ser útil pra alguém (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto ao fim da banda? A que vocês o atribuem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: A EMI terminou nosso contrato. "Lambada" virou febre nacional (não estou brincando, de verdade!). Shows ficaram muito difíceis de arrumar. Marielle decidiu cantar em uma banda de heavy-metal e, para ajudar ainda mais, havia a vida. Acho que cansamos de nadar contra a corrente. Amor à musica nunca pagou contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Bem, eu me sinto bastante culpada, como já assumi anteriormente. Fui irresponsável em vários momentos importantes da banda e sei que a falta de maturidade foi fator derradeiro. A assinatura do contrato do Volkana com a Eldorado também pesou... Eu me apaixonei pelo metal... e quando vi, já era. Sei que magoei pessoas legais com a minha falta de continuidade e loucuras... mas já foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a dissolução da banda, em quais outras bandas os membros do Arte no Escuro tocaram? Sabemos do Volkana e do Vollume, bandas que contaram com a voz preciosa da Marielle, além do Cores D Flores, sua atual banda. Você poderia comentá-las, Marielle? E quanto ao Pedro, ao Adriano e ao Paulo? Em quais outras bandas tocaram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Eu e Paulo tivemos uma banda que nunca saiu do ensaio ou estúdio. Depois disso, fui convidado e acabei tocando no "new" Detrito Federal por quase um ano. Viajei o Brasil inteiro com eles tocando baixo e acabei escrevendo algumas letras e músicas. Também no Detrito, por uma época, estava o Eduardo "Balé", baterista do Escola de Escândalo. Aqui no Reino Unido, por volta de 96-98 fiz mix de música eletrônica com jazz, ou Breakbeat. Tenho um estúdio no meu laptop e toco baixo, violão e até teclado quando o santo baixa. Que eu saiba, Adriano e Paulo aposentaram as chuteiras em termos de música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Mantenho contato com o Adriano, que conseguiu realizar seu sonho de ser diplomata, o que eu acho muito importante... realizar sonhos... com o Pedro, acho que falei pouquíssimas vezes, pois ele foi para Londres; com o Paulo também falei poucas vezes, mas sei que ele também realizou seu sonho de montar uma empresa de arquitetura. Quanto ao meu destino, fui para o Volkana, que teve uma ótima aceitação do público e da mídia, mas tive de me afastar quando meu irmão ficou doente e veio a falecer (ele era um grande amigo, parceiro... um tudo pra mim, aliás ele até participa do disco do Volkana), voltando pra Curitiba (minha cidade natal), onde minha família precisava de mim naquele momento. Já estava casada com o McCoy, que é um grande guitarrista e que esteve sempre ao meu lado nos quase quatro anos em que me neguei a cantar, convencendo-me a voltar a compor e me agilizar formando a Cores D Flores, após ir a um show do Capital Inicial no qual o Loro Jones e o Dinho me incentivaram muito também a voltar. A banda Vollume, na verdade, foi uma transição da Cores para um som mais pesado, mas sempre foi a Cores, embora com outro nome durante seis meses. Hoje, a Cores D Flores já está se fixando no mercado independente. Já temos três demos lançadas, o Entre Sonhos e Pesadelos, onde exponho as aflições de sonhar, amar e odiar neste planeta, quase uma coletânea dos anos anteriores da banda, contendo versões acústicas em gravações caseiras, mas que pra mim tinham de ser registradas, e naquele momento... coisa de maluco mesmo (risos). Agora estamos finalizando o nosso primeiro CD gravado em estúdio profissional, intitulado Paixão. Nele, temos algumas regravações do Entre Sonhos e Pesadelos, mas lá fica bem mais claro nosso peso, nossa meta musical e nossa melodia, minhas influências, tanto nas letras onde exponho meu respeito aos sentimentos confusos e maléficos do ser humano, e declaro minha Paixão e respeito ao meu público. O CD estará pronto para lançamento em março, e espero, através do seu site, ter a oportunidade de mostrar ao seu grande público esse meu trabalho atual, firmeza??? Também faço a minha parte aqui em Curitiba tentando agilizar uma maior amostragem da cena local através do meu programa na 96 Rádio Rock, o Geração Pedreira e em um site voltado à música paranaense – www.movimentoleitequente.com.br – que, a partir de janeiro, se tornará uma rádio... 24 horas de música paranaense na Web... "é nóis"! (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, entrevistadores, nunca somos capazes de fornecer oportunidades de as bandas expressarem tudo aquilo que seus apreciadores gostariam de ouvir. Por isso, deixo aberto este espaço para que vocês transmitam o que bem desejarem, com toda a liberdade possível. Muitíssimo obrigado pela entrevista!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Obrigado pelo interesse e, por favor, se tiverem algo que não está no site do Arte no Escuro, mandem-me que o incluirei, farei um link para o seu site e, claro, incluirei os devidos créditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Olha só... discordo da sua afirmativa na pergunta. Vocês entrevistadores são os responsáveis pela nossa visibilidade e nossas grandes oportunidades, como esta de estar aqui, de nos aproximarmos mais das pessoas que tanto valem para a gente... os que ouvem nossas canções, nossos corações. Pois para o músico, pelo menos eu penso assim, o mais importante é chegar aos corações através de melodias e poesias. Valeu mesmo, Cid! Conte sempre comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://olicruz.wordpress.com/2007/09/11/arte-no-escuro/"&gt;Olímpio Cruz Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rockbrasilia.com.br/"&gt;http://www.rockbrasilia.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.carcasse.com/revista/"&gt;Carcasse&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-2229959671808489335?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/2229959671808489335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=2229959671808489335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2229959671808489335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2229959671808489335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/marielle-e-escola-de-escandalo.html' title='Marielle e a Escola de Escândalo'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-nlTIVKmWjNA/Tsu4-vPq9mI/AAAAAAAAGBw/gSWQPGZDBvM/s72-c/escola_de_escandalos_450.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-2966364849562607604</id><published>2011-11-22T05:30:00.000-08:00</published><updated>2011-11-22T13:11:37.113-08:00</updated><title type='text'>Joey "Shithead" (DOA), uma entrevista</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JCjEsT9LyLs/TsukZct7QMI/AAAAAAAAGBk/q_gnhIjU_1Y/s1600/doa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-JCjEsT9LyLs/TsukZct7QMI/AAAAAAAAGBk/q_gnhIjU_1Y/s320/doa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677812512343146690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Joey "Shithead" Keithley é umas personalidades mais importantes do punk na América do Norte. Para os canadenses, então, é um autêntico godfather.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 55 anos de idade, Joey permanece ativo com sua banda D.O.A. Já são mais de 3 décadas de carreira, 15 álbuns de estúdio, dois livros, um disco solo e outro, seminal, ao lado de Jello Biafra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que esta coluna é escrita, o D.O.A. está encerrando sua primeira turnê pelo Brasil. Foram três shows: o primeiro em Curitiba, o segundo em São Paulo (foto abaixo) e o último, deste domingo, no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda aterrissou no Brasil na quinta passada, dia 17, e fui convidado para um jantar de boas-vindas aos canadenses. Por um desses acasos, meu lugar na mesa era aquele ao lado de Joey Shithead. Apreciador de uma boa conversa, não se importou em relembrar inúmeras histórias sobre os primórdios do punk na América do Norte, o rock canadense e muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joey me contou, por exemplo, como foi abrir um show do David Lee Roth em Vancouver: "Estava programado para que o Poison tocasse, mas um integrante deles quebrou o braço e fomos convidados em cima da hora pra susbtitui-los. Tinha quase 15 mil pessoas no lugar e muita gente na primeira fila atirando moedas em nós. Os seguranças do David gostaram da gente e começaram a dar porrada em quem jogava coisas no palco. Depois, nos camarins, aprontamos várias e fomos expulsos pelo empresário dele. Mas David é um cara direto, sem frescuras. E na época era um completo 'party animal'. Cheirava várias e frequentava todos os inferninhos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Canadá tem assuntos variados na cultura rock. Citei alguns nomes e deixei Joey discorrer, entre uma e outra garfada num delicioso siri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nardwuar é um bom entrevistador. Tem um grande conhecimento musical. Mas da primeira vez que ele me entrevistou, quase saí andando depois de 5 minutos. Não tinha entendido qual era a daquele personagem. O Razor? Não sei nada sobre eles, exceto que fizeram um documentário a respeito dos caras. Ah, esse é o Anvil? Não sei quem é quem. E nunca vi o documentário. O Michel [Langevin, baterista do Voivod] já tocou com a gente em um show beneficente. Ensaiamos por uma tarde e ele tocou umas 12 músicas. É um cara bacana. Do BTO [Bachman-Turner Overdrive] tenho boas lembranças: fizemos um show com eles em um presídio de segurança máxima no norte do Canadá. Era a primeira apresentação do BTO com a formação original em uns 20 anos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joey me perguntou se eu recomendava alguma loja de discos em São Paulo. Expliquei o que era a Galeria do Rock e de como Jello Biafra comprou uma enormidade de LPs por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sim, eu posso imaginar. Ele tem uma coleção enorme. Uma grande sala com álbuns do chão até o teto. E tudo organizado alfabeticamente! Se você perguntar a ele sobre um LP qualquer, ele dá uma olhada rápida e já puxa o disco da estante. É incrível. Existe um tipo de colecionador que compra de tudo, e existe aquele que só coleciona o que realmente gosta. Jello faz parte do segundo tipo. Não sei quantos álbuns ele tem, mas, baseado em um veterano radialista de Vancouver a quem ajudei a remover 40 mil LPs, eu me arriscaria dizer que Jello tem uns 20 mil discos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá pra papear com um ícone punk sem falar de outros protagonistas. Mencionei que, em 1999, hospedei Mykel Board, célebre colunista da MaximumRockandRoll, e que o mesmo me disse que só havia duas pessoas em toda a cena punk pelas quais ele colocaria a mão no fogo. Uma delas era Tim Yohannan, fundador da própria MRR, falecido em 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tim era uma grande figura. Você debatia com ele por 4 ou 5 horas sobre punk e política, e, no final da conversa, via que ele não tinha mudado uma vírgula em sua forma de pensar. Era muito teimoso e idealista. Mas o papo terminava e continuávamos amigos. Ian MacKaye também é muito íntegro. Mantém os mesmos princípios após todos esses anos. Mas quem é a outra pessoa que ele [Mykel Board] disse que não se venderia?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondi que era G.G Allin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah, não tenho muito respeito pelo G.G Allin. O cara nunca escreveu uma música que preste. Era basicamente um encrenqueiro". Comentei que, mesmo assim, G.G deixou sua marca. Joey concordou: "Sim, deixou uma marca. E também não quero falar mal do cara. Ele nem está mais entre nós. Ah, deixa isso pra lá. Um brinde a ele!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erguemos as taças e brindamos G.G Allin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Eduado Abreu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://caixapretaprp.blogspot.com/"&gt;Caixa Preta&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-2966364849562607604?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/2966364849562607604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=2966364849562607604' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2966364849562607604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/2966364849562607604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/joey-shithead-doa-uma-entrevista.html' title='Joey &quot;Shithead&quot; (DOA), uma entrevista'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JCjEsT9LyLs/TsukZct7QMI/AAAAAAAAGBk/q_gnhIjU_1Y/s72-c/doa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-5165283713075191882</id><published>2011-11-22T05:07:00.000-08:00</published><updated>2011-11-22T13:12:48.898-08:00</updated><title type='text'>Sepultura, + 1 entrevista</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mvDFTDyFfBA/TsufWMw4DrI/AAAAAAAAGAE/AGWGD8zcGGc/s1600/sepultura-sepaltura-akarabay-on-148848.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 174px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-mvDFTDyFfBA/TsufWMw4DrI/AAAAAAAAGAE/AGWGD8zcGGc/s320/sepultura-sepaltura-akarabay-on-148848.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677806958962806450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;(NOTA: Uma coisa tem que se admitir: os caras são persistentes!) Enquanto era embalado no colo da mamãe, o Sepultura lançava o álbum “Arise”, que consolidaria de vez a carreira internacional da banda. Mas na próxima sexta, quando o grupo iniciar uma nova turnê pela Europa, na Alemanha, Eloy Casagrande estará lá no fundo, espancando a bateria como faz desde os sete anos. Hoje com 20, o batera prodígio foi convocado para substituir Jean Dolabella, que teve que optar pela proximidade da família à correria das longas turnês de uma banda estabelecida no mercado internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eloy leva bateria a sério desde os 13 anos, e ganhou notoriedade no grupo de apoio de Andre Matos, além de ter entrado recentemente para o Gloria, com quem se apresentou no Rock In Rio. Quem já o viu tocando sabe que o rapaz é um verdadeiro animal das baquetas. Com uma pegada pesada e agressiva, cai certinho no Sepultura. O site Rock Em Geral, de Marcos Bragatto, conversou rapidamente com ele para saber como aconteceu esse salto na carreira, e também com o guitarrista Andreas Kisser, que fala da saída de Jean e da escolha de Eloy. Primeiro os mais velhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-KALjpVOkPSU/TsugCy88MEI/AAAAAAAAGAQ/g3PYwT9cQC4/s1600/sepultura_2012.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-KALjpVOkPSU/TsugCy88MEI/AAAAAAAAGAQ/g3PYwT9cQC4/s320/sepultura_2012.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677807725128200258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rock em Geral: A saída do Jean pegou o público de surpresa, já que ele parecia bem integrado à banda, depois da gravação desse novo álbum e da turnê. Qual foi o motivo da saída dele? Partiu de quem essa decisão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andreas Kisser: Ele estava bem integrado, sim, mas a demanda de shows e longas turnês foi muito para ele. Ele e a família não se adaptaram ao ritmo, e ele nao aguentou, sofria muita pressão de casa e não conseguia mais se concentrar nos shows e na vida profissional. Ele resolveu sair, até mudamos a agenda para o ano de 2011, com mais folgas e tempo para vir ao Brasil, mas isso não mudou a decisão dele. É uma pena que ele tenha saído no meio do ciclo de um álbum, deixou o trabalho incompleto, mas respeito a decisão dele. Desejo muita sorte, ele foi muito importante nestes anos de Sepultura, mas infelizmente o ritmo da banda foi demais para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tuQDNWlCde8/TsugiUNfUuI/AAAAAAAAGAc/GgXwGVlxsx4/s1600/SEPULTURA%2BTDB%2BNOIR.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-tuQDNWlCde8/TsugiUNfUuI/AAAAAAAAGAc/GgXwGVlxsx4/s320/SEPULTURA%2BTDB%2BNOIR.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677808266631926498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;REG: A saída do Jean tem a ver com a contusão que ele sofreu na turnê europeia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andreas: Não tem nada a ver com a contusão, aquilo foi um acidente de percurso e ele se recuperou rápido para que a gente pudesse terminar a turnê na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Na ocasião, o Jean foi substituído pelo baterista do Torture Squad, Amílcar Christófaro. Vocês cogitaram ele para ser integrante permanente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andreas: Não, o Amílcar é baterista do Torture Squad. Aliás, é um dos membros principais da banda, e ele faz isso com muita energia e paixão. Nós tivemos sorte de ele estar na Europa quando o acidente com o Jean aconteceu, e ele fez um trabalho magnífico, poucos músicos teriam a capacidade de pegar um set de musicas em tão pouco tempo. A gente agradece muito o “input” dele, foi fundamental para que a gente nao cancelasse alguns shows na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-u88sScobqKQ/Tsug5XHovxI/AAAAAAAAGAo/V6AdOrLTXzk/s1600/sepultura6.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 237px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-u88sScobqKQ/Tsug5XHovxI/AAAAAAAAGAo/V6AdOrLTXzk/s320/sepultura6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677808662549675794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;REG: Como vocês optaram por chamar o Eloy Casagrande? Vocês fizeram testes com outros bateristas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andreas: Sim, fizemos testes e tínhamos algumas opções fora do Brasil também, mas o Eloy mostrou um talento incrível. Apesar da idade ele tem experiência internacional com o Andre Matos, tem a sua própria estrutura, já tem patrocínios de várias marcas e conhece muito o material do Sepultura. Ele tem um estilo explosivo e muita técnica, tocou o material antigo da banda como se estivesse com a gente desde o início. Acho que o Sepultura mantém a tradição de ter uns “monstros” na bateria, mais um “monstro” brasileiro que a gente mostra para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Incomoda o fato de o Eloy ter tocado no Gloria, que não é, digamos, uma banda muito querida pelos fãs do Sepultura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-38som4ktZsw/TsuhSYL9EsI/AAAAAAAAGA0/XHM3mtbjqJA/s1600/sepultura-em-sao-paulo-14102011-1318720483327_1024x768.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-38som4ktZsw/TsuhSYL9EsI/AAAAAAAAGA0/XHM3mtbjqJA/s320/sepultura-em-sao-paulo-14102011-1318720483327_1024x768.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677809092332950210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Andreas: Não incomoda em nada, ele já fez parte de algumas outras bandas e tenho certeza que a experiência dele no Gloria foi muito positiva, isso mostra que ele é capaz de tocar qualquer estilo com propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: O Eloy é mais novo que o tempo de existência do Sepultura. Vê alguma dificuldade quanto à diferença de idades entre ele e os demais integrantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andreas: Isso não tem nada a ver. Como disse, apesar da idade, ele é muito experiente. Essa coisa de idade é muito relativa, para mim nao diz muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Como você recebeu o convite para entrar no Sepultura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GOy3X4Sb5hI/Tsuhv2NZtxI/AAAAAAAAGBA/XV86UMZ7Fqg/s1600/sepultura%2Bcavalera_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 223px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-GOy3X4Sb5hI/Tsuhv2NZtxI/AAAAAAAAGBA/XV86UMZ7Fqg/s320/sepultura%2Bcavalera_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677809598608291602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eloy Casagrande: Faz um mês mais ou menos que apareceu essa notícia. Quem me ligou foi a Monica Cavalera, que é a empresaria da banda. Ela falou que tinha interesse em me chamar para a banda. Foi uma surpresa realmente, eu não esperava, foi um choque. Não é todo dia que você recebe um telefonema para entrar para o Sepultura. É uma honra receber um convite desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Foi feito um teste?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eloy: A gente marcou um dia para tocar algumas músicas, para ver como a banda sentia, se encaixava. Fizemos um ensaio, eu tirei umas músicas do repertório dessa última turnê e tocamos para ver o que acontecia. E rolou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Foi difícil aprender a tocar esse repertório?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--CdmrbMbIsU/TsuiPnEoY4I/AAAAAAAAGBM/o3HAtRPHSCw/s1600/sepultura%2B3.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 257px;" src="http://4.bp.blogspot.com/--CdmrbMbIsU/TsuiPnEoY4I/AAAAAAAAGBM/o3HAtRPHSCw/s320/sepultura%2B3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677810144300786562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eloy: Desde moleque eu ouço falar do Sepultura, já conhecia algumas coisas. Toda vez que saía um disco eu pegava para dar uma escutada. Não tem como não conhecer o Sepultura. Eu tive umas duas semanas para aprender as músicas, algumas eu até já sabia, foi um esquema rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Quando vai ser a sua estreia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eloy: Vai ser no dia 25, sexta agora, na Alemanha. Vamos vai fazer uma turnê de 23 shows em 25 dias. Viajamos nessa quarta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: E qual é a expectativa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eloy: Eu tô ansioso. O Sepultura tem muitos fãs espalhados pelo mundo, e recebemos muitas mensagens de muita gente, de várias partes, isso é legal pra caramba. Acho que vai ser bom, nós ensaiamos bastante. Vai ser do caralho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Desde quando você toca bateria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dsCLGBVvyek/Tsui4QJO92I/AAAAAAAAGBY/i8rJfSmF7vw/s1600/sepultura_weissbier_garrafa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 211px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-dsCLGBVvyek/Tsui4QJO92I/AAAAAAAAGBY/i8rJfSmF7vw/s400/sepultura_weissbier_garrafa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677810842520713058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eloy: Eu comecei com sete, mas a sério mesmo foi com uns 10, 12 anos. Porque quando você é criança não quer saber de estudar nada. Eu comecei as estudar de verdade quando tinha 12 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REG: Como é entrar para uma banda que tem mais tempo de vida do que você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eloy: Ah, é estranho. Quando eu tava nascendo, eles lançaram o “Arise”. Eu com três meses e eles lançando o “Arise”. Chega a dar medo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Marcos Bragatto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rockemgeral.com.br/"&gt;reg&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-5165283713075191882?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/5165283713075191882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=5165283713075191882' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5165283713075191882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5165283713075191882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/sepultura-1-entrevista.html' title='Sepultura, + 1 entrevista'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-mvDFTDyFfBA/TsufWMw4DrI/AAAAAAAAGAE/AGWGD8zcGGc/s72-c/sepultura-sepaltura-akarabay-on-148848.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-6293034823573319131</id><published>2011-11-21T13:24:00.000-08:00</published><updated>2011-11-23T04:49:44.660-08:00</updated><title type='text'># 206 - 19/11/2011</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-JSe1TOERPL4/Tszo41DTPDI/AAAAAAAAGCU/lIUouTBEBYk/s1600/pennybanner-4e712bdba583e.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 130px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-JSe1TOERPL4/Tszo41DTPDI/AAAAAAAAGCU/lIUouTBEBYk/s400/pennybanner-4e712bdba583e.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678169293218593842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-67L2vF5TWjY/TsrGS9aGFgI/AAAAAAAAF_4/jlofjEMsP-k/s1600/mods.jpg"&gt;&lt;/a&gt;O diabo é o pai do rock”, já dizia Raul Seixas. Do samba e do jazz também, pelo menos de acordo com o Satanique Samba Trio, combo endiabrado de Brasília. Além deles, o capeta deu as cartas na abertura do programa de rock de sábado, com um Bloco do ouvinte calcado no Black metal: Dackson “deathrow”, criatura das trevas que vaga pelas noites de Aracaju promovendo o caos e a discórdia, nos forneceu uma pequena amostra deste verdadeiro rito profano travestido de musica com Sarcófago, clássica grupo brasileiro pioneiro do estilo, e mais duas bandas da Finlândia: Barathrum e Thy Serpent. Isto me fez lembrar uma observação pertinente feita por Pedro De Luna quando de sua visita aos estúdios da Aperipê FM para ser entrevistado por este que vos tecla: o programa de rock não é nem um pouco “radiofônico”. Não mesmo ...    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Depois do Drop Loaded, o rock esporrento de Goiânia foi interrompido por uma boa causa: Isabela Raposo, nossa anja da guarda, fez questão de entrar no ar Ao vivo, driblando uma série de limitações técnicas, direto de São Carlos, São Paulo, para entrevistar Julico e Perninha do The Baggios, que por lá se apresentavam. Foi ótimo. Semana que vem eu toco de novo os goianos, na íntegra. Na sequencia, gravações de bandas mod* lançadas pela legendária gravadora Decca. A Decca é mais conhecida por contratar artistas de jazz e musica clássica, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luciano_Pavarotti" title="Luciano Pavarotti"&gt;Luciano Pavarotti&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joan_Sutherland" title="Joan Sutherland"&gt;Joan Sutherland&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Renata_Tebaldi" title="Renata Tebaldi"&gt;Renata Tebaldi&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9e_Fleming" title="Renée Fleming"&gt;Renée Fleming&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cecilia_Bartoli" title="Cecilia Bartoli"&gt;Cecilia Bartoli&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Juan_Diego_Fl%C3%B3rez" title="Juan Diego Flórez"&gt;Juan Diego Flórez&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrea_Bocelli" title="Andrea Bocelli"&gt;Andrea Bocelli&lt;/a&gt; e Sir &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Georg_Solti" title="Georg Solti"&gt;Georg Solti&lt;/a&gt;, mas ficou célebre mesmo por ter recusado, no início de carreira, ninguém menos que os Beatles! Redimiu-se pouco tempo depois ao assinar com os Rolling Stones, que lançaram por lá todos os seus discos entre 1963 e 1970, com clássicos do porte de “(I can´t get no) satisfaction”. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Temos um novo quadro: “Vale a pena ouvir de novo”, onde tocamos mais uma vez alguns dos lançamentos recentes que valem a pena serem ouvidos de novo. Nesta edição, Karina Buhr e Lou Reed + Metallica. No bloco new wave que veio a seguir, Talking Heads, que dispensa maiores apresentações, e Bow Wow Wow, banda formada em 1980 pelo adorável picareta (já falecido) Malcon McLaren com ex-integrantes do Adam and the Ants. A musica que tocamos, "C30 C60 C90 go", foi seu primeiro single, que a gravadora EMI se recusou a promover alegando que ele promovia as gravações caseiras. Depois do Devo, que também dispensa apresentações, o Trio, grupo alemão mais conhecido por seu hit “da da da”. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fechando a noite, Penny Mocks, banda sergipana que faz um som bastante original, com generosas doses de prog metal mas sem se apegar aos cânones do gênero, e musica instrumental com os baianos do Retrofoguetes e seu premiado arranjo para “maldito mambo!”, do segundo disco, “cha cha cha”; os gaúchos da Pata de Elefante com uma faixa de seu segundo disco, “&lt;i&gt;Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha&lt;/i&gt;”; e os conterrâneos do Ferraro Trio, com a brilhante cover de “Bad”, de Michael Jackson, a novata Casa Forte, que vai tocar na próxima sexta, no Capitão Cook, com a Penny Mocks, e a saudosa Perdeu a Língua, que deveria voltar!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Foi isso. Sábado que vem tem mais.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Tchau.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt;# # #&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;* Os jovens do reino unido se preocupavam em associar suas preferências musicais ao modo de se vestir, dividindo-os em tribos urbanas rivais que se odiavam. O mais forte expoente entre todos esses grupos foi apelidado pela imprensa local como Moderns, ou simplesmente Mods. Para se compreender universalmente o surgimento do movimento Mod, é preciso entender várias das transformações ocorridas no início do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo por Hígor Coutinho. Hígor é produtor do programa Espírito da Música Rádio Universitária - Goiânia (GO) e consome mais música que a maioria dos humanos normais.&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Leia mais: &lt;a href="http://obviousmag.org/archives/2009/04/were_the_mod_o_movimento_mod.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+OBVIOUS+%28obvious+magazine%29#ixzz1TuVviOz4"&gt;http://obviousmag.org/archives/2009/04/were_the_mod_o_movimento_mod.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+OBVIOUS+%28obvious+magazine%29#ixzz1TuVviOz4&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O século 20, apelidado pelo pensador alexandrino Eric Hobsbawm como a Era dos Extremos, entre guerras colossais e avanços científicos benéficos e ao mesmo tempo catastróficos, reservou um lugar especialíssimo para a juventude.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Pela primeira vez na história, uma fatia da população mundial se fazia diferenciar não pelas características econômicas, sociais, geográficas, raciais ou políticas, mas sim pela faixa etária. A partir da segunda metade do século, impulsionada por uma novíssima forma de música e comportamento, a juventude tomou o poder!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Como a História gosta (e precisa) de nomes e datas, quem inaugurou oficialmente essa nova era, em 12 de abril de 1954, foi Bill Halley e seus Cometas, com “Rock around the clock”, música que, posteriormente associada ao filme Blackboard jungle (lançado no Brasil como Sementes da violência), chocou violentamente a conservadora, religiosa e ainda muito racista, sociedade estadunidense.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;A industria fonográfica de então, numa tentativa de embranquecer o tal ritmo negro, vê no garoto Elvis Presley sua mais viável oportunidade. Mas, apesar do sucesso branco de Elvis (ou talvez impulsionados por ele), novos meteoros negros riscavam o céu de tio Sam: Little Richards, Chuck Berry, e até James Brown, entre tantos outros, galgavam lugares respeitáveis nas paradas de sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Contudo, com a ida de &lt;a href="http://imgs.obviousmag.org/fastsearch?query=Elvis"&gt;Elvis&lt;/a&gt; para o exército e a conseqüente “saturação” desse novo gênero que já não dava sinais de longevidade, o rock viveu um grande hiato entre 1959 e 1963. Os grandes ídolos de outrora agora enveredavam pelo caminho mais lucrativo da country music e das baladas açucaradas. A morte do rock era anunciada pela primeira vez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Se nos EUA o rock havia morrido, o velho mundo, representado pela austera sociedade inglesa, indicava que seria o berço de seu glorioso renascimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;God Bless The United Kingdom!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Não se sabe ao certo o porquê, mas é certo que os jovens do reino unido se preocupavam em associar suas preferências musicais ao modo de se vestir mais do que em qualquer outra parte do planeta, e isso, somado a uma série de fatores sociais, os dividiu em tribos urbanas rivais que se odiavam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O mais forte expoente dentre todos esses grupos foi apelidado pela imprensa local como Moderns, ou simplesmente Mods. Para se compreender universalmente o surgimento do movimento Mod, é preciso entender várias das transformações ocorridas no início do século XX.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Less Is More!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O Modernismo, desencadeado por nomes como Pablo &lt;a href="http://imgs.obviousmag.org/fastsearch?query=picasso" target="_blank"&gt;Picasso&lt;/a&gt; e sua tela Les Demoiselles D’Avignon tida como a inauguração simultânea do &lt;a href="http://imgs.obviousmag.org/fastsearch?query=cubismo"&gt;cubismo&lt;/a&gt; e da arte moderna, influenciado pelas construções do arquiteto norte-americano &lt;a href="http://imgs.obviousmag.org/fastsearch?query=Lloyd"&gt;Frank Lloyd Wright&lt;/a&gt; e pelo movimento Art Nouveau, pode ser considerado como ponto de partida do que viria a ser conhecido, mais tarde, como movimento Mod.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;A abstração, uma das principais características da arte do século XX, somada a idéia de simplificação formal (‘Less Is More’), moldaram no inconsciente artístico de então a negação do realismo obrigatório a que estavam atreladas todas as escolas anteriores, criando espaços para as mais subjetivas invenções.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Dentro desse contexto, foi declarado o Manifesto Futurista, por Marinetti, que conclamava a uma arte mais móvel, agressiva e urbana; “a beleza da velocidade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;No pós-guerra, os ideais modernos ganharam muita força, a cultura do jazz fervilhava ao som das big bands, os anos quarenta rebolavam as notas do swing e desfilavam as vistosas ‘zoot suits’, ternos folgados que permitiam grande liberdade de movimentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Porém, com esse sopro de mudanças o &lt;a href="http://imgs.obviousmag.org/fastsearch?query=jazz"&gt;jazz moderno&lt;/a&gt; ganhava terreno, com Miles Davis, Gil Evans e tantos outros, e isso acabou significando o rompimento com a tradição ‘hot’ entretenedora do jazz, acompanhado por uma mudança de visual; ternos mais sóbrios substituíram as largas ‘zoot suits’.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O bebop era bastante consumido na Itália, e o design de moda se inspirava diretamente no visual dos músicos. Surgira ainda a necessidade da criação de um meio de transporte que acompanhasse todas essas mudanças, comportamentais e estéticas; Apareciam as primeiras ‘Scooters’, motonetas produzidas principalmente pelas companhias Piaggio-Vespa e Lambretta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Nos últimos suspiros da década de 50, os jovens ingleses já absorviam todo esse universo comportamental: eram consumidores ávidos do ‘modern jazz’ estadunidense (além do ska, soul, rocksteady etc.) e se vestiam como seus músicos (conseguiam seus bem cortados ternos, ocasionalmente, nas lixeiras da famosa Carnaby street).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Adoravam filmes Nouvelle Vague (New Wave), pilotavam ‘scooters’ italianas e cortavam os cabelos ao estilo francês. Incrivelmente tudo sustentado com o salário de office-boy!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Eram, em sua maioria, membros da juventude judaica que habitava os bairros da classe média baixa londrina, onde conviviam com os recém chegados imigrantes jamaicanos que ajudavam a lotar os clubes de bebop e os coffee-bars. Não tardou para a imprensa rotulá-los como ‘Moderns’. A partir daí, a oralidade fez o seu papel e o neologismo ‘Mod’ se popularizou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Aliás o termo ‘Mod’ apareceu pela primeira vez no ensaio Today there are no gentlemen, em 1962 num diário londrino. O livro (e depois filme) Absolute beginners de Colin Maclness, retrata bem essa fase de explosão do movimento, através do estereotípico personagem The Dean.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Complementando o ideário do ‘Less is More’, o fardamento Mod cultuava as camisas Fred Perry, botas Clark Desert, calças Levi’s, além das famosas camisetas com o símbolo da Royal Air Force (círculos concêntricos, vermelhos, brancos e azuis), conseguidas através das novíssimas técnicas de serigrafia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;E para completar o uniforme modelo, era preciso ostentar uma das famosas parkas militares, que nos fins dos anos 50 eram usadas somente para proteger as roupas caras da poeira e chuva. Porém, rapidamente este ítem se transformou em adereço obrigatório.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;A trilha sonora oficial de então, era a música soul de selos estadunidenses como a famosa Motown, a Tamla, ou ainda a Stax. A combinação de elementos do soul americano com as melodias calcadas na guitarra rock das redondezas definiria a estética sonora predominante nesse período. The Who, Small Face, Kinks, além de muitos outros nomes Europa afora, abraçaram com potência a nova onda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Estamos em 1964!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Mas os Mods não estavam sozinhos, os Rockers (seus arquiinimigos) e os Teddy Boys (primeiros jovens trabalhadores ingleses a se vestirem como aristocratas) estavam a espreita! Vários dos encontros entre gangues rivais acabavam em pancadaria generalizada! Tudo isso potencializado a mil, pelo consumo demasiado de anfetaminas (adotada como droga oficial do movimento).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O antagonismo entre Mods e Rockers era óbvio: os Rockers eram o oposto frontal daquilo que era cultuado pelos modernos da época; adoravam jaquetas de couro preto adornadas com broches e correntes, ostentavam vistosos topetes, se devotavam ao rock cinquentista dos EUA (considerado ultrapassado pelos nossos amigos) e seguiam o espírito de liberdade do motoqueiro norte-americano, desprezando as benesses do trabalho duro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;A radicalização histórica dessas diferenças ocorreu no dia 18 de maio de 64, no bairro londrino de Brighton, quando centenas de Mods e Rockers se enfrentaram com selvageria pelas suas ruas e praias. Este evento foi muito bem retratado no filme Quadrophenia de Franc Roddam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Mod de dizer…&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Apesar da proximidade do movimento Mod com o universo negro, (dividiam os mesmos bairros e até então compartilhavam muitas preferências musicais), o aparecimento do reggae e seus lamentos “melanínicos” de retorno à África e exaltação à negritude, fizeram com que essa identificação diminuísse gradualmente, já que os jovens britânicos (por mais boa vontade que tivessem) não conseguiam se ver em tais manifestos musicais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Assim, perdendo seus principais aliados, e concorrendo com o psicodelismo, a nova linguagem oficial do florescente movimento Hippie, o movimento Mod degringolou-se, e os poucos resistentes foram rebatizados como Hard-Mods, e depois Skinheads (não confundir com movimentos neonazistas que se apropriaram, posteriormente, da alcunha).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;O movimento Mod estava enterrado!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Nos anos 70 houve um revival na Inglaterra (logicamente não com a mesma intensidade dos “sixties”), capitaneado por bandas como a legendária The Jam de Paul Weller, ou ainda The Lambrettas, Vapors e Purple Hearts, lançadas por pequenos selos como Castle, Detours (nome da banda de Pete Towshend, antes de ser batizada como The Who), Big Beat e One Way Records.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;No Brasil o movimento teve poucos ecos, mas podemos citar – ainda nos anos 60 – a banda Som Beat, que chegou a gravar “My generation” do Who. Outros possíveis pontos de contato foram o “pequeno príncipe” Ronnie Von e a banda The Beatniks.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Porém, o maior representante Mod nacional, despontou mesmo foi na década de 80: a banda paulistana Ira!, que em seu disco de estréia Mudança de Comportamento de 1985, presenteou os brasileiros com o hino Mod tupiniquim “Ninguém entende um mod”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Nos anos 90 e 00 também temos representantes fortes, como os curitibanos do Relespública, Faichecleres e Tarja Preta, os paulistanos The Charts e Momento 68 (este menos Mod e mais psicodélico), os sul-riograndenses Plato Dvorak (das bandas Père Lachaise e Locecraft) e Cachorro Grande, além do também gaúcho Júpiter Maçã (A Sétima Efervescência), que apesar de afundado na psicodelia mantém certas características Mod.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt;# # #&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A banda ‘Satanique Samba Trio’ lançou o segundo disco da trilogia ‘Bad Trip Simulator’, com o inusitado título de volume #1. Isto mesmo... O segundo volume dessa trilogia não segue a ordem numérica, uma vez que a volume #2 havia sido foi lançado antes que o volume #1, no ano passado. Numa banda com esse nome, a ordem natural não passa de uma convenção ultrapassada.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Como sempre, as músicas do ‘Satanique Samba Trio’ ainda têm títulos sugestivos como ‘Splatter gore finesse’, ‘We have obitum’, ‘Afro-sinistro’ e ‘Piece for throat clearing and some latino drum (peça para pigarro e conga)’. A canção ‘Banzo bonanza’ pode-se dizer que é o mais próximo que a banda pode chegar da música de fácil assimilação, nesse caso um chorinho.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nos shows, a estranheza continua, assim como também o mau humor característico de Munha, que não permite nenhum tipo de demonstração de alegria durante os espetáculos, nem mesmo durante essa entrevista.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Esse disco – ‘Bad Trip Simulator #1’ - foi lançado como parte de uma trilogia?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sim, é a segunda parte da trilogia que será finalizada pelo 'Bad Trip Simulator #3', a ser lançado ano que vem ou o mais rápido possível.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Porque é que a numeração não segue uma ordem natural?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Porque deveria?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Mas porque o ‘Bad Trip Simulator #2’ veio antes do ‘Bad Trip Simulator #1’?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Se estamos tentando perverter as coisas, que comecemos pelas fáceis. O que esperariam da gente, de qualquer maneira?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Podemos esperar a conclusão da suíte ‘Badtriptronics’?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não se trata exatamente de uma suíte, mas se vamos mesmo usar termos técnicos da música erudita, eu prefiro chamar os ‘Badtriptronics’ de "bagatelas", músicas curtas, informais e despretensiosas. No nosso caso não tão despretensiosas assim, obviamente. Eu gostaria, inclusive, de aproveitar esta oportunidade para recomendar as seis bagatelas de Gyorgy Ligeti a todos os maconheiros que estiverem lendo esta entrevista.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Como foram as gravações desse disco? Participações especiais de alguém? Ou você gravaram os três discos juntos?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Gravações turbulentas, como de costume. Acho que é o preço que pagamos por tocar em uma banda chamada ‘Satanique Samba Trio’. E é bem estranho você perguntar sobre as participações especiais, por que acabei de comentar com um amigo meu que os músicos convidados ajudaram a dissipar o clima pesado que eventualmente tomou conta do estúdio. Se não fosse a influência positiva desta juventude de boa índole, algum membro mais frouxo da banda provavelmente teria desistido antes de finalizarmos a porra toda. Dando nome aos bois, eu diria que as participações mais significativas foram do DJ Cochlar e Ivan Bicudo nos teclados, Pedro Vasconcelos no cavaco de ‘Banzo bonanza’, Eduardo Santana e Marcelo Vargues nos trompetes e Flávio Rubens em uma caralhada de instrumentos. Não obstante, o disco foi um parto. Estou certo de que o próximo capítulo da trilogia vai ser também. Não é fácil ser babaca.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Vocês fizeram o lançamento do disco no Sesc em São  Paulo... Como foi a recepção na capital paulista?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A mesma de sempre: ninguém sabe quando aplaudir, alguns riem, outros vão embora, poucos realmente se interessam... Mas os shows estão sempre cheios e vendemos bem. Isso deve significar algo. Só não sei exatamente o quê...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Quando é que vocês vão tocar em trio elétrico novamente? Como é que foi essa experiência? Como as pessoas reagiram no dia?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Creio que voltaremos às ruas com o ‘Satanique Samba Trio’ elétrico em 2012. Queremos repetir a dose, já que fomos surpreendemente bem recebidos de uma forma geral, principalmente em frente a igrejas, templos evangélicos e escolas primárias. Sinto que a conclusão deste estudo antropológico é algo que devemos à comunidade.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Só fiquei curioso com o significado da canção ‘E.F.M-M in concert’?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E.F.M-M é a sigla oficial para "Estrada de Ferro Madeira-Mamoré". Os mais superticiosos a conhecem como "A Ferrovia do Diabo" e os mais estudiosos a conhecem como uma tentativa falida de ligação entre duas áreas do território de Rondônia durante o ciclo da borracha. Milhares de trabalhadores morreram durante sua construção e ela nunca chegou a funcionar direito. É um caso fascinante de empreeendedorismo estabanado, morte e fracasso. Me espanta que um tema tão fértil em tragédia e drama tenha sido praticamente ignorado pelos cantores e cantoras ecléticos de nosso país.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fonte: &lt;a href="http://euovo.blogspot.com/2011/11/o-satanique-lhe-deseja-uma-pessima.html"&gt;Eu ovo&lt;/a&gt;&lt;a href="http://euovo.blogspot.com/2011/11/o-satanique-lhe-deseja-uma-pessima.html"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;2011 Bad Trip Simulator #1&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Banzo bonanza&lt;br /&gt;2. Badtriptronics #12&lt;br /&gt;3. Vermizelas&lt;br /&gt;4. E.F.M-M in concert&lt;br /&gt;5. Dizem morte&lt;br /&gt;6. Badtriptronics #10&lt;br /&gt;7. Afro-sinistro&lt;br /&gt;8. Piece for throat clearing and some latino drum (peça para pigarro e conga)&lt;br /&gt;9. Splatter gore finesse&lt;br /&gt;10. Badtriptronics #11&lt;br /&gt;11. Diabolyn (original remix)&lt;br /&gt;12. We have obitum&lt;br /&gt;13. Badtriptronics #6&lt;br /&gt;14. Badtriptronics #2&lt;br /&gt;15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mediafire.com/?4805b6ig69w7993" target="_blank"&gt;Abaixar&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;#&lt;/p&gt;Sarcófago - The Black vomit (versão laws of scourge)&lt;br /&gt;Barathrun - Dark sorceress (winter siege)&lt;br /&gt;Thy Serpent - Calm Blinking&lt;br /&gt;- por Dackson "Deathrow"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Satanique Samba Trio - Splatter gore finesse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humanish - the one&lt;br /&gt;Malditas ovelhas - Cidade alerta&lt;br /&gt;Axial - Lele&lt;br /&gt;( Drop loaded )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista Ao Vivo via telefone com The Baggios&lt;br /&gt;Direto de São Carlos, São Paulo&lt;br /&gt;Por Isabela Raposo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Quick - Bert´s Apple crumble&lt;br /&gt;Small Faces - Grow your own&lt;br /&gt;Amen Corner - Expressway to your heart&lt;br /&gt;Steve Aldo - Baby what you want me to do&lt;br /&gt;The Habits - Elbow Baby&lt;br /&gt;The Wards of court - How could you say one thing&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karina Buhr - Cara palavra&lt;br /&gt;Metallica &amp;amp; Lou Reed - iced Honey&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talking Heads - Once in a lifetime&lt;br /&gt;Bow Wow Wow - C30 C60 C90 go&lt;br /&gt;Devo - Whip it!&lt;br /&gt;Trio - Broken Hearts for you and me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penny Mocks - Pirambulança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retrofoguetes - Maldito mambo!&lt;br /&gt;Pata de Elefante - Até mais ver!&lt;br /&gt;Ferraro Trio - Bad&lt;br /&gt;Casa Forte - Funk Espacial&lt;br /&gt;Perdeu a Língua –&lt;br /&gt;Numa relax,&lt;br /&gt;numa tranquila,&lt;br /&gt;numa boa&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-6293034823573319131?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/6293034823573319131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=6293034823573319131' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/6293034823573319131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/6293034823573319131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/206-19112011.html' title='# 206 - 19/11/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-JSe1TOERPL4/Tszo41DTPDI/AAAAAAAAGCU/lIUouTBEBYk/s72-c/pennybanner-4e712bdba583e.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-239433905220951889</id><published>2011-11-19T07:24:00.000-08:00</published><updated>2011-11-19T07:26:23.685-08:00</updated><title type='text'>Aperipê FM, Boa noite ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9V9ZtPQRXdg/TsfKcpgQq0I/AAAAAAAAF_s/nMDYo0flgCc/s1600/aperipe%2B392661_321672904515169_100000173860282_1524221_893434435_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-9V9ZtPQRXdg/TsfKcpgQq0I/AAAAAAAAF_s/nMDYo0flgCc/s320/aperipe%2B392661_321672904515169_100000173860282_1524221_893434435_n.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676728448850111298" /&gt;&lt;/a&gt; Quase ninguém liga pro programa de rock. Isto é um fato, e digo isto apenas pra ilustrar o inusitado do relato que vou fazer, não é uma reclamação, nem um pedido, nem nada. Pois bem, há uns 2, 3 anos, ligou um senhor (pela voz imagino que tenha sido um senhor) e travou-se o seguinte diálogo entre mim (Adelvan) e ele:&lt;br /&gt;- Aperipê FM, boa noite.&lt;br /&gt;- Boa. Minha filha, quem é o responsável por esta coisa que ta no ar na “rádja” aí agora?&lt;br /&gt;- É meu filhO. Sou eu mesmo, porque?&lt;br /&gt;- Ah, é você que tem essa voz horrível é ? e é um “hômi”, é, pensei que fosse “muié” ...&lt;br /&gt;- Hum, err, é, fazer o que ...&lt;br /&gt;- Deveriam arranjar alguém melhorzinho pra fazer a locução ...&lt;br /&gt;- Sim, eu sei, é que sou eu mesmo que produzo então é melhor que eu mesmo comente o que foi tocado, mas sei que não sou locutor, não tenho nenhuma formação, nenhum curso, não estudei pra isso. Sou amador, mesmo ...&lt;br /&gt;- Percebe-se. Mas não foi por causa disso que eu liguei não, tou ligando pra protestar contra essas musicas horríveis que vocês tocam aí ...&lt;br /&gt;Nesse momento pensei que o cara estava reclamando especificamente do bloco que estava no ar, que era só com splatter/grind/noise e Death metal produzido por Furia – um inferno sonoro, enfim, aí tentei explicar:&lt;br /&gt;- Senhor, este bloco que está no ar eu sei que é um tipo de musica muito especifica e de difícil assimilação mesmo, mas acho importante tocar este tipo de musica também, e o programa não se resume a isto não, pelo contrário, é o mais variado possível. Hoje mesmo, mais cedo, tocamos U2 ...&lt;br /&gt;- Eu sei, eu tou ouvindo desde o inicio. Achei tudo um lixo ...&lt;br /&gt;- Ah, ta ...&lt;br /&gt;- Isso é musica pra perverter a juventude ...&lt;br /&gt;Longo silencio. Confesso que fui pego de surpresa e fiquei sem saber o que dizer, mas o coroa logo voltou à carga:&lt;br /&gt;- E tem mais, muita musica estrangeira, em “ingrês”, coisa que a gente não entende ...&lt;br /&gt;- o que o senhor sugere, então?&lt;br /&gt;- Sugiro que seu programa acabe. Uma radio publica deveria tocar apenas musica brasileira, e de qualidade, não essa coisa aí que você toca.&lt;br /&gt;Mais silencio ...&lt;br /&gt;- E tem mais, já que a radio é do governo daqui, acho que deveria tocar só musica sergipana.&lt;br /&gt;- Não concordo não. Musica é musica, é arte, e arte não deve ter fronteiras. E a gente já toca bastante musica sergipana, isso que o senhor ta sugerindo é uma espécie de gueto, a musica sergipana tem que estar é misturada à musica do mundo mesmo ...&lt;br /&gt;- que gueto que nada. Eu vou é fazer um abaixo-assinado pra tirar esse programa do ar.&lt;br /&gt;- Ah, ta. Então ta.&lt;br /&gt;- Era só isso que eu queria dizer, boa noite.&lt;br /&gt;- Boa.&lt;br /&gt;Infelizmente, não rolou o tal abaixo-assinado, pelo menos não que eu saiba. Uma pena, teria sido publicidade gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-239433905220951889?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/239433905220951889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=239433905220951889' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/239433905220951889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/239433905220951889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/aperipe-fm-boa-noite.html' title='Aperipê FM, Boa noite ...'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9V9ZtPQRXdg/TsfKcpgQq0I/AAAAAAAAF_s/nMDYo0flgCc/s72-c/aperipe%2B392661_321672904515169_100000173860282_1524221_893434435_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-4272254801402141897</id><published>2011-11-14T11:25:00.000-08:00</published><updated>2011-11-14T12:12:53.822-08:00</updated><title type='text'># 205 - 12/11/2011</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-TRSxa-hTm18/TsF0g-q9-kI/AAAAAAAAF_U/56NokcatJnA/s1600/Bukowski%2Bpor%2BLoren%2BBeringer.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-TRSxa-hTm18/TsF0g-q9-kI/AAAAAAAAF_U/56NokcatJnA/s320/Bukowski%2Bpor%2BLoren%2BBeringer.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674945115391392322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O programa de rock do último sábado foi aberto por uma musica do&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Unabomber Files, &lt;/span&gt;projeto que reune verdadeiras lendas vivas do metal mineiro: Vladimir Korg (Chakal, ex The Mist) nos vocais, Paulo Xisto jr. (Sepultura) no baixo, e dois membros da banda Eminence, Allan Wallace e André Marcio, na guitarra e bateria. Na sequencia&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, Vicente Coda &lt;/span&gt;flertando com as batidas eletronicas em "Bukowski", musica nova que fará parte de seu novo disco, duplo, a ser lançado no mês que vem. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No segundo bloco, aproveitamos o gancho do Festival SWU para tocar mais algumas das favoritas da casa -&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Alice in Chains &lt;/span&gt;com "down in a hole", do disco "Dirt", de 1992, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sonic Youth &lt;/span&gt;com uma faixa de "Dirty", também de 1992.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;Já com o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Faith No More&lt;/span&gt;, do qual tocamos o cover de "War Pigs" que eles gravaram para "The Real Thing", de 1989, saudamos também a volta do Black Sabbath com as promessas de um disco novo produzido por Rick Rubin, o primeiro em 33 anos&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;com a formação original, e uma turnê mundial que, todos esperamos, passe também pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa prosseguiu com mais uma edição do Drop loaded e com os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Invasores de Cérebro&lt;/span&gt;, banda capitaneada por Ariel, notório vocalista e miltante anarquista que participou dos primordios do punk no Brasil fazendo os vocais do Restos de Nada e dos inocentes, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Karne Krua&lt;/span&gt;, pioneira do estilo em nosso estado. Tivemos ainda a psicodelia nordestina do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mopho&lt;/span&gt;, de Maceió, e do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anjo Gabriel&lt;/span&gt;, de Pernambuco, e, para encerrar, uma entrevista Ao Vivo com o niteroiense &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pedro De Luna&lt;/span&gt;, que estava na cidade para o lançamento de seu livro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Niterói Rock Underground 1990-2010"&lt;/span&gt;. A festa aconteceu no Capitão Cook e contou também com as apresentações das bandas Maria Scombona e Maquina Blues, numa noite agradável com a casa parcialmente cheia - o cook tem este paradoxo: se lotar, fica desconfortável, pois o lugar é muito pequeno (poderia crescer, bastando para isso que se derrubasse uma parede e se erguesse mais 3, o que incluiria a inutil área externa ao ambiente dos shows, mas o dono não quer - ou não pode - fazer, então fica por isso mesmo), se não der ninguém, prejudica quem está produzindo o evento. Ao que me consta, o publico pagante foi suficiente para pagar os custos e sobrar uma laminha, então todos ficaram relativamente felizes - Até porque os shows foram muito bons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Pedro De Luna pode ser encontrado na Freedom, que fica na Rua Santa Luzia, 151, no Centro de Aracaju. Próximo à Catedral Metropolitana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;Anjo Gabriel alucinado e mergulhado na psicodelia&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;Bento Araújo – ESPECIAL PARA O ESTADO DE S. PAULO&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A primeira informação é misteriosa, levemente duvidosa: “Eles irão tocar numa casa…” Numa casa? “Sim, eles e outras seis bandas…” Depois de uma bela garimpada na rede, foi possível achar pelo menos o endereço da tal casa, mas nada além. E o mistério continuava.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Domingo de chuva, aquela garoa ininterrupta que a São Paulo de outros tempos costumava se orgulhar. No meio da tarde, a casa é encontrada, num bairro tradicional da cidade. O som pode ser ouvido da rua, vindo lá de baixo. O grupo acabou de adentrar ao palco, ou melhor, ao cômodo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma rampa dá acesso ao quintal, onde um conglomerado de freaks toma cerveja em canecas particulares e degusta uma espécie de cachorro-quente preparado num imenso caldeirão. Parece hora do recreio numa creche qualquer – a garotada correndo, conversando, dando risada – comendo e bebendo debaixo de chuva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para achar o cômodo onde o grupo se apresenta o único jeito é seguir as ondas sonoras. Passando por sósias animados do Devendra Banhart (de saia e tudo), cocotas com visual emo, e alguns punks, é possível sacar que toda aquela massa sonora vinha de uma porta de alumínio, daquelas típicas de vestiário de clube de futebol de várzea.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É só entrar, sem bater, e lá dentro cerca de 30 pessoas presenciam quatro jovens de Recife em catarse coletiva. Da terra do sol diretamente para a terra da garoa, executando um groove hipnótico, puro Krautrock, a vertente experimental alemã que trouxe ao mundo grupos como Can, Faust, Neu! e tantos outros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No palco improvisado, o guitarrista abusa de uma Gibson SG de dois braços, um ícone dos anos 70, famosa por ilustrar timbres de hinos do período como Stairway To Heaven, Hotel California e Band On The Run. Entre o som agonizante e agudo do theremin e projeções na parede atrás do grupo, fica claro que o Anjo Gabriel é um combo único dentro do rock brasileiro atual.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nessa mini turnê dos garotos pelo sudeste, esses 30 minutos na misteriosa casa foram o único gostinho que os paulistanos tiveram do Anjo Gabriel, um agrupamento lunático que certamente não faria feio num Rock In Rio ou em um SWU da vida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A banda foi formada quando alguns de seus integrantes se encontraram numa comunidade hippie de Recife, chamada Ripohlandya, nome também do selo desenvolvido por eles, por onde surgiu o primeiro, e por enquanto único, registro da banda: O Culto Secreto do Anjo Gabriel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O vinil, duplo, é quase todo instrumental, um oásis sonoro para aqueles cansados da choradeira indie que assola o mundo. Ecos da nordestina psicodelia “maldita” dos anos 70 é a espinha dorsal do trabalho, que também se alimenta do som pesado do Black Sabbath e do Blue Cheer, do progressivo espacial do Pink Floyd e do hard groove do Zeppelin. Sim, parece um disco perdido de um grupo obscuro da época, daqueles que você baixa hoje em dia e acha que descobriu o universo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Optamos por lançar em vinil e usar o processo analógico na produção. Essa prática soa real e coerente,” diz o pessoal, que aproveita a deixa: “Podemos dizer que corremos por fora das soluções modernas de distribuição com a estratégia ‘menos é mais’. Trabalhar dentro dessa prática provoca os antigos apreciadores e faz surgir novos curiosos. Além disso, o fato de colecionar discos nos faz entender um pouco como funciona o comércio e o público que consome música produzida em vinil.”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O elepê foi registrado em um gravador de rolo de 16 canais, num sítio, onde o grupo varou algumas intensas madrugadas realizando longas jams. Dessas lisérgicas sessões surgiram os oito temas do disco. Canções longas, trabalhadas, progressistas e livres.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois do impacto no ‘udigrudi’ o Anjo Gabriel já está preparado para encarar a famigerada ‘maldição’ do segundo disco: “Temos uma ideia basicamente definida quanto ao próximo lançamento, que já está composto e arranjado. Será uma trilha para o filme Lucifer Rising, de Kenneth Anger. Como o filme tem somente meia hora, nossa intenção é fazer uma trilha alternativa, e lançá-la num disco de dez polegadas que deve sair até o meio do ano de 2012, antes do mundo acabar…” Literalmente amaldiçoado e apoteótico.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/anjo-gabriel-alucinado-e-mergulhado-na-psicodelia/"&gt;http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/anjo-gabriel-alucinado-e-mergulhado-na-psicodelia/&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt; # # #&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:26.0pt;color:#CC99FF;"&gt;Mopho, uma entrevista&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como se deu a volta do formato quarteto para gravar esse material novo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Voltamos a nos encontrarmos a partir de 2008, quando o Bocão conseguiu um show para o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/mophobrasil"&gt;Mopho &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;aqui em São Paulo. De lá pra cá muita coisa aconteceu. Outros shows, inclusive um em Macapá, que era uma cidade que nunca tinhamos tocado. Desde o encontro em 2008 já estávamos querendo gravar um disco novo, porque música era o que mais tinhamos guardado esse tempo todo que estivemos separados. Aliás, muitas músicas lindas ficaram fora desse disco novo e já estamos pensando em começar a trabalhar nessas novas canções.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funcionou os processos de produção desse novo disco?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tivemos a ajuda de muitos amigos, e que agora eles fazem parte do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/mophobrasil"&gt;Mopho&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; também, mesmo que seja apenas no Vol.3. Pessoas como Paulo Blob, que fez toda arte do disco; Pedro Ivo Euzébio, o Tup, que foi nosso técnico nas gravações, na mixagem e na produção do disco; Woulthamberg Rodrigues que é um grande fotógrafo que nos acompanha desde que nos reencontramos em 2008. Essas pessoas trabalharam neste disco como se fossem membros da banda desde o início, em 1997.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funcionaram os contatos com a gravadora e as distribuidoras para rolar esse terceiro CD?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Bocão é o cara que faz os contatos com o pessoal das gravadoras. A gente grava e manda uma &lt;em&gt;pré-mix &lt;/em&gt;das músicas para eles ouvirem. Para o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/mophobrasil"&gt;Mopho&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, hoje, ficou um pouco mais fácil esse contato por conta da banda ter conseguido uma pequena notoriedade no meio &lt;em&gt;underground&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você destacaria como as principais mudanças nesse novo trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Acho que a maturidade foi algo que fez muita diferença neste disco, tanto na música como na vida, e as vezes as duas se confundem. Mas ainda temos muito para amadurecer.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como rolaram as participações de outros músicos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eu não acompanhei tanto esse processo, pois estou morando em São Paulo enquanto os outros da banda estão em  Macéio. Mas posso te dizer que as pessoas que participaram deste trabalho são amigos que conhecemos há um bom tempo. O Marco Túlio é um grande amigo da banda e que temos ele como se fosse um grande irmão e conselheiro. O Wado, nós nos conhecemos desde o tempo da “Ball”. O Billy é nosso maestro; a participação dele no disco, desta vez, foi apenas no piano e no clarinete em uma das faixas. No próximo disco estamos pensando em arranjos de cordas e sopros, e ele é o cara indicado pra escrever esses arranjos. O Carlini é um dos nossos heróis vivos, tivemos a imensa sorte de dividir o palco com ele num show em São  Paulo, em meados de 2001.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que acharam do show do lançamento do disco em Maceió?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O show foi muito bom. Na verdade, superou nossas expectativas. O palco ficou muito bonito e o teatro ficou lotado, levando em consideração que o show aconteceu numa terça-feira e numa cidade que normalmente os shows desse tipo acontecem numa sexta ou sábado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#339966;"&gt;Faixa a Faixa do álbum “Volume 3″&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dani Rabiscou &lt;/strong&gt;- É um &lt;em&gt;country rock&lt;/em&gt; que fala sobre Dani, uma garota que o Bocão conheceu em São Paulo, uma história muito interessante que rendeu uma música divertida com um &lt;em&gt;link&lt;/em&gt; de guitarra bem marcante.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quanto Valeu um pensamento seu&lt;/strong&gt; – Uma parceria do João Paulo com a Melina e o Wado, uma balada de ar  melancólico de forte poesia. Ainda rola uma participação do Wado cantando junto com o João no refrão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;As Marias&lt;/strong&gt; – A música é cantada pelo Bocão, de autoria do mesmo e traz memórias do clube da esquina em uma levada que lembra The Beatles no Magical Mystery Tour.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pessoas são de vidro&lt;/strong&gt; – A música de levada latina tem um clima psicodélico, colagens e arranjos quase surreais, destaque para os arranjos de guitarra. Música do baterista Hélio Pisca.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Prelúdio&lt;/strong&gt; – Uma canção inspirada nos &lt;em&gt;saloons&lt;/em&gt;, uma desilusão amorosa permeada pelo piano e clarinete do genial Billy Magno. Canção da dupla Pisca e Bocão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você sabe muito bem&lt;/strong&gt; – Quase um tributo ao Pink Floyd, uma canção que tem uma bela interpretação do João Paulo, um passeio pelo progressivo e o &lt;em&gt;folk&lt;/em&gt; de autoria do mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caleidoscópio &lt;/strong&gt;- Levada inspirada na banda Love com direito a palmas e solo de teclado. A poesia se refere a visão de um indivíduo sobre um outro. Música composta e cantada por Bocão e ainda conta com a participação de Marco Túlio souza.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Malvada&lt;/strong&gt; – Também cantada por Bocão, o &lt;em&gt;blues&lt;/em&gt; que tem a participação do mestre Luiz Carllinni (tutti – Frutti). Ele toca &lt;em&gt;Lap Steel Guitar&lt;/em&gt; enquanto João Paulo desfila seus fraseados na guitarra. A música tem um trabalho vocal da banda e tem em sua melodia uma parceria entre Júnior Bocão e Paulo pessoa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Produto Ordinário Popular &lt;/strong&gt;- Puxada por um &lt;em&gt;riff&lt;/em&gt; de teclado e fraseados de guitarra, a música, é um irônico rock sobre o que é pop.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O infinito&lt;/strong&gt; – Uma decolagem para algo mais pesado, um&lt;em&gt; hard rock&lt;/em&gt; que tem em um momento, sua condução apenas executada por caixas sendo tocadas, instiga a reflexão: “olhe para cima, você será o universo”! última frase do disco.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.sirvase.net/"&gt;www.sirvase.net&lt;/a&gt; perguntou&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hélio Pisca respondeu &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt; # # #&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Adolfo Sá - Como começou seu envolvimento com o punk?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Silvio Karne Krua - Começou quando eu conheci Santana, em 73. Foi quando eu comecei a escutar o que se poderia chamar de rock, né? Foi em 79 que eu conheci bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath... Porque era difícil ter loja por aqui que vendesse esse tipo de som, e quando vendiam era praticamente só os ícones do rock, The Who, Beatles... Aí na década de 80, junto com Vicente Coda, que participou da Karne Krua como guitarrista, a gente de tanto escutar, chegou um dia que falamos: ‘Cara, não! Não quero só ouvir! EU QUERO FAZER!’ A gente gostava tanto que passou a querer viver isso, né, cara? Daí eu formei com ele a Sem Freio na Língua, que já era uma banda com uma proposta anárquica, não política, tipo: ‘Tarde de domingo/ paranóia no ar/ soco na televisão/ que não tem nada pra mostrar’... [risos] Uma coisa do punk descompromissado, né? A Karne Krua se formou mesmo em 85, com um conteúdo anárquico e libertário, depois que eu comecei a ler os livros de Bakunin, Malatesta, material anarquista mesmo. E daí em diante não parou mais. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;AS - O que existia de punk em Aracaju, nessa época?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;SKK - Nada! Éramos quatro caras que tocavam numa banda e saíam pela rua com um carro de polícia acompanhando o tempo todo. Márlio usava coturno, eu usava soqueira e arrebite... Não no sentido de guerrear, era mais um visual. A gente sempre ficava perambulando, quando encontrava alguém com uma camisa de banda chamava pra conversar... [risos] Era uma coisa raríssima um cara com uma camisa de rock! Era como quatro pessoas perdidas numa floresta que acharam uma pessoa que tava ligada ao mundo, né? Às vezes não era tão ligada quanto a gente, mas a gente achava que aquela pessoa, por estar usando uma camisa do Led Zeppelin, do Sex Pistols, tinha uma conexão. Porque só existia a banda, mesmo. Naquela época éramos radicais, eu posso te mostrar material onde toda a postura da banda era radical, como é até hoje. Meu posicionamento não mudou, apenas adicionamos muito mais coisas... Hoje ao discursar eu tomo o maior cuidado com o que vou falar no microfone, talvez antes eu não tivesse tanto cuidado. Não me arrependo de nada do que falei, mas hoje quando a gente tá fazendo um show pra uma garotada eu quero passar um negócio bom pra aquelas pessoas, pra que elas passem uma idéia positiva depois, não uma coisa deturpada. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;AS - Como você vê o movimento punk hoje em dia?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;SKK - Hoje tem o movimento de consciência punk, que na década de 90 funcionou mais até, a gente via muito isso em São Paulo. Havia reuniões de pessoas que gostavam do movimento punk de uma maneira mais abrangente. Aí, cada vez mais a coisa foi fixando segmentada, apareceram revistas, aparecem os anarco-punks, apareceu não-sei-o-que-mais-lá... Ninguém sabe, um monte de siglas que só fazem fragmentar mais a coisa. Hoje você vai numa reunião, é uma coisa fechada, que determina o que você tem que fazer, porque você é punk, ou você não é... Acho que isso não é legal. Se você tem uma verdade, você pode mostrar. Porque não tem mais nenhum sistema militar oprimindo ninguém. Você pode chegar nas praças, fazer suas faixas, fazer seu protesto. Mas, porra, procurar a clausura? Ficar fechado dentro do próprio movimento punk? É só divergências, brigas, fofoquinhas... Já houve eventos em que, ao invés de se debater algum assunto interessante, socialmente, foram fazer lista de bandas a serem boicotadas!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quer dizer, esses caras que não fazem porra nenhuma, nem estão mais envolvidos com movimento punk, nem com música, nem nada, atrasaram o lado de um monte de bandas. Caras que hoje ficam em casa... Eu também tenho minha casa, eu sou pai de família, mas eu vivo em caminhos alternativos. Eu trabalho desde os 18 anos e até hoje não tenho carteira assinada... Então, como é que um ‘punk’ com carteira assinada pode vir me peitar? EU MANDO TOMAR NO CU! Digo: ‘você tá falando merda’. Porque a minha vida toda eu construí em função das minhas próprias forças. Tem muita contradição no punk. Tem muita gente burra, tem muita gente legal também. A maioria das pessoas que têm algo a dar mesmo, às vezes se afastam exatamente pelo sectarismo que rola, pela coisa fechada que é, e lhe digo mais, pela coisa emergencial que é – e não dura muito. São punks fogo-de-palha, que começam a querer radicalizar, criam inimigos... Isso é mesquinho, cara, isso não existe. Disso aí eu tou fora. Punk de carteirinha, eu tou fora. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;AS - Você acha que falta ao brasileiro um espírito ‘guerrilheiro’?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;SKK - Em todas as épocas, sempre apareceu alguém, algum grupo, pra levantar a bandeira dos oprimidos e lutar contra o sistema. No Brasil, eu noto um conformismo geral. Não sei se o país por ser tão grande dificulta a organização, mas a gente vê na América Latina as pessoas se manifestando na rua, seja na Colômbia seja na Argentina... A gente, que tem envolvimento com cultura libertária, com outros movimentos, a gente sente isso, no Brasil a gente vê tantas falcatruas... Se botassem uma bomba lá em Brasília e explodisse um gabinete daqueles, num instante nego ia parar de roubar. Mas nada acontece, né? Eu não tou fazendo uma apologia à violência, mas tou me referindo ao conformismo das pessoas e à tranqüilidade das autoridades, que fazem o que querem, roubam, é comprovado que roubaram, e nada acontece. É uma coisa que você vê que realmente é o povo que dá margem pra que façam isso com ele. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;VLB - Você vota?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;SKK - Sempre votei. Mas desde que comecei a votar, só votei nulo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://vivalabrasa.blogspot.com/"&gt;http://vivalabrasa.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;# # #&lt;/p&gt;Unabomber Files - Buried in my bunker&lt;br /&gt;Vicente Coda - Bukowski&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alice in chains - Down in a hole&lt;br /&gt;Sonic Youth - Shoot&lt;br /&gt;Faith No More - War Pigs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The pains of being pure at heart - Heart in your heartbreak&lt;br /&gt;Lana Del Rey - Video games&lt;br /&gt;( Drop Loaded )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mopho - pessoas são de vidro&lt;br /&gt;Anjo Gabriel - Sunshine in outer space&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invasores de Cérebro - 111 escombros&lt;br /&gt;Karne Krua - Suicídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Pedro De Luna, +&lt;br /&gt;Blocos produzido por Pedro De Luna:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dead Fish - Molotov&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Social Distortion - Prison Bond&lt;br /&gt;The Funk Fuckers - Na testa&lt;br /&gt;Sex Noise - Franzino Costela&lt;br /&gt;Kamundjangos - sopa de jornal&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-4272254801402141897?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/4272254801402141897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=4272254801402141897' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4272254801402141897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4272254801402141897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/205-12112011.html' title='# 205 - 12/11/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-TRSxa-hTm18/TsF0g-q9-kI/AAAAAAAAF_U/56NokcatJnA/s72-c/Bukowski%2Bpor%2BLoren%2BBeringer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-6665573689726611258</id><published>2011-11-08T05:30:00.000-08:00</published><updated>2011-11-08T05:36:41.934-08:00</updated><title type='text'>12/nov., no Capitão Cook</title><content type='html'>Um pub, duas bandas locais e um escritor carioca. Essa receita que mistura blues, rock sergipano e literatura underground acontecerá no próximo dia 12 de novembro, sábado, a partir das 23h, próximo ao farol da Coroa do Meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Maria Scombona, depois de 15 anos de atividades, dois CDs lançados e shows por todo o país, além de projetos como “Mundo Rock Interior” e “Maria Scombona Convida”, deu um tempo para preparar o terceiro disco, que sairá até o fim do ano nos formatos vinil, CD e mp3 e se chamará “unnu”. A banda tem retornado os palcos gradativamente e lança um aperitivo do novo trabalho – um single virtual com as faixas “Mundo Interior” e “Super Zé”. O show trará um mix dos 3 discos do grupo liderado pelo compositor Henrique Teles, além de uma Jam session com os integrantes da Máquina Blues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Máquina Blues é a segunda atração da noite, contando com o carisma de seu frontman Silvio Campos (fundador da Karne Krua e um dos precursores do rock em Sergipe) e composições muito bem resolvidas que fundem a música do Nordeste brasileiro com a sonoridade característica do Mississipi. O grupo costuma também resgatar clássicos de John Lee Hooker, Celso Blues Boy, Muddy Waters e outros bluesman, em versões carregadas de lirismo e energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carioca Pedro de Luna é gestor cultural e escritor, e desde que lançou seu primeiro livro, “Niterói Rock Underground (1990-2010)”, tem percorrido o Brasil divulgando e vendendo o trabalho em shows, livrarias e lojas de discos. A obra retrata fielmente duas décadas da cena independente brasileira, suas transformações tecnológicas, sociais e econômicas: da fita-cassete ao mp3, do correio e fax às redes sociais, a análise é feita cronologicamente por quem viveu de perto e intensamente todo esse processo. É a segunda vez que o escritor vem a Sergipe (cobriu o festival Rock-SE em 1998), e o mesmo estará vendendo e autografando o livro pessoalmente no Capitão Cook.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4rUQVs8SDso/Trkv459wrGI/AAAAAAAAF9E/NaT3XlaTKDc/s1600/Cartaz%2Blan%25C3%25A7amento%2Blivro%2BAracaju%2B12-11-11.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4rUQVs8SDso/Trkv459wrGI/AAAAAAAAF9E/NaT3XlaTKDc/s400/Cartaz%2Blan%25C3%25A7amento%2Blivro%2BAracaju%2B12-11-11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672617860328893538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;SERVIÇO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Show com Maria Scombona – Lançamento do single virtual – e Máquina Blues&lt;br /&gt;Lançamento do livro “Niterói Rock Underground (1990-2010)”, de Pedro de Luna (RJ)&lt;br /&gt;12 de Novembro (Sábado), 23h, no Capitão Cook.&lt;br /&gt;R$ 10&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-6665573689726611258?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/6665573689726611258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=6665573689726611258' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/6665573689726611258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/6665573689726611258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/12nov-no-capitao-cook.html' title='12/nov., no Capitão Cook'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4rUQVs8SDso/Trkv459wrGI/AAAAAAAAF9E/NaT3XlaTKDc/s72-c/Cartaz%2Blan%25C3%25A7amento%2Blivro%2BAracaju%2B12-11-11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-3080578013215764263</id><published>2011-11-07T15:37:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T15:46:36.528-08:00</updated><title type='text'># 204 - 05/11/2011</title><content type='html'>Desde que eu comecei a me interessar mais a fundo e a ler sobre musica acompanho um movimento contínuo: os críticos tentando emplacar e os músicos fugir dos rótulos. Ambos com suas justificativas: os primeiros pela necessidade de definir para melhor comunicar, os segundos, buscando escapar das limitações e amarras. Foi assim também com tudo o que veio depois do furacão punk, num movimento renovador a principio denominado genericamente como pos-punk, para logo em seguida se ramificar em infinitas variações como new wave, new romantic, synthpop, industrial, cold wave, gótico, dark wave ou simplesmente “dark”, termo que foi comum por um certo período no Brasil para denominar toda a musica, digamos, “triste”, que fosse ligado ao rock.     &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nosso bloco de “rock triste” do programa de rock de sábado começou com “Valsa da lua”, do Silverblood, faixa “espacial” e climática retirada do disco “imperfection”, lançado em 1995 pela Cri Du Chat, selo independente brasileiro especializado em música eletrônica. Silverblood era um duo formado em Juiz de Fora, Minas Gerais, por Paulo Beto (programações) e Ana Claudia Romano (vocais) e seu trabalho sofria forte influencia dos quadrinhos, notadamente do Sandman de Neil Gayman.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Do underground dos anos 90 fizemos um salto regressivo rumo ao “quase mainstrean” dos 80, época em que o rock brasileiro era a musica que tocava nas rádios graças a nomes como RPM, Titãs e Legião Urbana, de Brasília. Foi lá, na capital federal, que surgiu o Arte no Escuro, mais uma daquelas apostas abortadas de majors em grupos que se destacam na cena independente. Tinha nos vocais Marielle, ex Escola de Escândalo e posteriormente vocalista do Volkana, banda de thrash metal feminina. Seu disco foi lançado pela EMI em 1988. Não foi “sucesso”, mas tornou-se “cult”.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Também de 1988 é o segundo LP do Hojerizah, “pele”. A banda foi formada em 1983, no Rio de Janeiro, por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toni_Plat%C3%A3o" title="Toni Platão"&gt;&lt;span style="color:windowtext;"&gt;Toni Platão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Flávio Murrah , Marcelo Larrosa e Álvaro Albuquerque e alcançou sucesso nacional com a música “pros que estão em casa”. Nunca “estouraram”, mas ocuparam pelo tempo em que existiram o posto de banda mais promissora do chamado “segundo escalão” do rock brasileiro daquela década. Toni Platão segue em carreira solo, tendo cantado recentemente no Tributo ao Legião Urbana realizado no Rock in rio, quando deixou evidente, pelo menos para mim, que se tem alguém com cacife para substituir Renato Russo numa hipotética e altamente improvável volta da banda brasiliense, seria ele. De quebra, ainda fez uma justa e decente homenagem a Redson, do Cólera, então recém- falecido.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Encerrando o bloco, duas faixas de bandas obscuras: Ocaso, de Duque de Caxias, baixada fluminense, e Pompas Fúnebres, de Brasília. Esta última, mesmo com uma técnica sofrível e não tendo gravado nenhum disco, apenas uma demo em k7 de 1990, adquiriu status de “Cult” na cena gótica nacional.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estes e outros grupos, mais ou menos conhecidos, podem ser ouvidos na impressionante coletânea “under the southern Sun”, compilada pelo produtor musical Raniere Santana, que você encontra clicando aqui - &lt;a href="http://musicaindiebr.blogspot.com/2008/06/under-southern-sun-chronology-of-post.html"&gt;&lt;span style="color:windowtext;"&gt;http://musicaindiebr.blogspot.com/2008/06/under-southern-sun-chronology-of-post.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;O programa começou com um passeio pelos Estados Unidos da América através do Hard Core/crossover e terminou com uma imersão no disco “The Dark Side of the moon”, do Pink Floyd, que acaba de ser relançado em diversas versões, dentre elas uma chamada, justamente, “immersion”. Tocamos uma versão demo de “Money” gravada por Roger Waters com apenas um violão, duas faixas inéditas nunca antes lançadas oficialmente pela banda e algumas retiradas de um mix anterior do disco, de 1972, com curiosidades como os primeiros improvisos do saxofonista Dick Parry em “Us and then” e a ausência dos vocais de Clare Torry em “The Great gig in the Sky”.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;No recheio, novidades do Autoramas, do Eddie, de Karina Buhr e dos sergipanos da Maria Scombona, que se preparam para lançar seu terceiro disco em vinil prensado na republica checa! “Mundo interior” é uma homenagem aos nomes de povoados da Terra Serigy, como Pé do veado e Cruz da Donzela.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Semana que vem tem mais.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;A.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-S1k9MF8oGKA/TrhtR-r63VI/AAAAAAAAF84/HTsqlPgGaKg/s1600/Autoramas%2BItalian%2BTour%2Bkoostella%2Bpeq.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 280px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-S1k9MF8oGKA/TrhtR-r63VI/AAAAAAAAF84/HTsqlPgGaKg/s400/Autoramas%2BItalian%2BTour%2Bkoostella%2Bpeq.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672403886325554514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;Minor Threat - Filler&lt;br /&gt;Cryptic Slaughter - Money Talks&lt;br /&gt;DRI - Acid Rain&lt;br /&gt;Agnostic Front - We want the truth&lt;br /&gt;Suicidal Tendencies - How will I laugh tomorrow&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EQM - Outros dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pez - introducciondeclaracionadivinanza&lt;br /&gt;Pez - Latigazo&lt;br /&gt;( Drop Loaded )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karina Buhr - Cara palavra&lt;br /&gt;Autoramas - Abstrai&lt;br /&gt;Eddie - Veraneio&lt;br /&gt;Maria Scombona - Mundo interior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morrissey - People are the same everywhere&lt;br /&gt;Crove Horrorshow - Sem grana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silverblood - Valsa da lua&lt;br /&gt;Arte no escuro - Beije-me cowboy&lt;br /&gt;Hojerizah - A pele&lt;br /&gt;Ocaso - Somnium&lt;br /&gt;Pompas Fúnebres - Ulalume&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pink Floyd - "The Dark Side of the moom immersion"&lt;br /&gt;# The Hardway (Household objects project)&lt;br /&gt;# The Travel sequence (previously unreleased)&lt;br /&gt;# Money (Roger Waters demo)&lt;br /&gt;# The Great gig in the sky (Early mix 1972)&lt;br /&gt;# Us and then (Early mix 1972)&lt;br /&gt;# Any colour you like (Early mix 1972)&lt;br /&gt;# Brain Damage (Early mix 1972)&lt;br /&gt;# Eclipse (Early mix 1972)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-3080578013215764263?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/3080578013215764263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=3080578013215764263' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3080578013215764263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/3080578013215764263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/11/204-05112011.html' title='# 204 - 05/11/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-S1k9MF8oGKA/TrhtR-r63VI/AAAAAAAAF84/HTsqlPgGaKg/s72-c/Autoramas%2BItalian%2BTour%2Bkoostella%2Bpeq.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-5723599164294314025</id><published>2011-10-31T14:34:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T15:10:25.185-07:00</updated><title type='text'># 203 - 29/10/2011</title><content type='html'>&lt;span jsid="text" class="commentBody"&gt;Sublevação é uma das bandas  de Hardcore mais antigas de Aracaju. Foi fundada em 1992. Esteve parada  por 5 ou 6 anos, aproximadamente, e voltou aos palcos no último sábado, durante o Primeiro Rock Underground de Socorro, realizado no Conjunto João Alves Filho, no municipio de Nossa Senhora do Socorro, que fica na região metropolitana de Aracaju. Periferia, meus caros. É sempre legal ver o rock ocupando espaços ainda não explorados, e o clima da noite me lembrou os tempos heróicos dos anos 80 e inicio da década de 90, quando as coisas eram mais difíceis e, talvez por isso mesmo, as pessoas pareciam menos acomodadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui lá especialmente para ver o show de retorno dos veteranos - sem querer desmerecer os demais participantes, evidentemente: é que eu estava meio "dopado" por uns remedios que tive de tomar por causa de uma crise de asma pela manhã e por isso indisposto para seguir no rock madugada adentro. Foi bem legal. &lt;/span&gt;&lt;span jsid="text" class="commentBody"&gt;Silvio, da Karne krua, que está na nova formação, tem  um estilo bem caracteristico de tocar guitarra e deu um um "mojo" diferente ao som dos  caras. Gostei muito das musicas novas, com uma estrutura ritmica melhor trabalhada e letras &lt;/span&gt;&lt;span jsid="text" class="commentBody"&gt;mais "maduras".&lt;/span&gt;&lt;span jsid="text" class="commentBody"&gt; E a resposta do publico também foi  ótima, com a molecada agitando muito ao lado dos veteranos resistentes  remanescentes. Destaque para o "camarote" de Cana Brava (o maluco sentou  numa cadeira no meio do pogo!) e pra um figura lá que estava dando  chineladas na galera que agitava. "Doidjera".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o programa de rock foi aberto com a faixa título do mais novo disco do Lock UP e mais algumas extraídas da trilha sonora do já clássco deocumentário "Metal, e Headbangers Joruney", de Sam Dunn. Seguimos comemorando os 10 anos do primeiro EP dos Strokes, "The Modern Age", e mais: Los Porongas, do Acre, em uma edição especial do Drop Loaded, e uma entrevista ao vivo com Alapada, banda local que está lançando seu terceiro disco. Depois de duas novidades vindas diretamente do Recife, rolamos uma faixa de um compacto que o John Spencer Blues Explosion lançou em "split" com o Melvins. O disquinho, lançado pela lendária gravadora Anphetamine reptile, traz dois covers para a mesma musica, "Black Betty", de Leadbelly. Está fora de catálogo, mas você pode fazer o download dele&lt;a href="http://cancomariano.blogspot.com/2011/10/jon-spencer-blue-explosion-melvins.html"&gt; aqui&lt;/a&gt;, no Blog "Canço! I Hate rock and roll, de nosso camarada Maicon "Stooge".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando, mais um "Bloco do ouvinte".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eshWpNUwcnE/Tq8cujcpGpI/AAAAAAAAF64/lHlV_qBbds4/s1600/Angela_Gossow_arch_enemy_gig_1_by_Zombiematt.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-eshWpNUwcnE/Tq8cujcpGpI/AAAAAAAAF64/lHlV_qBbds4/s400/Angela_Gossow_arch_enemy_gig_1_by_Zombiematt.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669782041997679250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span jsid="text" class="commentBody"&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lock up - Necropolis Transparent&lt;br /&gt;Arch Enemy - Silent Wars&lt;br /&gt;Cannibal Corpse - Decency Defied&lt;br /&gt;Children of Bodon - Needled&lt;br /&gt;Enslaved - Havenless&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Strokes, 10 anos do EP "The Modern Age"&lt;br /&gt;# The Modern Age&lt;br /&gt;# last nite&lt;br /&gt;# Barely legal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Drop Loaded Edição Especial&lt;br /&gt;# Los Porongas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alapada - Zidane&lt;br /&gt;+ Entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo Livre S/A - A Fumaça do pajé Miti Subitxxiii&lt;br /&gt;Z-Man.NE - Caminho das cores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The John Spencer Blues Explosion - Black Betty&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porcas Borboletas - Menos&lt;br /&gt;Instiga - Sabiá&lt;br /&gt;Nomads &amp;amp; Skaetera - Kangourou nomade&lt;br /&gt;Stevie Ray Vaughan - Testify&lt;br /&gt;Superchunk - untied&lt;br /&gt;- por&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/alanbidu" hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100000730332085"&gt; Alan Bidu Silva&lt;/a&gt;&lt;span jsid="text" class="commentBody"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Bonus" Tracks:&lt;br /&gt;# Sublevação&lt;br /&gt;# Logorreia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-5723599164294314025?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/5723599164294314025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=5723599164294314025' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5723599164294314025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5723599164294314025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/10/203-29102011.html' title='# 203 - 29/10/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-eshWpNUwcnE/Tq8cujcpGpI/AAAAAAAAF64/lHlV_qBbds4/s72-c/Angela_Gossow_arch_enemy_gig_1_by_Zombiematt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-4695992886902002292</id><published>2011-10-25T16:28:00.000-07:00</published><updated>2011-11-01T07:00:37.989-07:00</updated><title type='text'>(*) Leonardo Panço, testemunha ocular da escória</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-LTiNr25PGls/TqdG5vmRn4I/AAAAAAAAF6s/fyS7ya59bnU/s1600/pan%25C3%25A7o001mauropimentel.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 265px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-LTiNr25PGls/TqdG5vmRn4I/AAAAAAAAF6s/fyS7ya59bnU/s400/pan%25C3%25A7o001mauropimentel.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667576613912551298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A primeira coisa que eu tenho para falar sobre o novo/velho (porque na verdade foi o primeiro que ele escreveu, apenas demorou “um pouco” – mais de uma década! – para lançar) livro de Leonardo Panço é que ele é cheiroso. Sim, cheiroso! Pra quem gosta de cheiro de tinta impressa em papel, claro. Eu gosto. Muito. Especialmente se o impresso for novo – e este é, está lá, na abertura: 1ª. Edição, outubro de 2011. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Gosto de sentir o cheiro dos livros, sempre gostei. Porque ? Não sei. Só sei que é assim, e na internet não é assim, embora imagine que qualquer dia inventam, também, a internet com cheiro. Deve ser amor, pois sempre cheirei os livros que lia, às vezes em público, para a surpresa dos desavisados, como Adolfo Sá no dia do lançamento do “Esporro” aqui em Aracaju. Dito isto, digo mais: o livro é bonito. Não sei se é gostoso, porque não como livros. Não com a boca, pelo menos. Com os olhos, talvez. A capa é ótima, a encadernação é boa e as páginas, ricamente ilustradas com inúmeras fotos e reproduções de cartazes de shows, fluem com facilidade ao serem manuseadas.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora o conteúdo: é divertido. Muito divertido. O que esperar, afinal, de um livro que se propõe a contar historias do underground carioca da primeira metade dos anos 90, principalmente, quando algumas das mais insanas formações do rock brazuca, como Gangrena Gasosa, Zumbi do Mato, Piu Piu e sua banda e chatos e chatolins estavam em plena atividade e com seus membros na fina flor da juventude descompromissada ? Loucura total, claro! &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Temos encontros inusitados, por exemplo: você sabia que o Fugazi, uma das mais sérias (sério mesmo) e respeitadas bandas de rock alternativo do mundo, já tocou com a Gangrena Gasosa num pico suburbano tosco da baixada fluminense? E se eu te disser que houve um encontro pra lá de bizarro entre membros das duas “agremiações” no banheiro do local do show? Pois aconteceu, e está lá, contado em detalhes. Assim como estão inúmeros outros episódios curiosos e pitorescos, como a quase prisão dos membros do zumbi do mato por estarem cheirando balas garoto, os bastidores da entrevista da Gangrena (campeões de insanidade) no programa do Jô Soares, as tentativas de estupro e de shows pirotécnicos dos Chatos e Chatolins e as loucuras de Piu Piu, famoso por tocar fogo no próprio corpo e broxar recebendo um boquete em pleno palco – tudo isso e mais os perrengues comuns pelos quais todos, sem exceção, já passaram, e com os quais qualquer pessoa que já tenha se aventurado por um momento que seja no mundo do rock independente e alternativo vai se identificar.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porque nem tudo é loucura total, claro – há algumas passagens bem ingênuas até. Mas tudo junto forma um impressionante mosaico e acaba ajudando, e muito, a contar uma história: a história de uma cena que fez história, para além dos que se projetaram na mídia, como o Planet Hemp, principalmente. Os que ficaram pelo caminho, como Poindexter, Soutien Xiita, Anarchy Solid Sound e Sex Noise, deixaram também um legado valioso que merece ser resgatado, e este livro o faz com louvor. Isto pra não mencionar os que continuam por aí, existindo e insistindo, como a Gangrena, o Zumbi e o próprio Jason, banda posterior do autor, que segue firme em nova formação preparando um novo disco.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;O painel é, inclusive, bem mais amplo do que Panço deixa entender nas entrevistas, com suas compreensíveis ressalvas de que seu relato é incompleto. Está quase tudo lá – o que de mais relevante aconteceu no cenário da época está, senão esmiuçado, pelo menos citado, sempre. E satisfatoriamente retratadas estão as carreiras de inúmeras bandas, produtores, personalidades e casas de espetáculo: além das já citadas, temos pequenas biografias dos Beach Lizards, do Dash, de Simone e do Formigão, do Funk Fuckers, do B. Negão, de Skunk e Marcelo D2, do Cabeça, da coletânea paredão, lançada pela “major” EMI, do Garage, o “templo” de todos, e de Fabio, dono do Garage, de quem são, apropriadamente, algumas das últimas palavras escritas no livro.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Missão cumprida, Leonardo Panço. Pode descansar.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sei que não ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;por Adelvan&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Foto: Mauro Pimentel&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;* Expressão “ixpierta” cunhada por Adolfo Sá em seu &lt;a href="http://www.vivalabrasa.blogspot.com/"&gt;blog&lt;/a&gt;, de onde surrupiei também a entrevista abaixo:&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Quando eu te conheci vc tinha uma banda e dois zines. O que veio primeiro, a roqueiragem ou o zinismo? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;O rock, sempre&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;. Sempre tive um único sonho, que foi o de ser guitarrista de uma banda de rock. Todas as outras coisas vieram depois, ao acaso, com o passar do tempo eu fui viajando em outras paradas, desenvolvendo novas ideias, e daí vieram os zines, os livros, a gravadora, as turnês de banda e livro, e tudo mais.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Pra quem não conheceu, poderíamos dizer que se a Soutien Xiita fosse uma pizza seria uma grande 3 sabores: Anthrax, Pantera e Faith No More? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Acho que o Cabelada diria que faltou um Red Hot aí e eu diria que faltou Cólera, Replicantes e Garotos Podres em alguns momentos. Mas principalmente FNM e Pantera total. Anthrax também, mas acho que menos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Vc trampava na &lt;a href="http://emi.com.br/site/"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;EMI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; qdo nos conhecemos, tava no projeto &lt;i&gt;PAREDÃO&lt;/i&gt;. Continuou lá depois que a coletânea saiu? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Enquanto o PAREDÃO foi divulgado, eu estava lá sim, inclusive a festa de Curitiba eu ajudei com toques, a do Rio também, eles me consultavam para saber o que seria melhor, etc. Fui estagiário da EMI por pouco mais de um ano e hoje vejo que não deveria ter saído. Eu ficava ouvindo fitas demo o dia todo, de tudo que é estilo, e tentava indicar ao pai do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael_Ramos"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Rafael&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; o que eu gostava. Mas não sei identificar um pagode bom, um axé bom, e achava chato ficar lá fazendo aquilo. Saí da EMI porque me achava meio inútil lá.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Foi daí que vc e o Rafael começaram a Tamborete? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Comecei a &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;Tamborete&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; com o Rafael nessa época e acho que teria dado para conciliar as duas coisas por um tempo, principalmente por causa do dinheiro que eu recebia e fazia muita falta.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Falando no Rafael, quando vcs e os 2 do Poindexter montaram o Jason, foi tipo uma superbanda do underground carioca né? Só figura carimbada... Vcs tinham essa idéia qdo começaram a tocar juntos? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;A ideia era fazer uma coisa que a gente não vinha conseguindo fazer nas nossas três bandas (apesar de que eu acho que o Soutien já tinha acabado), que era não se aborrecer, não ter pessoas que faltassem aos ensaios, que não fossem aos shows, e acima de tudo, fazer músicas de maneira mais rápida, sem muita firula. Então criamos uma regra de cada um levar as músicas prontas e o Flock levou o caderninho com letras, tanto que '&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=4UmElC7x2Po"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Marra de Cão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;' é 100% igual agora a primeira vez em que ela foi tocada. Tudo muito simples e rápido. Mas não tínhamos ideia de ser uma superbanda não. Essa é o Superheavy de Jagger, Marley, Stone...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - O Soutien durou quase 10 anos, mas viajou pouco, tocou em poucos festivais e só lançou 1 disco, depois de muitas demos. Já c/ o Jason foi o contrário, as coisas sempre aconteceram mais rápido: discos, viagens e sei lá, festivais?! Além de vcs estarem mais experientes e espertos, a banda nova tinha um esquema mais redondinho que funcionava melhor? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Se a gente pensar direitinho, o Soutien praticamente só durou 2 anos, que foram 92 e 93. Nesses anos a gente compôs acho que 99% das músicas que entraram no CD, foi quando não mudamos de formação, conseguimos tocar mais, etc. Depois o que eu considero foi o ano que tivemos com Pedro e Melvin na bateria e baixo. Tocamos em SP, interior, PR, SC, na Expo Alternative em 96. Em 99 a gente voltou com a formação das antigas para uns 4 ensaios e a gravação do disco, e encerramos para sempre no show de lançamento. Já realmente com o &lt;a href="http://tramavirtual.uol.com.br/jason"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Jason&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; foi ao contrário, porque as coisas eram mais diretas, cada um tinha uma área de atuação mais clara, Rafael na produção, eu nos shows, Flock com a arte, e toda semana tinha ensaio, a gente criava em casa, levava coisas prontas, era tudo mais interessante e produtivo. Depois coloquei pilha para começarmos a viajar e por aí foi.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - O disco de estréia do Jason, &lt;a href="http://rokinrou.blogspot.com/2010/11/jason-odeia-eu1998.html"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;ODEIA EU&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, é puro hardcore e só tem hit! Depois a banda seguiu numa direção mais... new metal? C/ umas letras mais... abstratas? Se bem que o &lt;a href="http://www.idealshop.com.br/musica/cd-jason-regress-o.html"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;REGRESSÃO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; tem uns HC nervosão... &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Eu ainda acho que o segundo é parecido com o disco de estreia de certo modo. Ele ainda é bem direto, as letras são mais diretas. Mas o &lt;a href="http://www.idealshop.com.br/laja/musica/cd/cd-jason-eu-tu-denis.html"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;terceiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; realmente é bem mais viajante, rolou uma outra época na vida de todo mundo, é normal. E mais viagem ainda é a leva que gerou um CD split lá na Europa, com o Glerm (ex-&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dNLSjvkvTOk"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Boi Mamão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) no vocal. Capaz que nestas músicas estão minhas melhores guitarras, que inclusive gravei no nordeste, com a produção de Marcelo Gomão (&lt;a href="http://www.myspace.com/vamozrock"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Vamoz&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), na minha modesta opinião, um dos três melhores guitarristas do Brasil, sendo que diria o de melhor gosto.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Vcs fizeram mais alguma tour européia além da que tá no livro &lt;i&gt;JASON 2001&lt;/i&gt;? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Fizemos sim. Em 2003 foram &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;26 shows em 4 países&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;. Tivemos um problema com o Glerm, ele teve que voltar para o Brasil, e perdemos uns 3 ou 4 shows e fizemos 19 como um trio. Em 2006 voltamos para &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" ;font-size:18.0pt;color:black;"  &gt;38 concertos em uns 6 países&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;, eu acho.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Tocaram pela América do Sul tb? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;A gente esteve prestes a ir duas vezes, mas não aconteceu. Hoje eu vejo que foi melhor, seria muito mambembe e traria complicações muito maiores que os êxitos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Esse livro que eu citei já tem 10 anos. Qdo vc tocou pela 1ª vez na Europa, uma coisa que te chamou atenção foi o esquema profissa c/ que os squats funcionam lá e a infra que as bandas têm, tipo vans, amps delas mesmas. Vc disse que ainda faltava muito pro Brasil chegar nesse nível. E agora, falta quanto? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Agora a gente está diferente de uma maneira muito melhor, mas acho que nunca vamos ser como eles, porque nós somos nós, não eles. Acho que nunca vamos ter tantos squats como eles, nem tantos centros culturais, nem vans, etc. Seria legal que as bandas tivessem seus próprios amps, isso ainda acho que é viável, e que vamos ter ainda. Mas estamos melhorando.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Quais foram os shows mais memoráveis da sua vida? Quais as bandas c/ quem vc mais gostou de tocar junto na mesma noite? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Pô, são &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;quase 500 shows&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;, difícil lembrar de tudo. Poderia falar de um monte, mas vou falar do mais emocionante na minha opinião. Provavelmente os outros têm outras opiniões. A gente passou por dificuldades gigantes, muito complexas mesmo, na tour de 2003 na Europa, coisas que o próprio Glerm explicou no blog dele na época. E numa segunda-feira tivemos que viajar uns 600km pra ir levar ele ao aeroporto de Frankfurt para ele voltar ao Brasil, foi tudo muito difícil. Tínhamos show nesse dia na Alemanha e ligamos para o promotor para dizer que a gente tava longe para caralho e não daria para chegar, uma segunda, já era tarde, etc. Isso com a gente já na estrada. Daí o cara falou 'mete bronca, vem para cá, que ninguém vai embora enquanto vocês não chegarem'. Marcelo meteu 190 na van e chegamos lá quase 11 da noite. Tinha umas 50 pessoas esperando, a gente fez o show como trio, sem saber nem quais músicas tocar, o que fazer, e foi fuderoso. As pessoas gritaram, deram muita força, pediram bis, mosh, pogo. Para mim é o meu dia mais emocionante.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Qdo vcs vieram tocar em Aracaju em 98, numa festa que eu tava ajudando a organizar, tu colecionava credenciais e o Flock cartões telefônicos &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;[!!!]&lt;b&gt;... Continuam as coleções? &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Eu não, Flock também não creio. Na verdade não sei se era uma coleção exatamente, mas eu guardava todas as credenciais. Na verdade guardo até hoje, mas agora não tenho mais credenciais. Era uma época em que eu estava muito mais envolvido com o show business, eu acho. Ia nas festas, recebia convites para festivais, ganhava camisetas, discos, as pessoas queriam que eu estivesse por lá por causa de reflexos da EMI, do começo da Tamborete, etc. Em algum momento da minha vida eu fiquei de saco cheio disso e me afastei um pouco, comecei a achar tudo chato, e na real, hoje acho que ainda acho, pouco apareço nos shows, eventos, a não ser que tenha bebida e comida liberada, aí dependendo do que for, eu até vou. Então não ganho mais muitas credenciais, ainda mais agora sem tocar no Jason, né.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Por que vc saiu do Jason e aposentou a guitarra? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;São mil motivos, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;mil razões&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;, etc, mas acho que dá para resumir no último ensaio que eu fui. Não sei o que toquei, estava achando um saco estar ali, não via a hora de ir embora fazer o que eu tinha marcado para logo depois, não queria estar lá, simples assim. Acho que foi aos poucos, mas fui me enchendo de tocar, de pegar ônibus para ensaiar, uma outra fase na vida mesmo. Mas a guitarra eu sigo tocando em casa todos os dias de brincadeira, como deveria ser na verdade, sem obrigação. Quem sabe sai alguma música ali e eu dou para alguém gravar...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Vc manteve todas as suas guitarras? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Eu sou, guardadas algumas proporções, como Tony Iommi do Black Sabbath. Um marshall, uma palheta, uma correia, um cabo e uma &lt;a href="http://www2.gibson.com/Products/Electric-Guitars/SG/Gibson-USA/SG-Standard.aspx"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Gibson SG&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Ele tem a vantagem de ter um dedo de metal e tocar mais pesado que eu. :) Mas é o que digo acima, toco todos os dias um pouquinho. Mas só tenho essa guitarra agora. A Finch Les Paul vendi quando estava sem emprego e a Washburn que usei para gravar o ODEIA EU, dei de presente para o filho da minha prima, o Matheus. Ele tinha três anos, agora cinco, e eu vi o talento dele com duas colheres de pau num tamborete, incrível mesmo. Daí minha prima disse que ele ficava brincando de raquete de tênis como se fosse uma guitarra e peguei a minha e dei de presente para ele. Ele surtou: '&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;Minha guirrata, minha guirrata!&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;'... Acho que foi bem feito e espero que ele aproveite bastante.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Mesmo assim vc e os caras continuam parceirões né. O Flock fez a arte do livro novo e os cartazes da tour... &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Olha, para ser sincero, minha relação com o Marcelo sempre foi 100% ligada ao Jason, é possível contar nos dedos de uma única mão as vezes que nos vimos fora de algo relacionado à banda. Acho que temos uma relação boa, mas distante. Capaz que a gente é meio parecido, de ficar muito em casa, fazendo suas coisas, etc. O Vital não vejo desde janeiro e nem falei mais. Acredito que não haja nenhum problema, mas também a vida acaba levando cada um para lados diferentes. É uma cidade muito grande, temos empregos que já nos colocam muito ocupados e geograficamente distantes. Para ser sincero, acho que vejo poucas pessoas, sem ser as que trabalham comigo no dia-a-dia. &lt;a href="http://www.fotolog.com.br/flock/45542148"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Flock&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; realmente eu encontrei agora para as coisas do ESPORRO e nos falamos bastante para resolver tudo da edição do livro, tomar milhões de decisões juntos. As fotos de divulgação foram feitas na minha casa. Aquela parede grafitada é a minha sala, que ele pintou na festa do meu aniversário de 2009. Não pude ir na exposição dele porque saio 22h do trabalho e não era compatível com os horários do café onde ele estava expondo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Panço, essa sua tour de lançamento do &lt;i&gt;ESPORRO&lt;/i&gt; é um negócio meio inédito no Brasil, mas nem tanto. Vc mesmo já tinha feito coisa parecida em 2009 qdo lançou o &lt;i&gt;CARAS DESSA IDADE NÃO LÊEM MANUAIS&lt;/i&gt;... &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Tenho para mim que não é &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;inédito&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; porque eu mesmo inventei de fazer uma outra do segundo livro em 2008/2009, isso é mais comum nos EUA, acho que até na Europa não se faz muito, para ser honesto não sei. Sei que na 'América' é comum.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;VLB - E agora, já passou por quantas cidades? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Já lancei em Curitiba, Joinville, São José, Florianópolis, Porto Alegre, Campo Bom, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa e Natal. Agora tenho dois eventos em SP, Bauru, São Carlos, Bragança Paulista e Campinas. Daí volto para casa e estou fechando Rio, Nova Iguaçu, Resende e Volta Redonda, todas cidades no RJ. Espero que novos convites cheguem.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Quais as noitadas mais legais da tour até agora? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;Tenho uma noite preferida&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;, mas não falaria qual é, soaria deselegante com as outras.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - O livro tem vendido bem? Vale a pena esse esquema de pegar a estrada p/ lançar livro? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Se vale a pena ou não, é sempre uma discussão grande. Se você vende 15 livros em uma cidade do outro lado do Brasil, pode achar que não foi grande coisa, e eu particularmente, acho pouco, mas as pessoas com quem eu converso dizem que foi bom. Eu sigo achando que poderia ser melhor, mas já é claramente melhor que a tour anterior.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Cara, as histórias do Gangrena Gasosa são as mais insanas do &lt;i&gt;ESPORRO&lt;/i&gt;, terrorismo total. Ficou alguma coisa de fora, tipo impublicável? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Ficou sim. Eu achei que hoje em dia algumas coisas não valem mais a pena, o povo tem filhos, empregos, casamentos. Não exatamente da Gangrena, mas no geral, espero ter tirado o que não cabia ali. Só se eu tivesse uma editora grande, que assumisse possíveis processos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Por que o Fumê, vocalista mais louco do Zumbi do Mato, passa meio batido no livro? Não descolou nenhuma foto dele? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Nunca vi um show do Zumbi com o &lt;a href="http://www.orkut.com/CommMsgs?tid=2387082&amp;amp;cmm=43802&amp;amp;hl=en-GB"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Fumê&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, de repente pode ter sido um erro meu, mas não cogitei entrevistar ele, nem nunca falei com ele na verdade. Acho a gravação da demo com ele absolutamente &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;color:black;"&gt;genial&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;, um espetáculo do mundo moderno, mas no final das contas não falei com ele.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Eu conheci ele em 96, de moicano e jaqueta de couro distribuindo sopa pros mendigos no centro. Só gosto do Zumbi do Mato c/ o Fumê, c/ o Löis é mais cabeça, o cara é músico, universitário, e o Fumê era mais demente, quando ele cantava “&lt;i&gt;vai chupar cocô pra ver disco voador&lt;/i&gt;” vc sentia que o negócio era mais ameaçador... e engraçado! A última notícia que eu tive foi de um cartaz anarco-punk que é a foto dele beijando um cara, essa poderia entrar no livro hahah... &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Ele beijando um cara? Seria só mais um cara beijando outro cara, não há nada demais nisso.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Adelvan me falou que uma vez levou o Jason inteiro pra um puteiro aqui de Aracaju depois de um show de vcs... &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Já fui em puteiro com &lt;a href="http://pdrock-sergipe.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Adelvan&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; umas duas vezes, eu acho, e essa noite a que ele se refere foi muito divertida. Um senhor, que era professor de uma Universidade do SE, ficou pelado e brochou. Foram horas divertidas e de cerveja barata, mas nada de conjunção carnal.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;VLB - Vc é autêntico carioca suburbano... As zonas norte e oeste são tipo um outro Rio, comparadas à zona sul e Barra né. Como se fosse outra cidade. Eu nunca fui na sua casa, então diz aí: a Vila da Penha é legal de se morar? É sossegada ou rola aquelas fitas de tiroteio e tals? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Eu acho &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" ;font-size:18.0pt;color:black;"  &gt;tranquilaço&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; de morar na Vila da Penha, é onde eu nasci e cresci e onde morei a vida inteira. Tem tiroteios de vez em quando, já caiu bala no meu quintal, mas eu sigo lá e gosto no geral. A parte ruim é ser tão longe do trabalho, na Barra da Tijuca. São quatro ônibus por dia, 90km ida e volta, 3h perdidas. Mas para eu sair de lá, numa casa com meus cachorros, árvores, etc, e ir morar mais perto, teria que morar num quitinete apertado, pagar aluguel, jogar meus cachorros nas ruas, de onde eles vieram, não faz muito meu estilo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - Vc trabalhou um tempo no &lt;a href="http://globoesporte.globo.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;globoesporte.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e agora tá na &lt;a href="http://www.globo.com/"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Qual sua função e como vc começou a trabalhar lá? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Fiquei 7 meses no &lt;a href="http://globoesporte.globo.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;globoesporte.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; como TR, que é o mocambo que narra os jogos de futebol escrevendo, uma tortura chinesa. Além disso era redator quando não tinha jogos. Me demiti e fui para a Europa de bobeira por três meses. Longa história. Depois voltei para um contrato de quatro meses para o amador, ou seja, todos os esportes que não futebol. Era só um apoio para as Olimpíadas. Agora já estou há 3 anos como um dos editores da home, do portal da &lt;a href="http://www.globo.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Agora sim eu gosto, acho mais divertido, não precisa ver jogos de futebol o tempo todo. Apesar de entender, mais ou menos gostar, ter um time (Vasco), não gosto de ver jogos de futebol, muito menos por obrigação.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - A Tamborete é um selo que começou como gravadora mas hj tb funciona como editora. Qual o futuro que vc vê pro mercado de música? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Acho que a tendência é cada vez ser tudo mais &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" ;font-size:18.0pt;color:black;"  &gt;gratuito&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; do que já é agora, não creio que os CDs resistam por muito mais tempo. Ainda tem amantes do formato físico, pessoas que gostam de vinis também, mas as novas gerações não dão a mínima no geral.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - E a cena do RJ, como tá hoje? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-size:10.0pt;color:black;"  &gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Acho que está como sempre esteve, mas para ser sincero eu mal frequento shows, não conheço as bandas novas, não apareço muito nos lugares. Nova geração, seja bem-vinda.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;VLB - A pergunta que não quer calar: O que é o 'meneghetti'? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;color:black;"&gt;LP - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Essa só o Claudio do Soutien Xiita pode responder, já que ele é o criador.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;por Adolfo Sá&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.vivalabrasa.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Viva la brasa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-4695992886902002292?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/4695992886902002292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=4695992886902002292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4695992886902002292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/4695992886902002292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/10/leonardo-panco-testemunha-ocular-da.html' title='(*) Leonardo Panço, testemunha ocular da escória'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-LTiNr25PGls/TqdG5vmRn4I/AAAAAAAAF6s/fyS7ya59bnU/s72-c/pan%25C3%25A7o001mauropimentel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-7995483405603587482</id><published>2011-10-24T15:29:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T15:47:32.785-07:00</updated><title type='text'># 202 - 22/10/2011</title><content type='html'>Rock “pauleira” com vocais femininos - foi assim que começamos o programa de rock do último sábado. 3 bandas com riffs pesados e 3 musas ocupando o front: Madame Saatan, de Belém do Pará, e Shadowside e No Sense, ambas de Santos, São Paulo. E já que estávamos por lá, pela baixada, fizemos um passeio pelos projetos do também santista Hansenharryebm, um pioneiro da mistura do rock com a eletrônica no Brasil. Dele, tocamos Harry, Bad Cock e H. A. R. R. Y. And the Addict.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda parte do programa, Lou Reed em dois tempos: “Pale blue eyes”, do Velvet Underground (valeu a lembrança, Priscila), e “Iced Honey”, uma das faixas mais “redondas”, quase pop, de “Lulu”, seu disco experimental com os veteranos do thrash metal do Metallica. Na sequencia, rock sergipano: "pare e repare", mais uma do celebrado disco da The Baggios; “sem grana” (com participação de Silvio, da Karne Krua), espécie de “hit” do rock alternativo sergipano dos anos 80 resgatado pela Crove Horrorshow em uma faixa inédita e exclusiva de um disco que já está gravado, dá uma geral na carreira da banda e tem previsão de lançamento para o ano que vem. Fechando o bloco, “100km com 1 sapato”, faixa-título da célebre primeira demo da banda lagartense lacertae, em nova versão do Cinemerne, projeto de Paulinho, o primeiro vocalista da banda, que eu reencontrei recentemente em Lagarto fazendo uma apresentação minimalista numa edição do “Ajuntatudo”, uma espécie de reunião cultural onde a juventude da cidade aproveita para beber, recitar poesias, tocar e ouvir musica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechando o programa, um blocão “tapa-buraco” (a Reffer desmarcou uma entrevista) retirado a fórceps de nossos arquivos, com destaque para a Sublevação, banda histórica de hardcore que está para renascer das cinzas – vão tocar no próximo sábado em Nossa Senhora do Socorro depois de aproximadamente 5 anos parados. Estarei lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Adelvan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, uma belíssima resenha do disco do Cinemerne cometida por Patativa Moog no &lt;a href="http://madalenamoog.blogspot.com/2011/06/hoje-no-circo-o-fim-do-mundo-uma.html"&gt;blog&lt;/a&gt; de sua banda, Madalena Moog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:20pt;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;HOJE, NO CIRCO: O FIM DO MUNDO!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;text-align:center" align="center"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt;"&gt;Uma audição falada para o EP “Coisas belas e sujas”, do projeto Cinemerne&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;É um domingo, 13:20, e eu estou ouvindo, pela primeira vez – e praticamente em primeira-mão –, o EP “Coisas belas e sujas”, do projeto &lt;b&gt;Cinemerne&lt;/b&gt;, encabeçado (e quase todo tocado e produzido) pelo sergipano (da cidade de Lagarto) e multi-instrumentista Paulo Henrique, ex-&lt;b&gt;Lacertae&lt;/b&gt; (que ainda está na ativa). Nele, também Léo Airplane (tecladista da &lt;b&gt;Plástico Lunar&lt;/b&gt;) põe sua assinatura, tocando vários instrumentos, fazendo arranjos e coproduzindo. Os dois são os culpados pelo resultado final. Cinemerne é o nome que, na língua dos utopianos (leia &lt;i&gt;A Utopia&lt;/i&gt;, de Thomas Moore), significa “festa inicial”, celebrada nos primeiros e últimos dias dos meses lunares no ano revolucionário-solar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;É um domingo de ressaca, depois de uma sexta de estradas cruzadas e um sábado alcoolizado, e um resfriado mal vindo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;É um domingo e eu penso que, para falar sobre este trabalho incrivelmente bom do Paulinho, como os amigos mais próximos o chamam, eu precisava estar com a cabeça no lugar, e corpo também. Mas caio em mim e, “não!”, penso, “é justamente o contrário!” Por isso, continuo. Mas, antes, tenho que falar do sábado, que foi quando o amigo Jesuíno André me presenteou com um exemplar do referido EP. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;“Pata, o Paulinho é um artista maravilhoso; e depois de muito tempo sem gravar alguma coisa voltou àtiva com este trabalho. Dá uma sacada e diz o que você achou.” Ele dizia, enquanto a gente deixava a tarde passar pela orla de Cabo Branco, entre uma cerveja, um ensopado de camarão e umas doses generosas de cachaça Serra Limpa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;E eis aqui o que eu acho:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;As 5 canções de “Coisas belas e sujas” – nome de uma delas e também de um filme do diretor britânico Stephen Frears, lançado em 2010 – soam monocromáticas, monocórdicas e, por incrível que pareça, não deixam “a peteca cair”, mas mantêm-se como um enorme discurso poético-gritado, psicodélico-pirado, às vezes raivoso, às vezes delicioso, como no começo da música que dá nome ao projeto: “Uma flor se espreguiça ao sol, / Uma formiga carrega um grão. / Uma pobre mulher se sente só. / Um doente novamente se sente são. / E esses dias são tão tristes.” Trata-se, para quem sabe ouvir, de uma cadência experimental que, no que é possível, foge aos modelos estabelecidos, como fórmula para... Ouça-o inteiro, Helena; ouça-o inteiro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Quem conhece P.H., sabe que que ele também já esteve assim: como a flor, a formiga, a mulher solitária, e o doente que fica bom. “Paulinho esteve ausente muito tempo, Pata; meio perdido em [...], e ele diz que foi a música que o salvou, lhe mantendo são...” São palavras de Jesuíno, falando de um amigo a outro amigo, sem juízos e sem clichês impressionantes, e a música aí, no meio da gente, no meio das conversas. Sim! Um bom delírio, às vezes, pode nos salvar da piração absoluta! E elas são muitas, e manifestam-se de muitas maneiras. E é por isso que, observando músicas e letras, começo a perceber que, sim – e somente o autor poderá dizer o contrário –, há muito da história de vida deste artista incrível, desse cara incrivelmente talentoso, mostrando seu mundo, suas referências, sua pródiga imaginação que voa mundo afora (China, Rússia, Atlântida, Índia, Alexandria, etc...), seus gostos pelo surrealismo multicolorido de Van Gogh, pela tensão imagética de Stephen Frears, que parece plastificar e amarrar todas as demais referências, como se, a não ser pela imaginação, não fosse coisa boa sair lá fora, onde está, o tempo todo “chovendo querosene”, e onde há “um idiota cantando na chuva... [e] esse aí sou eu...”, e que, por isso, e para ele, “hoje, no Circo, [poderá ser] o fim do mundo”. Quase todas as letras têm esse tom hora melancólico, hora sombrio, descrevendo imagens cinzentas (como o céu enegrecido pelos corvos que, na capa, desabam sobre o dourado trigal das/nas cores de Van Gogh), como quando se diz de “uma alma que sente suja”, ou “esse vazio que tanto insiste, como a solidão na vida deu um monge”, e, não por fim, quando é mencionada “uma criança que nunca sorriu”... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Não, não; melhor não! Melhor voltar atrás, fantasiar outros campos, pensar que “hoje não estou demente / [pensar que] a luz brilha no quarto / Vermelho sol poente / [pensar que] a tristeza tem fim / [pensar que] o dia sorri pra mim”. Sim, apesar de tudo, e por ser uma via catártica, a música, mesmo a mais triste e dolorosa, pode expurgar medos e raivas, desencantos e frustrações. A arte é, sim – e a música é sua mais acabada manifestação –, a grande saída contra o trágico que impera no mundo. E P. H. sabe disso, e sabe bem; e faz coro com os poetas gregos, e com Schopenhauer, e com Nietzsche, e com tantos outros que souberam ver o céu encarvoado de corvos famintos e, acima deles, um sol solitário... e sua luz. A arte é um escape do trágico! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Hoje é domingo, e agora são 14:20, e esta é a terceira vez que coloco o EP para tocar enquanto escrevo sobre ele, e estou resfriado, e sem almoço... e a fome vem me dizer que é hora de comer. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Talvez eu pudesse, noutra hora, reescrever tudo o que disse aqui, de modo mais cuidadoso e criterioso. Seja como for, e até aqui, esta foi uma fiel tentativa de descrever a minha primeira impressão sobre o “Coisas belas...”, e ela foi boa, e eu não costumo ouvir algo tantas vezes seguidamente, e gostar do mesmo jeito, seguidamente. Enfim... é apenas uma crítica, e bem pessoal. Bom mesmo é que você, Helena, ouça e tenha as suas próprias impressões. Por hora, vou ali no Hiper da Lagoa comprar algo que sirva de almoço, antes que chegue “a tempestade [que] está perto”, e enquanto “o dia sorri pra mim”. Talvez, depois, como disse, eu mude tudo o que escrevi aqui; talvez não – que é o mais provável. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;E lá me vou, assim, cantarolando com voz gutural e simulando uma roda de pogo com os meus outros Eus: “Uma jaula dentro da cabeça! Todos têm medo que escureça! / E gira. E gira o mundo. Nobre vagabundo. / Hoje no circo! O fim do mundo!...” &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;(P.M.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=" font-family:Verdana;mso-bidi-mso-ansi-language: EN-USfont-family:Arial;font-size:6.5pt;color:#2A2A2A;"   lang="EN-US" &gt;www.myspace.com/CINEMERNE&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="  color: rgb(42, 42, 42);font-family:Verdana;font-size:6.5pt;"  lang="EN-US" &gt;www.soundcloud.com/cinemerne&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span class="apple-style-span"  style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;font-family:Arial;color:#222222;"   lang="EN-US"&gt;&lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=FJD1KDSG"&gt;&lt;span style="color:#33AAFF;"&gt;DOWNLOAD&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;e por falar em Velvet Underground ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você perguntar a um crítico musical qual o grupo que mais influenciou o rock pós-1970, prepare-se para uma surpresa. Não são os Beatles, nem os Rolling Stones, nem qualquer outro figurão. Nove entre dez especialistas responderão instantaneamente: Velvet Underground.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto do encontro entre o instinto “rocker” suburbano de Lou Reed e a formação erudita do galês John Cale em 1965, o VU é um dos poucos nomes do rock que realmente merece o pomposo status de “lenda”. A primeira razão para isso é a sua música – parte folk, parte atonal, parte barulho e extremamente intensa – e as letras de Reed, crônicas que passeiam pelo cotidiano da perversão e pela perversão do cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os temas prediletos, drogas pesadas (como em Heroin, Waiting for my Man, White Light/White Heat e Sister Ray), devassidão (Venus in Furs) e qualquer outra coisa que horrorizasse simultaneamente o establishment e a contracultura paz-e-amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação de letra e música foi descrita na época como “o resultado do casamento secreto entre Bob Dylan e o marquês de Sade”.  Faltou citar Lautreamont e as experiências eruditas de John Cage, de quem John Cale se considerava discípulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra razão para o mito: o Velvet foi o primeiro grupo de rock da história que encanou de fazer “grande arte” – e fez. Teve um papel fundamental na Exploding Plastic Inevitable, trupe multimídia chefiada pelo papa pop e mentor do grupo, Andy Warhol. Além do Velvet tocando ao vivo (e extremamente alto), os shows do E.P.I. incluíam apresentação de filmes, projeção de slides, iluminação psicodélica e dançarinos – e tudo acontecia ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ataque aos sentidos sem nenhum precedente, cujo objetivo era, segundo Warhol, “não deixar nada para a imaginação”. Finalmente, há a imagem da banda. Reed, Cale, a diva germânica Nico (que só participou do primeiro disco), o guitarrista Sterling Morrison e a baterista unissex Maureen “Mo” Tucker fundaram um modelito imortal. Até hoje tem garoto por aí afetando o look roupa-preta-óculos-escuros-eternos-botinha-bico-fino-atitude-arrogante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é fã de artistas dos anos 80 como Nick Cave, Cure e Jesus and Mary Chain, conhecer o Velvet é indispensável. Os vinis básicos são os dois primeiros: The Velvet Underground and Nico (o “disco da banana”, absolutamente clássico) e White Light/White Heat. Eles fizeram outros LPs muito bons, mas a mágica se desfez em 1968, quando John Cale deixou o grupo. Vinte anos se passariam até que Cale e Reed trabalharem juntos novamente, em “Songs for Drella”, LP em homenagem a Andy Warhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Este texto foi publicado no mês do Rock in Rio 2, em janeiro de 1991. Songs for Drella, o último grande disco de Lou Reed, já tem duas décadas, portanto. Coroca, ele agora se dedica a um trabalho conjunto com o Metallica. Seu professor Andy Warhol felizmente morreu sem ver sua profecia hiper-realizada em pesadelo: todo mundo famoso por quinze segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Rock in Rio de 2011, como todos os outros, escalou muitos dinossauros e umas poucas novidades, a maior parte das quais serão esquecidas. Como nenhuma outra edição, apostou no seguro, no entretenimento puro, no produto formatadinho para toda a família e sem risco para os patrocinadores.  Rock, o conceito, exige algum elemento de perigo, e mais, de fascínio com o perigo - o que o Velvet Underground intuiu e encapsulou brilhantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tivemos um Pop in Rio. Boa festa para quem festejou, boa música ocasionalmente, bons negócios para todos. Este texto foi originalmente publicado na revista Playboy, que na época encomendou a diversos jornalistas artigos apresentando as bandas mais importantes do rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhi o Velvet, porque acreditava que entretenimento e arte têm utilidades diversas, e que minha função fundamental era separar o fácil do difícil, o automático do refletido, e o bom do ótimo. De preferência, sem soar pomposo; sem medo de dar a cara para bater; e com ambiguidade. Os resultados do meu esforço são públicos e diminutos. Mas vinte anos depois, sigo a mesma estrela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por André Forastieri&lt;br /&gt;no &lt;a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/"&gt;Blog&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# # #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Zg9-zddNVdw/TqXq5a4xvCI/AAAAAAAAF6U/hgtCul77hlQ/s1600/Hansen.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Zg9-zddNVdw/TqXq5a4xvCI/AAAAAAAAF6U/hgtCul77hlQ/s400/Hansen.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667193978306542626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No Sense - Vendetta&lt;br /&gt;Shadowside - Gag Order&lt;br /&gt;Madame Saatan - Até o fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bad Cock - The Chosen&lt;br /&gt;H.A.R.R.Y. And The Addict - Genebra&lt;br /&gt;Harry - Lycantropia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Catarse - Certezas&lt;br /&gt;The Sorry Chops - About kings and queens II&lt;br /&gt;( Drop Loaded )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atari Teenage Riot - Deustchland has got to die&lt;br /&gt;Radiohead - Paranoid Android&lt;br /&gt;The Smashing Pumpkins - zero&lt;br /&gt;The Smiths - There´s a light that never goes out&lt;br /&gt;- por Augusto Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Velvet Undergound - Pale Blue eyes ( Closet mix )&lt;br /&gt;Metallica &amp;amp; Lou Reed - Iced Honey&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Baggios - Pare e repare&lt;br /&gt;Crove Horrorshow - Sem grana&lt;br /&gt;Cinemerne - 100km com 1 sapato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rótulo – compre aqui o seu&lt;br /&gt;Reffer – Shift&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sublevação – Tempo sinistro&lt;br /&gt;Motorhead – Loui loui&lt;br /&gt;Decomposed God – Decomposed God&lt;br /&gt;Anti-Nowhere League – I Hate people&lt;br /&gt;Soundgarden – Fell on Black days&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-7995483405603587482?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/7995483405603587482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=7995483405603587482' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7995483405603587482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7995483405603587482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/10/202-22102011.html' title='# 202 - 22/10/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Zg9-zddNVdw/TqXq5a4xvCI/AAAAAAAAF6U/hgtCul77hlQ/s72-c/Hansen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-5967164612430031978</id><published>2011-10-18T15:14:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T15:27:46.265-07:00</updated><title type='text'>No Sense, uma entrevista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-qWcFnxu1LLg/Tp39TZsIgXI/AAAAAAAAF58/MBxXm7DeMOA/s1600/no%2BSense%2B315953_278531855502506_100000370828274_977411_1517858068_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 243px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-qWcFnxu1LLg/Tp39TZsIgXI/AAAAAAAAF58/MBxXm7DeMOA/s320/no%2BSense%2B315953_278531855502506_100000370828274_977411_1517858068_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664962416057287026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No Sense é uma das bandas pioneiras do grindcore no Brasil. Foi formada em 1990 na cidade de Santos, São Paulo, e gravou uma demotape, "confused mind", um EP 7 polegadas chamado "out of reality" pela Fucker records, de São Paulo, e um LP em vinil, "cerebral cacophony", pela Cogumelo, de Belo Horizonte. Pararam em 1993 e voltaram em 2008 a todo vapor, tendo lançado, já, um novo EP, "obey", que além de ser uma prévia do novo disco traz, como bonus, o primeiro EP, fora de catálogo e nunca antes lançado em CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, uma entrevista com Marly, a vocalista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;programa de rock – &lt;/span&gt;Por quanto tempo vocês ficaram separados ? Vocês  conseguiriam lembrar, exatamente, quais e quando foram as últimas  atividades (show, ensaio, reunião) que tiveram enquanto banda antes de  se separar e depois, na reunião? &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;No Sense – &lt;/span&gt;Ficamos separados exatamente 15 anos…só lembro do último  show, que foi em Santo André, e eu estava com um barrigão de 7 meses…já  pra volta rolou um “telefone sem fio”….um encontrava o outro e ficávamos  mandando recados porquê nunca calhava de encontrarmos os 4 de uma  vez….até que calhou de combinarmos tudo por telefone e o reencontro se  deu já no ensaio…dia 20 de julho de 2008, no dia do meu aniversário.  Presentão!!!!!!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Como aconteceu esta volta da banda ? Foi algo planejado,  amadurecido, ou simplesmente aconteceu, sem nenhum planejamento, tipo um  “Big Bang” ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Então, como falei a vontade sempre esteve em algum lugar adormecida…&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; O que vocês fizeram no tempo em que estavam separados ? Se  envolveram com algum projeto de cunho “artístico” ou simplesmente  tocaram suas vidas pessoais ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Eu tive a minha adorada e amada Chesed Geburah, banda estilo  black metal (não temática!) com muitos teclados, muito clima, vocais  diferentes…algo também pioneiro pra época….mas fiquei só um ano na  banda, depois parei com tudo e fui me dedicar aos estudos…os meninos se  envolveram em vários projetos como:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Angelo: Abuso Sonoro e o selo Elephant Rec. que lançou várias bandas;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Morto: Abuso Sonoro, Toxic Freak, Leucopenia, Bones Erosion;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Paulinho: Violent Vision, Wrinkled Witch, Empire of Souls.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr – &lt;/span&gt;Como tem sido esta retomada, em termos de retorno do publico e  satisfação pessoal de vocês como membros da banda – está tudo ocorrendo  de acordo com o previsto (se é que previam algo) ou têm se surpreendido?  Têm sentido algum tipo de retorno da galera mais jovem ? E os velhos  “fãs”, como receberam a volta do No Sense ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Isso é muito louco! Porquê só depois da volta passamos a ter a  real dimensão do que fomos e representamos diante da receptividade!!!  Não tínhamos expectativa alguma, nem sabíamos se íamos um aguentar a  cara do outro rsrs…mas foi melhor do que imaginamos……&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os “fãs” são os “olds”, um mais maluco que o outro!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr – &lt;/span&gt;Me falem dos shows que têm feito, como tem sido o clima em geral ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Fizemos poucos, mas foram muito bons! É que não demos muita  sorte ainda de tocarmos com bandas só do gênero então o público fica  meio sem reação…rsrs&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Não tenho nada contra bandas que voltam apenas para matar a  saudade e fazer shows tocando somente as mesmas musicas, mas respeito  mais as que se preocupam em produzir algo novo, compor novos sons,  portanto saúdo o No Sense por isso. Como surgiram essas novas  composições ? Já tinham planos de lançar um disco novo ou aconteceu como  consequencia ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns – &lt;/span&gt;Nos primeiros ensaios já saiu a “No More Hope”, de lá pra cá  temos quase 30 músicas novas….é meio automático…parece que esses anos  todos a inspiração ficou “encubada”….você não têm noção de como está o  cd…já está quase todo gravado…músicas maravilhosas!!!!!!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Me falem do processo de gravação do novo EP e das diferenças  que vocês sentiram em relação à experiência da primeira fase da banda,  quando gravaram 1 demo, 1 compacto e 1 LP.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Naquela fase não tinhamos experiência alguma….eu continuo  sem..rsrs….os meninos já gravaram várias coisas com suas respectivas  bandas….eu apanhei nesse cd da volta….se não fosse o aparato técnico de  pessoas como o Claudio, nosso produtor (que agora é o baixista) e meu  amigo Josh do Bode Preto, que mesmo de longe me ajudou pra caramba, eu  não sei como teria finalizado!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Algum plano para o relançamento do LP “Cerebral cacophony” em CD ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Nenhum!!!! No máximo tocar as músicas ao vivo! A Cogumelo não se pronuncia, nem nós!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Como vocês vêem a “cena” hoje em comparação àquela na qual  nasceram e foram gestados, no início dos anos 90? – o que melhorou, o  que piorou, o que continua na mesma …&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Fraquinha né???? Mas os que restaram valem por 100 daquela época!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Já que entramos no tópico “recordar é viver”, façam uma  retrospectiva da carreira da banda: como começou, quais os melhores  shows, viagens, melhores (e piores, porque não?) momentos, enfim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;* MORTO: &lt;/span&gt;Bom, o inicio de tudo deu-se com a ideia de fazer alguma  coisa que envolvesse barulho, com influências do que mais ouvíamos na  época, Napalm, Terrorizer, Repulsion….a ideia de ter um mina como vocal  surgiu do nosso grande amigo Angelo,e também a loucura de trocarmos de  função pois na época eu tocava guitarra e ele baixo dai se já sabe , bom  os shows sou meio lesado pra lembrar mas posso dizer q tivemos muitos  bons e também muitas roubadas, em questão a viagens não fomos muito  longe dos nosso estado um ou outro que não me recordo,mas dizer pior não  dá pra dizer porque sempre tiramos proveito de tudo pois cada lugar   uma experiência nova.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr – &lt;/span&gt;Porque parou ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Porquê engravidei..tivemos que dar um tempo..embora tenhamos  feito shows até meus 7 meses de gestação. Nessa de “dar um tempo” foi  cada um pro seu lado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Me falem sobre a relação de vocês com as gravadoras que  lançaram seus discos, antes e agora – alguma diferença significativa ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; A Fücker não existe mais, mas a nossa relação é de extrema  gratidão….o seu dono, Leandro, era uma pessoa espetacular e apostou na  banda de forma surpreendente!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Cogumelo deixou a desejar…péssimo estúdio, péssima produção,  péssima divulgação, não tivemos muita voz ativa e sentimos que  “queimamos” 20 músicas maravilhosas com isso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente a Violent é nossa parceira, mas não 100%, o trabalho que  estamos realizando agora, que só estará completo com o cd, pois na  verdade Obey é uma promo comemorativa dos 20 anos do 7′ ep, é uma  produção indepente de um grande fã nosso que prefere ficar no anonimato.  É uma história curiosa. Ele se propôs a bancar tudo desde que ficasse  no anonimato e que todas as fitas masters lhe fossem enviadas, sem  quaisquer edições.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr – &lt;/span&gt;Marly, você foi meio que pioneira nessa história de garotas na  formação de bandas com um som tão extremo. Como foi este processo, as  pessoas estranhavam muito? Sua presença foi bem aceita ou você sofreu  algum tipo de manifestação machista/sexista pelo fato de ser uma mulher  “cantando” grindcore? Para situar um pouco o contexto da época, nos fale  um pouco das outras bandas que tinham membros do sexo feminino, como o  Purulence – como era, enfim, a participação feminina na cena da época e o  que, na sua opinião, mudou (ou não), de lá pra cá.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Na verdade quem sofreu preconceito foi a banda…cansei de ouvir  de uns caras da região que tinham banda de thrash e afins que éramos uns  retardados, que o som era um bosta….teve um cara que teve as manhas de  chegar pra mim e dizer “Marly, sai disso, isso é ridículo”….ahahaha mas o  castigo veio a cavalo….em poucos meses um dos selos mais legais nos  contratou e gravamos o ep e deixamos todo mundo se remoendo de ódio….até  hoje tem gente que nos odeia….por isso temos um pacto: Nunca tocaremos  em  Santos….aproveitando o espaço, posso dar um recado pra esse povo que  está entalado em minha garganta esses anos todos???&lt;/p&gt; &lt;p&gt;PAU NO CU DE VOCÊS SEUS MERDAS!!!!  VOCÊS SABEM QUEM VOCÊS SÃO!!!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto à mim eu nunca recebi ou percebi manifestações  machistas/sexistas…talvez pela minha postura…meio de moleque, bem  maloqueira também…visual camiseta/calça/tênis….isso não dava mesmo muita  margem à esse tipo de reação….só vim descobrir que causei uma espécie  de “espanto”, digamos assim, e o que pensavam de mim com o advento da  internet…pois  li muitos comentários que eu nunca imaginei!!! Coisas  surreais!!! Hoje eu dou risada, naquela época daria porrada!!!! De meu  conhecimento, aqui no Brasil, de som extremo mesmo só o Purulence mesmo,  que veio um pouco depois, e aquelas meninas eram demais!!!! SE eu abri  alguma porta pra mulherada, foi o Purulence quem passou por ela  primeiro, e elas são meu maior orgulho por ter aberto tal porta. Tinha  outras bandas na época como Volkanas, Flammea, mas eram outro estilo,  outra proposta…Hoje em dia tem o Necrose com minha amiga Angela que  representa muito bem a cena!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Grindcore não é apenas “música” (há quem ache que nem isso é), o  aspecto ideológico sempre foi forte no desenvolvimento do estilo. Como  vocês se situam neste campo? Pensam o mundo, em geral, da mesma forma,  com a mesma matriz ideológica, ou algo mudou ?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Realmente tem grind que é uma corrida de velocistas que você não  entende nada e nenhuma música te marca….Só que nós não fazemos esse  grind….nossa linha é a linha Napalm, a linha que você escuta a música,  sente o riff e tem vontade de chorar de tanto que te toca….essa é a  minha relação com o grind….acho que é uma questão de alma mesmo…tem  gente que ouve Sabbath e acha uma barulheira também…vou falar o quê? Só  posso dizer que colocamos nossa alma quando estou “cantando” qualquer  música do No Sense…se soa dissonante para a maioria…talvez nossa alma  seja dissonante e não podemos fazer nada quanto à isso. Vejo os  “meninos” comporem e vejo admirada todo o processo de criação…rola uma  sinergia impressionante! E fazemos isso porquê gostamos, pois,  orgulhosamente, admito que todos eles tocam muito e poderiam tocar  outros estilos, como o fazem!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No passado tivemos uma postura mais ideológica..hoje queremos apenas  falar o que sentimos em determinada situação que se apresente…sem  dogmas…como em “Spilling the holly shit” em que eu canto como se fosse  um cristão suplicando ao seu pastor (e ele respondendo), Vendetta, que  fala de vingança pura e simples, ou da Guided, que é uma honemagem ao  Dexter…rsrs..como pode ver….bem variado….&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu nunca vou subir no palco e ficar pregando meu ideais!!!! Eu quero é subir no palco e me divertir!!! Eu quero é rock!!!!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pdr –&lt;/span&gt; Pra finalizar: “Haverá futuro”?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ns –&lt;/span&gt; Pra nós enquanto o Napalm Death e o Terrorizer tocarem em nossos corações, sim!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Adelvan perguntou&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Marly respondeu&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Exceto em *&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais&lt;a href="http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2010/09/no-sense-por-escarro-napalm.html"&gt; AQUI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;#&lt;a href="http://programaderock.files.wordpress.com/2011/10/no-sense-2010-dakota.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-5967164612430031978?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/5967164612430031978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=5967164612430031978' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5967164612430031978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/5967164612430031978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/10/no-sense-uma-entrevista.html' title='No Sense, uma entrevista'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qWcFnxu1LLg/Tp39TZsIgXI/AAAAAAAAF58/MBxXm7DeMOA/s72-c/no%2BSense%2B315953_278531855502506_100000370828274_977411_1517858068_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-8904650251216050499</id><published>2011-10-18T14:24:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T15:02:30.133-07:00</updated><title type='text'># 201 - 15/10/2011</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-UZuebK1T6n8/Tp3wR7sB78I/AAAAAAAAF5k/oxdDgMdD62Y/s1600/cartaz%2Bfora%2Bgde%2B297245_256089034436360_205473286164602_757023_1255159022_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 220px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-UZuebK1T6n8/Tp3wR7sB78I/AAAAAAAAF5k/oxdDgMdD62Y/s320/cartaz%2Bfora%2Bgde%2B297245_256089034436360_205473286164602_757023_1255159022_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664948097172762562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;L&lt;/span&gt;eonardo Panço, escritor carioca ex-guitarrista do Jason, Sountien Xiita, Cabeça e mais um monte de bandas, esteve em Aracaju sábado passado lançando seu novo livro, “Esporro”, que conta histórias de “uma certa cena” underground que aflorou no Rio de Janeiro na primeira metade da década de 90 gravitando em torno do Garage Arte Cult, um pardieiro que serviu de casa para os roqueiros mais “casca-grossa”, no estilo CBGB´s. O lançamento se deu no Capitão Cook, em mais uma “Noite Fora do eixo”, a segunda se uma série que o Virote coletivo pretende promover com uma banda ainda com pouca projeção na cena local mais uma convidada de fora do estado.    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hJN7ijMQVW0/Tp3vrskTGfI/AAAAAAAAF5Y/UuqMwsn3iiA/s1600/Esporro-capa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 319px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-hJN7ijMQVW0/Tp3vrskTGfI/AAAAAAAAF5Y/UuqMwsn3iiA/s320/Esporro-capa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664947440278772210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E foi o de sempre: quase ninguém lá dentro e uma pequena multidão do lado de fora, bebendo e se divertindo no meio do nada – porque na frente do cook não tem nada, apenas um terreno baldio entre o bar e o mar. A aglomeração é tamanha que já se formou um pequeno comercio informal por lá, com barraquinhas de cerveja, cachorro quente e quitutes. Aos que se arriscam em organizar algo, resta a tarefa inglória de contar os trocadas pra ver se dá pra pagar pelo menos o som. Não por acaso um figura de uma banda de Salvador me falou recentemente que pra tocar no Cook ele não vem mais a Aracaju nem a pau. "Porque ninguém entra". Certo ele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas enfim, quem não entrou perdeu um belo show da Casa Forte, um esquete teatral interessante do Grupo de Teatro A Tua Lona que constava de duas garotas “torturando” um rapaz com perguntas de conhecimento geral ao som de “geração coca-cola”, da Legião Urbana, e Você me Excita, de Salvador, que merece um parágrafo a parte ...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os baianos surpreenderam com um show animadíssimo, apesar do aparente desânimo dos presentes (e pode me incluir nesse meio, apesar de eu estar animado, apenas não sou uma pessoa expansiva). Fazem um rock básico e nervoso, na linha do que também fazem Strokes e Libertines lá fora e Vivendo do Ócio em sua cidade natal. O vocalista/guitarrista, em especial, se esforçou bastante para despertar o público (e pode me incluir de novo, apesar de eu estar animado, juro). Têm uma pegada muito boa, especialmente o baterista, que segura muito bem o ritmo. O trabalho das guitarras também é muito criativo e as composições são simples porém eficientes, como o bom rock geralmente é. Uma boa banda, enfim.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Antes do Cook, Panço esteve no programa de rock conversando ao vivo sobre seu novo rebento – que tá bonito, diga-se de passagem, bem impresso, ricamente ilustrado e com uma excelente diagramação. Contou, entre outras coisas, que teve a idéia depois de ler uma entrevista com o jornalista André Barcinsky em que ele falava que não tinha nada que prestasse no rock brasileiro, onde até mesmo no underground a chatice imperava. Resolveu que, já que ele fez um livro chamado “Barulho”, um dia faria um chamado “Esporro” pra mostrar que ele estava errado. O resultado pode ser conferido nas melhores livrarias ou &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/esporro"&gt;aqui. &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esta edição do programa de rock foi praticamente um “talk show”, já que pela segunda metade do programa também passaram, dando seu recado, a Tody´s Trouble band, nova promessa da cena local, e a Plástico Lunar, a caminho de um show histórico no SESC Pompéia “do começo do fim do mundo” em São Paulo. Hoje (terça-feira, 18/10/2011).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na parte musical, além do Drop Loaded e do Bloco do ouvinte produzido pelo nosso camarada Gabriel “perninha”, baterista da Baggios, algumas das bandas que foram retratadas no livro do Panço, com destaque para a genial Gangrena Gasosa, cuja letra de “traxangô” (precedida de um ponto de macumba) reproduzo abaixo, depois de uma excelente entrevista com Panço surrupiada do site&lt;a href="http://www.oinimigo.com/blog/2011/10/13/esporro/"&gt; “O Inimigo”.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="text-align:justify"&gt;Muitos consideram os anos 80 como os primordiais para o rock no Brasil. Ok, tem lá sua relevância e começam a surgir escritos e documentários que registram essa época. Mas foi uma época em que poucos ganharam muito. E alguns ainda surfam na crista dessa onda enganando muitos tocando as mesmas músicas há 30 anos e novas composições que se viessem embrulhadas em saco de lixo não seria exagero. Do outro lado da moeda os anos 90 passaram despercebidos por muita gente. Mesmo sendo nessa época que dezenas de bandas, conseguiram seu lugar ao sol com muito pouco. Pra citar algumas: Raimundos, Skank, Chico Science e Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, Planet Hemp. Isso para ficar apenas em cinco, que tiveram mais destaque. Outras tantas país afora fizeram shows, turnês, gravaram discos, deram origem a tantas outras. E foi nos anos 90 que os festivais, que sempre existiram, ganharam a força para se manter até hoje. Um pedaço dessa história, do Rio de Janeiro mais precisamente, foi contada por Leonardo Panço no seu mais recente livro: Esporro. Estão nele bandas como Soutien Xiita, Gangrena Gasosa e Piu Piu e Sua Banda. Um livro que na verdade foi escrito há mais de dez anos e só agora chega ao público.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Confira abaixo a entrevista com Panço:&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Hugo Morais – Este é o terceiro livro que você escreve, todos calcados na temática da música, do rock. O do Jason é como um diário de bordo, algo que Mozine e Quique também fizeram. Já o &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;Caras dessa idade&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; leva em consideração outra visão da sua viagem pela Europa. Qual a diferença de Esporro para os outros dois?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;No final das contas é isso que eu sou, né? Um roqueiro. Por acaso escrevo e tive a ambição de lançar livros, então no final das contas cá estou eu lançando o terceiro rebento, todos sobre música. Mas de certo modo, o segundo é um livro de crônicas, de um cara na estrada, morando fora do Brasil, mas eu não vejo ele como um livro de música não. Tem alguns momentos que fala de música, que cita partes de música, mas talvez, sei lá, 10% seja sobre música. O &lt;em&gt;Esporro&lt;/em&gt; é mais ou menos o seguinte: é um livro escrito há uns 12, 13 anos atrás, antes dos outros dois, mas somente vai sair agora porque sempre foi muito difícil terminar ele. Ontem mesmo eu falei com o Flock, que fez toda a incrível e marcante arte, que não seríamos capazes de ter feito ele há 10 anos atrás, pelas limitações técnicas, principalmente. É um livro que conta histórias loucas que toda cidade do mundo teve com as bandas locais. Eu conto as aqui do Rio, mais ou menos no período de 92 e 93, e com um número limitado de bandas. No geral bandas de amigos, que eu gostava, que eu acho relevantes. Outras pessoas fariam de outra maneira, mas isso aí foi o que eu fiquei com vontade de contar.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Alexis Peixoto – Você já começa a se sentir mais escritor do que músico ou as duas atividades estão em pé de igualdade?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Diria que agora as duas coisas estão mais ou menos paradas. Preciso primeiro terminar uma coisa pra começar outra, é tão mais fácil mentalmente. Então agora a prioridade total é de lançar o Esporro, marcar a tour, divulgar, dar entrevistas, lançar, fazer festas no Rio pra recuperar o dinheiro investido. É muita coisa pra fazer, né? Algumas coisas só existem porque alguns amigos abraçaram a ideia: Danubio criou Facebook do livro, vimeo, youtube, twitter. O Flock diagramou, o Sno fez o teaser. Se fosse só eu, ficaria difícil porque só sei ligar o computador, o word e ver e-mail. Não sei fazer muito do mundo moderno, apesar de gostar da facilidade de baixar filmes, discos, etc. Desde que saí do Jason em janeiro, parei de tocar uns dois, três meses e agora recentemente estranhamente voltei a criar e tenho algumas músicas em andamento, mas em &lt;em&gt;marchamegasuperlentasempressaalguma&lt;/em&gt;.  Podem até nunca ficarem prontas. Na verdade eu queria dar os riffs que eu faço pra outras pessoas usarem, assim não se perderia o que eu crio e nem teria que me dedicar de uma maneira que não posso no momento. Quem sabe depois da tour do livro terminar, né? Minha ideia é fazer essa primeira parte que vai de 01/10 até 06/11 direto e depois fazer poucas coisas ainda esse ano porque tenho que fazer uma artroscopia no joelho. Artroscopia no joelho é um pleonasmo? Então faço o lançamento no Rio dia 19/11 aqui em casa mesmo, nada de livrarias na Zona Sul. Zona Norte, subúrbio. Vai ser ótimo, tenho cá pra mim. Mas já tenho convite pra ir a Volta Redonda, aqui no interior e espero ir a Resende no dia anterior, sempre foi assim com o Jason. Quero muito ir a São José dos Campos também. Daí depois acho que só depois do verão e do carnaval. Quero ficar de bobeira um pouco porque esse livro foi muito desgaste, pergunta ao Flock. E aí espero depois da praia, lá por março retomar. Tenho novos roteiros na cabeça e espero fazer algumas coisas.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Hugo Morais – Como você vê no Brasil as publicações voltadas para a música?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;De revista? Em papel só leio a Rolling Stone porque um amigo compra e me empresta. Mas passo sem ela, né. Gosto mais de ler entrevistas. Hoje tem muita entrevista em vídeo que é legal também. No mais eu leio em sites, blogs, etc. Agora se é em livro, ainda é muito fraco, né. Tem muito pouco livro de música no Brasil. No rock tem muito pouco, no underground então. Esse ano no Rio, que saiu o meu, do Pedro de Luna e do Larry, uma coisa atípica, três ao mesmo tempo praticamente. Mas ainda falta muito.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Alexis Peixoto – Essa também é a segunda vez que você faz uma turnê para lançar o livro. O que é mais prazeroso, cair na estrada para divulgar um livro ou com uma banda? Em que uma coisa é diferente da outra?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Acho muito diferente. Pra começar uma é em coletivo e outra individual. Gostava muito mesmo de tocar com o Jason, principalmente quando tudo dá certo, o que não é muito comum. Quando acontece de o som estar ótimo, as pessoas felizes, o lugar cheio, os quatro se ouvindo, o astral alto, é uma experiência pra mim acima de tudo em termos artísticos. Mas não vou dizer nunca porque nunca é muito tempo, mas minha vida em coletivo está terminada. Sou muito difícil, as pessoas não me aturam mais, eu não aturo as pessoas muito tempo, ir ensaiar toda semana, pegar ônibus, acordar cedo, viajar de acordo com a vontade e o gosto de outras três pessoas é difícil. Mas tour do livro é muito legal também. A primeira teve um monte de coisas que poderiam ter sido melhores, tanto da minha parte, quanto das pessoas. De vários eventos, só um fez filipeta em papel, os outros só virtual. E acho que ainda faz falta. Fora que tour de livro, no meu caso, que não tenho um nome forte, não pode cobrar ingresso, dar lucro, então fica difícil exigir uma dedicação grande de quem faz. Em JP e Campina Grande fiz shows com a juventude do ELMO tocando Jason e aí dava pra cobrar, mas no geral é mais difícil. De qualquer modo essa agora vai ter coisas diferentes da outra, não vou tocar guitarra nos eventos como fiz da outra vez, vou a galerias de arte, livrarias, vários lugares. Novas experiências com certeza. Fora que vou a cidades onde nunca fui como Esteio, Sapucaia do Sul, Sapiranga, Joinville, São Leopoldo, Novo Hamburgo. E espero que os convites pra ir a novas cidades onde nunca fui surjam bastante.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Alexis peixoto – Você sempre cita como influência Jello Biafra e Henry Rollins, que são músicos escritores  e costumam fazer turnês literárias. Mas o trabalho deles é mais voltado para a política, enquanto você prefere abordar cultura pop e suas próprias experiências com essa cultura. Já pensou em escrever algo mais “engajado”?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Não. Sendo sincero e direto, não. Não é meu jeito, me dá sono, não é meu estilo, e não vou contra isso. Gosto de ler livro de rock, não de política. De qualquer modo quando eu estava na Alemanha, vi um DVD do Rollins ao vivo na Austrália. Leva umas 3 horas e não vi uma frase política, era praticamente um show de humor. Muito engraçado mesmo. Ele fala de uma viajem dele para a Sibéria, de um taxista que queria ficar com ele em Nova York, vários lances divertidos. Acho que a minha política está nas entrelinhas, quando eu lanço minhas coisas sozinho, quando eu toco nos squats, durmo onde for preciso, lanço bandas, livros, saio por aí e mostro na prática que tudo é possível, parte aí e faz o teu.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Hugo Morais – Tendo participado dos anos 90 ativamente, dentro da construção da cena, como você avalia ela hoje?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Eu me sinto um pouco fora da cena hoje em dia se comparado com a minha atuação nos anos 90 quando eu vivi 100% da minha vida para o rock, bandas, escrever, compor, viajar, divulgar, fanzines, gravadora, lançamentos, etc. Então o que eu gosto agora é da modernidade. Fico imaginando na época da gente em 92, 93, algumas performances muito loucas da Gangrena, do Piu Piu, estariam com certeza com 100, 200 mil views fácil. Tudo seria mais fácil e interessante. Acho a maior parte das bandas uma merda hoje em dia, mas tem das duas, né? Ou são mesmo ou estou velho. São outros tempos e gosto de poucas coisas ainda. Ratos de Porão, Eu serei a hiena, Gigante Animal, Emicida, Nação Zumbi, sei lá, não são tantas.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Alexis Peixoto – Lá fora, os 90′s foram os anos em que o “alternativo” estava na ordem do dia. E no Brasil? Havia essa pretensão de criar um mercado ou se fazia música apenas por inquietação?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Ih, não sei. Acho que uma coisa acaba levando à outra, né? A gente faz as coisas por inquietação, movidos por uma vontade interna, por gostar do que se faz. De repente no meio do processo todo natural, de jovem, você percebe que pode fazer mais, se mover mais, articular mais. Aí as coisas vão andando para outro lado. A inquietação se junta com a pretensão de criar um mercado, o que acho que aconteceu comigo, né. Comecei um fanzine, passei a colaborar com outros zines, depois revistas, depois jornais, e um dia tinha virado jornalista oficialmente. Montei uma banda com 15 anos e um dia estava lançando a banda dos amigos, de outras pessoas, estava viajando pra Europa, pra vários lugares do Brasil. Acho que uma coisa leva à outra de forma natural pra quem segue na insistência.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Alexis peixoto – E hoje, esse mercado existe? Se sim, isso coloca o Brasil num delay de dez anos com o resto do mundo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Eu sempre achei que a gente estava dez anos atrás de todo o mundo, assim, Europa e Estados Unidos. Hoje não tenho mais essa certeza e pra ser sincero não me importa mais. A gente tem o nosso tempo. A Alemanha tem cervejas mais velhas que o Descobrimento do Brasil, então vamos com calma, que o tempo vai acertando umas coisas. Falta muitão ainda, mas a gente já faz coisas com muitíssima qualidade. Você ouve o disco novo do Paura e não tem nada a dever aos discos gringos, é hostil, bem tocado, bem gravado, eu acho muito no nível de todo mundo lá fora.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;De uns tempos pra cá, a crítica americana vem concordando que os anos 90 foram a última década em que surgiu algo de realmente original na música. O livro novo do Simon Reynolds, aliás, bate muito nessa tecla. Você concorda?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Sempre vai soar como papo de velho, né. “Ah não, minha época era melhor”. Sei não. Flock me passou outro dia o &lt;a href="http://www.myspace.com/worldwartour" target="_blank"&gt;Warpaint&lt;/a&gt;, quatro minas que vão tocar aqui no Rio. Não sei de onde é, mas achei excelente. Vou estar em tour, mas se estivesse aqui, gostaria de ver. Então não acho não. Antes eu falei que tem muita banda merda, mas nos anos 80 tinha, nos 90, e agora vai ter e na próxima década também. Eu quero sempre que não tenha pra eu poder colocar coisas diferentes no iPod todo dia já que são 90km ida e volta pro trabalho e preciso variar muito.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Hugo Morais – Ficou algum legado dos anos 90 para as bandas de hoje?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;De certo modo ainda tem muito para melhorar, claro, mas algumas coisas hoje são tão melhores que deve ter algum reflexo do que veio para trás. Os punks dos anos 80 apanharam da polícia para os dos 90 não apanharem. A gente tocou em [amplificadores] Staner, Gope, Jazz Chorus, várias tranqueiras, pra agora geral poder ver um Marshall sem se espantar. Mas ainda falta muito.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Hugo Morais – Se existisse a internet naquela época alguma banda teria tido mais “chance”? Se sim, qual ou quais?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Aqui no RJ, acho que Piu (Piu e Sua Banda) e Gangrena (Gasosa) seriam maiores, o Sex Noise também. Eram ótimas performances ao vivo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;# # #&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ponto:&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;As portas do inferno estremeceram&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Todos correram para ver quem é&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu dei uma gargalhada na encruzilhada&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É a pomba gira e o compadre Lúcifer&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Traxangô&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/gangrena-gasosa/"&gt;Gangrena Gasosa&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Tem um pôster da Gangrena&lt;br /&gt;E uma estátua de Satã&lt;br /&gt;Só curte sexo anal&lt;br /&gt;E bate punheta para Iansã&lt;br /&gt;Sua jaqueta vermelha&lt;br /&gt;Feita de couro de bode&lt;br /&gt;Tem pregado nas costas&lt;br /&gt;Um patche com a imagem de São Jorge &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Odeia Black Sabbath&lt;br /&gt;Rush &amp;amp; Led Zeppelin&lt;br /&gt;E a fivela do seu cinto&lt;br /&gt;É a cabeça da Janis Joplin &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Cavaleiro Black&lt;br /&gt;Ele é o Knight do Mal&lt;br /&gt;Empunha a sua espada&lt;br /&gt;Pelo Saravá Metal! &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não usa tatuagem&lt;br /&gt;Ele se risca com pemba&lt;br /&gt;Que rouba Sexta-feira&lt;br /&gt;Na roça de mãe Jurema&lt;br /&gt;Não usa spike ou bottom&lt;br /&gt;Ele odeia tudo isso&lt;br /&gt;Usa fita da Bahia&lt;br /&gt;E patuá contra feitiço &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não trabalha, é feio&lt;br /&gt;E nunca teve namorada&lt;br /&gt;Come despacho de macumba&lt;br /&gt;E dorme nas encruzilhadas &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Cavaleiro Black&lt;br /&gt;Ele é o Knight do Mal&lt;br /&gt;Inverte a sua cruz&lt;br /&gt;Pelo Saravá Metal!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;# # #&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Venus Volts - Sex is Blind&lt;br /&gt;The Salad Maker - Between Dreams&lt;br /&gt;(Drop Loaded)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frank Black - Calistan&lt;br /&gt;Johnn Frusciante - wednesday´s song&lt;br /&gt;Buffalo Killers - Circle day&lt;br /&gt;Supergrass - She´s so loose&lt;br /&gt;Graveyard - Evil ways&lt;br /&gt;- por Gabriel "Perninha"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soutien Xiita - My song&lt;br /&gt;The Funk Fuckers - Inthahouse&lt;br /&gt;Sex Noise - Franzino costela&lt;br /&gt;Poindexter - Terrô!&lt;br /&gt;ponto.&lt;br /&gt;Gangrena Gasosa - Traxangô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Leonardo Panço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tody´s Trouble Band - o Murro blues&lt;br /&gt;+ Entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plástico Lunar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Mar de leite azedo&lt;br /&gt;# Quase desisto&lt;br /&gt;+ Entrevista&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-8904650251216050499?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/8904650251216050499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=8904650251216050499' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8904650251216050499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/8904650251216050499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/10/201-15102011.html' title='# 201 - 15/10/2011'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-UZuebK1T6n8/Tp3wR7sB78I/AAAAAAAAF5k/oxdDgMdD62Y/s72-c/cartaz%2Bfora%2Bgde%2B297245_256089034436360_205473286164602_757023_1255159022_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-1940329575445412551</id><published>2011-10-14T07:39:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T08:05:42.098-07:00</updated><title type='text'>Rock in Rio São Francisco</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-WmY3OudqRYw/TphMMg5YcZI/AAAAAAAAF4E/W1Mvhoda1Uk/s1600/caninde%2Burublues%2B297955_246684958716162_100001239791295_788333_635028679_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-WmY3OudqRYw/TphMMg5YcZI/AAAAAAAAF4E/W1Mvhoda1Uk/s320/caninde%2Burublues%2B297955_246684958716162_100001239791295_788333_635028679_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663360309291151762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cheguei  ao Clube Altemar Dutra, em Canindé do São Francisco, sertão  sergipano, num sábado, 08 de outubro de 2011, por volta das 20:00H. Era o Terceiro Alternativo Rock Canindé e a Urublues estava no palco, fazendo o de  sempre: mais e melhores blues. Na verdade não haveriam muitas surpresas  no quesito musical naquela noite, já que a escalação constava apenas de  bandas já bastante vistas e com apresentações devidamente resenhadas por  mim aqui mesmo neste espaço que nos cabe deste grande latifúndio que é a  internet. A novidade, no caso, era o local onde a Festival estava  acontecendo e o público, em bom número e, o mais importante, animado. &lt;p&gt;O Clube Altemar Dutra, me parece, é um espaço público, já que ostenta  uma gigantesca marca da prefeitura municipal em sua entrada. um espaço  amplo, com os shows acontecendo em um salão fechado porém arejado  ladeado por um grande hall ao ar livre. Na parte de baixo, um bar e uma  piscina – interditada, infelizmente. Ia ser legal ver se repetir ali o  banho redentor que foi a marca do encerramento do Rock-se, no longiquo  ano da graça de 1998 do século passado. “Um lugar do caralho”, enfim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4KJUhgikoiw/TphMc3QkLBI/AAAAAAAAF4Q/CCVkQIRRHPI/s1600/caninde%2Bkarne%2Bkrua%2B296789_246872682030723_100001239791295_789050_1704805630_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-4KJUhgikoiw/TphMc3QkLBI/AAAAAAAAF4Q/CCVkQIRRHPI/s320/caninde%2Bkarne%2Bkrua%2B296789_246872682030723_100001239791295_789050_1704805630_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663360590171876370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já o público foi surpreendentemente jovem, empolgado, ativo e  participativo. A galera estava com uma sede de rock como há tempos eu  não via por estas bandas. Falo de Aracaju, claro, cuja cena está  morgadíssima, com um público apático e desinteressado que geralmente  prefere ficar na porta dos shows bebendo e jogando conversa fora. Foi  bonito (re)ver as boas e velhas rodinhas punk, os moshs com “caminha” e  as pilhas humanas que se formavam sempre que alguém caía. Tudo isto,  inclusive, com uma ampla participação feminina, e em todos os shows,  fossem eles de blues, hard rock, hard core ou heavy metal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A banda que mais incendiou a galera foi a Mamutes, que entrou logo  depois da Urublues desfalcada de sua baterista, prontamente substituída à  altura por Tony Karpa, da One Last sunset. Foi jogo ganho, com a galera  cantando junto as letras das musicas, as meninas dançando e os garotos  se “esbagaçando”. Com direito, inclusive, a um quase explícito “assédio  sexual” em pleno palco protagonizado por uma garota que subiu ao mesmo e  ficou lá um tempão, se esfregando lascivamente principalmente em Kal e  Rick, respectivamente o vocalista e o guitarrista (atenção senhoras  patroas dos caras, eles não têm culpa, foi uma manifestação &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-o5MEDgUBsfw/TphM2NrzHlI/AAAAAAAAF4c/7FWWtOk5daE/s1600/caninde%2Bmamutes%2B320900_246685272049464_100001239791295_788337_550096388_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-o5MEDgUBsfw/TphM2NrzHlI/AAAAAAAAF4c/7FWWtOk5daE/s320/caninde%2Bmamutes%2B320900_246685272049464_100001239791295_788337_550096388_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663361025688411730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;totalmente  espontânea e, a princípio, sem grandes conseqüências, pelo menos que eu  saiba). “É isso aí, rock and roll é libertação”, falou Kal com  propriedade entre um urro e outro do camarada Cachorrão e antes de  chamar Silvio da Karne krua para o grand finale, uma versão turbinada de  “No fun”, dos stooges. Divertidíssimo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Karne Krua entrou na sequencia e fez um show esporrento, com alguns  clássicos do cancioneiro Hard core local cantadas em uníssono pela  platéia, ainda com todo o gás e pogando muito. Bonito de ver,  principalmente as garotas, que em Sergipe geralmente são muito tímidas  (sim, estávamos em Sergipe, mas numa região fronteiriça, e muitos dos  presentes não eram sergipanos). A karne fez, inclusive, uma bonita  homenagem a Redson, do Cólera, falecido recentemente (e homenageado  também no crachá de identificação do evento), com um cover de  “passeatas”, e encerrou sua apresentação com uma sequencia matadora  tocada no talo e sem intervalo entre uma musica e outra. Excelente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7vLToluUy18/TphNQxgn4PI/AAAAAAAAF4o/Wc6dK4sahbA/s1600/cainde%2Bpublico%2B306400_246873268697331_100001239791295_789059_1152556967_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-7vLToluUy18/TphNQxgn4PI/AAAAAAAAF4o/Wc6dK4sahbA/s320/cainde%2Bpublico%2B306400_246873268697331_100001239791295_789059_1152556967_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663361481981812978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A banda seguinte, Hatend, de Paulo Afonso, demorou muito a se arrumar  e eu, cansado daquele bate bate chato de passagem de som de bateria,  saí para tomar um ar e dar uma voltinha na simpática praça que fica em  frente ao clube. Acabei apenas ouvindo os shows seguintes de fora mesmo,  portanto vou me abster de maiores comentários. Entrei apenas para  ajudar Luiz Oliva numa entrevista com Adalberto Feitosa, o mentor e  organizador da “parada” (com a inestimável ajuda do incansável Luiz  Humberto, agitador cultural “underground” da vizinha Poço Redondo), e  foi surpreendente: o cara tem muita história pra contar. Ele tem 50 anos  e é paulista. Conheceu Redson na Estação São Bento do metrô ainda no  final dos anos 70 e costumava freqüentar clubes paulistanos célebres,  como o “Fofinho rock clube”, que eu conheci em minha primeira visita à  cidade, em 1991. Foi neste mesmo 1991 que Adalberto se mudou para  Canindé para trabalhar na Usina Hidrelétrica de Xingó e se apaixonou  pelo local, ainda mais depois de descobrir que por aqui também havia uma  cultura “subterrânea” roqueira. Esta é a terceira edição que ele produz  do Festival Alternativo rock, sempre com muito esforço e algum  prejuízo, &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5TtgLZ-9pTU/TphNu8ml_pI/AAAAAAAAF40/18Wh_CK5r5M/s1600/cainde%2Bpublico%2B307837_246873198697338_100001239791295_789058_1333853976_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-5TtgLZ-9pTU/TphNu8ml_pI/AAAAAAAAF40/18Wh_CK5r5M/s320/cainde%2Bpublico%2B307837_246873198697338_100001239791295_789058_1333853976_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663362000355720850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;mas muita satisfação e nenhuma sombra de arrependimento. Para o  ano que vem diz contar com um apoio prometido de uma das facções  políticas locais (será ano de eleição e nessa época os recursos públicos  costumam ser mais generosos, para o bem ou para o mal), o que  viabilizaria uma espera menor por uma nova edição (a última foi há 3  anos). Convidei-o para aparecer qualquer sábado destes nos estúdios da  Aperipê FM para contar sua história no ar no ao vivo programa de rock.  Espero que role.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Voltei pra casa na mesma noite, apesar da viabilíssima opção de  dormir por lá mesmo numa pousada que encontrei cuja diária custava a  bagatela de R$ 15,00! A viagem de volta foi tranqüila, no tapetão da  “Rota do Sertão”. Não fosse pelo excesso de quebra-molas, por alguns  animais na pista e por uma súbita neblina na altura de Itabaiana, teria  tirado o percurso, de cerca de 200km, em menos de 2 horas e meia (foram  quase 3). Foi o fim de um dia divertido que começou às 11 da manhã e  teve sua primeira parada em Itabaiana, onde almoçamos num simpático e  aconchegante restaurante a quilo chamado Garfil, que recomendo muito. É  na entrada da cidade, já no fim da avenida, próximo ao Cemitério, à sede  do INSS (que ficam, oh! Ironia, um em frente ao outro) e à Associação  Atlética. Fica a dica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-U1Kyp4AJZhw/TphOLViirdI/AAAAAAAAF5A/hI6YjTBcsUw/s1600/caninde%2Beu%2Bpiranhas%2B294814_223086024420416_100001570592712_691236_649364722_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 253px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-U1Kyp4AJZhw/TphOLViirdI/AAAAAAAAF5A/hI6YjTBcsUw/s320/caninde%2Beu%2Bpiranhas%2B294814_223086024420416_100001570592712_691236_649364722_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663362488085949906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Chegando em Canindé, uma outra dica é uma visita ao MAX, o Museu de  Arqueologia de Xingó, um prediozinho elegante e aconchegante que abriga  num ambiente climatizado alguns dos achados arqueológicos da região,  dentre eles utensílios domésticos e fósseis dos habitantes locais de  9.000 anos atrás. Para chegar lá, você deve virar à esquerda no trevo  que desemboca numa das praias do Rio São Francisco que ficam de frente  para a majestosa Usina Hidrelétrica de Xingó.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Virando à direita, você chega em Piranhas, cidade alagoana histórica  encravada entre as montanhas e o velho Chico. Vale muito a pena a  visita. É uma cidadezinha muito simpática, cheia de ladeiras e casinhas  coloridas, que abriga um museu dedicado às coisas do sertão e do  cangaço. Foi lá, em Piranhas, que ficaram expostas, pela primeira vez,  as cabeças decepadas de Lampião, Maria Bonita e demais membros de seu  bando. Destaque para um charmoso e aconchegante café que fica no alto de  uma torre histórica que abriga um relógio, a Torre da estação.  Recomendo. Recomendo também ver o sol se por entre as montanhas às  margens do rio. Muito bonito. Teria sido tudo perfeito, não fosse por  uma alma sebosa que cismou de abrir o potentíssimo som de mala do seu  carro e espalhar pelo ambiente uma pra lá de desagradável cacofonia de  ruídos que alguns chamam de “musica” – uma daquelas “quebradeiras”  baianas, pagode diluído para as massas, o que nos fez desistir de bater  uma macaxeira com carne de bode pela qual vínhamos salivando há temos –  ah, esses gordinhos …&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9zRZvOyMuEk/TphO8iuO9nI/AAAAAAAAF5M/pvWDRTRZ8fg/s1600/VIAGEMCANINDE%2B%252811%2529.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-9zRZvOyMuEk/TphO8iuO9nI/AAAAAAAAF5M/pvWDRTRZ8fg/s400/VIAGEMCANINDE%2B%252811%2529.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663363333438240370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na volta para Canindé passamos por um Mirante da Chesf que estava  fechado mas que já tinha visitado em minha última passagem por lá. É  outra boa dica de passeio, já que lá você encontra diversos souvenirs à  venda e pode agendar uma visita à usina, que eu não fiz mas deve ser  interessante. Assim como interessante deve ser (certamente é) o passeio  de barco pelo rio que te leva a um banho entre os cânios e/ou à rota do  cangaço, numa caminhada pela caatinga que termina na gruta de Angicos,  em Poço Redondo, o lugar onde o bando de Lampião foi emboscado e  chacinado. Que eu saiba, há duas opções: pelo catamarã, que você pode  pegar já a partir de Aracaju, indo de van até lá, ou lá mesmo em  Piranhas: vimos um local que vende passagens a R$ 40,00.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Voltarei lá e farei isso o mais breve possível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;por Adelvan&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-1940329575445412551?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/1940329575445412551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=1940329575445412551' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/1940329575445412551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/1940329575445412551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/10/rock-in-rio-sao-francisco.html' title='Rock in Rio São Francisco'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WmY3OudqRYw/TphMMg5YcZI/AAAAAAAAF4E/W1Mvhoda1Uk/s72-c/caninde%2Burublues%2B297955_246684958716162_100001239791295_788333_635028679_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-7226461794062394803</id><published>2011-10-11T08:08:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T08:10:22.481-07:00</updated><title type='text'>The Fall cancelado</title><content type='html'>Realmente, era improvável e bom demais para ser verdade: A banda bri­tâ­nica The Fall can­ce­lou o show que faria no  fes­ti­val No Ar Coquetel Molotov este ano. O grupo se apre­sen­ta­ria  na Concha Acústica do TCA, em Salvador, no dia 12 e na sexta-feira (14)  no Teatro da UFPE, no Recife. O voca­lista e líder do grupo Mark E.  Smith pre­ci­sou can­ce­lar sua vinda ao Brasil ao ale­gar um pro­blema  de saúde. &lt;p&gt;Os pro­du­to­res do Coquetel Molotov estão cho­ca­dos e tris­tes com a  notí­cia, pois esta­vam ansi­o­sos pela apre­sen­ta­ção his­tó­rica que  o The Fall faria em solo bra­si­leiro. A devo­lu­ção dos ingres­sos do  dia 14/10 come­çam a par­tir da pró­xima quinta-feira, na bilhe­te­ria  do Teatro da UFPE. O aten­di­mento ao público será das 14h às 18h, na  quinta-feira (13) e das 10h às 16h da sexta (14). &lt;strong&gt;Quem obteve  ingres­sos dis­tri­buí­dos atra­vés da Prefeitura do Recife no Memorial  Chico Science não poderá rea­li­zar troca por outro dia de shows ou  res­sar­ci­mento, uma vez que estes con­vi­tes foram entre­gues em forma  de cortesia.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A orga­ni­za­ção do fes­ti­val deve anun­ciar um subs­ti­tuto nos  pró­xi­mos dias. O fes­ti­val no Recife ainda trará outros nomes de peso  este ano, como as len­das do Hip Hop bra­si­leiro Racionais MCs, os  ame­ri­ca­nos do HEALTH, Guillemots e o per­nam­bu­cano China, que lança  seu novo disco por aqui, Moto Contínuo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://coquetelmolotov.com.br/novo/the-fall-cancela-participacao-no-festival-no-ar-2011/"&gt;Site&lt;/a&gt; oficial do festival&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5530695949266017791-7226461794062394803?l=pdrock-sergipe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/feeds/7226461794062394803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5530695949266017791&amp;postID=7226461794062394803' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7226461794062394803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5530695949266017791/posts/default/7226461794062394803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pdrock-sergipe.blogspot.com/2011/10/fall-cancelado.html' title='The Fall cancelado'/><author><name>programa de rock</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17876966549070863930</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5530695949266017791.post-5149781659758886879</id><published>2011-10-04T13:39:00.000-07:00</published><updated>2011-10-04T13:47:10.314-07:00</updated><title type='text'>Nick Mason, uma entrevista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/--Ch5GW15Vls/TotwoRJM_mI/AAAAAAAAF30/5U01pmE2wX0/s1600/pf%2BPig-Battersea-1109261.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--Ch5GW15Vls/TotwoRJM_mI/AAAAAAAAF30/5U01pmE2wX0/s320/pf%2BPig-Battersea-1109261.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659741193820241506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Marcando a batida da maior banda de rock progressivo do mundo. Foi assim que &lt;strong&gt;NICK MASON&lt;/strong&gt; passou 30 anos. Agora o lendário baterista está passando seu tempo relançando alguns excelentes discos do catálogo do &lt;strong&gt;PINK FLOYD&lt;/strong&gt;. &lt;p&gt;Na semana passada, o Pink Floyd deu a seus fãs mais ferrenhos um  presente [enquanto começa a doutrinar uma nova geração] com o lançamento  da ‘&lt;em&gt;immersion box&lt;/em&gt;’ de ‘&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dark Side of the Moon&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;’.  O pacote é um delírio de seis discos devotados a um único álbum,  incluindo um novo remaster, uma versão ao vivo, um disco de sobras de  estúdio, DVDs com mixagens em som &lt;em&gt;surround &lt;/em&gt;e shows ao vivo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Coisa demais? Vamos lembrar que ‘&lt;em&gt;Dark Side&lt;/em&gt;’ passou 741 semanas nas paradas da [revista estadunidense] &lt;em&gt;Billboard&lt;/em&gt;  e está batendo em 50 milhões de cópias vendidas. E essa banda ama  ‘coisas demais’ – eles estão preparando uma immersion box de ‘&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Wish You Were Here&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;’ para o dia 8 de novembro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um dia depois de Mason ter assistido ao &lt;em&gt;The Shins&lt;/em&gt; tocar uma versão matadora de ‘&lt;em&gt;Breath&lt;/em&gt;e’ no programa de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jimmy Fallon&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ele nos telefonou (NOTA: o texto é do site "Ultimate Classic rock") para falar sobre o passado e o possível futuro da banda.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Depois de ‘Meddle’, ‘Dark Side’ foi um momento de virada. Ele  invadiu as rádios e fez de vocês a maior banda do mundo, mas mesmo  assim o disco não perde o elemento de estranheza.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Não tenho certeza quanto que você chama de ‘estranheza’, mas nós  sempre gostamos de mudar as 
